A Great Day to Die - Fanfic Interativa
9 A perseguição
Alaska já estava estranhando a demora de Jonathan por causa de apenas um simples ruído. Ele nem desconfiava que Jonathan agora estava em um lugar melhor, bem, pelo menos tinha de ser melhor do que aquela ilha.
– Ele não vem? – Indagou Ariella, se sentando embaixo de uma árvore, era desconfortável, mas ela estava cansada.
– Melhor irmos olhar, talvez tenha acontecido algo. – Disse Henri, dando três leves murros em uma árvore próxima.
O grupo marchou rapidamente em direção ao local onde Jonathan havia ido correndo a cerca de meia hora atrás. Henri foi à frente, já que ele era mais rápido.
Alaska estava cansada e com sede, por sorte aquele riacho estava próximo, ela mudou rapidamente de direção e foi até lá. Bebeu água como nunca, até sentir a garganta finalmente refrescar. Ela se levantou e suspirou. Sentiu uma vaga lembrança de sua casa e de sua família. O que será que eles estão fazendo? Espalhando cartazes? Publicando em redes sociais? Será que pelos menos sentiram sua falta? Ou será ainda nem estranharam algo de diferente no ar? Ela não sabia, mas queria saber.
Alaska rapidamente se recobrou e deu meia-volta para ir até o grupo quando de repente escutou um grito. Correu como nunca até chegar onde Henri e os outros estavam. A garota quase desmaiou. Deitado no chão, com bastante sangue na parte do abdômen, estava o corpo já sem vida de Jonathan.
– Oh meu Deus! – Gritou Ariella, já mais do que nervosa.
– E agora, quem o matou?
Henri suspirou.
– Eu acho que não estamos sozinhos aqui.
Alaska se apoiou em uma palmeira, estava a ponto de desmaiar. Não estava mais aguentando aquilo, todo esse sofrimento era demais para ela.
– Gentes olhem. – Disse Ariella, apontando para o chão.
Todos olharam rapidamente, eram pegadas.
– Vamos seguir?
– Vamos, só assim chegaremos a quem matou Jonathan.
Os três respiraram profundamente e se puseram a seguir a pegadas, mesmo sem saber onde elas iriam levar.
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Chloe ficara horrorizada com o que vira naquela cabana, quem era aquele cara? O que realmente ele queria? Em uma mesa no canto da cabana havia vários desenhos em folhas já amareladas, pelo jeito eram bem antigos. E todos retratavam cenas de tortura: Um homem decapitado, uma mulher enforcada e o que aparentava ser um garoto de 10 a 12 anos matando outro garoto com uma faca totalmente ensanguentada.
–Por que ele faz isso? – Indagou Alex.
Mas ninguém respondeu, estavam horrorizados. Pendurados em um varal que se estendia de uma ponta á outra da casa estavam ratos e lagartos, todos mortos. O cheiro naquele local era quase insuportável, mas eles já nem ligavam tanto para isso. Hilda avistou em uma salinha afastada uma geladeira. A garota andou lentamente até o eletrodoméstico e o abriu. Ao fazer isso Hilda quase desmaiou. Dentro da pequena geladeira estavam órgãos, pedaços de carne e o que aparentavam serem vísceras. Provavelmente eram humanas. Aliás, só podiam ser de humanos.
O grito de Hilda atraiu todos até o local, que ficaram horrorizados com o que viram.
– Oh meu Deus! – Gritou Chloe.
– Acho que vimos tudo que temos de ver – Disse Alex, já nervoso.
– Ok – Confirmou Matthew.
Os quatro saíram correndo sem hesitar da cabana e entraram na densa mata daquela ilha. Tudo que eles mais queriam naquele exato momento era estar o mais longe dali. De preferência o mais longe possível.
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Os três ainda seguiam as pegadas e chegaram á um lugar cheio de lama, onde não havia mais pistas.
– Melhor pararmos por aqui – Sugeriu Ariella.
Todos concordaram e deram meia-volta. Deram de cara com um homem.
– Oh! Finalmente encontrei alguém.
– Quem é você? – Perguntou Alaska, assustada.
–Meu nome é Mason, eu cheguei aqui com minha namorada, a minha lancha quebrou e eu fui raptado por um cara estranho.
– Foi você que matou o Jonathan?
– O que? Não! Eu só estou atrás de minha namorada, a Jasmine.
Os três se olharam por um instante.
– Vem com a gente. – Disse Henri.
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Chloe estava sentada embaixo de uma frondosa palmeira, urinando. Sua mente estava neutra, naquele momento ela não queria pensar em mais nada. A garota via as gaivotas voarem calmamente pelo céu da ilha e se sentia calma. Ela se levantou e se ajeitou. Alex chegou.
– Vamos? Terminou – Ele perguntou.
A garota respondeu afirmativamente com a cabeça e o seguiu. Enquanto caminhava, olhou para trás e viu alguém passar rapidamente pelas arvores. Parecia ser uma menina.
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