A Garota Nova
15 Meu amor por Niklaus
Notas iniciais
–Me mostra mais, me mostra TUDO... — implorei com lágrimas saindo de meu rosto a todo vapor, ele colocou as mãos de volta em meu rosto e fechou os olhos deixando algumas lágrimas escorrerem por suas rosadas bochechas
*19 de Outubro de 1992
–Querida corra, corra se não ele vai te pegar! — Disse Nik correndo em meio as flores e capins que tinham em volta de nossa simples casa no campo, longe de toda e qualquer sociedade que possa me afastar de Nik
–Nik, socorro! E u nunca senti tanto medo assim! — ele me pega, aquele de quem eu fujo tanto e eu vou ao chão
–Peguei você, mamãe! — um menino de olhos claros e pele branquinha, loiro, com as bochechas rosadas e um sorriso farto, não poderia ter mais de três anos
–Ah não! Socorro papai! — grito, mas não vejo mais Nik
–Aha!! Peguei vocês!!- Nik seguro o menino no colo gira e se deita ao meu lado
–Oh, Nik eu não poderia imaginar uma vida melhor com você!!- estou prestes a lhe dar um beijo quando
–É mesmo? eu poderia! Não vejo a mínima graça em morar no campo a não ser esse meu lindo sobrinho!
–Querida irmã, o que devo honra da presença?- Niklaus se levanta e me ajuda a levantar
–Rebeka! Que saudade! — Dou-lhe um abraço apertado
–Viu! É assim que se trata uma visita! Não posso simplesmente vir visitar você, meu irmão, Rose, minha amiga ou Romeu, meu sobrinho?
–Claro que pode, mas não é isso que acontece, não é?
–Ô, querido irmão, o tempo o deixou mais paranoico?
–Elijah? Não esperava te ver tão cedo assim...
–Não vamos viver de magoa, não é irmão? — Elijah estende a mão , eu, Rebeka e até Romeu paramos para ver a cena
–Ta certo... — Niklaus estendeu-lhe a mão e respiramos enfim
–Acho melhor irmos lá para dentro onde farei um chá, vamos amor! — estendo o braço para o menino que está com a fantasia de leão e o levo para dentro junto de Rebeka — Acha que foi uma boa ideia deixarmos eles lá sozinhos? — digo assim que termino de fazer o chá, sento e sirvo
–Foi sim mamãe, Papai e Tio Elijah se amam e também papai odeia ficar sozinho, vão fazer as pazes... — Romeu diz pegando um biscoito da mesa
–Muito bem espertinho acho que está na hora de você parar de ouvir conversa de adulto e ir dormir
–Mamão, não estou com sono, não tem problema eu e Rebeka te colocamos para dormir
–Então tá bom, mas eu quero que a Tia Beka leia para mim...
–Eu leio, mas só se você me cotar como sabe de tudo isso que disse? — Nós duas rimos e ele ficou sem entender..*
–Mostre-me mais, Nik! Por favor!
–Estou muito fraco, vamos para casa te mostro o resto depois- ele me ajuda a levantar e eu o abraço
–Obrigada, Nik! Por me lembrar de quem eu sou! — dou-lhe um beijo e ele fica tão surpreso que nem o devolve e fica lá paralisado, incrédulo, como se achasse que foi udo um sonho e acabou de acordar, mas em segundos ele está de volta e me puxa com tanta força que mal consigo respirar, ele olha em meus olhos e me devolve o beijo em dobro, em triplo e sexto... sei lá em dez vezes mais intenso me fazendo lembrar dessa sensação de poder, de como é bom ficar com ele e do que isso isso representa...
–Achei que nunca mais teria isso... — ele me leva para casa com uma super velocidade mil vezes mais rápida que a comum chegamos em segundos e subimos nos beijando emanando calor que vai direto do meu para o dele e do dele para o meu, ele começa a tirar minha roupa e estamos em seu quarto onde tem uma mesa com livros e mapas, algumas roupas jogadas e um armário, isso foi tudo o que até ele me colocar na cama carinhosamente e me beijando tirei sua blusa e sem parar de nos beijar ele termina de tirar minhas roupas e eu as dele, estamos em uma conexão sobrenatural, ele me olha, não de um jeito safado, mas um jeito que olha em meus olhos e diz que não importa como seria ele me queria e iria me ter, a qualquer custo...
Fale com o autor