A Garota Inglesa
4 Capítulo 3
Notas iniciais
Pov Edward:
—Posso conduzi-la Duquesa?-Então eu ofereci a Isabella meu braço.
—Não.-Ela disse sorrindo ironicamente.-Apenas me acompanhe. Então ela abaixou meu braço.
Fechei minha cara no mesmo segundo em que ela pronunciou a bendita palavra "Não". Ela estava me deixando intrigado com sua petulância. Então guiei Isabella até a cozinha, comemos 2 tigelas de Porridge (Porridge:é uma papa de flocos de aveia cozidos em água, servida com leite frio ou natas e que pode ser acompanhada com doces de fruta).
Eu estava farto de tanta comida, mas, a linda garota petulante ainda tomava uma xícara de chá.
—Então Duquesa.-Eu disse um pouco arrogante.-Quantos anos a senhorita tem?
Ela sorriu tímida para mim e ajeitou o seu cabelo antes de falar.
—Dezessete anos.-Ela disse rápidamente.Seus olhos chocolate encaravam os meus.
—Jovem.-Eu disse sorrindo sinicamente.-E por que estava estirada no meio do bosque?-Eu segurei meu riso.
—Se me permite, deixe-me contar a história, desde o início.-Ela nem esperou que eu concordasse com sua proposta e ja começou a contar sua história. Isabella estava me tirando do sério.-Bem, como sabe sou Duquesa. E meus pais, Charles e Renée resolveram me prometer a um príncipe idiota. Isso me tirou do sério. Briguei com eles, e, resolvi que eu iria fugir para Angels, onde me encontro no momento.-Ela sorriu com a lembrança.-Então deixei cartas para eles, e, simplesmente fugi.
Os pais prometeram a jovem inglesa de casamento. Mas ela era tão, mais, tão desobediente que fugiu. Que ótimo, eu salvei uma rebelde.
—E como você ficou estirada no meio do bosque?-Eu perguntei ficando irritado,por que esa foi minha pergunta desde o início.
—Sofri um acidente, e já vi que você não encontrou meus pertences. A roda da carroça que eu estava guiando quebrou e, eu fui atirada para longe.-Ela deu um sorriso frio para mim.-Boa noite sir Edward.
Então Isabella se levantou e saiu da cozinha. Droga. Eu queria dizer adeus para ela e boa sorte, mas não conseguia, eu estava vidrado em Isabella. Seu jeito autoritário de ser era encatador, e, desafiador também. Eu tinha pena de quem se apaixonasse por ela não seria fácil.
Sai da cozinha alguns minutos depois e fiquei caminhando pelo grande castelo, até que esbarrei com Carlisle.
—Filho.-Ele me chamou.
—Sim pai. -Eu disse me aproximando. E lá vinha crítica.
—Isabella é adorável.-Ele disse contente.
—Petulante.-Eu murmurei.
—Que seja, ela tem personalidade assim como Esme.
Eu já estava ficando irritado com meu pai.
—O que quer falar pai?-Eu perguntei impaciente.
—Não quero falar, quero pedir uma coisa a você Edward.-Revirei os olhos, o que Carlisle queria dessa vez?
—Diga.-Eu disse ríspido.
—Alice e Rosalie me contaram que Isabella fugia de um casamento forçado.-Carlisle suspirou.-E, se você permitir meu filho, Isabella poderia passar o tempo que quisesse aqui em nosso castelo.
Até Carlisle simpatizou com a petulante. Ótimo. Eu não conseguria negar.
—Tudo bem pai.-Eu disse entre dentes.-Se me permite vou me recolher, estou cansado.-Eu me virei — Boa noite.
Naquela noite o rosto da garota inglesa petulante não deixou meu subconsinte em paz..
Pov Bella:
—Então Duquesa.-Ele falava com seu tom de voz arrogante. Céus que homem frio e egoísta era sir Edward.-Quantos anos a senhorita tem?
Eu sorri fraco para Edward que me encarava.
—Dezessete.-Eu disse rápido encarando suas obress verdes.
—Jovem.-Ele sorriu .-E por que estava estirada no meio do bosque?-Ele pareceu repreender o riso.
Que irritante ele era. Sempre querendo ser superior. Não posso negar que o sir era um homem lindo. Então sai de meus devaneios.
—Se me permite, deixe-me contar a história desde o início.-Eu não esperei sua autorização e percebi que isso o irritava, eu confesso que eu estava começando a gostar de irritar Edward.Então comecei minha história.-Bem, como sabe sou Duquesa. E meus pais, Charles e Renée resolveram me prometer a um príncipe idiota. Isso me tirou do sério. Briguei com eles, e resolvi que eu iria fugir para Angels, onde me encontro no momento.-Eu sorri fraco ao lembrar de meus pais.-Então deixei cartas para eles e simplesmente fugi.
Eu fiquei encarando Edward até que ele perguntou irritado:
—E como você ficou estirada no meio do bosque? -Disse ele bruscamente.
—Sofri um acidente, e já vi que você não encontrou meus pertences. A roda da carroça que eu estava guiando quebrou e eu fui atirada para longe.-Sorri friamente para o monarca grosso,e me levantei da cadeira onde eu estava.-Boa noite sir Edward.
Então eu saí sem olhar para trás deixando o grosso sozinho na cozinha. Eu ria sozinha pois sabia que eu havia irritado ele. Fui direto para meu quarto. Em cima da cama havia uma camisola estendida. Troquei de roupa rapidamente. Eu estava me preparando para deitar quando alguém bateu na porta; Quem deveria ser???
—Entre.-Eu murmurei.
Então a porta abriu fazendo um rangindo baixo.
—Olá Bella! -Disse Alice contente.
—Oi Alice. -Eu sorri para ela.
—Trouxe uma pessoa para você conhecer.
Eu sorri meio tímida, quem seria agora?
Então Alice e a jovem senhora que segurava a mão de Alice entraram no quarto.
—Bella está é Esme. -Esme sorriu para mim.
—Muito prazer Esme. -Eu disse sorrindo, e me aproximei mais de Esme e Alice.
—Muito prazer Bella.-Ela disse sorrindo. Esme era linda aparentava ter um 40 anos.-Sou a mãe do Edward.
—Jura?-Eu disse rindo.-Você é tão simpática que nem parece...
Então engatamos em uma deliciosa conversa, Esme disse que providenciaria vestidos para mim, e, que eu era convidada a permanecer no castelo, de início eu não quis, mas, ela acabou me convencendo. Já devia ser tarde quando eu bocejei.
—Oh Bella. -Disse Esme pesarosa.-Já é tarde, e, você está cansada.
—Verdade.-Eu disse suspirando.-Você e Alice se importam se eu for dormir? -Eu fiquei corada.
—Boa noite Bella. -Disse Alice saltitando para fora do quarto.
—Boa noite Alice. -Eu disse me deitando.
—Boa noite Bella. -Esme veio até a mim e me deu um beijo na testa. Como Esme lembrava minha mãe Renée. Suspirei fundo.
—Boa noite Esme. -Eu sorri o melhor que pude.
Então Esme e Alice sairam de meu quarto fechando a porta. Suspirei fundo, apaguei a vela que estava em minha cabeceira. Céus, que breu. Eu não conseguia pregar os olhos, de repente uma saudade bateu em meu peito e nós se formaram em minha garganta. Eu sentia falta de Renée e apesar de tudo sentia falta de Charles. Mas era melhor sentir falta deles do que ser infeliz o resto da vida ao lado de um deconhecido.
Meu peito não ficou apertado apenas pela minha saudade. Mas por minha saudade e de preocupação também. A Guerra havia acabado de começar mas eu sabia que tão cedo não acabaria. Eu temia pela vida de meus pais. Enfim consegui pregar os olhos. Mais meus sonhos foram um tanto irritantes, meu subconsiente so conseguia vizualizar as obres verdes do sir Edward Cullen. O homem mais frio que conheci em minha vida.
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