A História Começa
2 Primeiro dia e um novo amigo
Notas iniciais
Mas não se preocupem que já ta aí um novo capitulo fresquinho :) e mais uma vez perdoem-me por essa confusão.
Agora chega de papo e vamos para a história. Boa leitura para todos...
- Como vocês puderam fazer isso comigo? — Gritou uma menina de cabelos ruivos. — Será que não entendem que não é isso que eu quero?
Zoey nem deu chance dos pais responderem, entrou em seu quarto e bateu a porta com força, pegou seu fone de ouvido aumentando-o no último volume, não queria ouvir seus pais, se jogou na cama e afundou a cara no travesseiro.
Na sala:
- Querido você tem certeza que ela vai se acostumar? — perguntou Sakura ao marido.
- Claro! — Disse Shintaro entusiasmado. — Ela só precisa de um tempo.
- Deus te ouça! — Disse ela abraçando-o.
No quarto de Zoey:
- Ah! Droga!! — Dizia ela enquanto tentava inutilmente parar de chorar.
Trocou de música para tentar se acalmar e colocou na sua preferida que era Bad Boy, e funcionou. Depois de duas horas mais ou menos, Zoey conseguiu adormecer.
" Onde estou? Que lugar é esse? Penso assustada, olhando em volta.
- Como vim parar aqui? — Falo alto.
Saio a procura de alguém , m as não enxergo um palmo a m inha frente, há uma neblina m uito forte. De repente escuto um barulho próximo, estou muito assustada e corro. Corro o mais rápido possível, m as parece que a coisa que m e percegue é m ais rápida! Me apresso m ais, até que esbarro em alguma coisa e caio.
- Quem está aí? — Grito assustada.
Nenhuma resposta, se instala um silêncio assustador. Olho freneticamente de um lado para outro,nada. Um raio cruza o céu, avisnado que a chegada de uma grande tempestade, olho deslumbrada para o céu cheio de estrelas.
Outro raio cruza o céu e no meio dos meus desvaneios percebo uma uma silhueta masculina recostada em uma árvore próxima. Fico por um segundo estática no mesmo lugar, até que tento me levantar mas minhas pernas travam e continuo no chão.
Fico inquieta tentando me levantar, mas é em vão, e o homem pareceu notar minha presença, pois virou-se lentamente e vem caminhando em minha direção. Tentei novamente me levantar, mas foi inutil, vi então minha vida inteira passar diante dos meus olhos como um flashback.
Ele chegou perto de mim e se agachou na minha frente e a única coisa que consegui fazer foi abaixar a cabeça e fechar os olhos. Tentou olhar meu rosto, mas não conseguiu, então segurou meu queixo e o ergueu para que eu olhasse seu rosto.
Tentei não olhá-lo, ainda estava com medo e assustada, mas não tive como não fazê-lo. Ele ergueu minha cabeça me fazendo encarar seu rosto. Era um garoto, quase da minha idade talvez um pouco mais velho, seu tom de pele era quase igual ao meu mas somente um pouco bronzeado, tinha os cabelos loiros quase dourados, me lembrei naquele momento do Sol e seus olhos eram de um azul tão brilhante quanto o céu e o mar.
Ele me olhou nos olhos, me hipnotizando, não conseguia parar de olhar aquelas incríveis jades azuis. Ele fez menção de falar algo, mas pelo contrário, ele aproximou seu rosto do meu e me beijou ternamente. No começo, me assustei, eu nem o conhecia e ele já estava me beijando? Mas era bom, fechei os olhos, aproveitei o beijo e logo ja estava retribuindo, mas de repente ele parou.
- Por que parou? — Perguntei abrindo os olhos. Tudo estava negro. — Cadê você? — Gritei tentando achá-lo.
Zoey acordou sobressaltada e gritando " cadê você?". Foi quando percebeu que tudo não havia passado de um sonho, por sorte os pais dela não haviam a escutado. Passou a mão pela testa suada e olhou para o relógio da cabeceira e eram 3:30h da manhã. Voltou a deitar e fechou os olhos e se obrigou a voltar a dormir, já que no dia seguinte ainda teria que acordar cedo para ir á escola.
Depois de um longo tempo, Zoey conseguiu dormir, mas pensando no garoto loiro de seu sonho e se perguntando quem seria ele.
Zoey acorda no dia seguinte ainda um pouco sonolenta, abriu os olhos lentamente e olhou para o relógio.
- Kyah!- Gritou ela já se levantando. — Tenho que me arrumar, senão vou me atrasar para o meu primeiro dia de aula.
Zoey foi se arrumar rapidamente mais ainda praguejando contra seus pais, ela ainda estava com raiva.
- Não é justo! — Dizia ela enquanto fazia duas marias-chiquinhas nos cabelos. — Eles resolvem se mudar e simplesmente falam: " arrume suas coisas, que estamos de mudança". — Falou imitando a voz da mãe.- Nem me perguntam se está tudo bem ou se eu quero.
De repente Zoey sente um arrepio e se lembra do sonho da noite anterior e do garoto loiro.
- Ah, isso foi só um sonho! — Disse para si mesma. — Mas por que eu estou tão angustiada?
Ela ficou tão absorta em seus pensamentos, que quase não ouviu a mãe lhe chamando para o café da manhã.
- Zoey, vêm! O café já ta pronto! — Gritou Sakura do andor de baixo. — Anda pra não se atrasar para a escola.
- Já estou indo! — Gritou para ela. Soltou um longo suspiro e desceu para a cozinha.
Na cozinha:
- Então filha, você está ansiosa para o seu primeiro dia de aula na escola nova? — Perguntou ela cantarolando, enquanto Zoey sentava á mesa e partia o pão.
- Oh! Estou super ansiosa! — Disse ela dando um "lindo" sorriso forçado. — Se ela continuar com esse assunto, vou para a escola com fome. — Pensou a garota.
- Nossa que mal humor! — Disse Shintaro entrando na cozinha. Ele estava ainda mais animado que a Sakura, se é que isso é possível.
Zoey revirou os olhos, terminou seu café e subiu e enquanto escovava os dentes lembrou de suas amigas Megan e Mimi.
- Como eu posso viver sem elas? E elas como devem estar sem mim? Ah, isso está me matando! Vai ser impossível viver sem elas! Como eles puderam fazer isso comigo? Me tirar delas? — Gritou bem alto para que seus pais a ouvissem bem. — Hunf! Acho melhor ir logo, antes que eu acabe me atrasando.
Zoey Pegou uma pequena bolsa de ombro rosa e colocou um caderno e um estojo dentro. Já que seria o primeiro dia de aula não teria muita coisa. Desceu a escada rapidamente.
- Tchau mãe, pai já estou indo! — Gritou já saindo, não dando tempo nem para eles responderem.
Quando chegou na rua, diminuiu um pouco o passo, não indo nem muito rápido nem muito devagar, queria observar tudo já que ali seria seu novo lar, mesmo contra sua vontade. Quase perto da escola Zoey pegou o celular e pensou em ligar para Mimi, para saber como as coisa estavam por lá, mas não tinha certeza se ligava ou não, por que pelo o que conhecia Mimi, provavelmente ela lhe faria um monte de perguntas sobre a cidade, coisa que não saberia responder, já que passou os últimos três dias trancada no quarto, emburrada pela mudança.
Chegou na escola. Ela percebeu que não era muito diferente da sua antiga, a não ser, que as suas melhores amigas não estavam lá. Zoey entrou no prédio e foi procurar a lista com as salas.
- Meu Deus! — Olhou onde deveria ficar a lista, por que naquele momento só tinha, uma tonelada de alunos quase se matando, para saber em que sala havia caído. — Quanta gente.
Zoey foi passar por aquela multidão impossível, conseguiu, sendo espremida contra a parede, mas conseguiu. Olhou sua sala e foi sair dali, pois já estava ficando sem ar.
- Ai! — Gritou quando um " ser " pisou no seu pé.
- Me desculpe! — Falou um menino moreno. — Ei, você é nova aqui, né? Eu nunca te vi por aqui.
- Infelismente. — Disse a garota soltando um longo suspiro e andando para longe dali.
- Você não parece ter gostado muito de vim para cá, né?
- Sinceramente não, eu odiei! — Respondeu se virando para olhá-lo.
- Não faça conclusões precipitadas daqui. — Disse ele sorrindo, e que sorriso lindo ele tinha. — Talvez você pode até gostar daqui.
- É talvez, mas só talvez. — Disse ela também sorrindo. — Aliás meu nome é Zoey, prazer. — Disse ela esticando o braço para comprimenta-lo
- Prazer! Me chamo Mark. — Respondeu, a comprimentando. — Aliás Zoey, em que sala você está ?
- Estou no 1° E, e você?
- Ah, estou no 1° A. Que pena achei que nós estavamos na mesma sala. — Disse Mark um pouco triste.
- É mesmo um pena, mas talvéz a gente possa se ver no intervalo.
- Ótima ideia! Se você quizer pode lanchar comigo. — Disse ele voltando a sorrir.
- Ok, então até daqui a pouco.
Zoey se despediu de Mark e foi a procura de sua sala.
- Até que não foi um dia tão ruim. — Disse a si mesma, caminhando pelo corredor.
Notas finais
Kissus!
Fale com o autor