A Force Called Love

35 Over and over again, till the end.


Notas iniciais
AI QUE CHOROSIDADE Meu Deus, eu quero que vocês leiam logo e que deixemos o amor pro final ;) Leiam ouvindo Over Again da 1D se quiserem, porque eu escrevi ouvindo e acho que encaixa bem. P.s.: ANNE NÃO ME MATA COM ESSA RECOMENDAÇÃO SUPER MORDÍVEL, EU TE AMO

– O quê?? Como... como assim? Seu pai tá vivo?? – Ele parecia tão impressionado quanto eu.

– Eu... parece que ele se mudou pra lá alguns anos atrás e... levava uma cópia da minha certidão de nascimento na carteira, por isso, acharam que eu era seu único parente.

– E... E isso quer dizer que...? – Falei, com medo da resposta. Ele suspirou, abriu e fechou a boca umas duas vezes.

– Quer dizer que... apesar de ele não ter sido nada “pai” pra mim... eu tenho que ir até lá.

– Guto... – Murmurei, com o resto de voz que eu tinha.

– Jess, pode ser a única chance que eu vou ter com ele. O cara tá entre a vida e a morte. Talvez eu só tenha que tentar passar esses últimos momentos com ele. – As lágrimas brotaram em meus olhos e eu não as contive. – Não chora, amor... – Diz ele, se aproximando e limpando minhas bochechas com os polegares.

– M-mas... mas... você vai pra Rússia, cara... e eu... a gente... – Fiquei em silêncio, não precisava continuar. Ele me abraçou firme.

– Eu sinto muito. – Sussurrou, com o rosto na curva do meu pescoço. – Sinto muito mesmo.

~*~

POV’S NATE

Estávamos indo pro hospital.

Carol estava tendo as contrações do parto, e a gente voou a mil pela estrada. Eu só queria saber se ela era mesmo minha filha ou se Carol armara tudo aquilo. Mas, ao mesmo tempo, queria vê-la, tocar a pele macia daquela criança que podia (ou não) ter sido gerada por minha causa.

Chegamos lá e ela foi atendida de primeira, na emergência. Apesar de estar com a barriga realmente enorme e sem maquiagem, Caroline continuava muito bonita, com seus fios loiros e compridos caindo sobre os ombros enquanto ela era colocada na maca.

– Nate! – Fala ela e eu me aproximo. Ela segura minha mão e me olha. Aquele olhar era diferente de todos que ela já me enviara. Era um olhar apavorado. – Não me deixa sozinha, por favor. Entra comigo. – Como eu sabia que os pais podem acompanhar a cirurgia, assenti e segui a maca até o quarto branco e iluminado da sala de operação.

~*~

POV’S JULIE

– Mikael, se você não me disser agora o que está acontecendo, eu vou chamar a polícia e te denunciar por sequestro. – Digo, no que ele ri e continua com os olhos na estrada que se estende à nossa frente.

– Você vai ver, porra. Se eu contar, a surpresa vai pro beléléu. – Olhei-o, cética.

– Beléléu? Desde quando você fala beléléu?

– Desde agora. – Deu de ombros.

– É bom que esse mistério valha a pena.

– Vai valer, meu amor. – Já faziam oito meses que estávamos juntos. Passara muito rápido, rápido demais, na minha humilde opinião. Apesar de amar namorá-lo, e ele ser um namorado perfeito, algo que não saía da minha cabeça era: relacionamentos sempre acabam com rompimento ou casamento. E casamentos sempre acabam com separação ou morte.

De qualquer jeito, nos separaríamos um dia, e isso me deprimia, porque eu realmente amava Mike. Ele era o garoto mais perfeito que eu já conhecera, apesar de sua inclinação para a taradisse.

Porém, se fosse para escolher entre um dos fins, eu preferia a morte.

As estradas pavimentadas deram espaço ao chão batido, e à variedade de mato dos dois lados da pista. Eu reconhecia aquelas ruas de algum lugar, mas não conseguia lembrar. Era como lembrar de um sonho há muito esquecido. Por isso, resolvi esperar pra ver.

Com o carro nos 60 km/h, não estávamos tão rápidos assim, mas o suficiente para chegarmos ao destino em meros 20 minutos.

Uma construção comprida e alta se ergueu diante de nós. Vidros escuros e paredes brancas. Eu definitivamente conhecia aquele lugar e a voz de mulher enjoada gravada falando números de voos.

– O aeroporto?? Pra que diabos a gente tá em um aeroporto, Mike? – Ele revirou os olhos, saindo do carro. O segui.

– O que se faz em um aeroporto, Ju? – Meu estômago gelou.

– Não me diga que... – Ele abriu o porta malas e tirou duas malas pretas.

– Vamos entrar? – Fui atrás dele, meio contrariada.

– Você vai viajar? Pra onde? E por que eu vim junto? Isso não faz o menor sentido. – Ele não respondeu. Fez o check-in e me deu uma passagem. Quando li, as coisas fizeram menos sentido ainda.

– Hã... Paris? Você vai fazer uma banal viagem para PARIS?? – Ele riu. – Que diabos tu tá rindo guri, uma viagem pra Paris custa uns mil pila, como...

– Eu não vou pra Paris, Ju. – O olhei.

– Não? – Ele me puxou pela cintura e mostrou outra passagem.

– Nós vamos. – Demorei cinco segundos pra associar. Quando consegui, comecei a gaguejar.

– M-mas... mas... Paris? – Sim, que coisa desconexa e escrota. Mas ele sorriu ternamente mesmo assim.

– Eu te amo. – Não respondi nada, apenas abracei seu pescoço e o beijei ardentemente.

~*~

POV’S JESS

Os dias estavam tão chatos sem o Guto. Tão normais. Ele fora para a Rússia há poucos dias e eu já estava me sentindo como se uma parte de mim houvesse sido arrancada.

Andei lentamente até a sala e me cobri até o pescoço, começando a ver American Horror History. Estava muito sozinha, e nem Nick conseguira me fazer sentir melhor.

Mike havia viajado pra Paris com Julie, ele estava planejando isso há um tempão, só eu sabia. Queria ter estado lá quando ele mostrou-lhe a passagem, ela deve ter ficado louca.

Sorri com a lembrança daqueles dois. Lindos. O casal perfeito, meus melhores amigos. Me encolhi mais. Como eu queria eles ali, comigo, para fazermos brigadeiro e ficar atirando na cabeça dos zumbis do The Last of Us até de manhã...

Sacodi a cabeça e me concentrei no seriado. Nem aquilo estava me animando. Minha mãe me levara no cabeleireiro, manicure, pedicure, massagem linfática, até me colocou numa aula de muay thai (o que eu amei) tudo pra me distrair. Agora eu estava com o cabelo perfeito, unhas do pé e da mão pretas brilhantes, uma pele perfeita, músculos e nós dos dedos fortes, mas ainda assim estava vazia.

Era uma tristeza de intensidade diferente. Na maioria, você fica ruim mas logo acontece algo que te anima. No meu caso, era como se eu tivesse morrido mas continuasse vivendo.

Vazia.

Continuei assistindo, meio absorta no seriado, meio na Rússia. Russas são bonitas?

Para de pensar nisso, Jessica. Ele não é mais nada seu. Vocês são amigos e só. Amigos. Amigos. Amigos.

– Amigos? – Diz, abrindo os braços para um abraço. Eu chorava muito à esse ponto, porque a aeromoça já anunciara o voo dele. Já sabíamos que seria impossível, por mais que nos amássemos, manter uma relação de tão longe.

Do outro lado de país até vai, mas do outro lado do mundo...

– Óbvio. – E o abracei, chorando contra seu peito.

– Shh... – Beijou minha testa. – Não chora. Eu te amo.

– Eu também, Guto. Nossa, eu te amo muito cara.

– Última chamada do voo 5994 com destino à Nova Iorque. – É, ele ia de NY pra Rússia.

– Última chamada teu cu. – Murmurei, ainda encostada nele, que riu.

– Tenho que ir. – Hesitou e me deu um selinho. – Tchau, Princesa.

Não pude conter as lágrimas que voltaram com força aos meus olhos. Solucei, o que ecoou por toda a sala. Limpei as bochechas com a manga do moletom.

Não chora.

Não dê motivos para que te chamem de fraca.

Dê a volta por cima.

Saia ganhando.

~*~

POV’S NATE

Não pude conter uma lágrima em meio às risadas que dei enquanto voava pela pista.

Caroline mentiu.

Não, ela não fingiu gravidez, como todos esperávamos. Ela estava grávida.

Olhei de relance para os exames em papel branco no banco do passageiro, esperando para serem vistos pelos olhos castanhos mais lindos do mundo. Sorri, eunquanto a solitária lágrima rolava de encontro ao meu queixo.

Ela estava ali porque eu vira a menina. Eu a vira nascendo. Eu senti um amor incondicional para com aquela criança, apesar de saber no meu inconsciente que não era minha filha.

Ela era tão linda. Ja nascera com os olhos abertos, e eu sabia que eles seriam azuis como os de Carol. Seus cabelos eram quase brancos de tão loiros, e ela pesava 3,500kg. Grande, gorda, linda.

Como podemos nos sentir tão bobos perto de crianças? Eles são tão indefesos, tão sensíveis, tão quebráveis! Eles desarmam-nos e nos fazem sorrir feito idiotas. Mas nós os amamos. Foi isso que senti em relação à Alicia.

Alicia. Eu escolhera o nome da “nossa” filha. Ela tinha cara de Alicia. Ela era linda como o nome sugeria.

Ela não tinha preço, ela era incalculável. Ela era alguém sem falhas, sem desejos, sem pendências, sem dores, sem culpas. Ela era perfeita. Aquele era o estágio de maior perfeição do ser humano. Aquele era o momento em que você os olhava e dizia: “Porra, ele vai ser um adulto fenomenal”.

Mas Alicia era filha da Caroline. Pra alguém com uma mãe como aquela, não se imaginava futuro diferente do da mãe. Vadia. Uma vadia, dando por dinheiro, sem grandes ambições na vida.

Que ficaria grávida para prejudicar os outros, como a mãe fez.

Virei com tudo a avenida e quase atropelei um cara engravatado.

– Ô desgraça! – Falei, e ele me ignorou. Melhor assim.

80, 90, 100 km/h. Eu chegaria ao meu destino em pouco menos de cinco minutos, se minhas contas estivessem corretas.

Então ok. Faça isso. Arrume provas. Depois fale comigo.

Sorri, sentindo a lágrima pingar do meu queixo para o colo. Terá suas provas, Jess.

Entrei no bairro dela e parei de qualquer jeito na frente da sua casa. Bati na porta. Ela não veio atender.

Bati repetidamente até que ela percebesse minha insistência e abrisse a porta.

– Porra que estressa... Nate? – Ela usava moletom, shorts de pijama pretos e um coque nos cabelos negros. Gostosa.

– Jess. – Ergui os exames. – Temos que conversar.

~*~

– Armação.

– Como ela conseguiu armar uma gravidez, Nathaniel? – Pergunta, se sentando em frente à mim. – Isso não faz o menos dos sentidos. – Estendi os exames para ela.

– Vê aí. – Ela abriu e leu. Seus olhos se arregalavam um pouco mais a cada linha.

– Peraí, isso é...

– Eu fiz três exames de DNA. Nenhum bateu, Jess.

– Nate. Você conversou com a Carol sobre isso? – Suspirei.

– Não. Ela está muito cansada por causa da cirurgia. – O rosto de Jess se iluminou levemente.

– E o bebê? – Não pude evitar de sorrir.

– Uma menina. Ela é perfeita, Jess. – Ela sorriu, inconscientemente. – Loira, de olhos azuis claros, 3,500kg, grandona, a menininha mais linda que eu já vi. – Mexi no cabelo, sentindo a tristeza me dominar. – Pena que tem a mãe que tem. Ela poderia ser brilhante. – Jess concordou.

– Agora é rezar para descobrirmos quem é o pai. – Assenti e me levantei.

– Vou tirar essa história à limpo agora com a Carol. Claro, se ela puder conversar. – Jess se levantou e se aproximou de mim, me abraçando. O gesto foi tão inesperado que só pude retribuir dois segundos depois.

– Obrigada. – Disse, simplesmente. Não precisava dizer mais.

~*~

– Carol, preciso falar com você. – Ela estava deitada na cama, com soro na veia e uma expressão realmente acabada. Alicia estava na caminha própria para bebês que eles colocaram ali, ao lado da cama da mãe. A pequena dormia levemente em um sono profundo.

– Oi, Nate. – Disse, sorrindo tristemente, como se doesse. Sentei na poltrona ao lado de sua cama. E soltei os exames levemente em cima do lençol branco sob o qual se encontrava seu colo.

Ela os olhou, triste, com a compreensão já estampada em seus olhos de mar. Ela sabia que eu faria isso, e estava pronta para explicar.

– Eu não te amava, Nate. – A olhei. – Eu só queria vencer. Não conseguia me conformar com o fato de que a Jessica conseguiria você e eu não, que havia tentado anos a fio. Era como uma competição pra mim, e eu precisava ganhá-la. Então pensei um pouco. Quem seria a única pessoa capaz de fazer isso por mim pra prejudicar você com a Jess? Quem seria parceiro suficiente pra isso? – Meneei com a cabeça. Não podia ser. – O Rafa é o pai dela.

– O quê?? – Ela parecia prestes a chorar.

– Eu não sabia o que fazer. Quando você brigou com a Jessica eu vi uma chance maravilhosa de te ter. Mas você era completamente indiferente comigo. Uma gravidez mudava tudo. Por algum acaso, aquele era meu período fértil, e você deu mole pra mim na balada. Aí já viu. Você não me engravidou, Nate. Foi o Rafa. – Lágrimas grossas rolavam por seu rosto. Quando ele morreu eu pensei em abandonar tudo. Pensei em abortar, em matar meu bebê. E se a gravidez não desse certo? E se você descobrisse depois, como aconteceu? O que eu faria? Não posso ser mãe solteira, pensei na época. Isso seria suicídio social. – Suspirou, limpando as lágrimas. – Mas eu a amo, Nate. Eu amo Alicia. Pode ser incrível pensar que alguém tão sem coração como eu pode amar assim, mas eu a amo com todas as minhas forças desde que ela se mexeu pela primeira vez. – Lançou um olhar terno sobre o bercinho ao seu lado. – Ela é um pedaço de mim, e eu não quero que seja como eu.

– Carol, você é doida. Agora como vai criar essa menina? – Ela me olhou e sorriu.

– Tudo que eu sempre quis foi isso. – Divagou. – Que você se importasse comigo. Meio que deu certo, né?

– Com um tiro na culatra! Agora você tem uma filha, e precisa cuidar dela.

– Eu vou. Meus pais e eu vamos para Seattle.

– Seattle? – Falei, confuso.

– Meu pai conseguiu um embrego lá, e foi transferido para lá. Vou cuidar da Alicia. Vou ser pra ela a mãe que eu não tive. Eu prometo. – Me levantei e olhei por alguns minutos para a pequena, que ainda dormia.

– Vou poder vê-la algum dia? – Carol sorriu, realmente feliz por eu me preocupar.

– Sempre que quiser. – Andei até a loira e beijei-lhe demoradamente a testa.

– Eu acredito que você consegue, Carol. Você vai mudar e vai fazer de tudo pela Alicia. – Ela fungou, sorrindo.

– Eu juro, Nate.

~*~

POV’S JESS

Ele combinou de me encontrar no parque. Eu não faço ideia do porquê, mas eu estava meio isolada da sociedade, então aceitei.

Sentei na grama e comecei a afinar o violão. Sim, eu levara o violão. Problems?

Toquei “If I Were A Boy”, e no refrão ele chegou. Não profeiriu uma plavra, apenas se sentou ao meu lado e esperou que eu teminasse.

Olhei-o depois de tocar os últimos acordes e repuxei meus lábios em um micro sorriso. Ele sorriu mais abertamente, e mexeu no cabelo. Ficamos em silêncio por alguns momentos, apenas apreciando a calma.

– O Rafa. – Disse, por fim. – O Rafa é o pai da Alicia. – O olhei e senti as lágrimas virem à tona.

– O nosso Rafa?

– Ele era mais dela do que nosso. – Murmurou. – Mas sim, é ele. – Enterrei a cabeça nas mão, me controlando para não chorar. As cenas horríveis daquele dia me voltaram à mente com foça total. O tiro, o corpo dele inerte no chão com um buraco coagulando sangue no meio da testa.

Logo depois pensei na menina. Alicia. Um pouco mais velha, correndo pela casa, se agarrando à perna de Carol e lhe perguntando onde estava o pai. E a loira não saberia lhe responder. Certamente lhe diria alguma história fictícia que faria Alicia amar ainda mais o pai imaginário, mas nunca conheceria o verdadeiro Rafa.

Nem o Rafa drogado, que atraía coisas más e bandidos, nem o Rafa doce. O Rafa que morreu me protegendo, o Rafa que eu sabia que faria qualquer coisa para me ver sorrir. Isso fez com que o nó na minha garganta ficasse mais apertado.

– Meu Deus, que injustiça. – Falei, meneando com a cabeça. – Ele tem uma filha. Ele morreu enquanto a filha dele era gerada pela Caroline. – Levei as mãos aos cabelos, exasperada. – Onde esse mundo vai parar? – Ele simplesmente me abraçou. Eu não precisava de nada mais. O abraço dele era perfeito. Ele era perfeito, ninguém podia negar isso.

– A única coisa que podemos fazer – disse. – é mudar a nós mesmos. Não podemos fazer isso pelos outros, isso depende totalmente da boa vontade de cada um. – Assenti levemente. – E, para começar esse novo Nate, quero pedir perdão. Me desculpa, Jess. Eu fui um completo idiota, e eu sei disso. Você merecia algo melhor. – Incrivelmente, eu já não estava magoada. Nem com raiva, nem triste. Eu só queria ficar com aquele homem pra sempre.

– Você é o cara da minha vida, Nate. – Encostei a mão em seu rosto. – Eu te amo. – E ele me beijou, selando assim, o final dos antigos nós, e abrindo portas para os novos que viriam a partir daí.

Notas finais
Bom, eu queria dizer aqui que eu AMO vocês. Não importa se são fantasminhas, eu amo amo amo todos vocês que acompanharam esse drama sem pé nem cabeça do início ao fim. Quero agradecer pelas minhas O-I-T-O recomendações perfeitas, eu amo todas vocês. Quero agradecer em especial à Mandy (que sumiu, to preocupada contigo meu amor), à Chris Oliveira, à Whenever (É NÓIS FORA E DENTRO DO COMPUTADOR MY COCOTA), e à todos vocês que me inspiraram a continuar essa boxtica aqui. Quero que saibam que todos vocês são muito importantes para mim, todos ocupam uma parte do meu coração. É muito difícil acabar uma fic, principalmente sendo a primeira, mas eu não desanimo e sei que muitas virão depois dessa. EU AMO VOCÊS, SEUS LINDOS! Milhões de beijos, Whatever.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!