A Herança de Quem?

2 Reencontro com duas amigas


Ela carregava um arco muito longo e flechas que pareciam ser feitas do mesmo material que minha espada.

Me juntei a ela e matamos mais alguns juntos, mas logo começamos a correr fugindo de uma horda deles, já que agora eles não tinham que fugir de flechas.

-Obrigado. -Disse eu, quando já havíamos despistado os guardas do castelo.

-Estamos quits, mas o que é que você estava fazendo no castelo de Tutankaton?

-Pensei que talvez a máquina pudesse estar lá, é que a arquitetura é muito similar a do castelo onde meu professor me criou.

-Bem talvez seja possível nós entrarmos no castelo pela noite, quando a falta de luz nos privilegiará.
Dormimos pelo dia, pois sabíamos que necessitaríamos estar sem sono pela noite.

Quando acordamos calculei que fosse lá pelas 23.00 h, falei com a estranha e disse:

-Está na hora vamos matar ou morrer.

Ela concordou rapidamente com a cabeça. Peguei minha espada e a embainhei.

Logo estávamos num estradão rumo ao castelo de Tutankaton.

Chegamos ao portão onde os guardas estavam horas atrás, os que sobraram deles dormiam, mas haviam dois sentinelas acordados e vigiando tudo, com olhos grandes que passaram por muitas vezes pela moita em que eu e a estranha estávamos escondidos, mas nenhuma vez eles se demoraram em nosso espaço.

Eu não tinhas escrúpulos para o que estavamos prestes a fazer, visto que, eram todos servos de Anúbis, e só faziam o mal para a humanidade.

A estranha pulou de um salto e mirou com seu arco um dos estranhos que não haviam percebidos mas, logo que a flecha tocou a cabeça do primeiro guarda o outro percebeu que estava sob ataque, eu não o dei tempo de fazer alguma coisa, mas o ângulo de corte da minha espada não era boa para lhe retalhar, então com o botão da espada eu acertei sua fonte.Do buraco na cabeça saiu uma fumaça negra, que logo foi tragada pelo solo.

-Vamos -Disse ela. -Vamos sair daqui eles logo acordarão.

Corremos e entramos pela janela lateral onde a estranha disparou correndo até o quarto ao lado e quando eu a alancei, a vi com uma flecha no arco, e com a corda retesada apontada para o peito de uma adolescente que não devia ter mais de uns 14 anos, mas já sustentava um cargo poderoso pois ao lado da sua cama estava escrito:Tutankaton, o soberano do Egito.Ele estava branco e quase chorando, mas juntou forças para dizer:

-V..Você voltou para cumprir sua promessa.

-Eu sempre cumpro minhas promessas.

Se havia uma hora em que eu não necessitaria a minha intromissão era essa, mas eu me intrometi e disse:

-Amigos, o q...

-Cala a boca -Disseram os dois, mas logo Tutankaton desmaiou e eu corri para lhe ajudar, mas a estranha retesou mais ainda o arco e falou algo com muito ódio para Tutankaton:

-Se você não abrir seus olhos agora, seu falso sórdido, eu solto essa corda e este projétil vai atravessar seu putefrato coração, entendeu maninho?

Não acreditei, no que eu ouvia, a estranha era irmã de Tutankaton!

Então olhei para ela e tentei argumentar que ele estava desmaiado, mas ela simplesmente puxou mais um pouco a corda, eu sabia que mais um pouco o arco quebraria, e eu rezei para que isso acontecesse, mas não quebrou. Então eu gritei:

- O que ele lhe fez? E você o chamou de maninho, por que?

-Amigo, eu não lhe disse a verdade, eu sou irmã de Tutankaton, nosso pai -Disse ela fazendo um gesto com a cabeça para Tutankaton que estava com um olho semi-aberto, mas quando viu meu olhar tratou de o fechar com força. -Servia a Anúbis e um dia eu ouvi um grito e corri até o quarto de minha mãe, onde encontrei minha mãe sob a ameaça da faca do meu pai e quando eu lhe implorei para que parasse ele simplesmente atacou com sua faca matando-a instantaneamente. Mas como eu tinha esperanças de salvá-la joguei um vaso de flores na cabeça, eu corri para mamãe mas, já era tarde, o meu maninho chegou ao quarto e viu mamãe ele correu até o nosso pai, e viu que ele estava desacordado, então ele gritou na janela e os amiguinhos do papai vieram lhe ajudar, quando viram a cena eles me perseguiram até você me salvar. Há dois dias visitei Taísa a bela e ela me contou que o meu querido irmãozinho sabia das intenções do meu pai, e tentou me matar, pois conhecia os servos de meu pai.

Então, como eu precisava de você eu disse que talvez pudéssemos entrar aqui, então lhe tentei com a esperança de voltar para a casa.

Então ela desandou a chorar murmurando que falhara com o melhor amigo que ela já tivera.

Eu não liguei por ter sido ludibriado e manipulado, mas eu estava com pena da estranha pois, ela pareci estar muito deprimida, pensei em falar muitas coisas para lhe consolar mas mal eu pude falar algo e nós estávamos cercados por dezenas de guardas que convergiam sobre nós com armas na mão.Nem deu tempo de raciocinar, e eles começaram a cutucar-nos com longas lanças que eu decepava com minha espada, mas logo estaríamos mortos, então eu olhei para cima e vi.Stephanie.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.