A Garota Winchester // Supernatural
7 Capítulo 7
Acordo com o sol batendo no meu rosto e um bom humor que coitado de quem resolver enfiar no meu caminho hoje.
Vou me arrastando até o banheiro, faço o que eu preciso, procuro alguma roupa limpa pela quarto e me visto.
[...]
Depois de tomar meu café da manhã, volto para o quarto, eu mais que precisava de pensar em um jeito de deter a Elizabeth antes que algo aconteça com a Kate.
Entro no meu quarto e vou até uma das minhas malas, pegando dentro da mesma um dos diários que minha mãe tinha.
[...]
Depois de horas procurando, não acho nada que me possa ser útil.
Preciso de ajuda.
Procuro meu celular pelo quarto e logo o acho, desbloqueio e ligo para o único número nos meus favoritos.
Ligação on
Noah: A que devo a honra de Lya Jackson me ligando nessa bela manhã?
Lya: Não enche Noah.
Noah: Nossa. Que ótimo humor.
Lya: Não tô muito boa hoje.
Noah: E nem dia nenhum.
Lya: ...
Noah: Eu sei que esse silêncio seu significa que quer me matar. Então... Posso saber o motivo de sua bela pessoa não estar boa hoje?
Lya: Preciso de ajuda.
Noah: Agora tá explicado. Em qual cidade vc está?
Lya: Vai vim até aqui?
Noah: Sim, tenho andado bastante entediado
Lya: Okay. Estou em Sioux Falls, Dakota do Sul.
Noah: Tá, fica a umas três horas de onde estou. Daqui a pouco a gente se vê
Lya: Ok
Noah: Onde te encontro?
Lya: Hotel Williams
Noah: Okay, até daqui a pouco
Lya: Até
Ligação off
Digo e encerro a ligação, coloco meu celular pra despertar daqui a três horas e volto a mexer nas minhas coisas.
[...]
Quando o meu despertador toca, saio do quarto e vou para a recepção esperar o Noah chegar.
Espero por uns cinco minutos e ligo para ele.
Ligação on
Lya: Já chegou?
Noah: Nossa... Oie pra você também Lya.
Lya: Oie coisa maravilhosa, tudo bem com você?
Noah: Tudo e você?
Ligação off
Ia terminar de falar com o Noah quando meus olhos são tampados com um par de mãos masculinas.
Quase que instantâneamente me viro e dou uma joelhada naquele lugar da pessoa que percebo tarde demais ser o Noah.
— Nossa Lya, que recepção calorosa. — diz irônico ao se recuperar da dor e confesso foi muito bom assistir ele se contorcendo de dor e segurando suas partes.
— Ah era você, foi mal. — digo cínica.
— Não foi mal, foi péssimo. — diz emburrado.
— Fica emburrado não. — digo e me aproximo do mesmo, deposito um selinho rápido em seus lábios e o mesmo que me olha indignado quando nos separamos.
— Por que tá me olhando com esse bico de elefante? — pergunto a ele me fazendo de sonsa, o que em certos momentos eu sou bastante.
— Isso lá é beijo de quem não se vê a três meses? — me pergunta indignado e internamente estou rindo de cair no chão. Sou má? Nem eu pouco.
— Estamos no meio do hotel. — digo a ele que me olha malicioso.
— Vamos para o quarto então. — sugere já andando em direção às escadas.
— Só a noite. — digo a ele tentando segurar o riso, o mesmo da meia volta e vem até mim bufando.
— Você é muito chata. — diz pausadamente e não aguento, começando a rir igual uma hiena engasgada, uma das coisas que eu mais amo é provocar esse ser chamado Noah.
— Eu sei. — digo me recuperando de meu ataque de hiena engasgada.
— Já que não quer ir para o quarto, o que eu ainda acho uma ótima sugestão, o que quer fazer?
— Temos que ver o negócio do caso mas antes...
— Eu estou com fome, Noah. — me interrompe, imitando o que ele deve achar ser a minha voz, mas que na verdade parece... Vou nem falar.
— Eu não falo assim. — protesto.
— Eu não falo assim. — repete Ainda com a voz de vou nem dizer o que.
— Quando você quer. Você consegue irritar o sujeito. — digo e vamos caminhando para fora do hotel.
— Para aqui. — digo a ele quando passamos em frente a uma lanchonete em que vim outro dia.
Ele para o carro, descemos do mesmo e logo estamos sentados em uma das meses encostadas na parede da lanchonete quase vazia.
— O que vão querer? — uma loira de cabelo liso escorrido, voz de taquara rachada e roupa que mais parece um biquíni nos pergunta.
— Um pedaço de torta. — digo e ela anota o meu pedido em seu bloquinho. — E você meu amor? — acrescento quando vejo ela ajustando seu decote e quase que deitando em cima do Noah.
— Pode ser a mesma coisa. — diz a ela olhando fixamente para seu decote. Puta merda. A desgraça não ajuda não?!
— Caso vocês terminem. — ela diz e entrega um papel para o mesmo, e aposto meu baby que era o número dela escrito ali.
— Ainda bem que ela não se intimidou pelo seu "amor". — diz assim que ela se afasta.
— Como disse? — finjo que não escutei.
— Nada. — mente. — Então o que te trouxe aqui?
— Vim atrás do meu pai. — digo e ele me olha surpreso. — E antes que você volte a perguntar ele é um filho da puta e não estou convivendo com ele.
— Quem é um filho da puta Lya? — aposto meu baby que é o Dean atrás de mim.
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