A Guerra sem fim
1 Bem-vindo à Vallggur
Acordei assustado com os sons do lado de fora da minha casa minha mãe gritava á porta de meu quarto:
— Ulfric meu filho acorde! Rápido!! Demorei à entender, mas quando percebi o que estava acontecendo soube que não teria tempo de pegar minhas coisas mesmo assim corri até meu cofre peguei minha espada e minha armadura coloquei as botas, manoplas e o elmo prendi as amarras de meu escudo abri a porta do quarto e minha mãe exclamou: — Até que enfim filho. Um dragão está atacando a cidade. Corra até teu pai, ele está a tua espera lá embaixo e temo que ele não vá ajuda-lo a sair das catacumbas deves fugir rápido!! No momento que botei os pés na escada para fugir eu por puro reflexo olhei para minha mãe no mesmo momento um elfo arrebentou a porta minha mãe tirou a adaga dela da bainha e tentou enfia-la no peito do elfo — o que foi muito idiota já que ele trajava uma armadura completa e estava com uma espada de 1,00 metro de comprimento — o elfo enfiou a espada na barriga da minha mãe e abriu um buraco do peito até o umbigo dela suas entranhas rolavam no chão quando eu fechei a porta de pedra que levava até as catacumbas: — Agora não é hora de chorar Ulfric. — Disse para mim mesmo em tom de repreensão. Ao chegar nas catacumbas meu pai me repreendeu: — Quanta demora!! Isso é modo de trajar uma armadura filho? — Não senhor. — Respondi rapidamente — Venha cá — Ele me ajudou a colocar o peitoral da armadura — Filho eu não sei como dizer isso, mas você tem de ir sozinho. Pegue as armas que quiser — Enquanto eu pegava as armas e explicava a ele como aquele elfo matou minha mãe, quando eu estava prestes a pegar uma besta meu pai segurou minha mão e explicou — Tenho uma besta especial para você — Ele me deu uma besta dourada com rubis formando um símbolo que não reconheci na hora, mas quando olhe bem percebi que era o símbolo Shavandur o demônio da luz, o símbolo de Shavandur antes era considerado um mal presságio até "A Guerra dos Mil anos". Shavandur quando viu o mal que causou ao povo nórdico se voltou contra os irmãos Nurzo o demônio do esquecimento, Loor o demônio das sombras e Luthdae o demônio da escuridão. Shavandur sozinho enfrentou todos após derrota-los ele os exilou para um inferno de onde eles não poderiam fugir. Quando a explosão aconteceu meu pai me apressou e me mandou correr eu não acreditei eram 3 orcs enormes entrando nas catacumbas, eu fugi quando olhei para o meu pai ele deu uma piscadela para mim pegou uma espada e atacou o orc mais próximo, lutando como só ele sabe lutar ele matou o primeiro cortando a cabeça do monstro fora, utilizando ele como trampolim me pai chegou até o rosto do segundo orc e perfurou o olho dele, tentou retirar a espada, desistiu e pulou para matar o último orc pegou o enorme machado de orc que estava no chão e enfiou na testa do último deles. Quando ele estava prestes a pegar as flechas do arco dele uma segunda explosão aconteceu e um orc de mais de 4,00 metros de altura entrou nas catacumbas e matou meu pai, o monstro começou a revirar tudo provavelmente procurando sobreviventes. Corri como nunca havia corrido antes quando cheguei ao fim das catacumbas lá estava ele meu velho inimigo: um enigma que eu só conseguia resolver com a ajuda do meu pai — Nem pense em chorar Ulfric — hoje eu não teria meu pai ali do meu lado me ajudando eu teria de resolver sozinho, girei uma das peças do enigma e reparei em uma coisa que nunca havia reparado — Claro eu só tinha 5 anos quando vim aqui da primeira vez e 9 da última hoje tenho 17 anos — na parede a minha a frente estava escrito: "Como um mago deves pensar, como um dark elf enxergar e se isso não funcionar o botão deves encontrar". O botão? Mas de que botão, olhei em volta, não vi nada dei um soco na parede e por incrível que pareça ela se moveu. Não, não era uma parede era o botão, logo após encontra-lo eu vi a porta se abrindo e corri para a liberdade. A cidade estava um caos um dragão morto em cima de uma casa os soldados do império Balriano e milhares de elfos algumas centenas com formas de gigantes com 10 metros — Com certeza high elfs —, outros montados em orcs e cortando soldados do império ao meio — dark elfs —, e alguns que eu não conseguia ver mais via várias flechas deles voando para a cabeça de inocentes — wood elfs — e o grande e malvado Phaeär, o Vermelho logo atrás dele o orc que havia matado meu pai que eu deduzi que fosse Orkus, o Monstruoso vendo que ao sul não teria modo de fugir fui rumo ao norte. Após andar 30 metros eu cheguei perto de uma árvore e descansei um pouco do nada apareceu um elfo ou melhor o elfo que matou minha mãe eu pulei nele e acertei um chute na cabeça dele e logo depois arranquei o elmo dele e ele fugiu. Rumei a uma taverna o nome era: Taverna, o elmo do cavaleiro sem cabeça, entrei e o atendente logo veio me atender e perguntou com rispidez: — Aqui temos comida e bebida e também camas confortáveis para aqueles que apenas precisam de descanso. Você tem dinheiro? — Infelizmente não senhor. — Esse elmo que carregas quanto custa? Se me dar o elmo você terá estadia livre em minha taverna. — Está bem — entreguei o elmo esperei ele trazer o hidromel e algumas frutas comi rapidamente — Onde está o meu quarto senhor? Ele me conduziu até o quarto lá eu adormeci após me despir. Ao amanhecer escutei vozes e barulhos de pratos se partindo peguei a espada e ao abrir a porta eu não acreditei.
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