A Hard Love 2
6 You Make Me Smile
Notas iniciais
Abri o primeiro botão de minha camiseta, Rachel acompanhava meus dedos atentamente, respirando tranquilamente. Abri mais três botões, molhei meus lábios com minha língua e abri mais um, fazendo meu decote aparecer. Rachel desviou seus olhos para os meus lábios, mas logo voltando para os meus dedos. Abri mais um botão, percebendo que demoraria muito até eu abrir todos, já que minha camiseta continha exatos dez botões.
– E-eu... — Rachel sussurrou, desviando seus olhos para os meus. — Eu posso?
Sorri carinhosamente para ela, afirmando com minha cabeça, ela levou suas mãos para o próximo botão, o abrindo em seguida. Seus dedos tremiam, sua respiração parecia ficar mais acelerada, enquanto seus dentes castigavam seus lábios.
– Você está bem? — sussurrei para ela, enquanto seus dedos seguiam para o próximo botão.
– Sim.
Ela abriu os dois últimos botões, suspirando no final, tirei minha camiseta e a joguei no chão. Dei minha atenção aos quatro botões de seu casaco amarelo, o tirei calmamente e o joguei no chão, vendo sua regata branca denunciar seus mamilos. Rachel não usava sutiã naquela noite, e ela estava arrepiada. Me ajoelhei na cama e apoiei minhas mãos na mesma, aproximando meu rosto ao de Rachel, a beijei e suspirei, ao sentir suas mãos acariciarem minhas costas. Voltei a me sentar de frente para ela, puxei meus cabelos para um dos meus ombros e tirei meu sutiã, Rachel molhou seus lábios com a língua e respirou fundo, me fazendo sorrir. Aquela noite parecia diferente da primeira vez que tentamos. Rachel parecia mais tranquila, mesmo que tivesse quatro garotas animadas e barulhentas na sala. Ela tirou sua regata, se atrapalhando um pouco, e me fazendo rir baixo, jogou a mesma no chão e sorriu, me chamando com o dedo.
– Rachel... — murmurei, me aproximando dela.
Rapidamente voltei a beijá-la, a deitei e senti nossos seios se tocarem, me fazendo gemer. Senti suas mãos pousarem em minha cintura, em seguida descerem para meu quadril, puxando lentamente meu short. Com um pouco de dificuldade, abri o botão do meu short e deixei Rachel o tirar, para depois eu terminar de tirá-lo com meus pés. Rachel tentou tirar seu próprio short, mas meu corpo em cima do seu só dificultava, eu a ajudei a terminar de tirar. Desci meus beijos para seu pescoço, sentindo suas mãos irem direto para minha nuca, uma de minhas mãos, que até então estava em seu quadril, subiu para um de seus seios e eu o apertei, fazendo Rachel gemer. Rachel tirou uma de suas mãos do meu pescoço e colocou em cima da minha, que ainda apertava seu seio, eu o afrouxei e suspirei, voltando a lhe beijar. Minha paciência sendo mais testada naquela noite do que em qualquer outra.
– S-Sant... — ela sussurrou, entre o beijo.
Subi minha outra mão para seus cabelos, o segurando, desci meus beijos para seu pescoço novamente e depois para seus seios. Percebi sua respiração ficar rápida, levantei meu rosto e suspirei, sorrindo para ela.
– Não precisa se preocupar. — aproximei meu rosto do seu, vendo ela sorrir. — Já passamos por isso antes, e você sabe o que fazer, se não quiser mais.
– Tudo bem.
Molhei meus lábios, suspirei novamente e voltei para seus seios, passando a abocanhar um deles. Eu podia ouvir os suspiros de Rachel, e sentir seus dedos agarrarem meus cabelos com um pouco de força, fazendo meu centro palpitar mais do que podia. Com o tempo que eu consegui durar no primeiro seio, fiz durar no segundo, para logo descer até sua barriga com um sorriso no rosto. Um grande avanço. Mordisquei a barra de sua calcinha e me preparei para tirá-la, mas percebi Rachel se sentar, chamando minha atenção.
– Santana, não... — ela murmurou, me puxando pelos ombros. — Não tira.
– Você não quer mais? — perguntei, carinhosamente.
– Eu quero, mas... apenas não tire.
Eu sorri, lhe beijei e a deitei novamente, vendo ela sorrir. Desci minha mão até a barra de sua calcinha, arrastei meus dedos para dentro da mesma e toquei seu centro, fazendo ela gemer baixo. Acariciei seu clitóris já pulsante, gemi com meu próprio ato e afundei meu rosto em seu pescoço, ficando tonta com seu cheiro. Apertei um pouco seu clitóris, percebi ela prender o ar, levantei meu rosto e a vi com a boca aberta, então a beijei, fazendo ela suspirar o ar preso. Eu estava me sentindo presa naquele ato, nada mais me chamava a atenção, apenas Rachel e seu corpo. Antes que eu percebesse, a penetrei com dois dedos, fazendo Rachel gritar, parecendo querer chorar, parei rapidamente o que fazia e arregalei meus olhos, com medo do que poderia acontecer à seguir.
– Rachel, querida... — lhe dei um selinho, preocupada. — Me desculpe, eu não tive a intenção de lhe machucar.
Já estava prestes a tirar meus dedos de dentro dela, mas senti sua mão segurar a minha, mesmo que seus olhos estivesse repletos de lágrimas.
– Não pare. — ela murmurou, me puxando para mais perto. — Por favor. Eu apenas me assustei.
– Você tem certeza? Acho melhor eu...
– Por favor, Santana!
A beijei com um pouco de pressa, tentando me desculpar o máximo, iniciei meus movimentos e senti meus olhos se encherem de lágrimas, por cada gemido que ela soltava. Eu não sabia se os gemidos eram de prazer ou de dor. Com o passar dos minutos, percebi seus gemidos mudarem, eles ficaram mais parecidos com suspiros, e suas mãos, que antes apertavam meus ombros com força, passaram a agarrar minha nuca. Novamente afundei meu rosto em seu pescoço, aprofundei as penetrações e gemi, ao sentir suas unhas arranharem minha nuca com um pouco de força. Nossos corpos já se encontravam completamente suados, um deslizando sobre o outro. Percebi seu corpo começar a tremer, levantei meu rosto e a vi morder seu lábio inferior com força, enquanto sua respiração voltava a falhar.
– Sant... — ela balbuciou, com os olhos fechados. — E-eu não...
– Está tudo bem, querida. — afundei meu rosto em seu pescoço novamente, sentindo meu corpo se esquentar mais. — Tudo ficará bem.
Dei uma última estocada forte, Rachel arqueou suas costas rapidamente e prendeu minha mão entre suas pernas, soltando um gemido alto e arrastado, me fazendo gemer junto. Chegamos ao nosso ápice juntas, em nossa primeira vez. Ao sentir minha mão ser liberada por suas pernas, me deitei ao seu lado e respirei fundo, percebendo Rachel se encolher, enquanto se virava de frente para mim.
– Você está linda... — sussurrei, acariciando seu rosto, fazendo ela sorrir, enquanto corava.
– Você me faz sorrir, mesmo que eu fique com medo, ou até mesmo assustada.
– Eu fico feliz por isso.
Cobri nossos corpos rapidamente, sentindo o clima gelado nos atingir, abracei Rachel e ela se aconchegou em mim, deitando sua cabeça em meu ombro.
– Você sabia que sexo emagrece? — ela perguntou, corando fortemente.
– Como? — eu ri baixo e roucamente.
– E-eu ouvi isso na televisão um dia.
– Você assiste televisão demais, para o meu gosto.
Ela riu, suspirou e fechou seus olhos, passando sua mão em minha cintura. Eu beijei sua testa, fechei meus olhos e sorri.
– Boa noite, Santana.
– Boa noite, querida.
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