A História De Alice Cullen
35 Capítulo 35 - O casamento
Notas iniciais
Eu estava muitíssimo nervosa, mexia nervosamente os dedos como os humanos e não conseguia parar de ofegar e bater o pé.
– Calma! – Pediu Rose com um sorriso. – Sabes bem que ele não te vai abandonar no altar. – Gracejou.
– Que bom, nem tinha pensado nessa hipótese. – Disse, mas o pior é que estava mesmo a considera-la.
A considerar a hipótese de Jasper já não querer casar-se comigo.
– Calma vai tudo correr lindamente. – Disse Charlotte.
Elas já se tinham arranjado.
Rose estava ainda mais bela que de costume, com um vestido meio cinza, que de lado tinha uma espécie de presilha de brilhantes que apanhava um pouco do vestido franzindo-o, os cabelos estavam soltos mas mais cacheados e com um gancho prateado de um lado, tinha feito uma maquilhagem com sombra da mesma cor do vestido e um batom vermelho.
(vestido de Rose: http://www.novidadesonline.com/wp-content/uploads/2012/08/vestidos-para-madrinhas-de-casamento-2013-7.jpg)
Esme estava com um vestido azul-marinho, com as alças e as costas de renda com feitios, e tinha um cinto que fazia parte do vestido um pouco mais escuro que ele, estava com o cabelo apanhado num rabo-de-cavalo de lado, maquilhagem com sombra da mesma cor do vestido e um batom rosa clarinho.
(vestido de Esme: http://www.vendovestido.com.br/wp-content/uploads/2012/11/730375.jpg)
Charlotte estava com um vestido esverdeado de camadas dum lado, os cabelos estavam numa trança lateral com alguns fios soltos, maquilhagem com uma sombra da mesma cor do vestido e um batom bege clarinho.
(vestido de Charlotte: http://3.bp.blogspot.com/-jq59ggwj3As/UNCi0XK52XI/AAAAAAAAAcw/vNetPgaBSqA/s1600/foto-vestido-verde-para-madrinha-de-casamento-09.jpg)
Rose tinha obrigado todas as raparigas a usar sombra da cor dos vestidos dizia ser muito chique.
Eu estava ao pé da porta que dava para o jardim, Edward entrou porque ia começar a tocar a marcha nupcial e era Edward que a ia tocar no piano, ele estava de terno e com os cabelos penteados nem pareciam os dele.
– Que gato! – Disse rindo.
– Eu sei que sou. – Disse o convencido dirigindo-se para o piano.
E mais um enxurrada de pensamentos do tipo: “Ele vai abandonar-me”, “Talvez ele se tenha arrependido” preencheu-me a cabeça.
Edward levantou-se do piano e dirigiu-me um olhar ameaçador e postou-se a minha frente.
– Ele ama-te, ok? – Disse e voltou para o piano
Carlisle posicionou-se ao meu lado e colocou o braço para eu colocar o meu, Esme, Rose e Charlotte foram para os seus lugares.
Edward começou a tocar e estava na hora de um avançar com Carlisle.
(música: http://www.youtube.com/watch?v=XfkffghZsTM)
Espera ai! Esta música eu previ que iam escrever daqui a uns anos e ensinei-a ao Edward porque ele a adorou e agora está a tocá-la no meu casamento?
“Achavas que eu não ia perceber?” – Perguntei por pensamentos e ele sorriu.
Decidi esquecer isso.
– Não me deixes ficar com cara de estúpida durante o percurso. – Pedi.
Carlisle riu com vontade e beijo-me a face.
Comecei com o pé direito para dar sorte, todos se levantaram e Jazz deu um sorriso ao ver-me, Carlisle ia avançando comigo, cada vez o meu nervosismo crescia mais.
Chegamos ao altar e Carlisle beijou a minha testa entregou a minha mão a Jasper.
– Trata bem da minha pequena. – Pediu a Jasper, mesmo sabendo que iriamos continuar com ele.
– Estás linda! – Disse Jazz ao meu ouvido.
– Estamos aqui reunidos para celebrar o casamento… — O padre começou mas eu não ouvia nada só pensava na pessoa maravilhosa com quem estava a selar o meu amor. – Repita comigo: — Pediu o padre a Jazz. – Eu Jasper Whitlock Hale aceito Alice Cullen como minha esposa…
– Eu Jasper Whitlock aceito Alice Cullen como minha esposa… — Repetiu Jazz.
– Para ama-la e respeita-la todos os dias da nossa vida, na alegria e na tristeza, saúde e na doença até que a morte nos separe. – Terminou o padre.
– Para ama-la e respeita-la todos os dias da nossa vida, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença até que a morte nos separe. – Jazz repetiu e ironizou a última parte. E colocou-me a aliança beijando-a.
– Agora repita comigo: — Pediu-me o padre. – Eu Alice Cullen aceito Jasper Whitlock como meu esposo…
– Eu Alice Cullen aceito Jasper Whitlock como meu esposo… — Repeti.
– Para ama-lo e respeita-lo todos os dias da nossa vida, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença até que a morte nos separe. – Terminou o padre.
– Para ama-lo e respeita-lo todos os dias da nossa vida, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença até que a morte nos separe. – “Como se morrer fosse possível” sibilei para apenas Jazz ouvir.
Jasper inclinou, segurou-me o rosto com as duas mãos e deu-me um beijo, ele encostou os nossos lábios apaixonadamente, mesmo antes do padre dizer.
– Já pode beijar a noiva. – Disse o padre rindo com a nossa antecipação.
Quando ouvi os sons a nossa volta separei-me de Jasper e fiquei meio sem graça.
– Não há espaço para vergonhas no nosso casamento, Senhora Whitlock. – Disse-me Jasper ao ouvido.
Descemos do altar e passamos por entre as cadeiras nos dirigindo para o sítio do bufê.
Á nossa passagem alguns riam, outros soluçavam chorando sem lágrimas, outros, lê-se Emmet, atiravam arroz para nós dois.
Á chegada ao bufê, todos nos vieram felicitar com beijos e abraços e muita parvoíce da parte do Emmet.
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