A Filha do Demônio
7 Viajem ao centro de New Orleans
Notas iniciais
Luna estava na porta de casa, mas não conseguia entrar. Toda vez que ela tentava passar pela porta algum tipo de barreira a fazia voltar para trás com um empurrão. Foi então que ela lembrou que havia virado vampira no começo daquela noite. Sua mãe sai de dentro do banheiro, a porta dava na direção da porta da rua. Ela sai correndo e abraça Luna.
Maria: Luna minha filha onde você estava? Eu fiquei tão preocupada.
Luna: Eu... Estava com meu pai, digo, meu verdadeiro pai.
Maria: Sabe que não gosto que você fique perto dele, ele é uma péssima influencia pra você. Talvez ela até tente te transformar em vampira ou alguma coisa assim. – Maria começa a entrar, ela olha para trás estranhando o fato de Luna não ter entrado também. – O que foi?
Luna: Pode... Me convidar para entrar?
Maria: Não – A tristeza invade sua voz. – Ele te obrigou a isso não é mesmo?
Luna: Na verdade mamãe, fui eu que quis...
Maria: Pode... – Algumas lagrimas começam a correr pelo seu rosto. – Pode entrar. – Luna entra em casa. Ela tenta falar com sua mãe, mas não tem muito sucesso, pois Maria entra em seu quarto chorando.
Luna está do lado de fora do portão esperando com uma grande mala preta. Klaus para o carro bem na sua frente.
Klaus: Está pronta para ir? – Luna apenas confirma com um movimento da cabeça. – Como foi com sua mãe ontem à noite?
Luna: Difícil... Acho que ela nunca mais vai me olhar nos olhos de novo, mas não importa já que hoje vamos para New Orleans. Eu estou louca pra conhecer o resto da família. – Fala ela enquanto joga a mala no carro e senta no banco do carona ao lado de Klaus.
Eles dirigem até o aeroporto onde pegam um voo sem escalas para os Estado Unidos. Durante toda a viajem eles conversam sobre a Família Original, não faltou assunto já que são mil anos de historias de família para contar. Luna fazia milhares de perguntas e Klaus se esforçava para responder todas sem ter que matar alguém no processo.
Klaus: Já chega, estou cansado de ter que responder tantas perguntas.
Luna: Como é que é?
Klaus: Você está sendo uma chata irritante. Fique em silencio até chegarmos. Não esta longe.
Luna: E você é um narcisista paranoico e eu nunca reclamei disso, em voz alta... Acha mesmo que vai me dar ordens? Principalmente do tipo “Fique quieta”!
Klaus: Um erro. Isso foi um grande erro.
Luna: Eu fui um grande erro?
Klaus: Traze-la comigo. Você não passa de uma criança mimada.
Luna: Eu NÃO SOU mimada! Pare o carro. Pare o carro! – Ela fala, mas percebe que seu pedido não teve efeito algum. Então ela simplesmente pula do caro. Ela usa a super-velocidade de vampiro para fugir e entra em um bar.
A porta do bar se abre. Um elegante homem de terno olha para dentro, analisando o lugar. Ele vê uma jovem sentada no balcão bebendo. Vai até ela e se senta ao seu lado.
[...]
To be continued...
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