A Filha de Jacob Black
49 Capítulo 49
Dois dias depois
Residência Lahote. Lá Push, Washington
—A dona arranha subiu pela parede veio a ch... — Paro na borda da floresta vendo Tia Rachel na varanda balançando Samy enquanto cantava uma música de ninar. Mas ela para de canta ao me ver, sorrindo em seguida. Mesmo sabendo que ela não conseguiria ver pela distância eu sorrio de volta e vou em sua direção.
Acabo ficando surpresa ao ver o tamanho que Samy estava. Da última vez que a vir ela era apenas um bebê. E agora ela era uma linda menininha de 3 anos.
Paro a alguns passo delas as olhando com carinho. – Só vou colocá-la no berço – Concordo com a cabeça a vendo entra em casa. Acabo por me senta no banco da varanda ao lembra que não poderia entrar na casa – Por que não entrou querida?
—Preciso ser convidada – Respondo dando um sorriso a olhando. Tia Rachel acaba fazendo careta vindo se senta ao meu lado
—Desculpe! Acabei esquecendo disso, meu amor – Ela fala me olhando envergonhada. Balanço a cabeça de leve segurando suas mãos
—Não precisa se desculpar Tia. Além do mais, o tempo está bom para ficar aqui fora, não acha? – Falo divertida. Afinal eu não me sentir mal por isso. Ela acaba sorrindo me puxando para um abraço ao qual retribuo
—Tem razão. Não está tão frio. O que para La Push é bem estranho – Concordo com a cabeça me aproximando mais dela, se é que era possível – Sentir sua falta querida
—Também sentir a sua Tia – Fecho meus olhos ao sentir sua mão em meus cabelos fazendo carinho. Tinha me esquecido de como isso é bom. – Como estão todos? Thomas, Louise, tio Paul – Pergunto depois de um tempo mim afastando dela, me sentando de lado a olhando.
Ela sorrir de leve colocando sua mão direita na minha perna – Então bem. Aliviados por você ter voltado para casa. Eles foram na Emily. Mas devem estarem voltando – Concordo de leve com a cabeça olhando para frente suspirando – Vamos entra. Tem bolo de morango com chocolate que você gosta
Sorrio a olhando, ao imaginar o gosto do bolo – Hum, deve estar bom – Ela sorrir se levantando estendendo a mão direita em minha direção. A seguro indo em direção a porta parando em seguida – Você pode entrar – Tia Rachel fala entrando em casa. Suspiro entrando fechando a porta em seguida.
(...)
Depois de comer o bolo com um pouco de custo pelo gosto. Apesar de conseguir comer comida humana o gosto ainda erra estranho o que me deixava irritada. Fui para meu antigo quarto que continuava o mesmo de dois anos atrás, com nada fora do lugar. Passo os dedos da mão direita pelos meus cadernos que estavam na mesa abrindo o de desenho o folheando, vendo meus desenhos antigos, sorrindo.
—Mãe – Sussurro depois de pega o porta-retrato passando meu dedo pela foto. Acabo fechando os olhos tentando não chorar
“Estou tão orgulhosa de você minha filha
Estava tão distraída em meus pensamentos ou sonhos que vinham como memorias distantes aos quais não conseguia entender. Que não percebi que tinha alguém na porta me olhando – Oi – Falo sorrindo de leve deixando o retrato na mesa de cabeceira sem desviar o olhar de Thomas. Ele estava bem maior do que mim lembrava, mais forte. Parecendo mais velho do que realmente era.
Thomas não sorrio ou esboça qualquer reação apenas ficou lá parado me olhando sério. Dei um passo saindo de trás da cama para ir até ele, mas ele vira saindo do quarto sem fala nada. Vou rápido até a porta o vendo entra no dele fechando a porta com força em seguida. – Não liga pra ele – Olho para esquerda ao ouvir uma voz feminina. E assim como Thomas, Louise estava enorme com seus 15 anos. Fico a olhando confusa pelo que ela disse – Ele está sendo infantil. Você voltou é o que importa – Louise completa sorrindo de leve e vem em minha direção erguendo os braços me abraçando – Sentir sua falta Sarah
—Também sentir a sua Lou – Falo retribuindo seu abraço. – Você cresceu – Falo surpresa a soltando, a olhando. Ela estava quase maior do que eu
—Parece que vou herdar o lado alto da família – Ela fala rindo ao perceber como eu a olhava – Mais não se preocupe, ainda será minha irmã mais velha – Louise fala divertida voltando a mim abraçar, passando os braços pelo meu pescoço. O que a dois anos atrás ela não conseguia.
Despois disso fomos para sala. Ficamos sentadas no sofá conversando aleatoriamente, as vezes ela e tia Rachel me falava algo relacionado ao que aconteceu nos últimos anos, mas não entravam a fundo como se soubesse que isso me incomodava. Thomas não saiu do quarto em nenhum momento, nem quando a mãe o chamou. Eu queria ir até lá falar como ele, mas sabia que ele não iria abrir a porta, então resolvi esperar o tempo dele.
—Gosta da boneca? – Pergunto a Samy quando ela pega uma boneca que estava em cima da poltrona a mantendo em cima da perna enquanto brincava com algumas panelinhas. Ela apenas me olha desconfiada concordando de leve com a cabeça. Sorrio a olhando. Des que acordou ela não falou nada direcionado a mim, nem quando tia Rachel tentou.
Desvio o olhar dela para a porta da sala ao ouvi-la abrir. Tio Paul para na mesma me olhando surpreso, fechando a porta atrás de si. – PAPAI – Samy grita se levantando correndo até ele
—Oi princesa – Ele fala feliz se abaixando a pegando no colo. Fico os olhando conversando e acabo por lembra do Jacob – Sarah? – Balanço a cabeça o olhando depois dele mim chama. Acabo franzindo a testa ao ver que Samy não estava mais na sala – Tudo bem? – Tio Paul pergunta me olhando confuso. Concordo com a cabeça dando um sorriso – Não vai mim dá um abraço?
Sem esperar que ele falasse mais alguma coisa mim levanto do sofá indo até ele o abraçando pelo ombro escorando minha cabeça em seu ombro. Sinto seus braços passarem pela minha cintura me tirando do chão num abraço apertado – Sentir sua falta tio Paul – Sussurro apertando mais meus braços a ele.
—Também sentir a sua garota – Ele fala sorrindo me deixando no chão beijando minha testa
—É muito bom ver isso – Viro para direita em direção a cozinha vendo Tia Rachel com Samy no colo nos olhando. Acabamos sorrindo um para os outros.
(...)
—Eu não sei Freya – Respondo olhando através da janela do meu quarto vendo a chuva caindo. – Mais não se preocupe eu estou bem
—Fico feliz que esteja, Sarah. Mas se precisar eu estou aqui, estamos aqui sabe disso, não sabe? — Freya fala com calma com carinho, mas eu podia sentir o leve tom de preocupação
— Eu sei – Sussurro fechando os olhos
—Ela está bem – Abro os olhos olhando para a porta do quarto ao ouvir tia Rachel – Sim, ela vai dormir aqui
—Sarah?
—Oi Freya, o que disse? – Pergunto voltando a presta atenção no celular
—Que vamos embora no final de semana, e que queríamos ver você
—Já vão? Não podem ficar mais? – Questiono sentindo meu coração se aperta. Eu não queria que eles fossem, era como perder uma parte da minha mãe.
—Já ficamos muito tempo aqui Sarah. Mais o Nick vai ficar e se precisar é só ligar que estaremos aqui ou você pode ir nos visitar sempre que quiser. Lá Push é sua casa, onde cresceu, mais Nova Orleans também é a sua. Nunca se esqueça disso— Concordo com a cabeça mesmo sabendo que ela não veria, tentando não chorar
—Tudo bem. Eu intendo – Falo respirando fundo – Vou ter que desligar, nos vemos amanhã – Desligo o celular depois de ouvir seu boa noite. O deixo na mesa de cabeceira fechando a cortina em seguida, indo me deitar na cama. Fecho os olhos tentando foca no barulho da chuva lá fora tentando dormir.
(Estava tudo escuro, mas eu sentia as folhas embaixo do meu pé descalço me fazendo perceber que eu estava em algum lugar da floresta, um lugar molhado como se fosse lama. Por mais que eu tentasse forçar minhas vistas a enxergar eu não conseguia, e foi quando um claro me atingiu me forçando a fecha-los, e quando os abrir não era lama e sim sangue muito sangue no chão, por reflexo prendo a respiração olhando ao redor vendo a sala do trono em Voltera, e foi quando eu vir toda minha família caída no chão mortas. E ao leva a mão direita a frente a vir suja de sangue.)
—_NÃO, não não – Sinto mãos quentes me segurando tentando me manter parada
—Calma querida, tudo bem. Foi só um sonho – Para do me debater ao ouvir sua voz. Olho para direita o vendo me olhando preocupado
—Jacob? – Questiono confusa num sussurro ainda o olhando. E quando ele confirma com a cabeça sem pensa eu me jogo em seus braços o abraçando apertado, tentando afasta aquele sonho ruim. Ele não disse nada apenas me abraçou de volta beijando meus cabelos com carinho. Não sei por quanto tempo ficamos assim, só lembro dele começa a canta uma música em Quileute antes de pegar no sono.
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