A Forasteira

31 Você não vai me perder.


Notas iniciais
Olá pessoas voltei depois de alguns séculos..... kkkkkkkk Mas quero agradecer pela paciência de vocês e dizer que graças a Deus consegui minha promoção. uhuuuuul Bem vamos ao capitulo. Boa leitura. Espero que gostem. Ah! desculpem os erros. kkkkk

Após a conversa que teve com Ruby, Emma estava bastante abalada. Era difícil para ela ver a morena tão triste. Sentindo uma imensa vontade de chorar, a loira saiu correndo em direção aos estábulos. Precisava correr por suas terras como sempre fazia quando se sentia perdida.

Montada em Argo, a loira corria sentindo o vento bater em seu rosto espalhando as lágrimas que desciam descontroladamente. Por todo esse tempo em que pensou que sua esposa estava morta vê-la de volta era tudo o que queria. Quantas vezes ela não saiu por suas terras chorando, implorando aos céus por tudo não passar de um terrível pesadelo. Quantas vezes ela voltava para casa e corria para o quarto esperando encontrar Ruby a sua espera. Mas todas as vezes ela levava uma porrada da realidade que lhe mostrava que Ruby nunca mais iria voltar para ela.

E agora, depois de ter se conformado com sua ausência. Depois de ter reconstruído sua sanidade, depois de ter se entregue ao amor novamente, de ter permitido que Regina fizesse morada em seu coração, o mesmo destino que sempre lhe impunha a solidão e a falta de sua esposa a manda de volta. Devolve Ruby tão maltratada, tão ferida, tão frágil. Agora quando ela não pode mais lhe dar seu amor como ela merece. Justo agora quando ela sabe que não pode mais viver longe de Regina.

— Regina... – sussurra a loira intensificando o choro.

Sua Regina, que também está sofrendo tanto por imaginar que não é mais o suficiente para ela. Mesmo que a loira tenha garantido que não a deixará, que ela é o seu amor, mesmo assim, Emma consegue ver o medo nos olhos castanhos que lhe devolveram a vida.

Emma sabe que fez a coisa certa e não se arrepende por isso. Mas o que está lhe matando é toda essa situação. Ela irá fazer de tudo para ajudar Ruby a se recuperar e se adaptar a nova vida, mas sabe que haverá momentos em que Regina achará que é muita coisa para suportar e Emma pede com todas as suas forças para que sua rainha não desista. Pede com afinco para que Regina continue forte e a seu lado.

E no meio disso tudo tem sua menina. Como será que Lexie vai ficar com tudo isso?

A loira passou toda a manhã vagando por suas terras e quando se deu conta já estava na hora de ir buscar sua filha na escola. Ela a buscaria para conversar sobre a Ruby e mais uma vez pediu aos céus para que sua filha aceitasse e entendesse essa situação da melhor maneira.

[SQ]

A noticia sobre a volta de Ruby já havia se espalhado pela cidade. Muitas pessoas que a conhecia estavam felizes e querendo revê-la, outros já espalhavam que a morena havia forjado a própria morte para se ver livre da loira.

No meio disso tudo havia uma pessoa que não tirava o sorriso dos lábios. E nesse momento estava sentada em uma das mesas do restaurante de Jene.

— Que sorriso é esse? – perguntou Daniel parando em frente a Lily.

— Ora, estou feliz.

— E você poderia compartilhar comigo o motivo de tanta felicidade? – perguntou ele sentando-se em sua frente.

— Não ficou sabendo que Ruby voltou?

— A esposa da Emma? Sim. E porque isso? Ela era sua amiga?

— Pouco me importa a Ruby.

— E então?

— Conhecendo a Emma, como eu conheço. Tenho certeza que não deixará a esposa desamparada.

— Isso eu sei. Emma é uma pessoa difícil, mas é uma mulher correta.

— Exato meu caro. Com Ruby de volta ela irá dar um pé na bunda daquela forasteira metida.

— E porque isso te alegra tanto? Mesmo assim você não terá chance com a Emma.

— Se Emma não ficará comigo, também não ficará com Regina. – sorriu ainda mais. – E com a Ruby é mais fácil lidar.

A atenção de Lily e tomada por uma pick-ap que acabara de estacionar em frente a escola. Ela sabia muito bem que estava chegando e sentiu seu coração se alegrar ao ver Emma saindo do veículo.

— Veja como estou certa. – disse e Daniel olhou na mesma direção que ela.

— Ela parece...

— Perdida? Sim, está tentando decidir o que é certo a se fazer e eu sei exatamente a decisão que ela vai tomar. Essa idiota ama mesmo a aquela forasteira, por isso está tão mal.

— Você não presta Lily. – disse ele com nojo.

[SQ]

Emma estava encostada no carro quando sua garotinha veio em sua direção. Emma a abraçou forte e a colocou no carro.

— Por que a mamãe não veio? – perguntou a garotinha.

— Não gostou que eu tenha vindo te buscar?

— Claro, mãe. – sorriu. – Mas ela poderia ter vindo junto.

— Ela virá amanhã. Eu vim porque precisamos conversar. – disse Emma dando partida no carro.

— É sobre minha mãe Ruby? – perguntou e Emma sorriu.

— Sim meu amor. Sua mãe voltou e quer muito te ver. – disse e a garotinha assentiu. – Ela ta doente e precisa muito da gente. Você entende isso?

— Sim, e eu quero cuidar dela também como a gente cuidou da mãe Regina. – falou e Emma sorriu.

Sua garotinha era uma menina iluminada. Sempre entendendo e querendo proteger as pessoas. Talvez Emma tenha subestimando a filha. Lexie estava parecendo tranqüila com tudo o que estava acontecendo.

— Você entende o que esta acontecendo filha? Entende que sua mãe passou por muita coisa e por isso precisou ficar longe da gente? – perguntou Emma.

— Sim mamãe. Se ela ficou longe é porque aconteceu alguma coisa seria com ela. Ela ama muito a gente. A vovó me contou ontem. – disse e Emma agradeceu imensamente a Granny por isso.

— Também quero pedir que você fique com a Regina. Ela ta triste, acha que por que a Ruby voltou eu... – Emma fez uma pausa pensando se deveria conversar com a filha sobre isso, mas ao ver os olhinhos da filha lhe fitarem decidiu concluir. Sabia que Regina precisava se sentir segura dos seus sentimentos e dos sentimentos da filha. — ...eu não vá mais ser sua namorada.

— Mas a senhora vai né? A senhora ama minha mãe Regina né? – perguntou com cenho franzido.

— O que você sabe sobre amar? – perguntou com um pequeno sorriso.

— Eu amo a senhora, minhas mães, a vovó, minhas tias. – falou inocente e Emma sorriu.

— Certo. Sim, eu amo a sua mãe Regina.

— E a minha mãe Ruby?

— Também meu amor.

— Então a senhora vai namorar as duas? – perguntou e Emma sorriu pensando em como explicaria isso para sua pequena.

— Não Lexie. Eu amo muito a sua Mãe Ruby, mas como amiga, como pessoa. Já a sua mãe Regina eu amo como namorada. Você está entendendo?

— Sim mãe. Quer dizer que a senhora só pode beijar na boca a minha mãe Regina.

— Lexie! – falou sem graça.

— O que? é a verdade. A senhora ama minha mãe Ruby como ama a tia Paloma, vovó Granny e eu e a gente não pode beijar na boca. – falou inocente.

— Ta bom mocinha. Você ta muito esperta. Tenho que ter uma conversa com suas mães. – falou e Lexie sorriu divertida.

Elas seguiram o restante do caminho em uma conversa divertida sobre outras coisas. Emma estava mais tranqüila depois daquele papo com sua pequena, mesmo sabendo que nem sempre as coisas seriam assim, pelo menos para Regina e Ruby.

Ao chegaram a fazenda Emma foi ver como estava sua namorada e a encontrou dormindo e resolveu deixá-la descansar.

Seguiu para o quarto da filha que tinha acabado de tomar banho e a chamou para ir falar com Ruby. Assim que entraram no quarto Ruby estava deitada olhando para o teto. Emma percebeu que ela tinha os olhos vermelhos provavelmente por ter chorado e isso machucou seu coração.

Ruby olhou em direção a porta e sentiu seus olhos marejarem ao ver sua menina. Tão linda e crescida. Lexie estava em ao lado de Emma com as mãozinhas para trás sem saber como se aproximar da mãe.

— Meu amor. – disse Ruby chorando. – Como você está linda. Vem cá filha, deixa eu te abraçar. – pediu e a garotinha correu e se jogou nos braços da mãe que soluçava por conta da saudade que sentia em ter sua pequena nos braços. – Meu amor como eu senti falta de ter você assim. – disse Ruby passando o nariz pelos cabelos da filha sentindo o cheiro do seu bebê.

— Mamãe não chora. Eu não quero que a senhora chore. – disse a menina emocionada.

— Filha eu nunca mais vou te deixar. – disse Ruby afastando a filha para enfim, beijar-lhe o rosto.

— Eu sei mãe. E a gente ama muito a senhora viu. – disse inocente fazendo Ruby sorrir entre as lágrimas.

— Eu também te amo muito viu. – falou e beijou o rosto da mãe.

Emma assistia a cena emocionada. Ela estava preocupada com a reação da filha perante Ruby, mas sua menina era tão amorosa com as pessoas, tão boa que estava ali transbordando amor para com Ruby.

Ela deixou as duas ali conversando e foi atrás de sua morena. Sabia que Regina estava mal, ela nunca foi de dormir durante o dia e Emma tinha que deixar claro no coração de sua morena que ela não precisava ter tanto medo assim.

Emma entrou no quarto, tirou as botas e a calça e com cuidado para não acordar a amada deitou a seu lado.

Quando sentiu a presença de Emma na cama, Regina se aninhou ao corpo da loira mesmo que ainda estivesse dormindo e deitou a cabeça no peito da loira que sorriu e a envolveu em um abraço carinhoso.

— Emma... – sussurrou inconsciente.

— Eu estou aqui meu amor. – disse Emma e beijou a cabeça da amada.

[SQ]

Dois dias haviam se passado e as coisas estavam começando ao voltar ao normal. Emma continuava trabalhando firme com Paloma na fazenda. Regina estava mais calma em relação a Emma mesmo que a insegurança não saísse de seu coração. Ruby estava se recuperando com os mimos da Granny e Lexie que sempre iam a seu quarto.

Ruby sentia falta de Emma, mesmo a loira indo algumas vezes a seu quarto para saber como estava, mas a falta que ela sentia era de sua esposa, sentia falta dos carinhos e dos beijos de Emma que sempre lhe ajudavam a superar tudo.

Ela sabia que Emma estava feliz com sua nova parceira. Não conhecia ainda Regina, mas já dava para saber que era uma boa pessoa. Lexie sempre falava sobre ela enquanto conversavam. No começo ela sentia certo ciúme quando sua filha se referia a Regina como mãe, mas seria injusto e egoísta de sua parte querer que sua pequena não visse uma mãe em Regina. Granny já havia lhe contado que Regina é uma ótima pessoa em como ela ajudou Emma e Lexie nesse tempo em que começou a fazer parte da vida de suas loiras. Mas ela sabia que seria difícil ver ela e Emma juntas e pedia aos céus que conseguisse se acostumar com tudo isso, pois não queria fazer ninguém ficar triste.

Paloma foi levar seu almoço no quarto e conversou sobre Elsa. Ruby ficou muito feliz que sua irmã tenha encontrado alguém e esse alguém ser Elsa que era sua amiga desde a faculdade e ela sabia que a loira faria sua irmã feliz. Conversaram sobre outras coisas e quando Ruby terminou de comer, Paloma pediu para que fosse caminhar um pouco como David havia recomendado.

Elas seguiram andando devagar enquanto riam de alguma besteira que Paloma falava. Foram até a varanda onde Ruby pode ver Lexie e uma mulher morena correndo atrás de um filhote de labrador. Elas pareciam felizes, sua filha sorria enquanto corria e era nítido como a tal mulher amava sua pequena. Em um momento o filhote correu atrás de Lexie e a garotinha aos gritos e risadas se jogou nos braços da morena que a abraço e beijou seu rosto. Isso fez Ruby sorrir.

— Regina é uma boa pessoa e ama muito sua filha. – disse Paloma pegando a mão da irmã.

— Dá para ver. – disse ela com os olhos marejados. – Emma e minha filha também a amam muito. – concluiu olhando para a irmã.

— Eu sei que vai ser difícil para você minha irmã. Mas não pense que a Emma não lhe amou também. Emma estava morta quando Regina chegou e é graças a ela que sua filha teve a mãe de volta. – falou Paloma e Ruby assentiu.

— Eu sei. Mesmo sofrendo eu estou feliz por Emma ter sido sincera comigo. – respirou fundo. – Eu só preciso de tempo.

Enquanto as duas conversavam na varando Lexie veio correndo com o filhote nas mãos.

— Mãe. – disse ela subindo os degraus. – Olha o que Robin trouxe para mim. – falou mostrando o filhote a Ruby.

— Ele é lindo meu amor. – falou Ruby acariciando o filhote.

— Boa tarde. – disse Regina sem graça. Era a primeira vez que falava com Ruby.

— Boa tarde. Regina, certo? – disse Ruby com um sorriso fraco.

— Sim. Fico feliz em conhecê-la Ruby. – falou Regina pondo as mãos nos bolsos de trás da calça.

— Prazer em conhecê-la Regina. Me falaram muito bem sobre você. – disse e Regina sorriu sem graça.

— É... eu vou tomar banho. Vai querer tomar banho agora filha?- Perguntou Regina e se arrependeu por ter se referido assim a Lexie na frente de Ruby que fechou os olhos. – Ou vai ficar mais com sua mãe?

— Eu vou com você mãe. Cuida dele para mim, mãe Ruby. – pediu a garotinha pondo o filhote nos braços de Ruby que sorriu para a filha.

Regina estava secando os cabelos da filha com a toalha enquanto a garotinha estava sentada na cama a observando percebendo que Regina estava triste.

— Mãe. – chamou Lexie e Regina a olhou sorrindo. – Por que ta triste?

— Eu não to triste meu amor. – falou acariciando o rosto da filha.

— Tá sim. – falou imitando o gesto da mãe e acariciou seu rosto. – A mamãe te ama como namorada e disse que só vai beijar na sua boca. – falou inocente fazendo Regina sorrir e abraçar a filha.

— Isso é coisa para Emma falar com você? – perguntou ainda abraçada a filha.

— Mas ela falou.

— Ta certo, vai lá ficar com sua mãe que eu vou tomar meu banho. – disse pondo Lexie no chão.

Regina passou um bom tempo em baixo do chuveiro. Mesmo Emma dizendo e mostrando que a amava, estava sendo difícil para ela toda essa situação. Ela se sentia mal por Ruby, pois, se fosse o contrário ela não saberia como estaria agüentando ficar perto de Emma sem tê-la. E estava se sentindo egoísta, pois, era impossível não ficar enciumada toda vez que Emma estava com Ruby, mesmo sabendo que sua loira não estava fazendo nada de errado.

Ela deixou esses pensamentos de lado e saiu do banheiro enrolada em um roupão. Assim que chegou ao quarto encontrou Emma em pé a observando com um sorriso apaixonado.

— Que carinha é essa? – perguntou Emma a abraçando.

— Não é nada. – disse pondo o rosto no peito da amada.

— Ei. – chamou Emma e Regina a olhou. – Eu amo você.

— Eu também te amo. – disse Regina e Emma a beijou.

A loira sabia que tudo isso tava difícil, mas não queria deixar Regina achando que poderia ter duvidas sobre suas atitudes e escolhas.

Emma demonstrava todo seu amor por Regina naquele beijo. Enquanto se beijavam, Emma apertou Regina contra seu corpo, sentindo saudade desse contato. Regina pôs os braços em volta do pescoço de Emma enquanto a loira desfez o laço do roupão e levou suas mãos para dentro da peça deslizando gentilmente os dedos pela pele macia da morena. Ela levou as mãos para a bunda de Regina e sorriu contra os lábios da morena.

— Sem roupas de baixo minha rainha? – perguntou com malicia fazendo Regina sorrir também.

E antes de Regina dizer alguma coisa a loira tirou a peça do corpo de sua mulher a se afastou um pouco para observar uma morena envergonhada por toda a devoção que Emma a fitava.

— Você é linda meu amor. – disse Emma sentindo o coração acelerar.

— Emm. – sorriu sem graça.

Emma ainda sorrido Voltou a capturar os lábios carnudos que tanto ama e sem quebrar o beijo ergueu sua namorada em seus braços e a levou para a cama.

Regina sentiu o colchão macio em suas costas e suspirou ao ver sua loira ir até a porta a trancando com a chave e em seguida começou a se despir sem deixar de olhá-la um só segundo.

Assim que Emma estava totalmente despida caminhou até a cama e acomodou seu corpo sobre o de Regina dando inicio a um beijo calmo e cheio de amor.

Regina sentiu seu corpo arrepiar com o calor da pele de Emma. Era mágico estar assim com sua loira e ela se entregava de corpo e alma a Emma.

Emma deslizou os lábios vagarosamente pelo pescoço de Regina sentindo a delicadeza de cada milímetro daquela pele. Ela entrelaçou seus dedos nos de Regina e levou as mãos unidas para cima da cabeça da morena.

— Eu te amo tanto minha vida. – disse enquanto beijava próximo a orelha da morena. – Te amo mais que tudo. – disse após mais alguns beijos molhados. – Por favor minha rainha, não duvide do que eu sinto por você. — Regina sentiu seus olhos umedecerem. – Nunca duvide do meu amor eu te imploro. – continuou Emma e Regina fechou os olhos na tentativa de conter as lágrimas, mais duas teimosamente desceram de seus olhos.

A loira soltou as mãos da amada e começou deslizar os lábios pelo colo exposto. Ela acariciava a lateral do corpo moreno enquanto distribuía beijos pelos seios de Regina que suspirava com o toque.

— Você é tudo para mim. – disse Emma enquanto deslizava a língua pelo mamilo rijo de Regina. – É minha própria vida. – disse por fim e finalmente sugou aquele ponto sensível.

— Humm... – gemeu Regina com a sensação gostosa.

Emma sugou um e depois o outro e ficou assim até se sentir saciada. Emma se sentia realizada e amada sempre que tinha sua morena assim, entregue a sua mercê e faria de tudo, sempre, para que Regina sentisse que Emma era louca e devota a ela.

Com movimentos firmes a apaixonados Emma desceu pelo corpo da morena beijando, lambendo, mordendo e amando como nunca fizera antes. Ela precisava fazer Regina acreditar, mesmo com todas as duvidas e inseguranças que seu coração pertencia a ela e a mais ninguém.

— Amor...ahh... – Gemeu Regina ao sentir a língua quente de Emma passear por toda a extensão de seu sexo encharcado. – Hummm...

Regina conseguia sentir tudo o que Emma estava lhe mostrando e mais uma vez sentiu os olhos marejarem por saber que era verdadeiramente amada por aquela mulher. Sentia que não tinha como duvidar de todo esse amor e estava se sentindo uma tola por fazê-lo.

Emma aumentou os movimentos com a língua sentindo o corpo da amada vibrar em satisfação. Regina era tão deliciosa, tão macia e essa sensação fazia Emma delirar. A loira prendeu o nervo rijo entre os lábios e o sugou fazendo Regina gemer alto e lentamente. Emma levou dois dedos a entrada apertada da amada e sem parar de chupá-la a penetrou lentamente sentindo seu corpo estremecer.

Regina se agarrou aos lençóis enlouquecida a medida que sua loira a estocava. Sentir os dedos de sua amada entrar e sair no ritmo perfeito fez ela ir ao infinito e voltar. Emma não estava fazendo sexo com ela, estava fazendo amor. Estava a amando no puro sentido da palavra. Enlouquecida de prazer a morena começou a movimentar o quadril de acordo com o ritmo da amada. Estava tão delicioso que a morena não conseguia se conter e mexia a cabeça de um lado a outro na cama enquanto castigava os lençóis ao alcance de suas mãos em meio a gemidos longos e altos.

Emma sentindo seus dedos serem pressionados sabia que sua morena estava chegando ao ápice, depositou um beijo molhando no sexo da amada e sem parar suas investidas subiu pelo corpo de Regina distribuído beijos até que alcançou os lábios da amada se perdendo neles.

Regina gemia enquanto seu corpo começava a ter pequenos espasmos.

— Amor, abre os olhos. – pediu Emma aumentando suas estocadas e assim Regina o fez. – Eu estou aqui por você, estou com você. – confessou Emma e Regina voltou a fechar os olhos sendo difícil mantê-los abertos. – Olha para mim minha rainha. – pediu mais uma vez e mesmo com dificuldade Regina o fez. — Eu te amo e nunca te deixarei mesmo que você peça. – Falou sentindo sua morena se derramar em seus dedos lhe fitando com os olhos úmidos enquanto chamava seu nome.

Emma saiu de dentro de Regina lentamente e a abraçou sentindo o corpo da amada tremer e ficou assim, abraçada a ela acariciando as costas nuas até Regina relaxar com a cabeça em seu peito.

— Obrigada. – sussurrou Regina. – Obrigada por me mostrar o quanto sou amada por você. – disse Regina erguendo a cabeça para olhar Emma nos olhos. – Desculpa se eu fiz você achar que eu não sabia desse seu amor. Eu te amo Emma e se eu fiquei insegura... foi por medo de te perder.

— Você não vai me perder. – disse Emma acariciando o rosto da morena.

— Eu sei. – disse e beijou os lábios de Emma apaixonadamente.

Elas ficaram deitadas abraçadinhas por um bom tempo sabendo que sempre teriam uma a outra apesar de todas as dificuldades que poderia surgir. Tendo a certeza que esse amor era maior que tudo e duraria por toda eternidade.

Notas finais
Espero que tenham gostado... Conversem comigo... Até o próximo.... Fui.