A Garota e o Pequeno Guardião

1 Prólogo: Boatos sobre a plantação


Em um dia calmo, onde a brisa do vento bate forte e sopra contra a janela do quarto, fazendo com que as cortinas se movimentem mais rápidas, a sombra das árvores me refrescam sobre o lindo dia que está por vir. Meu nome é Misty, sou estudante do colégio Fugioka, do bairro Nagazumi. Tenho 15 anos, cabelos longos. Faço uma trança atrás, pois desde pequena minha mãe fazia para mim todas as manhãs. Ela disse que eu ficava muito bonita, que parecia um anjo. Meu cabelo é castanho claro. Tenho olhos azuis e pele branca. Moro sozinha, em uma casa pequena, perto da rua principal. Aprecio flores e gosto do seu perfume. Gosto de apreciar paisagens enquanto crio minhas histórias. No momento ainda estou pensando e analisando minha nova obra. Logo cedinho, gosto de deixar uma flor no vaso, que minha mãe deixou para mim, antes de falecer. O vaso é feito de cristal. Eu o deixo na sala que da para a área da janela. Eu o acho muito bonito. Á noite a flor parece brilhar com a luz da lua, por isso a batizei de “Flor da Lua”. Estava me aprontando para ir á escola. Nosso uniforme escolar é bem bonitinho. Uma camisa branca, com um laço azul claro na gola, detalhes azul claro nas mangas e a gola também azul claro. No lado esquerdo do peito da camisa, um bordado com o símbolo do colégio. A Saia é branca, com duas pequenas listras azuis na forma vertical e outra, no final da saia, na horizontal. O sapato marrom claro, com uma ponta rosa que parece com uma pétala de uma flor, logo ao lado do primeiro cadarço, parecendo uma asa. O Uniforme masculino é a cara dos meninos. Eles usam uma camisa branca, bordado de azul o nome da escola no lado esquerdo do peito. Uma jaqueta azul, da mesma cor dos nossos uniformes, com botões da mesma. A calça é simples, cinza e os sapatos marrons, com os cadarços e detalhes pretos.

Passando pela rua do colégio, era como estar no céu. A paisagem era bela, as flores eram bonitas, e logo no final dela, tinha uma espécie de santuário. Parece ser um templo muito grande, um pouco sinistro. Indo para a escola, fui atraída por um aroma doce de flores, que pareciam vir de trás de um monte de árvores com suas folhas verdes e seu tronco grande e marrom. Eu decidi dar uma olhada e andei até encontrar um caminho, que parecia levar a algum lugar. Ao chegar ao fim, encontrei um antigo e velho portão, e olhei atentamente para o local. Era uma antiga plantação de flores abandonada. O portão era muito grande e enferrujado. Olhando para dentro do local, dava-se de ver uma antiga mansão. A plantação parecia estar abandonada, mas as flores pareciam tão novas e revigoradas. Um local muito misterioso.

Misty: — Essa plantação... *Olhando para a Mansão*

/Tannn!! Dannn!! Tannn!! Dannn!!/ — Campa da escola tocando.

Misty: — Essa não! Preciso correr! *Correndo*

Estava voltando o caminho quando de repente parei o olhei para trás. Estava muito calmo e o vento soprou. Senti uma sensação estranha. Continuei a voltar para o caminho da escola.

A rua da escola era repleta de árvores. Estávamos na primavera, às pétalas de cerejeira sobrevoavam o local. Nossa escola era muito grande, possuíam diversos clubes. Os andares eram divididos de acordo com a série. A nossa série ficava no terceiro andar. Havia mais outro prédio, eram os clubes. Quadras de esportes, um ginásio e uma local que servia para festas ou eventos do colégio.

Estava apressada para chegar na sala.

Primeira aula, Biologia, a professora tinha marcado uma experiência no laboratório. Iríamos trabalhar em dupla. Meu amigo Gustavan era o meu colega de experimentos.