Notas iniciais
Gente, mil perdões por eu não ter postado terça-feira, eu estava meio ocupada e ontem tentei mas meu computador não me ajuda... provavelmente ele vai ter que se aposentar logo logo.
Mas enfim, boa leitura e blábláblá


– O-obrigada. Não vai me dizer seu nome? — Perguntou. Que idiota, eu.

– Claro, sou Kitty. Kitty Wilde. — Falei, estendendo minha mão direita. Marley segurou-a.

– Estava na solitária, problemas com a antiga companheira? — A bonita garota questionou, simpática.

– Digamos que ela era muito cheia de si. Insuportável demais para o meu gosto.

– E o que aconteceu com ela?

– Quase foi sufocada por um travesseiro. — Disse, receosa com o que Marley pensaria. Mas surpreendentemente, ela soltou uma adorável risada. Ri junto com ela.

– Espero que o mesmo não aconteça comigo. — Concluiu, divertida.

– Eu jamais faria algo assim com você. — Respondi, desviando meu olhar. — Você é fofa demais. — Olhei rapidamente para Marley e a vi corar até as orelhas.

– Obrigada, Kitty. Você é muito gentil. Fico feliz que seja minha nova companheira de cela. — Respondeu ela, ainda corada.

– De nada. Eu também, como já disse, Tina é um porre. — Retruquei, sorrindo.

– Então, já está aqui a muito tempo?– Bem, ainda preciso aguentar mais quatro anos, já passaram alguns meses. E você? Não pude deixar de perceber que não faz muito tempo que foi presa.

– Fui sentenciada a cinco anos, então, faltam pouco mais que quatro.

– Você não me parece ser uma pessoa ruim, o que fez? — Questionei. Essa garota parece boazinha demais para estar numa prisão.

– Bem, o juiz afirma que eu fui cúmplice de um assalto ao banco central. Isso é o que ele diz. — Respondeu ela.

– Como assim 'isso é o que ele diz'?

– Meu carro meio que fez parte desse tal assalto, mas eu não estava dentro dele, não sabia o que estava acontecendo e não tenho nada a ver com isso.

– Então é inocente?

– Sim. Mas ninguém conseguiu provar até agora.

– Que tenso isso, garotas como você não deviam ficar aqui. A cadeia pode ser um lugar bem infernal. Sam me disse que sofreu um atentado, quer me contar sobre isso? Você sabe, posso sempre dar uma lição na mocreia que te ferrou... — Disse, mudando de assunto.

– Não precisa se preocupar com isso, estou bem agora. E não quero que se meta em confusões por minha causa. Foi Mercedes Jones. Ela me atacou porque achava que eu tinha comido as tater tots dela e porque não aguentou que jogasse umas verdades na cara dela. — Marley respondeu, relaxando em sua cama.

– Espera, então ela te atacou por isso? Tater tots? Aquela ali não bate bem da cabeça, já deve ter percebido.

– Isso mesmo. Tentei aconselhá-la sobre as fofocas que ela andava espalhando sobre mim, parece que não gostou de ouvir. Fiz o que pude para sair sem violência, mas não esperava que ela tivesse uma faca guardada dentro da cela. — Uma raiva se apoderou de mim. Quem essa elefante de circo pensa que é para esfaquear alguém tão adorável quanto Marley?

– Que bom que você está bem agora. — Falei, botando minha mão em seu ombro.

– Obrigada. Doze pontos e não tenho mais apêndice, mas fazer o que, né, pelo menos estou viva. — Meu rosto se contorceu em horror, aquela jubarte...

– Sinto muito por isso. Digo, pelos pontos e o apêndice, não por você estar viva. Quero dizer, estou feliz que esteja viva, mas não que eu tenha gostado de que foi atacada e... nossa, sou péssima com palavras. — Marley riu do meu comentário.

– Tudo bem, eu entendi o que quis dizer. Você também me parece inofensiva demais para estar na prisão... Tirando a parte de tentar matar a Tina, claro. — Disse a morena, rindo.

– Homicídio culposo, foi em legítima defesa, mas mesmo assim não me liberaram. Meu tio, ele... t-tentou se aproveitar d-de mim. Quando meu irmão chegou em casa viu que eu t-tinha o matado. — Respondi, com dificuldade. Não gostava de falar sobre isso, me fazia lembrar do que acontecia dentro daquela casa.

– Tudo bem, Kitty, não precisamos comentar sobre esse assunto se não estiver confortável com isso, eu entendo. — Marley disse, reconfortante, segurando minha mão.

– Não, eu aguento. Claro que não me traz boas lembranças, mas certas coisas precisam ser discutidas, sabe, para superá-las. — Respondi, a outra bateu fracamente na cama, ao lado de onde estava sentada.

– Sente aqui. — Disse. Ela rodeou meus ombros com seus braços. — Tudo bem.

– Obrigada, Marley.

– Não tem nada para agradecer, eu sou sua amiga, conte comigo para tudo. — Agora tenho certeza, Marley Rose é um ser humano perfeito.


Unique's P.O.V


Maldita Mercedes, aquela Mobby Dick está ocupando a MINHA solitária. Eu podia estar aproveitando os meus dias com o amor de meus carcereiros, meu carcereiro, agora só me restou Finn. Pelo menos tive algumas noites com a presença de Noah. A melhor foi nosso último encontro, pena que foi na hora da briga. ADOROOO UM BARRACO. AGORA ESTOU NESSA ABSTINÊNCIA DE SEXO! QUERO UM CACETE! Sem sexo, sem fofoca. Será que a novata está bem? Será que Finn ainda pensa em mim? E a Cedes, mesmo ela tendo pirado, eu gosto daquela piranha! Considero ela minha irmã... Ai que saudade do "Unique's Pleasure", quando eu era a Maria Machadão, o mundo rodava ao meu redor. Acho que estou de TPM!


Puck's P.O.V.



Sei que foi vacilo meu não estar presente na hora da briga, e mais vacilo ainda estar satisfazendo os meus fetiches sexuais! Eu não sou gay! Só tenho fetiches..., alguns m-meio estranhos! Tá, eu gosto de assistir pornô gay, ainda mais ao vivo!– Puckerman, deixe suas chaves, lanterna, sua arma e suas algemas em cima de minha mesa — disse Beiste, ainda nervosa com o ocorrido.Joguei minhas coisas no lugar destinado, olhei nos olhos de Shannon, dei meia volta e parti para nunca mais olhar para essas vadias.

Notas finais
E aí? Comentários? Ideias? Críticas? Sugestões?
Desculpem por qualquer coisa.
Estou com preguiça pra pensar em alguma pergunta, o desânimo me pegou legal essa semana, então, enfim, tchau e até logo.