A Garota De Vermelho E Branco.

3 De volta a Polônia, Jula...


Jula acordou e se assustou de estar no chão e quase não se lembrou o que estava acontecendo, mais logo ouviu um pavoroso estrondo.

Buum!!

–Lembrei, infelizmente lembrei onde estou e porque estou aqui.

Dizia ela pegando seu diario para começa a escrever

–Querido diário, hoje mais uma vez estou aqui lhe escrevendo -e quase não lembrei o que esta acontecendo- o que e quero lhe dizer que estou sem rumo, sem felicidade. E agora o que eu faço? Pena que não podes falar tenho certeza de que você iria me ajudar- eu espero –to brincando Didi... Você deve estar se perguntando quem é Didi, Didi é você bobinho você agora é meu melhor amigo ok?!...

Jula tinha que fingir ou tentar ser feliz.

–E agora? O que eu vou fazer? Pra onde eu vou? Porque eu vou pra onde eu irei? Ah? O que eu estou falando? Chega de sofrer.

E continuou escrevendo.

– ...Estou cansada de resmungar, por causa da maldita guerra... Chega de nazismo, chega de violência, não sei mais o que fazer... Queria que alguém se apaixonasse por mim e poder retribui esse amor, queria um dia poder ser mãe, mais será que ira sobrevier alguém na Polônia? Será que eu vou sobreviver? Bom, termino aqui.

2/9/1939.

Jula começou a chorar e uma lagrima caiu no papel e La ficou marcada, futuramente vai fazer a diferença. Jula pegou sua mochila coloco “Didi” lá dentro e saiu a caminho de lugar nenhum. Estava sem rumo, estava literalmente sem rumo.

–Espero lembrar este caminho, espero estar viva para lembrar este caminho, para voltar pra cá, espero que um dia se essa guerra acabar, sobrar poloneses para reconstruir a Polônia e tornar essa casa, um casarão histórico, e eu poder vir aqui e dizer pra todo mundo onde fiquei, onde dormi, eu somente espero.

E saiu a procura de algum lugar, mas sabia que voltaria pra lá.