A Guerra das Cápsulas
19 O presente de Bulma - hentai
Notas iniciais
Chichi havia pedido um carro para levá-la de volta ao palácio.
— Nós poderíamos ir voando, eu a levaria com todo prazer — Goku sugeriu.
— Chamaria muito a atenção a princesa voando por aí com o guarda real dos saiyajins, não acha?
Ele riu. Permaneceram a viagem em silêncio para não chamar a atenção do motorista. Ao longo do caminho foram trocando olhares. Mesmo apesar de já se conhecerem intimamente, Goku sorria timidamente para ela. Chichi achava muito fofo.
— "Esse é o noivo ideal que eu sempre sonhei. Não aquele..." — ela censurou seus pensamentos.
Quando chegaram no palácio, Chichi procurou pelo pai mas ele estava atirando. Chichi considerava aquele um esporte rude, mas o pai adorava, ele sempre passava a tarde toda, às vezes até o início da noite atirando e só voltava tarde para jantar. Normalmente aquilo a irritava, mas hoje ela havia adorado a ideia de não ter o pai por perto.
— Eu vou subir, espere uns vinte minutos e vá para o meu quarto — ela disse discretamente para Goku.
— Mas Chichi a gente...
— Só vá!
Goku obedeceu. Quando chegou Chichi o esperava inteiramente nua na sua cama.
— Ontem você disse que queria mais — ela sorriu.
Goku foi arrancando as roupas e pulou na cama com ela. Ele começou a beijá-la, Chichi enfiou as mãos entre os cabelos dele e retribuiu o beijo.
— Vem, eu te quero — ela sussurrou.
— Eu quero aproveitar um pouco antes... — ele disse levando um dos seios dela à boca, passou a língua bem devagar.
— Seu safado! — ela riu.
Goku lambeu e mordiscou os bicos dos seios dela. Ele ficou brincando, enquanto ela gemia, então levantou a cabeça para olhá-la.
— Chichi, posso te pedir uma coisa?
— Tudo o que você quiser — sua voz não era mais do que um sussurro.
Ele se ajoelhou na cama e colocou o membro perto do rosto dela.
— Me beija aqui?
— Muito safado você, Goku-san.
Chichi colocou na boca e fez os movimentos que ela considerava corretos.
— Está certo assim? — ela perguntou — Eu não sei direito...
— Está perfeito, continua... — ele gemeu.
Ela continuou movimentando a língua em volta, colocava inteiro na boca, tirava até o limite, repetia de novo. Goku estava nas estrelas. Antes que se derramasse na boca da princesa, a virou de costas e começou a penetrá-la. Prendeu as mãos dela nas costas, a imobilizou completamente.
— Eu gosto assim — ele falou.
— Faz tudo o que você quiser... só não pare — Chichi gemeu.
Entrou e saiu com força, pressionou as carnes dos quadris dela, Chichi com seu corpo miúdo e delicado estava sendo massacrada por ele.
— Eu gosto assim forte, continua — ela o incentivava a não parar.
Goku acabou se derramando entre as pernas dela, a virou de novo para frente e recomeçou a penetrá-la.
— Quer mais? — ele perguntou.
— Quero, não pare nunca.
Goku usufruiu do corpo da princesa até se fartar enquanto a beijava. Chichi recebeu todos os carinhos em silêncio, estava feliz demais e suas palavras estragariam tudo.
***
Bulma largou o trabalho mais tarde do que o normal. A mãe já havia ligado várias vezes perguntando se ela não jantaria em casa. Conseguiu resolver o problemas das máquinas e agora as cápsulas estavam saindo em perfeito estado, mas lembrava das palavras de Vegeta. O relógio marcava oito da noite, ela pensou em dormir no quartinho da fábrica, mas reconsiderou ao imaginar que ele faria algum mal para os seus pais.
Chegando em casa os pais estavam assistindo TV na sala. Nem sinal do Vegeta.
— Bulma-chan, deixei seu jantar preparado — a mãe foi avisando.
— Não estou com fome, mãe.
Ela correu para o quarto. Ele também não estava lá.
— "Ele deve ter ido para o palácio" — ela pensou.
Foi tomar banho, enrolou bastante e por fim acabou adormecendo na banheira quente. Quando despertou, o relógio marcava onze da noite. Se secou e se vestiu. Passou no quarto dos pais, eles já estavam dormindo. Não resistiu a curiosidade e foi dar uma espiada no quarto que Vegeta estava usando, não havia ninguém lá. Quando foi sair uma barreira muito dura a impediu.
— Não aguentou esperar e veio atrás de mim, mulher?
— Claro, que não! Eu achei que você tivesse ido embora — ela estava visivelmente embaraçada.
— E as minhas cápsulas?
— Estão sendo produzidas. Você sabe que eu não faço milagres, porque fica me pressionando?
— Eu gosto de te ver brava — ele deu um sorriso malvado — Vamos para o seu quarto.
— O quê? Não!
— Mulher, pensa... se eu quisesse fazer algo com você eu já teria feito. Eu quero conversar outra coisa.
Ela o obedeceu e foram para o quarto dela.
— Lembra daquela cápsula que queria me dar? — ele perguntou.
— Qual cápsula?
— Aquela com aqueles brinquedos, as bolas alaranjadas.
— Ah.. isso? — ela mostrou a cápsula com as tais esferas.
— Me dê elas.
— Ah, agora você quer?
— Sim, vai me dar? — ele insistiu.
— Claro... espere! Não vai fazer nada contra mim depois que eu te dar?
— Não sei, pode ser que sim, pode ser que não.
— Então nada feito.
— Seu pai e sua mãe vão morrer dormindo, talvez não doa, o que acha? — ele ameaçou.
— Não faça nada para eles!
— Então me obedece, mulher tola! — Vegeta já estava perdendo a paciência.
— Não entendo porque você as quer... não servem pra nada. — Bulma disse.
— Me dê como uma lembrancinha de amigo. Quando eu voltar para o meu planeta vou precisar de algo.
Ela entregou a cápsula com as esferas para ele.
— Do que você vai precisar? — ela perguntou.
— Nada que te interesse. — ele desconversou.
— É só isso?
— Sim.
— Você não vai tentar nada?
— Você está louquinha pra eu tentar, não está? — ele provocou.
— Claro que não... eu só... eu só não quero ter que brigar. Estou muito cansada.
— Hoje eu só queria essas esferas mesmo, mulher.
— Bom, então agora que já tem o que queria, caia fora, eu preciso dormir, amanhã volto cedo para a fábrica.
— Ok.
Vegeta saiu do quarto. Bulma estranhou aquele pedido. E mais ainda a atitude dele. Não tentou nada, não forçou a barra.
— "Estou ficando louca" — ela pensou — "Ele não é tão louco de tentar algo com os meus pais aqui ao lado."
Ela adormeceu rapidamente. No quarto ao lado, Vegeta guardou a cápsula com cuidado. Ali estava algo de extremo valor e a terráquea não fazia ideia de como o havia ajudado com tanta facilidade.
— "Agora eu poderia voltar lá e fazer algumas coisas bem divertidas com ela" — ele pensou irônico.
Empurrou a porta de fininho e Bulma dormia como uma criancinha. Ele sentiu o ki dela, estava exausta. O lençol fino mal cobria seu corpo, o peito subia e descia num ritmo suave. Ela usava uma calcinha de algodão branca e os seios fartos livres de sutiã davam o formato à blusinha que ela usava.
Seria muito fácil para ele usá-la como quisesse com ela tão indefesa assim. Porém tinha um acordo de não machucá-la, nem tentar nada sexual em troca das cápsulas e ele ainda precisava muito delas.
Passou a mão por cima da blusinha dela e emitiu uma suave energia, suficiente para romper o tecido. Continuou queimando a blusinha dela, como sabia controlar a habilidade, nenhum dano era causado à sua pele. A blusinha se desfez completamente e os seios dela foram liberados, Vegeta umedeceu os lábios, queria enfiar o rosto ali no meio e mamar como um bebê. Sentiu o membro duro no meio das calças, apertou-o com força. Bulma se remexeu na cama.
— Vege... — ela balbuciou.
— "Ela está sonhando comigo?!" — ele pensou empolgado.
Isso foi um grande incentivo à ele, que se inclinou sobre ela e começou a beijá-la. Bulma estava tendo um sonho muito quente com ele a beijando como naquela noite na casa do Mestre Kame, de repente o sonho ficou vívido. A temperatura pareceu aumentar mais um pouco, o sabor e a textura da língua tocando a sua estava tão real. Sentiu uns braços muito fortes a envolvendo pela cintura e um peso muito realista de um corpo em cima dela, quando as mãos chegaram até o bico entumescido dos seios ela percebeu que não era somente um sonho. Vegeta a estava beijando de verdade.
Abriu os olhos e deu de cara com ele a beijando, ele estava muito excitado assim como ela. Mesmo desperta ela não conseguiu parar, não conseguiu afastá-lo.
—"Mas que merda estou fazendo?" — ela pensou enquanto o envolvia em um abraço apertado e o puxava para si — "Amanhã eu me arrependo..."
Vegeta continuou a beijando, estava completamente louco de tesão.
—"Ela já acordou faz tempo... amanhã vai dar uma de santa e falar que não lembra de nada" — ele pensou. -" Vou brincar um pouquinho com ela..."
— Você quer me dar, mulher? — ele disse enquanto parava de beijá-la.
— O quê? Cale a boca! — ela o empurrou — Cai fora do meu quarto, eu estava sonhando.
— E de repente seus sonhos se tornaram realidade — ele riu.
— Seu estúpido, você que veio aqui me forçar a fazer coisas que eu não quero.
— Forçar? Você já foi me agarrando como uma louca.
— Eu não agarrei nada! — ela estava indignada com ele esfregando isso na sua cara.
— Admita que me quer e deixe de frescura. Eu vou te foder de um jeito que você nunca mais vai esquecer, vai pedir por mais e...
O limite da irritação de Bulma foi demonstrado com um forte tapa que ela deu no rosto de Vegeta.
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