A Frutinha dos Desejos
5 Capítulo 5
Alice voa pelo Brasil em busca de uma aventura.
Alice: Agora eu sou a Super Ecila, e vou finalmente defender aquilo que eu mais amo. O meu planeta. Vou defender a natureza da maior ameaça a ela, os seres humanos.
Enquanto ela voa vai pensando. “E se eu precisar falar com a Lê?” Alice pega a penúltima frutinha que tem consigo e come.
Alice: Eu desejo poder me comunicar com a Lê.
Imediatamente apareceu em seu bolso um celular azul (sua cor favorita), em casa, Alessandra, sentiu algo em seu bolso, tirou de lá e viu um celular de sua cor favorita (roxo) e ficou olhando com cara de dúvida.
Alice: E agora? Será que conseguirei voltar pra casa? Desejo que minha mente seja uma máquina completa, com GPS, câmera de filmar, tirar foto e um radar pra eu saber onde estão as pessoas que conheço!
Imediatamente seus olhos brilharam como o zoom de uma câmera digital. E ela enxergou no ar um mapa com sua localização e de sua casa. Ao piscar os olhos devagar ela enxergou tudo lá embaixo como se estivesse perto, e ao piscar rápido ela tirou uma foto. Depois conseguiu ver o mapa do mundo todo.
Alice voou mais rápido. Colocou um sorriso no rosto, um sorriso que indicava travessura. Voou tão rápido que se viu de volta em casa. Mas, como? Se ela estava voando em direção oposta? Sim, tinha dado uma volta ao mundo. E conseguiu enxergar tudo que passou por baixo dela.
Alessandra: Nossa Ikki! Deu certo! Você não é apenas o cavaleiro mais forte, mas o mais inteligente.
Ikki: Foi apenas uma ideia, qualquer um poderia ter pensado nisso.
Seya: Olha só, o Ikki está todo modesto... Por dentro deve estar pensando: Eu sou demais mesmo!
Todos: (Rindo felizes)
Shun: Olha ali encima! É a Alice?
Shiriu: Parece ser.
Alice: Oi gente! (desce) Vocês não vão acreditar! Eu dei uma volta ao mundo!
Alessandra: Não precisa abusar da nossa credibilidade só por causa de tudo o que está acontecendo.
Alice: É verdade! Eu tirei fotos! Ativar Data Show!
De seus olhos saiu uma forte luz que bateu na parede. Ela foi passando foto a foto, e depois mostrou uma filmagem no céu entre as nuvens, em algumas partes da filmagem era possível ver um pedaço de seu braço ou da sua roupa, e ouvir a respiração ou alguns comentários dela no meio do vento.
Hyoga: Impressionante.
Shun: Nossa!
Alessandra: Você realmente exagerou dessa vez.
Alice: Olha só quem fala, “Mini super Fênix”!
Todos ficaram sérios e Alessandra estava morrendo de vergonha.
Mãe: Alê, Ali! Tá na hora do lanche da tarde! Subam aqui. E chamem seus amigos.
A casa ficava no segundo andar e o primeiro tinha um galpão vazio para as crianças brincarem e para fazer festas. O quintal ficava atrás da casa na frente da porta do galpão, era lá que todos estavam. Para ir até o segundo andar bastava subir uma rampa de cimento que ficava do lado da casa perto de um enorme muro de mais de quatro metros.
Todos subiram a rampa e Alice ainda estava vestida como Super Ecila, enquanto ela contava pra mãe e a Shun sobre o que aconteceu ela e Shun ficavam cada vez mais amigos.
Shiriu: Não queremos incomodá-la.
Mãe: Não precisa se preocupar. Eu tenho que fazer alguma coisa por vocês já que vocês cuidaram das minhas filhas durante a tempestade lá no hotel. (A mãe delas ainda não estava convencida de que tudo tinha sido causado por um Deus mitológico de alguma cultura aí, talvez fosse uma ilusão, talvez nunca fosse revelado realmente o que era)
Alessandra tinha ficado para traz olhando as plantinhas que nasciam no lugar onde ela plantou as frutinhas. Elas cresciam rápido e com a leve chuva que estava caindo elas foram crescendo mais rápido. E alguns segundos já viraram árvores, bem diferentes da primeira. A primeira era baixa com galhos torcidos. Essas eram altas, com galhos retos, e a copa se fechava lá no alto, não deixando entrar nem um pouco de luz. Debaixo das árvores, era noite. Aquele quintal se transformou em uma floresta.
Era muito bonito. No centro não tinha uma única árvore, e lá um círculo de luz de alguns metros iluminava o chão. Ela decidiu colocar uns bancos lá. Ficaria bonito.
Depois do lanche até Alessandra (que não comia muito) estava cheia. Os cavaleiros já tinham elogiado o lanche até acabarem as palavras.
Alice voou pelo quintal e gritou ao ver as árvores. Todos foram correndo ver, o quintal virou uma belíssima floresta. Alice voou na copa e derrubou várias frutinhas.
Alice: Alê! Vê se elas funcionam!
Alessandra: (come uma) Quero correr e pular mais rápido e mais alto do que qualquer coisa. (deu um enorme salto até a copa das árvores) Deu certo!
Hyoga: (Pega uma frutinha) Posso tentar uma coisa?
Alice: Vai!
Hyoga: (come frutinha e pensa) “Quero que minha mãe viva e aparece aqui agora.” (Abre os olhos e não vê seu desejo se realizar. Abaixa a cabeça meio triste) “Talvez não fosse pra ela voltar”
Alice: Funcionou? O que você pediu?
Shiriu: Você está bem Hyoga?
Hyoga: Tudo bem. Acho que nem tudo pode acontecer.
Ikki: Alice, Alessandra. Vocês acham que essas frutinhas podem ressuscitar pessoas?
Hyoga: Acho que não é possível Ikki.
Alice: Ah! Já sei de quem você está falando! (pega uma frutinha e come)
Ikki: Será que até disso ela sabe?
Alessandra: Será que...
Shun: Do que você está falando Ikki?
Ikki: (pensa) “Esmeralda”
Der repente uma fumaça branca se materializa no ar, na frente de Ikki e começa e criar forma de pessoa. Então a fumaça se junta até virar uma mulher loira com um vestido cheio de flores.
Os olhos de Ikki brilham:
Ikki: Esmeralda!
Esmeralda: Ikki! O que aconteceu?
Shiriu: Incrível! Ela se parece muito com Shun!
Hyoga: É possível ressuscitar pessoas? Mas, como meu pedido não foi realizado?
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