Notas iniciais
Oiiie gente voltei... mas voltei atrasada, sim eu sei! Esqueci de programar o capitulo, sim eu sei! Mas hj tem dois capitulos novos para vocês assim que meu conputador voltar a funcionar, na verdade eu acho que tenho que limpar ele pq isso não é normaç acho que é virus!

Todos se encaminharam para os jardins onde sátiros e ninfas já haviam começado a festa. Percy, Annabeth e eu fomos juntos mas acabamos nos dispersando, vários semideuses, principalmente os irmãos de Annabeth a puxaram para um canto onde a examinavam e faziam perguntas, Percy perambulava encontrando com deuses e eu me afastei ficando próxima as arvores na companhia de Pégasus.

– Uma bela dama como você não deve ficar sozinha por ai, tenho certeza que certos deuses adorariam sequestrá-la. – Brinca Apolo sussurrando em meu ouvido.

– Duvido muito de “VarioS” deuses se disporiam de tempo para me sequestrar, meu lorde, sou apenas uma jovem semideusa.

– Eu a sequestraria agora mesmo, disporia de todo meu tempo para estar ao seu lado.

– E por que não o faz, meu lorde?

– Exatamente porque você não é uma semideusa qualquer... – Ele diz me puxando para trás da arvore onde ninguém pode nos ver e me beija...

Meu folego se esvai de mim e ele percebe me dando um segundo para respirar, mas quando vai tornar e me beijar eu o paro.

– Creio que não é adequado que façamos isso aqui.

– Sei disso, mas precisava. – ele fala com um sorriso maroto e se afasta dois passos de mim quando Pégasus volta a se aproximar.

“Minha senhora, lorde Poseidon a procura”

– Obrigado... – respondo a ele e então olho para Apolo – Meu pai está me procurando, devo ir falar com ele.

– Tudo bem, mas assim que falar com ele dançará comigo.

– Será uma honra.

Olho para Pégasus me despedindo, sei que ele não gosta de estar em lugares com muitas pessoas. Ele faz uma reverencia e voa para longe. Quando olho para Apolo ele está sorrindo de uma forma estranha.

– O que foi?

– E você ainda ousa dizer que é somente uma semideusa? Os deuses, semideuses e até as feras mais selvagens da natureza tremem em sua presença, já imaginou quão respeitada será quando for deusa?

Fico calada e assustada com suas palavras, ele percebe que não responderei toca meu queixo e segue em direção a festa. Alguns segundos depois faço o mesmo e não dou mais que dez passos antes de dar de cara com meu pai que tem que me segurar para que eu não caia.

– Desculpe-me, meu senhor. – digo arrumando meu vestido.

– Tudo bem filha, eu queria mesmo falar com você.

– Eu sei, estava indo procura-lo, Pégasus me avisou.

– Bom... E onde você estava? – Ele pergunta e eu travo.

– Logo ali na floresta – falo naturalmente apontando – Estava me despedindo de Pégasus e acabei esbarrando com Apolo.

– Apolo? – ele fala erguendo a sobrancelha – Seu tempo no Olimpo lhe deixou um tanto quanto intima de muitos deuses, mas não sei se todos gostariam que você falasse deles de forma tão mundana.

– Passei muito tempo principalmente com Apolo e tia Afrodite, e eles sempre me corrigem quando me dirijo a eles com “Senhor e senhora”.

– Imagino que estes dois sim, ele vivem muito no mundo mortal. – ele coça a barba rala – Mas não era exatamente sobre isso que eu queria falar. Confio em você e Percy, são meu filho e minha filha preferida, mas mesmo assim, estou preocupado. Você já passou da idade da profecia e Percy tem dois anos até lá, vocês têm que treinar, se manter entre amigos, estar preparados para o pior e por favor, tem que parar de desafiar os deuses. Percy tem. E você precisa por isso na cabeça dele. Não posso ter uma guerra com cada deus que tem vontade de matar Percy, não tenho preocupações com relação a você porque é perceptível que os deuses a adoram e nenhum deles jamais meteria a mão com você, mas Percy, ele tem muitas inimizades.

– Sim, pai... Eu o farei, tomarei conta de Percy e ensinarei a ele tudo que precisar.

– Eu sei que fará minha filha. Agora vou procurar seu irmão, sinto que ele está um pouco sentido por tê-lo deixado sem respostas a suas orações no último ano.

Antes que eu possa me despedir Afrodite surge.

– Não monopolize sua filha Poseidon, muitos querem uma dança com ela hoje. – ela fala piscando para mim.

– Quem quer uma dança com minha filha?

– Alguns deuses e semideuses muito sábios.

Poseidon olha para ela de forma nada agradável, mas tia Afrodite ignora e me puxa para o meio da pista de dança onde me abandona. Várias pessoas dançam a minha volta enquanto eu tento me retirar. Acho um buraco pela multidão mas mãos fortes me impedem de fugir e me puxam. De inicio só percebo ser um deus, mas sei que não é Apolo e quando me viro não poderia ficar mais surpresa, estou sendo contida pelos braços de Tânato.

– Não se assuste, só quero dançar. – engulo a seco.

Nós começamos a dançar em silencio. A musica é melódica e triste.

– Se me permite perguntar, como você está aqui?

– Seu avo não é permitido no Olimpo princesa, mas os olimpianos ainda não tem nada contra mim e meu irmão Hipnos, embora não apareça muito em festas.

– Nem você, nunca o vi nas festas do Olimpo.

– De fato tenho um motivo especial para estar aqui desta vez.

– E qual seria esse motivo?

– Logo saberá jovem semideusa, mas agora, devo partir.

Assim ele me larga como tia Afrodite havia feito a dois minutos atrás e vai embora. Saio do meio da pista de dança e encontro com Malakai e Will que observavam as musas.

– É bom vocês dois não estarem com segundas intenções para sida das musas de seu pai.

– Não seria possível vindo de mim – Will fala como se sussurrase um segredo.

– De mim seria... Mas não, só estava observando. – Malakai responde me surpreendendo.

– Malakai!

– Que foi Mari, já estou com dez estou crescendo sabia!?

– Ah está? Pois então não precisa mais...

– Não, não, não, nem venha com chantagens. – diz ele rindo e me abraça.

– Uhum, estou crescendo! – todos começamos a rir.

– Que bom que estão se divertindo, gosto de ver meus filhos aproveitando uma festa.

– Pai. – Os dois respondem juntos.

– Lorde Apolo. – Falo sorrindo.

– Vocês se importam se eu roubar a sua bela acompanhante? – Pergunta ele aos filhos.

– Claro que não pai. – Responde Will com um sorriso e Kai concorda.

Apolo então me puxa gentilmente para a pista de dança a musica parece agitada e alegre. Para Vários casais se juntam a nós e a dança começa. Apolo e eu giramos por toda pista e não consigo deixar de sorrir. Ele me puxa varias vezes de forma graciosa e carinhosa, hora aconchegando-me em seus braços e hora erguendo-me para o alto como se tentasse me fazer voar. Em certo momento, já com uma musica mais lenta, percebo que estamos literalmente voando, pois Apolo que mantem uma mão em minha cintura e segura a outra nos mantém flutuando a alguns centímetros do chão. Perdi as contas de quantas musicas dançamos quando finalmente Afrodite surgiu.

– Já chega vocês dois, sorte a de vocês que Poseidon é bem lerdinho para perceber essas coisas. Mas não vamos abusar. – Enquanto ela fala percebo a mão de Apolo, quente, pousada em minha cintura, ele sorri atrás de mim causando arrepios em minha nuca. – Então largue ela agora e deixe que ela fique com os semideuses.

Apolo beija minha mão e pisca para mim e vai embora não antes de fazer uma careta para Afrodite.

– Queridinha, queridinha, você está caidinha pelo meu querido sobrinho não é mesmo?

– Tia Afrodite, porque a surpresa? Achei que esperasse por isso...

– Sim esperava, só não sei mais se é o certo, seu pai e Apolo, farão você sofrer. E tem toda aquela história de Cronos querer uma esposa que seria você e tudo mais.

– Cronos jamais me terá como esposa, morro antes de isso acontecer! – digo de repente ríspida.

– Eu sei, eu sei, mas... É muita coisa para uma menina só.

– Tia Afrodite... Sei que está escondendo algo de mim, me diga o que é?

– Não posso minha querida, infelizmente não posso, mas saiba que se você quiser mesmo ficar com Apolo vai ter que estar preparada para tudo. Não é atoa que ele é solteiro até hoje. – diz ela, antes de me deixar com os semideuses.

– O que minha mãe queria com você? – Pergunta Silena.

– Nada, só saber como estou.

– Engraçado que ela não veio nem saber como nós estamos... – resmunga um de seus filhos.

– Não seja rancoroso com sua mãe, meu belo filho, eu já estava vindo vê-los. – ela diz puxando seus filhos presentes para conversar.

Passei o resto da festa com meus amigos e meu irmão, ignorei olhares de todos até mesmo de Anfitrite, a esposa do meu pai. Acabei por voltar com os semideuses para o acampamento. Era de se esperar que tudo ficasse calmo, mas quando chegamos, Clarisse estava de volta com noticias nada agradáveis. Quiron não contou a Percy, mas pode contar a mim, fiquei pasma com o que ele disse, não se espera que uma entrada para um lugar perigoso fiquei logo ali ao lado da sua cama. Mas isso nem foi o pior. Um de nós deveria contar a Nico o que aconteceu a irmã dele, Percy pediu para fazer isso e Nico acabou desaparecido, perdido no labirinto.