A Guardiã
39 Passado, Presente e Futuro
Notas iniciais
Mil perdões pela demora pessoal! Eu estive adoentada (virose gástrica é horrível!) e não pude continuar a escrever! Agradeço aos reviews das minhas leitoras lindas e fico feliz que tenham gostado do capítulo!
Espero que gostem!
Espero que gostem!
Acariciei-lhe os braços desnudos sem saber o porquê de operar tal gesto, a dama visou-me com dois orbes azuis um belo sorriso estampado nos lábios rosados. Ela ergueu-se tomando o cuidado de cobrir o corpo nu com as cobertas improvisadas. — Harya mára arya (Bom dia) — disse-me ela com uma doce voz — Harya mára arya Tinúviel (Bom dia Rouxinol) — disse-lhe eu com uma voz que não possuía-me — Os pássaros cantam e a aurora já vai alta! Devemos partir Lúthien. — Queria eu passar mais tempo em tua companhia, sabes que lhe tenho muito apreço Beren — Lúthien acariciou-me as faces com a pálida e macia mão — Bem sabes que não podemos, teu pai nos castigaria, principalmente se Daeron viesse a encontrar-nos aqui — principiei-me em direção aos lábios da elfa dando-lhe um beijo apaixonado — Enquanto estiver a teu lado, nada temerei — ela sorriu-me feliz — eu prometo... POV TERCEIRA PESSOA Legolas acordou sobressaltado, um suor frio escorria-lhe pela nuca e espasmos percorriam-lhe o corpo, pelo menos estava de volta a sua barraca. Correu os olhos pelo local, Marianne ressonava levemente a seu lado, um dos braços escorando a cabeça e a cabeleira castanha espalhada pelas costas. Tocou-lhe as faces rosadas, a moça tateou as cegas a procura das cobertas, as quais o elfo puxou para cobrir o corpo desnudo da moça. Após levantou-se colocando novamente as roupas da véspera e saindo para tragar um pouco de ar puro. Sentou-se aos pés da barraca, passando as mãos pela testa e tentando não pensar no sonho que tivera, mas era impossível esquecer-se devido à vividez das imagens que perspassavam em sua mente. ELE era Beren e mesmo não tendo certeza se Mary sonhara ou não com o mesmo, objetava o fato de que a jovem guradiã era Lúthien. -Chegaste a um ponto em que duas histórias confundem-se — sussurrou-lhe uma voz" -Por quê? — questinou o elfo sentindo a aproximação de uma figura encapuzada" -Não queria dizer-lhes nada antes, pois a verdade dos fatos poderia influenciar o fim desta épica história — principiou a explicar Galadriel postando-se ao lado de Legolas e baixando o capuz sobre os ombros — e torná-la mais sofrida e conturbada. -O que aquele sonho significa afinal? — volveu o loiro já deduzindo ele mesmo a resposta -Tú e Marianne são a reencarnação de Beren e Lúthien, obviamente que em papéis trocados, mas se relembrares os empecilhos pelos quais ambos passaram verás que a história de Tinúviel e Beren confunde-se com a sua e de Marianne. Legolas deliberou, recordando-se das partes que mais haviam lhe marcado sobre o amor proibido de uma jovem elfa e um renegado homem, sem pai e sem honra. Beren sacrificara-se por Lúthien e esta o pranteara até seu renascimento, como ocorrera com Mary. Encontrara a Srta. Greyhood no bosque, enquanto esta cantava com uma das mais belas vozes que o elfo já ouvira, ficando extasiado perante a beleza do canto de sua amada. Assim como Beren permanecera hipnotizado pela voz de Tinúviel ao encontrá-la no bosque de Doriath. Vários fatos que coincidiam nas duas histórias cruzaram na mente de Legolas, fazendo-o levar um choque devido a obviedade das palavras de Galadriel. — Por Erú Illúvatar... — murmurou o loiro ao que a esposa de Celeborn sorriu — Entendes agora o que estava implícito em teu sonho? tornou a perguntar a elfa — Sim, mas e quanto a Mary ela já... — o filho de Thranduil olhou ao redor percebendo que estava só defornte a tenda onde dormira com Marianne — Minha senhora? — perguntou ele à procura de Galadriel Braços macios envolveram o tronco do elfo, num abraço carinhoso. Legolas virou-se dando de trombas com Mary, que lhe sorria ainda envolta nas cobertas nas quais adormecera. — Vamos entrar, está frio aqui fora — disse Legolas segurando os ombros da morena — O que houve, você parece preocupado — comentou a jovem com uma voz sonolenta — Eu...preciso falar-lhe — sussurrou ele desviando os olhos enquanto ambos voltavam ao interior da tenda — Legolas, olhe para mim — pediu a guardiã aninhando-se no peito marmóreo do Sindar — tivemos uma noite tão bonita... — Eu sei, sem sombra de dúvidas a mais especial de minha vida — volveu Legolas tocando calidamente os cabelos sedosos da dama — porém algo tem de ser dito.
— Está me assustando — sussurrou Marianne afastando-se e franzindo o cenho — O que sabe sobre Beren e Lúthien? A expressão duvidosa no rosto da jovem desvaneceu em um sorriso, enquanto ela tornava a aproximar-se de Legolas, encostando os lábios na orelha do elfo. — Acho que sei do que está falando — sussurrava a moça — Sabe? — perguntou Legolas rindo perante a brincadeira de Mary — Lembra-se de que Elrond chamou-me antes de partirmos de Valfenda? — Sim, fiquei curioso sobre o assunto do qual falaram, mas esqueci de perguntar-te — admitiu o loiro — Bom, Elrond disse-me que nós estávamos destinados a ficar juntos — ao passo que a moça falava o Sindar volvia a esboçar um belo sorriso nossos destinos estavam traçados e em nossas almas brotara o amor de Beren e Lúthien, pois somos a reencarnação de ambos. — Será possível que possa amar-te ainda mais? — Legolas tomou Mary nos braços depositando-lhe contínuos beijos nas faces Entorpecidos como estavam num amor que parecia ter sido descoberto de súbito, nem ao menos notaram a aproximação de duas figuras idênticas, tanto nas feições joviais e belas quanto nas refinadas vestimentas. Logo os dois elfos alcançaram a entrada da barraca onde o casal ainda trocava infindáveis carícias, o mais altivo e compenetrado dos gêmeos afastou o tecido macio que protegera o elfo e a jovem do sereno noturno. — Em nome de Illúvatar! O que acham que estão fazendo! — gritou Elladan assustando-os — E...Elladan? — perguntou Marianne não contendo sua surpresa e vergonha — Meu irmão, você e eu bem sabíamos que algum dia isto iria acontecer — consolava Elrohir com um sorriso maroto — Nós não tínhamos a intenção, creio ter sido mais forte do que qualquer sentimento — explicava-se Legolas — Poupe-me dos detalhes sórdidos! — pediu Elladan com veemência sentando-se junto de seu irmão — Espero que saibas o que vai dizer a seu pai Srta. Greyhood, após este...este...Céus! Onde vocês estavam com a cabeça?! — Ora para de desperdiçar saliva Elladan! — repreendeu Elrohir rindo-se- Concordo com o que meu irmão lhe disse Mary, afinal vão ter de dar uma ótima explicação a seu pai e bom, a sua avó e sua amiga, que por assim dizer está procurando-te em todos os cantos possíveis. — Não tinha pensado nisso — murmurou a guardiã parecendo preocupada o que é que vou dizer? — Volte para seu quarto, mude as roupas e após encontre-me neste mesmo local — instruiu Legolas acalmando a companheira — vamos explicar ao Sr. Greyhood. — Tudo bem — a jovem trocou um rápido beijo com o elfo sendo em seguida coberta por um longo manto que lhe cobria os pés — É melhor usar isso, não queremos causar maior alarido, não é? — Elrohir parecia divertir-se à custa de ambos — Veio para ajudar ou para me deixar mais nervosa? — questionava Mary aos sussurros enquanto os filhos de Elrond a acompanhavam de volta ao quarto Caminharam silenciosos, tentando chamar o mínimo de atenção possível, ao chegarem à porta despediram-se brevemente, Marianne escorregou sorrateiramente para dentro dos aposentos. — Onde você estava? — perguntou Suzan entoando cada palavra — Suh, eu posso explicar — defendeu-se a outra encarando a loira que tinha um malicioso sorriso nos lábios — Pode e vai — a moça puxou a morena forçando-a a sentar-se na cama — quero que diga-me tudo, não esconda-me nada. — Suzan! Sua curiosidade às vezes me assusta! — Coisas de jornalista, mas agora desembuche de uma vez — pedia Suh com afobação — Passei a noite com...Legolas — murmurou baixo a jovem guardiã — Mary! A Srta. não acha que foi longe demais? — repreendeu a amiga tomando posição de conselheira, como costumava fazer — Foi mais forte do que eu... — Marianne buscava as palavras certas para esclarecer os fatos — eu sei que não acredita muito em destino e essas coisas, mas... — Depois de estar aqui e conviver com este mundo fantástico, passei a acreditar em qualquer coisa. -concluiu Suzan lembrando-se do acidente com sua irmã — Talvez o que ocorreu com Ashley, tivera um motivo e... Não concluiu a frase sendo engolfada por uma dose de soluços e lágrimas, ambas abraçaram-se de maneira carinhosa, Mary tentando novamente conter as lágrimas de uma dor que ela sabia, iria demorar a passar. Após acalmarem-se e conseguirem manter um diálogo sensato, a guardiã contou a história de Beren e Lúthien e de como ela e Legolas encaixavam-se nesta epopeia sem medidas. — Nossa! Realmente digno de uma matéria no jornal, ou talvez de um livro — finalizou Suzan — Nem me fale! Mas agora tenho de dar um jeito de contar ao papai e ... — neste momento a porta do cômodo abriu-se num rompante, a figura de Margareth projetando-se na abertura — O que tem de contar a seu pai Marianne Reinard Greyhood? — perguntou a senhora num tom de profunda repreensão — Vovó... — balbuciou a neta sentindo-se encurralada — eu... — Sei que não passaste a noite aqui — Dona Meg tomou as mãos da neta nas suas — isto porque encostei dois jovens elfos à parede para que me dissesem! Aqueles dois são realmente impossíveis, mesmo sendo muito confiavéis! — Mary e Suzan riram. — Eu sei, são bons amigos. — a guardiã tentou desvencilhar-se da conversa embaraçosa — Não fuja de mim! Se for o que estou pensando a Srta. estará muito encrencada! — continuou a filha de Tolkien de modo inquisidor — Ai vovó! Já estou preocupada o suficiente! protestou Mary — Mas, sobre o que ocorreu, eu e Legolas...nós... — Eles passaram a noite juntos e pronto! declarou Suzan impaciente — Não me olhe com esta cara Marianne, você estava delongando demais o assunto! — Meu bem, está atropelando as coisas — falava-lhe a avó em tom carinhoso — tudo tem sua ordem natural embora eu saiba sobre Beren e Lúthien, atos imprudentes podem ter consequências desastrosas. — Não pensamos nisso — desculpava-se Mary — Legolas disse que vai me ajudar a contar. — É melhor ser rápida, seu pai está vindo para cá — alertou Suzan Marianne trocou as roupas rapidamente, saindo fugida do cômodo onde estivera e indo encontrar-se com Legolas que a esperava de braços abertos junto de Gimli e Éomer. — Bom dia Srta! — saudou o anão — O que há? Passa-se algo que devêssemos saber? — Parecem ambos apreensivos — comentava o Marechal dos cavaleiros — Não é nada — respondeu Legolas por fim — assuntos nossos. — Ah sim, coisas de pessoas enamoradas não é? Pois para mim não passam de rusgas sem fundamento! — desdenhou Gimli — É sério Gimli, não é uma boa hora para piadas! — falou Marianne — Filha! Procurei-a por todos os lugares, fui ao seu quarto e Suzan disse-me que não estávas, pode explicar-me o que ocorreu? — Robert vinha aos tropeços com Alícia aconchegada nos braços, e seguido de perto por Suzan e Margareth — Dê-me minha neta Robert — pediu dona Meg — e quanto a você dois, acompanhem-nos! Éomer e Gimli obedeceram a ordem dada pela antiga guerreira deixando apenas Legolas, Mary e Robert naquele exótico local. — Vocês dois estão me escondendo algo? — questionou o pai da guardiã cruzando os braços sobre o peito de expressão sizuda — Sr. Greyhood o fato é que eu e sua filha... — embaralhou-se Legolas — Pai, eu não dormi no meu quarto, por isso o senhor não achou-me pela manhã — explicou Mary tomando as rédeas da situação — eu passei a noite com Legolas. Robert não era destes que deixava-se abater por pequenas picuinhas, mas as palavras da filha haviam lhe tirado o chão sob os pés, a palidez que tomara-lhe conta das faces, o estupor que tomou-lhe conta dos membros, as palavras morriam em sua garganta. — Mas o que é que vocês dois tem nestas cabeças! No meu tempo só podia-se consumar o matrimônio após o casamneto e com o conssentimento do pai da noiva! Sei que tudo está de cabeça para baixo agora, mas isso não os dá o direito de fazerem isso deste jeito e... — fez uma pausa tomando um bom gole de ar — meu Deus que falta faz sua mãe numa hora destas! — Eu sei pai, nós atropelamos a ordem natural das coisas — Marianne abraçou o homem a sua frente com força — peço perdão. — Também não nego ter culpa Sr. Greyhood, peço as mais sinceras desculpas por não ter-lhe sido respeitoso com a honra de sua filha — pedia o elfo — Tudo bem, tudo bem — olhou a filha novamente com os olhos marejados — você cresceu e eu nem ao menos percebi, não vou culpar-lhes, sei que os hormônios estão à flor da pele e estas coisas de adolescente, mas não deem um passo maior que a perna.
— Prometemos, vamos tomar mais cuidado daqui por diante — a filha abraçou novamente Robert — Espero que sim, afinal, não quero ser avô tão cedo, hein! — os três riram *** A sociedade do anel reuniu-se novamente para uma última e emocionante jornada, até as fronteiras que separavam o mundo de Marianne (ou o nosso mundo), da auspiciosa Terra Média. O tempo em ambos os mundos passava-se da mesma maneira (não havendo alterações cronológicas), as mudanças climáticas sofridas durante a tirania de Sauron, propagaram-se além das fronteiras da Terra descrita por Tolkien em seus tão famosos livros, causando estragos em nosso mundo. Tornados assolaram a costa dos Estados Unidos, destelhando casas e desabrigando famílias. No Brasil, ocorreram diversos abalos sísmicos (alguns leigos defendiam a ideia de que a placa tectônica Sul-Americana estaria rachada no meio), assim como enchentes e tempestades destruíram a costa da África. Aragorn ia à frente de todos, com Éomer e Faramir nos flancos, os quatro amigos hobbits vinham logo atrás, seguidos de Gimli, Legolas, Marianne e Suzan. Logo atrás, Robert, Alícia e Margareth e fechando o grupo os irmãos Elrohir e Elladan e Gandalf. Aproximaram-se então de uma cerca de nodosas tábuas de madeira clara, transpaçadas por fios de arame farpado, mais adinate via-se um sobrado de dois andares, de aparência rústica e aconchegante. — É aqui que nossos caminhos separam-se — declarou Aragorn tomando a jovem guardiã num abraço — não chores minha querida, ainda vamos nos ver! — Vou sentir sua falta! — declarou a moça com embargo na voz — Ah Srta. Anne! Prometemos visitá-la sempre que nos for possível! — falavam Meriadoc e Peregrin — E nós sem dúvida vamos estar presentes em seu casamento! — confirmaram Frodo e Sam — Gimli, vou sentir falta de suas brincadeiras! — Não esqueças do meu bom-humor! — falou o anão ruivo tentando disfarçar a emoção que lhe assolava — Boa sorte minha bela dama — desejou Faramir — Espero que sejas feliz Marianne — objetou Éomer — Meu bem, tú tens e sempre terás minha bênção, estarei ao teu lado quando precisares — Gandalf beijou a testa de sua afilhada de maneira carinhosa — Não vou dizer nada que os outros não disseram — Elrohir manteve-se brincalhão até o fim — juízo hein! — aconselhou o elfo ao pé do ouvido da jovem — Vamos voltar a nos ver, trarei alguns presentes de Valfenda quando vier — declarou Elladan — principalmente para sua adorável irmã. — Obrigada! — sorriu-lhe Alícia com doçura — Vou com você aonde fores — Legolas acariciava o rosto banhado de lágrimas de Mary — não vou deixá-la. — Amo você — murmurou selando os lábios aos do elfo — O que me trás um pouco de dúvida Gandalf, é o fato de termos tantos viajantes da Terra Média visitando o outro lado da divisa, sendo assim, como manteremos segredo? — questionava-se Margareth — Esta é uma questão delicada, a não ser para Marianne e Legolas — deliberou o Mago Branco — O que queres dizer com isso Gandalf? — perguntou o filho de Thranduil — Mary, ponha seu colar em torno do pescoço de Legolas — instruiu o Istari A moça obedeceu, porém sem notar a mínima mudança no elfo a sua frente. — Algo deveria ter acontecido? — perguntou a guardiã — Não enquanto estiverem do lado de cá da cerca. O casal passou cuidadosamente os limites da fazenda de Dona Meg, Marianne exasperou-se ao virar-se para Legolas, pois este não possuía mais os longos cabelos dourados, mas sim um corte de cabelo mais curto e repicado. As orelhas pontudas deram espaço a orelhas de formato aredondado e as ricas e bem talhadas roupas foram sibistuídas por Jeans e camiseta. — Nossa — murmurou a morena tocando as faces do rapaz que mesmo tendo sofrido drásticas mudanças ainda mantinha o semblante nobre e belo — O que há? — perguntou ele passando os braços pela nuca e notando que as madeixas loiras não lhe chegavam nem a altura do pescoço — Eu pareço...humano comentou surpreso e admirado — Poderes provenientes do colar que nossa querida Mary carrega — explicou Elladan — afinal ele possui a magia dos elfos e portanto tem muito a oferecer a seu portador. — Isso é incrível — balbuciou Merry — não teriam mais desses para nos dar? — Pare de gozações Merry! — ralhou Pippin — Embora não fosse uma má ideia... — Quanto a vossa aparência eu posso assegurar-lhes que darei um jeito — considerou Gandalf — Sendo assim, posso acompanhar Marianne até em casa? — Legolas enlaçou a cintura da moça afagando-lhe as bochechas — Pode, mas não deves demorar-se — instruiu Aragorn — seu pai o espera, pois tens assuntos pendentes com seu povo. O elfo aquiesceu acompanhando a família de sua noiva até estarem perto o bastante da imponente casa de campo dos Tolkien, onde após a guerra John Reinald refugiara-se para escrever sua tão aclamada triologia. Uma figura corria na direção do grupo, os cabelos negros de Mark (agora mais compridos do que antes) esvoaçavam em torno do rosto jovem e sorridente. — Mary! — tomou a jovem nos braços girando-a no ar — Por Deus garota! Onde foi que você se enfiou? E quem era aquele cara orelhudo e que falava esquisito que esteve aqui antes de...Quem é esse? — perguntou dirigindo-se a Legolas — É meu noivo, Legolas — apresentou a morena com naturalidade voltando a abraçar-se ao loiro — Noivo? — desta vez quem surpreendia-se era Joe, que vinha com seu passo arrastado atrás do filho — Que história é essa Anne? — Mark tornou-se ranzinza e emburrado — É uma longa história, isso posso garantir-lhes, mas como qualquer boa história deve ser regada a uma heróica dose de chá — amenizou Margareth — vamos entrar. A discussão tornou-se mais simples e amigável após todos estarem aquecidos e satisfeitos (Robert preparara petiscos e um pouco de chá de laranjeira), Legolas mostrou-se em sua forma élfica ao caseiro e seu filho. O coração de Mary parecia mais leve, assim como sua alma tornara-se. Estava feliz por estar em casa, estava feliz por estar com sua família e com o homem que amava e deste modo tudo parecia perfeito.
Notas finais
Bah! Ficou um enorme capítulo! Bem, espero que gostem!
Estamos chegando ao fim, mas haverá (sem dúvidas) uma continuação para esta história!
Beijos
Estamos chegando ao fim, mas haverá (sem dúvidas) uma continuação para esta história!
Beijos
Fale com o autor