A Forasteira - Annabeth Chase

1 Capítulo 1 A Forasteira do Tempo


Notas iniciais
Através das eras passará
Contra as regras da morte,
seu destino trilha
encontrará seu lar o sábio valente?

- É o roedor de ouro das Hespérides. — disse Thalia Grace, tirando do bolço um pegueno camundongo de ouro de sua moletom preto, ela o entregou a annabeth.

-Um ratinho de ouro- disse ela com um sorriso, segurando o pequeno objeto- já ouvi a história é bastante simples, quando um herói filho de Zeus alcançou a árvore das Hespérides e de lá furtou um pequeno objeto de ouro, por isso uma enorme serpente que abitava o lugar, foi em direção à uma das deusas primaveris, sem encontrar o pequeno camundongo picou a Hespéride do crepúsculo.

- E o pobre herói, amaldiçoado, ficava cego a cada dia de sua vida durante o crepúsculo, quando o Apolo toca o horizonte, o nascer e pôr do sol — continuou Thalia — não é nem de longe uma das minhas histórias favoritas.

- E por que você estaria me dando esse objeto? Quíron sabe que você trouxe isso para o acampamento, Thalia? — disse ela devolvendo a pequena escultura de ouro.

-Eu já disse que é seu! Tudo bem que eu não expliquei bem o porque de você ganhar, mas eu estou em missão. Pelo jeito os deuses acreditam que é dever de alguém próximo do futuro portador dar esse presente para demonstrar que é algo inofensivo. E é eu não devo explicações para ele quando estou trabalhando para um dos doze.

- Quem me deu esse presente? Foi um deus? — disse ela surpresa.

-Sim, eu fui reivindicada por Héstia, deusa do lar e da lareira. Ela meio que me mandou a mensagem em um de meus mp3, foi meio assustador, ouvir uma voz assim no meio de uma música do Slash. Depois eu me separei das caçadoras e vim para o acampamento, claro que tive que passar em sua casa em São Franscisco, para pegar o roedor de ouro, um dos poderes da Senhora H. mandar presentes para a casa das pessoas.

-E o que eu deveria fazer com isso? Ela está me dando alguma missão com isso? — disse ela questionando.

-Ela apenas disse que é seu, e que você deve cuidar com determinação- disse Thalia com um sorriso, por ser gótica foi um pouco sombrio, mas a garota sempre conseguia rir de como os deuses mudavam a vida das pessoas com tanta tranquilidade sem mesmo explicar o que vão fazer.

Annabeth riu de volta, e colocou o objeto no bolço do jeans.

-Eu vou guardar no meu chalé então, vamos?

-Desculpe mas eu tenho que ir!

-Mas por que? — disse triste — eu nem pude conversar com você. Fique só hoje.

-Eu não posso, eu nem deveria estar de folga, eu estava em uma missão quando recebi aviso de H. foi muito bom te ver, mas eu tenho que ir de verdade, a caçada me aguarda. — disse e uma aura prateada brilhou em seus olhos, já que ela era uma das caçadoras de Ártemis, imortal, Annabeth olhou para amiga que não envelheceu nem um pouco em anos, se perguntou com seria daqui à algumas décadas — eu posso ir com você até o pinheiro.

-Melhor não, eu prefiro evitar despedidas chorosas — disse olhando para Annabeth — até logo, cuide bem do ratinho.

-Tchau, Thalia, fique bem.

-É claro que eu vou. — disse e continuou andando, sem olhar para atrás, até sumir no horizonte. Annabeth ficou olhando em frente ao chalé de Athena até a amiga sumir depois do distante pinheiro do acampamento.

.....

.....

Annabeth estava dormindo, ela ocupava a última beliche do chalé, ficava completamente coberta até a cabeça por uma manta azul.

Haviam mais quatro pessoas dormindo, cada um em sua beliche,dois garotos e duas meninas. Dois garotos e uma das garotas todos loiros, eram Fabricio,Giulio e Anna. E uma garota ruiva, Helbrey dormia perto da porta.

E lá no fundo, atrás de Annabeth, ficavam enormes estantes com milhares de livros. Em uma de suas prateliras, uma caixinha de jóias de mogno começava a emitir um brilho dourado, e se algúem estivesse acordado poderia dizer que ouvia o barulho de um rato roendo alguma coisa dentro da caixa.

....

....

Annabeth acordou com um animal em cima de sua mão, um pequeno camundongo amarelo, que ao ver a garota despertar fugiu.

A menina se levantou, olhou em volta e viu que não estava mais no acampamento. Estava em uma área aberta, atrás de si havia uma floresta e em diante uma pequena casa de madeira.

Ela se levantou, pegou sua faca que carregava no braço mesmo enquanto dormia, e foi em direção a casa. Parecia vazia, era estanho ela olhou em volta, era como se a casa estivesse isolada do mundo, não havia nada, apenas uma estrada de terra. Ela foi em direção da janela e não viu nenhum movimento. Virou-se para fora e olhou para o céu, o dia apenas começava a nascer.

Foi para a porta, e surpresa estava aberta. Ela entrou.

-Com licença, poderia me ajudar! — sem resposta, foi em diante.

Era uma casa simples, ela chegou em uma cozinha, passou por um corredor e encontrou um quarto, um garoto dormia com uma coberta verde. Seus cabelos eram pretos e sua pele branca. Era interior com certeza ela concluiu, não havia sinal de nenhum aparelho eletrônico. Ela então identificou um panfleto na parede, ele dizia:

" Bravo guerreiro, por lutar ao lado doPríncipe Negro, o filho mais velho e herdeiro do rei Eduardo III, Rei da Inglaterra".

Em baixo, havia uma foto do homem que estava dormindo na cama e uma data.

1346.

Annabeth olhou espantada, aonde estaria.

Notas finais
continua.