A Garota da Casa ao Lado
32 Casa Nova
Notas iniciais
Gabriela acordara cedo, se levantou da cama, agora a cama que dividiria com Alex em sua nova casa, e foi tomar seu banho. Ligou o chuveiro e tirou a roupa, entrando no box, deixou que a água quente escorresse por seu corpo, relaxando seus músculos.
Desligou o chuveiro após tirar o sabão de sua pele e se enxugou. Saiu do box enrolando-se na toalha, vendo sua imagem no espelho, ouviu gemidos do lado de fora do banheiro, Alex acordava.
Deixando a água de seus cabelos escorrerem pelas suas costas, abriu a porta encontrando o olhar do homem que a fazia delirar. Alex estava sentado na cama e a observava. Seus olhos foram de seu rosto sorridente, reparando em casa pedaço do corpo de Gabriela. Chegando aos pés, se assustou ao ver a toalha, que antes estava enrolada no corpo de Gabriela, cair sob seus pés.
- Desde quando você é assim, ein amor? — perguntou, levantando-se da cama e indo até ela.
- Desde que soube o que significa o amor. — falou ela, acariciando o peito de Alex. Ambos extremamente excitados, se beijavam.
Alex a puxando para a cama, fez com que ela caisse em cima de si. Tirando sua roupa, a penetrou.
Fizeram amor aquela manhã, com mais amor e prazer que antes.
**
Alex se encontrava no hospital. Residia como estagiario no Lourd Claus, estava em seu último ano de medicina, logo, logo trabalharia como médico, atendendo clinicamente.
- Doutor Alex — chamou a enfermeira que o ajudara com seus últimos pacientes.
- Sim, Rebecca — falou, tirando os olhos da prancheta, onde lia os sintomas de seu novo paciente, e olhando para Rebecca.
- Sua namorada, Gabriela... Ela ligou, querendo falar com o senhor.
- Esta bem, Rebecca, obrigado — agradeceu, sorrindo para a jovem enfermeira.
Rebecca tinha uma paixonite por Alex, mas sabia que ele nunca a olharia. Era extremamente apaixonado, louco por Gabriela. Nunca a enganaria, a trairia. Então, escondera seu amor platonico há anos. Ela, que não era nada feia, sempre tentava chamar a minima atenção de Alex, porém nunca conseguira.
Rebecca possuia uma beleza natural, tinha cabelos e olhos negros, que fazim contraste com sua pele branca, levemente corada.
Depois de atender o paciente que Rebecca falara, ligou para Gabriela.
- Oi amor — atendeu Gabi do outro lado da linha.
- Oi meu bem, como está?
- Bem e você?
- Ótimo.
- Estive pensando amor.. — começara ela tocando no assunto que queria tratar com Alex — O que acha de jantarmos com sua mãe hoje?
- Tá falando sério Gabi? — preguntou Alex um tanto desanimado. Sua relação com sua mãe fora bastante facil, mas com o passar dos anos, depois que Gabriela entrara em sua vida, sua mãe havia negado conviver com Gabriela. Achara que ela não era mulher o suficiente para satisfazer seu filho, já que não poderia nem ao menos, lhe dar um filho. Alex brigara muito com a mãe por isso, lhe dizendo que, com ou sem filho, jamais deixaria de amar Gabriela.
- É, estou sim. Podiamos chamar sua vó.
- Tudo bem Gabi, com minha vó lá, talvez o jantar seja mais... adoravel? — se preguntou se essa era mesmo a palavra certa.
- Pode ser que seja amor, então? Combinado?
- Está bem, devo sair daqui as 20h — falou, olhando pro relogio que Gabi lhe dera.
- Tudo bem, estarei pronta. Te amo.
- Também amor, beijos. — falou desligando o celular. Suspirando, pediu aos céus que esse jantar fosse agradavel. Sim, essa seria a palavra certa.
Notas finais
beijos
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