A Força D'um Amor (+18)
40 Capitulo XXXIX
Notas iniciais
De repente, Sónia volta-se para Scott, e pergunta-lhe:
– So where do you staynow? Yesthis becauseyou're notthinking aboutsleepingwith me? — Pergunta Sónia, francamente preocupada...
"Então onde tu ficas hoje? Sim isto porque não estás a pensar em dormir comigo?"
–No!Sonia, we'll talk... — John explica muito calmamente.
" Não! Sónia, nós vamos falar..."
–But What do you talking about?- Sónia arqueia a sobrancelha sobre o olho direito, demonstra a sua dúvida e a sua decepção
" Mas falar sobre o quê?"
–Aboutwhat I camehere to do, ordo you thinkI camejust to see you? No!Soniadid not come, I want you to readthis — Declara John ao entregar uma pasta a Sónia — andsayif you agreeor ifyou need to changesomething andthen signfor ongoingdivorceprocess...
"Sobre o que eu vim cá fazer, ou julgas que vim só para te ver? Não! Sónia não vim, quero que leias isto e digas se concordas, ou se é preciso alterar alguma coisa e depois assinar para dar andamento ao Processo de divórcio..."
Sónia poisa os papéis na mesa de centro da sala e vai à cozinha:
– Do you want a coffe?
"Queres um café?"
– No!Thanks,but I wantyou to signthe papers...
"Não! Obrigado, mas quero que assines os papéis"
– Ok John. — Sónia entra na cozinha.
*
No quarto de Lisa, esta levanta-se, acende a luz limpa a cara com as mãos olha para um lado e para o outro senta-se na cama, naquele quarto que em breve irá deixar de ser seu para todo o sempre não haveria outra alternativa senão ir para Los Angeles só espera que Sónia perceba que de facto há um forte motivo de ir com seu pai. Em seguida abre a porta do seu guarda — fatos e procura alguma coisa aí dentro tira sapatos e volta a colocá-los por ordem até que finalmente vê algo, lança mão sobre o objecto e tira-o. Caminha elegantemente sobre o taco até à cama, e coloca a grande barjuleta* *cor de vinho em cima do seu leito. Abre o fecho preto e introduz aí roupa interior, até meio, seguidamente, volta a abrir o seu resguardo e tira de dentro calças que estavam penduradas, umas de ganga, bombazinas, saias, vestidos, e muitas camisolas. Ao fundo do armário vê uma mala gigante vermelha, tira-a para fora pela asa que está sobre a abertura.
«Bingo!» pensa, abre o fecho e insere aí os cabides de calças os ténis vão juntamente com outra roupa interior na mochila. Caminha, apressadamente, pelo quarto abre gavetas e retira roupa para cima da cama, dobra-a, em seguida, coloca-a no âmago da sua sacola de viagem, ao fim de algum tempo fecha a mochila com o seu fecho, e senta-se sobre a cama, abre a gaveta da sua mesa-de-cabeceira retira de lá o seu mp3, e um porta cd's de metal pintado a preto. De repente, Lisa levanta-se e desliza sobre o taco envernizado alcança a sua aparelhagem, abre a drive e retira o seu cd predilecto ao lado da estante onde se situa o aparelho, localiza-se um suporte de cd's é retirado alguns dispositivos e colocados na caixa.
Posteriormente, Lisa faz a cama, abrindo a porta da casa-de-banho despindo a sua amostra de pijama cor-de-rosa e toma banho, veste umas calças de ganga e uma camisola manda cumprida branca, depois veste por cima o casaco, azul de ganga.
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*
Numa cama estão duas pessoas:
– I Love You! — Diz uma mulher de cabelo curto, e coberta só com o lençol deitada sobre o peito de um homem.
"Amo-te!"
– Never leave me...
" Nunca me deixes..."
–No. I promise.
"Não. Prometo."
De repente, alguém abre os olhos castanhos ainda esbugalhados, senta-se na cama, com a cabeça entre os joelhos.
"Harry! Harry! You don't think more on Ginny, She diedfor me, do you know?" Tenta-se convencer "You can notthinkabout her any more, please! Therewill suffermore forthose who do notdeserve you..."Harry limpa a cara "It's beena long time, there is a lotthatwe do not see...Ouch!No,why now, whyohmy God!Whymake mesuffer,yet." - Levanta-se e vai à casa de banho.
"Harry! Harry! Não penses mais na Ginny, ela morreu para mim, percebes?Tu não podes pensar mais nela, por favor! Não vais sofrer mais por quem não te merece...Já passou bastante tempo, há imenso que nós não nos vemos... Ai! Não, porquê agora, porquê oh Meu Deus! Porquê me fazes sofrer, ainda."
Harry Chawdwick vive em Hogwarts nasceu em 31 de Julho de 1980, tem mais uma irmã a Becas, que vive em Pivet Drive.
As ruas no meio deste local eram estreitas, haviam imensos carros estacionados num parque público improvisado pelo senado. Becas, ou melhor Bernarda Chawdwick é uma mulher de armas, chateada com a filha, esta saíra de casa e agora Becas morre de preocupação tem imenso medo que lhe aconteça como a Harry e que a sua filha, a única que tem acabe por fugir de vez, por abandonar Los Angeles. Sem recursos, separada e desempregada Becas já não sabe mais o que fazer, para fazer face às despesas. Sente, pois, saudades de Harry deste nada sabe, mas pensa que é por pouco tempo. Pensa-se que morreu, coisa que Becas se recusa a aceitar, a verdade é que há mais de catorze anos que nada sabia deles, nem de Ginny, nem de Harry. Sabia sim que estavam separados, onde quer que estivessem não se suportam agora, ambos sofrem pela mesma causa. Por esse facto é que não perdoa Ginny, por ter feito mal à sua família, por os ter separado pelo mau pressagio que aquela relação causou, há sua família, pelo núncio da morte que causa no coração de seu irmão, no fundo por toda a dor e sofrimento que ela própria a culpabiliza por se ter ido embora.
Um campo com a relva verde, e com imensas árvores em torno desse espaço, quatro linhas desenhadas no chão, dois mastros onde se jogava corftbole numa estranha mas típica aldeia de Grindfindor perto de Hogwarts, uma casa humilde arquitectada a pedra, de modo simples e com uma varanda de madeira, a caixa de correio continuava atulhada de papeis as portadas das janelas edificadas de madeira permaneciam fechadas, ninguém sabia se estaria alguém a habitar dentro dela ou se não, o portão estava fechado. No interior daquela casa assombrada estava tudo escuro, sem uma luzerna de Sol, sem o branco da Lua, vivia um homem escondido do Mundo, um planeta que o fazia sofrer. Há mais de catorze anos que não sabia nada da sua ex-noiva que tanto o marcou e isso só por si bastava-lhe, não porque ainda a ame; mas pela forma estúpida que acabaram.
*
Lisa pega na bolsa e sai do quarto arrastando consigo a bagagem.
A escuridão da noite cada vez mais clara, o luar enfraquece. John levanta-se e pega nos papéis já assinados.
– You're goingwell, makes agood trip, John!
"-Vais bem, faz uma boa viagem, John!"
–Where isLisa? — John está impaciente.
"- Onde está a Lisa?"
– I'm here! — Anuncia Lisa já descendo a escada.
"-Estou aqui!"
– Whenyou get therecall me, please. John! Byeverything,I pray theetakegood care of her... — suplica a mulher fora de si.
"- Quando lá chegarem telefonem, por favor. John! Por tudo, peço-te toma bem conta dela..."
– Sonia! You comewithusto the airport. — Tenta-a acalma-la abraçam-se, apenas por segundos.
"-Sónia! Tu vens com nós ao aeroporto."
Apesar de tudo, Sónia ainda se sentia dele, protegida por ele. Agora, estava cada vez mais frágil, e mais dependente do carinho de John, alguma coisa que tivesse sobrado daquele casamento, alguma réstia que tivesse sido esquecida. A verdade dos factos é que Sónia sentia a falta de John, e agora era tudo tarde para voltar atrás, ela sabia que não podia perdoar o facto de ser 'espancada' por ele.
– Oh Sónia! Que lamechas...
– Come on! — Chama Lisa, já há porta impaciente à espera.
" — Vamos!"
Pipa sai com Sónia, ambas vão no carro de Pipa, enquanto ele atravessa a rua com Lisa, ambos dirigem-se para um parque de estacionamento, no qual estaria o jipe de John, este abre a mala que é logo preenchida pelas coisas da Lisa, ele entra para trás do volante e ela entra para o seu lado.
– Put on yourseatbeltplease.
"-Põe o cinto de segurança se faz favor."
John introduz a chave na fechadura e dá á ignição que logo acende as luzes do jipe e iluminam a estrada, as rodas rebolam pelo alcatrão preto, alguns metros depois alcançam Pipa e Sónia que afrouxam ele ultrapassa-as.
– Fogo! Sónia onde ele aprendeu isto?
– Não sei.
Em poucos minutos chegam ao aeroporto. John estaciona o jipe e abre a bagageira Lisa tira as coisas com o estômago às voltas por causa da rápida condução de seu pai. Entretanto, chegam Sónia e Pipa, estacionam e espera-os, há entrada. Lisa arrasta o seu trólei pelo parque de estacionamento o pai acompanha-a. No seu passo vagaroso, ambos aproximam-se da entrada, Pipa e Sónia acenam-lhes. Eles aceleram os pés.
– Mãe, Pipa, que bom vir aqui!
– Ainda podes desistir dessa tua ideia peregrina de me afrontares, filhota.
– Já te expliquei que eu tenho que fazer esta viagem.
– Sonia, a year quickly changes.
"-Sónia, um ano passa depressa."
Eles entram no aeroporto, põe as malas de Lisa no carro de ferro do lado de dentro do grande casario. Em seguida, dirige-se com o pai para o balcão, no qual preenche a papelada relativa ao embarque.
– O avião privado de Mr. John espera-os no exterior. — Informa a balconista, em simultâneo a passar um papel em que menor terá uma identificação.
– Ok.
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*Barjuleta é um sinónimo de mochila, era uma mochila daquelas dos alpinistas, sendo enorme.
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