A Garota da Casa ao Lado
36 Eu quero tentar
Notas iniciais
espero que gostem, tá indo direto ein..
Gabriela acordou espreguiçando-se. Notou que Alex não estava na cama. Sentou-se o procurando por todo o quarto.
Alex? — chamou, não obtendo respostas. — Alex? Levantou-se e foi ao banheiro, não o encontrando. Procurou pela casa inteira e não o encontrou. Voltou ao quarto e foi tomar banho. Arrumou-se e saiu, talvez Alex teve que ir para o hospital cedo e preferiu deixá-la dormindo.
Chegando ao hospital, encontrou a enfermeira que sempre ajudara Alex.
- Oi, o Alex, ele está aqui? — perguntou Gabi, a parando no corredor.
- Não, ainda não chegou.
- Obrigada — a enfermeira sorriu e foi embora. Gabriela olhou para os lados e suspiroou, onde ele estaria? Decidiu então, ligar para ele.
\'Sua chamada está sendo encaminhada para a caixa postal...\' — suspirou, desligando o celular. Saiu do hospital, voltando para casa.
Ao chegar em casa, foi arrumar suas coisas, teria aula mais cedo hoje, por causa de uma prova que o professor passaria. Pegando a bolsa, foi pra escola.
***
Alex se encontrava na casa de sua vó Alice (N/A: inventei um nome pra véia), conversava com ela sobre Gabriela. Alex estava um tanto preocupado, com a relaçãoq ue sua mãe e Gabriela tinham, queria de todas as formas fazer com que elas se deem bem. Porém, para isso, teria que ter um grande milagre.
- Vó, você não entende, eu amo a Gabi com todo meu coração mas, esse estresse todo, dela com a minha mãe.. eu preciso fazer algo para que minha querida mãe — sinta a ironia- veja a Gabi como minha mulher, não como qualquer uma — falava andando de um lado pro outro na sala. Alice, sua vó, estava sentada no sfoá, somente o olhando andar.
- Alex, primeira, senta, você tá me deixando tonta, segundo... pelo jeito a única coisa que a fará enxergar Gabi como sua mulher, é Gabi provando que não é só uma simples garota.
- Mais vó? Gabi a agadra de todos os modos e parece que minha mãe só vai aceitá-la se Gabi engravidar.. — disse ele, sentando-se.
- Isso é fácil.
- Vó, ela pode não engravidar, quais as chances que ela tem?
- Muitas.
- Porque tem tanta certeza? — perguntou Alex, confuso.
- Bom, digamos que fui falar com um médico especialista em ensiminação, e ele disse que Gabi tem boas chances de engravidar.
- Então, acha que ela pode? — preguntou, animando-se.
- Sim, mas ela esta com medo
- Espera, ela foi com você?
- Foi.
- Porque não me contaram? — perguntou Alex, um tanto decepcionado. Afinal, ele era marido de Gabriela, e possivelmente o pai.
- Porque Gabi acha que se não acontecer, se não der certo, tanto você quanto ela vão se decepcionar.
- Entendo — falou, olhando para fora da janela. Pegou seu celular, e viu que tinha uma ligação de Gabi. Retornou, lembrando-se que saira de casa sem avisar.
- Alo? — atendeu Gabi.
- Oi amor.
- Alex, onde você está? Eu te liguei mas você não atendeu, fui no hospital e você não estava. Fiquei preocupada.
- Calma neutotica, eu tô bem. Desculpa ter saido sem avisar, estou na minha vó.
- Pois é, ai eu morro do coração sem saber onde você tá e ai, o que você vai fazer?
- Vou no seu enterro — falou, rindo.
- Palhaço. — xingou-o, rindo também.
- Vem pra cá.
- Depois sa aula.
- Tudo bem, te espero.
- Beijos — falou ela, desligando. Alex olhou para sua vó e suspirou. Queria tanto um filho com Gabi que daria tudo pra que essa insiminação funcionasse.
**
- Oi Dona Alice — falou Gabi, chegando na casa da avó de Alex, depois de sua aula.
- Oi minha linda, entre — falou, deixando-a entrar.
- Oi meu amor. — falou Alex, na soleira da porta da cozinha, a olhando com um sorriso estampado no rosto.
- Oi seu chato. — caminhou até ele, dando-lhe um beijo.
- Vamos jantar — falou Alice, indo para cozinha. Alex e Gabi a seguiram.
- Então, como foi a aula? — perguntou Alex, ajudando sua vó a levar as coisas para a mesa.
- Boa, tive prova. Fui bem — respondeu Gabi, sorrindo. — E você, não foi rabalhar..
- Tive folga hoje.
- Nem avisou.
- Já me desculpei amor. — falou Alex a abraçando.
- Tudo beeem — o abraçou, sorrindo.
Jantaram conversando banalidades. Falaram sobre a prova de Gabi, e sobre o dia de Alex. Arrumaram a mesa e lavaram a louça. Voltando a sala, todos se sentaram no sofá.
- Gabi, temos que conversar — falou Alex, olhando de relance para sua vó.
- Eu não fiz nada — falou ela, sorrindo e levantando as mãos em defesa.
- Mas é algo que vai fazer.
- Está me assustando, o que foi? — perguntou, sentando-se direito no sofá e o fitando.
- Conversei com minha avó.. — começou, e olhou para Alice — E ela me disse que foram numa clinica de insiminação.
- O que? Você contou? — perguntou Gabi olhando decepsionada para Alice.
- Ele precisa saber para ajudar querida, é o semen dele que você precisa, não é?
- E o que você acha disso? — perguntou Gabi, voltando sua atenção para Alex.
- Eu quero tentar.
- Você... Mas Alex, se não der certo?
- Não deu ué. — falou, dando de ombros.
- Mas... eu não..
- Amor, dando ou não certo, tudo bem..
- Eu vou me sentir culpada, mas do que me sinto. — confessou.
- Culpada? Pelo que?
- Por não te dar um filho. — olhou para baixo,desviando do olhar de Alex, não queria fitar aqueles belos olhos, que a fazia suspirar.
- Amor, que besteria é essa? Não se sinta culpada Gabi. Não é culpa sua pelo que aquele monstro fez... eu te amo, entendeu? E eu quero que tente. É a única coisa que te peço — falou ele, buscando os olhos de Gabi. Ela o olhou e sorriu.
- Tudo bem — assentiu.
- Quero tentar hoje. — falou Alex, levantando-se — Vem? — perguntou estendendo a mão para Gabi, que o olhou e sorrindo, se levantou.
- Sim.
Se despedindo de Alice, foram para a clinica de insiminação.
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