Notas iniciais
Bom gnt, é minha primeira fic, espero que goste.
Boa Leitura.

Elena não estava ansiosa para sair do Orfanato St, Mikaelson. Sabia muito bem o que significava aquele chamado à sala da sra. Sommers: o aviso de que o orfanato, sua casa durante tantos anos, ia se transformar numa recordação.

Hesitante, bateu à sólida porta de carvalho, depois abriu-a e entrou.

Elena era uma garota magra, de expressão amedrontada, grandes olhos de um castanho-dourado, cabelos levemente ondulados.

Parou diante da enorme mesa e cruzou as mãos, nervosa.

— Não fique com tanto medo — Jenna Sommers disse suavemente.— Tenho boas notícias para você.

— Encontrou algum lugar para onde eu possa ir? A mulher sorriu e pegou uma carta.

— Você é uma jovem de muita sorte. Não é sempre que alguém aqui consegue essa chance. Na verdade, durante os trinta anos que passei dirigindo este lugar, acho que nunca vi nada parecido.

Elena gostaria que a sra. Sommers fosse diretamente ao assunto. Não conseguia imaginar por que estava tão animada.

— Sente-se. Acho que vai levar um susto.

— O que é, afinal, tia Jenna?

— Você vai para a Sardenha!

— Sardenha! — Elena repetiu, depois de um longo silêncio.— Mas. . . por quê. . . ? Quem. . . ? — Não estava entendendo. Não gostaria de ir para o exterior. Não queria sair do orfanato e, muito menos, ir embora da Inglaterra. Era um pensamento que a amedron­tava. Arregalou os olhos, sem acreditar no que tinha ouvido. — Do que está falando?

— Disto. — A diretora sorriu. — Chegou uma carta do sr.Salvatore. Ele convida você para se hospedar em sua casa pelo tempo que quiser. É uma ótima chance, Elena, e estou muito satisfeita. A garota empalideceu...

Elena não estava ansiosa para sair do Orfanato St, Mikaelson. Sabia muito bem o que significava aquele chamado à sala da sra. Sommers: o aviso de que o orfanato, sua casa durante tantos anos, ia se transformar numa recordação.

Hesitante, bateu à sólida porta de carvalho, depois abriu-a e entrou.

Elena era uma garota magra, de expressão amedrontada, grandes olhos de um castanho-dourado, cabelos levemente ondulados.

Parou diante da enorme mesa e cruzou as mãos, nervosa.

— Não fique com tanto medo — Jenna Sommers disse suavemente.— Tenho boas notícias para você.

— Encontrou algum lugar para onde eu possa ir? A mulher sorriu e pegou uma carta.

— Você é uma jovem de muita sorte. Não é sempre que alguém aqui consegue essa chance. Na verdade, durante os trinta anos que passei dirigindo este lugar, acho que nunca vi nada parecido.

Elena gostaria que a sra. Sommers fosse diretamente ao assunto. Não conseguia imaginar por que estava tão animada.

— Sente-se. Acho que vai levar um susto.

— O que é, afinal, tia Jenna?

— Você vai para a Sardenha!

— Sardenha! — Elena repetiu, depois de um longo silêncio.— Mas. . . por quê. . . ? Quem. . . ? — Não estava entendendo. Não gostaria de ir para o exterior. Não queria sair do orfanato e, muito menos, ir embora da Inglaterra. Era um pensamento que a amedron­tava. Arregalou os olhos, sem acreditar no que tinha ouvido. — Do que está falando?

— Disto. — A diretora sorriu. — Chegou uma carta do sr.Salvatore. Ele convida você para se hospedar em sua casa pelo tempo que quiser. É uma ótima chance, Elena, e estou muito satisfeita. A garota empalideceu...

Notas finais
E ai, o que acharam? Gostaram? Odiaram?
Comentem.
Até. Dje.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.