A Great Day to Die - Fanfic Interativa
7 Um grito no mar
Notas iniciais
Os brilhantes raios do sol batiam na cara dos Jovens, os fazendo acordar. Ariella se levantou rapidamente e olhou para os lados. Logo percebeu a falta de Matthew, ficando preocupada, mas pensou que ele poderia ter acordado antes e ido ao riacho beber água. Foi até Henri e o acordou.
– Henri, Henri. Acorde, já é de manhã, temos de procurar Alaska e os outros.
O garoto abriu lentamente os olhos, ele não queria acordar na ilha, e sim acordar em sua cama, em sua casa, e dizer consigo mesmo que tudo não passou de um pesadelo. Mas era sim realidade tudo que havia acontecido no dia passado. Ele se levantou e se espreguiçou, indo rapidamente acordar Jonathan.
– Onde está Matthew? – perguntou Jonathan assim que se levantou.
– Eu não sei, quando acordei ele já não estava aqui – Disse Ariella – Deve ter ido ao riacho beber água.
– Vamos lá pegá-lo- Disse Henri – Depois vamos atrás dos outros.
Os três andaram uns três minutos e chegaram ao riacho de onde emanava água fresca. Henri e Jonathan bebiam água, quando de repente escutaram um grito. Era de Ariella. Os dois correram até onde ela estava e se assustaram ao ver que o corpo de Elisabeth jazia em frente a uma grande pedra. Henri colocou a mão em seu pescoço, e rapidamente constatou que ela estava morta. Ariella chorou muito, mas logo se recuperou.
– Quem será que fez essa maldade com a pobrezinha? – Dizia Ariella.
– Eu acho que... – Disse Jonathan – Eu acho que foi o Matthew!
Os dois olharam para Jonathan sem entender nada, mas logos juntaram os fatos.
– Mas, por que ele teria feito isso com a Elisabeth?
– Eu não sei, talvez eles lutaram e aí....
– Bom – Disse Henri – Melhor irmos atrás dos outros antes que aconteçam mais mortes.
Ariella enxugou as lágrimas e logo os três já seguiam pela mata.
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Alaska havia acabado de acordar e se espreguiçou. Acordou os outros, que logo voltaram a ir atrás de Henri, Ariella, Jonathan, Matthew e Elisabeth. Suas mentes ainda estavam um pouco perturbadas com tudo, mas tinham de procurar seus amigos e bolarem alguma coisa rapidamente, antes que alguém além de Rafael morresse. Os quatro andavam pela praia, mas resolveram entrara na floresta.
– Ai meu Deus, que sede. – Disse Hilda, com a mão na garganta.
– Eu vi um riacho perto daqui. – Disse Alex.
– Tudo bem, vamos logo lá, antes que eu derreta.
Eles andaram uns 2 minutos e chegaram ao riacho, beberam água até saciar e logo voltaram a caminhar. Resolveram seguir o riacho, Hilda foi à frente, queria ver logo outra pessoa. Mas Hilda quase desmaiou ao ver o corpo sem vida de Elisabeth Na beira do pequeno riacho. O alto grito chamou a atenção dos outros, que rapidamente chegaram no local. Alaska chorou com nunca. Era o segundo amigo que ela via morto, não iria aguentar mais.
– Quem fez isso?- Disse Alex, nervoso.
– Só sei que foi um de nós. – Disse Hilda, agora séria.
– Melhor fazermos alguma coisa – Disse Chloe.
Todos concordaram e usaram tudo que tinham para fazer um buraco grande o suficiente. Em seguida depositaram o corpo de Elisabeth ali, e enterraram. Fizeram um minuto de silêncio e colocaram algumas flores tropicais que encontraram no túmulo. Depois saíram dali o mais rápido possível.
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Ariel passou todo o tempo observando os jovens. Escondia-se como pôde, incrivelmente sem fazer absolutamente nenhum ruído. Adorou quando viu as duas primeiras mortes, e estava querendo muito mais. Estava andando silenciosamente por perto do riacho, quando ouviu um grande barulho. Foi até a praia e se escondeu. E viu dali, uma lancha parar no píer. Ariel sorriu e correu de volta para a floresta.
– Droga, a lancha foi quebrara agora, amor? – Disse Jasmine para Mason, seu namorado.
Eles iriam para uma famosa praia, e resolveram ir de lancha. Nenhum dos dois era adulto, mas prometeram para seus pais que seriam responsáveis.
– Eu acho que vai demorar um pouco para eu consertar isso aqui. – Disse Mason, com uma cara de preocupação.
Ela era um ano mais velha que ele, mas nenhum dos dois ligava.
– Ok, então eu vou dar uma volta enquanto você dá um jeito nessa droga.
Jasmine deu volta-e-meia e caminhou lentamente pela praia, enquanto Mason se preocupava apenas com o futuro de sua lança. Ela foi até um canto mais afastado e tirou de sua bolsa um grande tablete de chocolate. Ela comeu cada pedaço como se fosse o último, e o grande tablete logo se reduziu á alguns farelos na areia da praia. Ela já estava a voltar para a lancha quando escutou um grito. Correu o mais rápido que pôde até chegar na lancha, mas Mason não estava mais lá.
– Oh meu Deus! – Ela gritou.
E Jasmine rapidamente desmaiou após receber uma forte pancada na cabeça.
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Mattew andava lentamente pela floresta, ainda estava pensando em como teve coragem para matar Elisabeth, sua amiga. Escutou um ruído e olhou para trás, era Alaska.
– Matthew! – Ela disse, e foi logo abraça-lo, mas ele recusou.
– O que houve? –Ela perguntou, preocupada.
– Eu, eu matei Elisabeth.
– O quê? Por que fez isso?
– Ela me atacou e.... Foi só uma defesa! Ela cortou meu braço.
– Oh meu Deus! – Disse Alaska após ver o ferimento que estava no braço esquerdo de Matthew. – Venha, vou mostrar isso á Chloe e os outros, eles vão saber o que fazer.
E pegou no braço dele, que aparentemente estava nervoso. O levou até os outros, que ouviram e tudo que aconteceu pelas palavras de Matthew.
Eles cuidaram do ferimento de Matthew como Puderam, já que aprenderam em alguma aula de como usar a natureza como remédio natural. Depois de 20 minutos eles foram atrás De Henri e os outros, agora pelo caminho que Matthew disse. Hilda ainda desconfiava de Matthew, ela sabia o que tinha passado nas mãos Rafael, e não gostou nenhum pouco. Depois de algum tempo sentiram muita fome e pescaram. Comeram a mesma coisa da noite passada, mas nem ligavam mais para esses detalhes.
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