2 anos antes
Abril de 2030
Nova Orleães, Luisiana

—Você não estar falando sério, estar? — Zack pergunta com a voz baixa, como se não estivesse acreditando nas minhas palavras.

—Estou Zack — Respondo irritada. Estávamos nessa a uma hora, exatamente uma hora que eu não atendi o celular. Eu não podia atender ou acabaria desistindo do que preciso fazer, e eu não posso.

—Não vou deixar que faça isso — Levanto a cabeça do encosto do sofá olhando para Zack com a testa franzida

—Não é você que decide. Agora pare de falar — Digo o olhando seria, levando as mãos a cabeça. Ela ainda doía.

Devem estarem se perguntando o que está acontecendo. Bom, eu não mencionei antes, mas eu não pretendo tomar sangue para completar a transição, nunca pretendi. Desde o momento que resolvi sair de La Push eu tinha um único propósito. Me vingar. E quando Claire me contou sobre ter um parto difícil eu jurei que ela ficaria bem, e cumprir. E com isso eu vir a oportunidade de ativar todos meus lados sobrenaturais. Medo? Se dizer que não estou estarei mentindo, mas não vou parar agora.

—Sarah, escuta — Zach fala se ajoelhando na minha frente mim olhando preocupado — Isso vai ser muita coisa para você, controlar duas coisas ao mesmo tempo. Você vai ficar instável de mais — Fico o olhando por um tempo sem falar nada. Ele estava certo, além de controlar a sede de sangue ainda terei que controlar a Fênix. Não que ela seja difícil, mas era outra para se preocupar.

—Já estar decidido. E não se mete. Se conta para alguém esqueça que sou sua amiga, porque nem isso terá mais — Falo rude me levantando indo até meu quarto me deitando na cama. Eu estava fraca, não tinha mais meus poderes de bruxa. No momento estou sem poder usar minhas habilidades por estar em transação, o que é uma droga.

Duas semanas depois

—Como assim quer que eu vá embora? — Zack pergunta confuso. Respiro fundo tentando não me irritar. Duas semanas tinha se passado dês que ativei não só meu lado vampira mais o da Fênix também, ele ainda achava loucura mais não disse mais nada a respeito. Quando as 24 horas passou, ele estava lá do meu lado quando morri de novo, e estava lá quando acordei depois de ter pegado fogo, depois disso bebi o sangue mesmo sentindo meu estomago revirar. Pois é, o lado quileute fala mais alto em mim. Há duas semanas venho controlando bem esse lado vampira, não que eu tenha saído de casa, por achar melhor assim.

—Isso que você ouviu Zack — Falo desviando meus olhos da janela o olhando — Tenho coisas a fazer e não incluir você — Falo indiferente cruzando os braços. Ele mim olha sério, franzindo a sobrancelha para depois me olhar zangado.

—Você não pode estar falando sério Sarah. Eu te ajudei e agora estar me deixando de lado, é isso mesmo?

—Eu não pedir sua ajuda ou para vir. Mas agradeço a sua ajuda. Mais agora eu faço sozinha — Falo irritada indo para meu quarto o deixando lá sem reação alguma.

Há verdade era que eu não quero que ele se machuque, e o que vou fazer a partir de agora é completamente maluco e suicida.

Depois de entra no quarto e fechar a porta a trancando, pego uma mochila e uma bolsa maior de mão no armário colocando algumas roupas na maior e meu grimório e outras coisas de feitiço as quais ia precisar juntamente com produtos pessoais na menor deixando tudo arrumado.

—Aonde vai? — Zack pergunta confuso se levantando do sofá assim que chego à sala depois de ter tomado banho e vestido outra roupa. Suspiro deixando as bolsas perto da porta

—Desculpa Zack, mas é preciso — Falo sorrindo de leve parando a frente dele perto do sofá, o deixando mais confuso. Levo minha mão direita ao rosto dele voltando a falar — Volte para Forks hoje mesmo, fique com os Mikaelson, e não fale de mim para ninguém. Esqueça tudo que fizemos nos últimos meses, apenas lembre-se amanhã à noite que não queria ir embora e eu te obriguei a isso. Arrume suas coisas e vá sem ser visto — Ao hipnotizá-lo saio da sala pegando minhas bolsas em velocidade vampira parando em um beco próximo ficando invisível. Fico algum tempo o vigiando tendo a certeza de que ele foi realmente hipnotizado. Zack é cuidadoso, mais dessa vez ele esqueceu que poderia ser compelido e não estava usando verbena o que me ajudou.

O sigo até o aeroporto o vendo pega o avião para Washington. Suspiro aliviada. Depois de certificar que os crescentes estavam bem volto ao aeroporto. Acabo por pega a passagem de uma mulher no banheiro e me passando por ela com a ajuda do anel. Eu não podia correr o risco de ser pega.

Acabo respirando aliviada quando o avião decola com destino a Roma. Infelizmente não conseguir dormir durante as quase 16:00h de viagem, o que foi um problema já que eu estava presa em um avião a alturas do chão cheio de humanos.

—Identidade por favor — Desvio o olhar do meu celular para o homem a minha frente

—Acabo de chegar de uma viagem, estou exausta, só me der a chave do quarto do último anda sem fazer perguntas e esqueça que me viu assim que o elevador fechar — Falo baixo olhando em seus olhos azuis, o homem concorda com a cabeça me entregando a chave. Sorrio agradecida a pegando — Ah mais uma coisa. O quarto estará interditado até o final do mês — Volto a falar mantendo meus olhos no dele. Viro indo em direção ao elevador, e por sorte não tinha ninguém.

A parte legal de ser vampira era essa, eu podia hipnotizar quem eu quisesse. Assim que o elevador abrir no quinto anda olho o número da chave e vou até a última porta do corredor. Ao entra e fechar a porta olho ao redor, pequeno mais aconchegante. Abro a bolsa pegando uma sálvia depois de certificar que tudo estava fechado a acendendo.

—Você conseguir Sarah — Falo para mim mesma depois de um tempo jogada no sofá — Não vai colocar tudo a perder agora — Volto a falar bufando em seguida. Levanto-me do sofá num pulo indo até minha bolsa. Eu precisava vê-lo.

Faço um desenho no chão da sala com sal me sentando no meio com o grimório aberto na minha frente, velas, mapa e um cristal — Sang bis najitt trouver. Sang bis najitt trouver. Sang bis najitt trouver. — Falo o feitiço algumas vezes fechando os olhos. Ao abrir eu estava na floresta em La Push perto do penhasco. Suspiro andando para frente, foi quando o vir sentado na beira. Como sentia sua falta. Fico o olhando por um tempo até ele se levantar, meu coração se aperta ao ver seu rosto vermelho pelo choro. — Não — Falo assustada quando ele fez que ia pular. Eu podia ver o mar agitado e isso não era bom, nem mesmo para ele que era lobo.

Nathan vira para trás olhando assustado. Merda! Peso assim que ele para seus olhos em mim — Sarah? — Sua voz sai num sussurro, acabo sorrindo, logo em seguida sua cara assustada muda dando um lugar ao seu sorriso, sorriso esse que eu amo. — Sarah! — Ele fala vindo até mim, eu queria sair mais não conseguir, logo sua mão estava em meu rosto, mas ele não podia mim sentir e nem eu a ele.

—Não faça nenhuma besteira — Sussurro, dando um passo atrás, sobre seu olhar confuso — E não conte a ninguém — Assim que falo isso fecho os olhos os abrindo de volta na sala do hotel. E dessa vez não conseguir contar as lagrimas que vieram com força.

Nas semanas seguintes eu fiquei quieta, deitada na minha cama sem forças, até alguma coisa cair do lado de fora do apartamento me acordando de um sono sem fim, estava pronta a fecha os olhos deixar a escuridão mim vencer quando sentir aquele cheiro forte de sangue me fazendo lembra da fome e sede. Sem conseguir me controlar me levanto da cama arrastada indo até a porta da sala abrindo a mesma, o que não foi uma boa ideia. No meio do corredor mais a frente um homem estava caído no chão com um corte no braço — Quem é você? — Ele me pergunta olhando assustado tentando se apoiar na escada para se levantar.

Eu tentei controlar, mais, não conseguir, quando percebi eu já estava perto dele o prendendo na parede — Não grite — Falo com a voz grave para em seguida o morder. O sangue desceu quente pela minha garganta, e dessa vez não sentir nojo, não me importava. 'Lembre-se quem é' me afasto com tudo largando o homem quando escuto uma voz de mulher na minha cabeça.

Fecho os olhos com força caindo sentada no chão com as mãos na cabeça. — O que foi que eu fiz — Sussurro vendo o homem caindo a minha frente, eu ainda podia ouvir seu coração batendo fraco em seu peito tentando viver. Me levanto indo até ele, mordendo meu braço levando a boca dele — Precisa beber — Falo tentando fazê-lo engolir antes que ele morre-se. — Esqueça o que aconteceu aqui e volte a fazer seu trabalho — Falo olhando em seus olhos e volto correndo para o apartamento em velocidade de vampiro fechando a porta.

Depois de mim acalma tomo um banho demorado tentando limpar aquele odor de sague de mim.

Depois desse episódio eu tentei me concentrar em me controlar em não passa muito tempo sem sangue. Na maioria das vezes eu pegava bolsas de sangue nos hospitais tentando me acostumar com elas, e sempre que eu sentia que iria perder o controle eu ia vê-lo outra vez, o que acontecia com frequência, na maioria das vezes ele não me via, já outra eu mim distraia o olhando que quando percebia ele já tinha mim visto. Mais dessas vezes eu não falava e para ele era como se estivesse tendo alucinações. Mesmo a distância Nathan era meu calmante

Meses depois

—Não confio naquele cachorro — Franzo a testa confusa ao ouvir Jane falando com Alec. Há quase dois meses eu estou os vigiando, vez ou outra aparece alguma bruxa e Lobisomem no castelo. Mais ali agora eu não sei de quem eles tanto falam.

—Aro confia nele Jane, não podemos fazer nada a respeito disso — Alec fala parecendo irritado com aquela conversa — Ele tem informação da garota — Jane o olhar mortalmente como se isso não fosse importante.

—De quem tanto falam? — Pergunto me fazendo presente a eles. Claro que não com o meu verdadeiro rosto. A horas eu estava sentada no muro da casa os observando desde o momento que eles saíram do castelo indo até ali, onde era bem afastado dos mestres.

—Quem é você? E de onde surgiu? — Alec pergunta me olhando com atenção, dava para ver sua expressão confuso, provavelmente por não ter sentido meu cheiro. Sorrio pulando do muro caindo em pé na frente deles.

—Eu posso ser uma amiga, inimiga, aliada ou só alguém curiosa pelo o que estavam falando — Falo dando de ombros — O que preferem? — Pergunto colocando os braços para trás. Jane enruga o nariz e olha para o irmão, esse não desviava seu olhar de mim.

—Não sinto cheiro nenhum — Escuto Jane falar baixo. Acabo rindo mais ao ouvir, ela acaba me olhando confusa, talvez por eu ter dado a intender que estava escutando. — Dor — Caiu no chão de joelhos ao sentir como se agulhas estivessem furando meu corpo, com um pouco de trabalho ergo a cabeça a olhando a fazendo sentir a mesma coisa

—Não é legal quando é com você, não é mesmo? — Falo me colocando de pé enquanto Alec a ajudava a levantar — Qual é Alec, não precisa disso — Volto a falar cruzando os braços ao ver a nevoa preta sair de suas mãos.

—Quem é você? — Sem responder sua pergunta o jogo na parede o deixando preso indo até Jane segurando o pescoço dela com a mão direita enquanto com a esquerda eu o mantinha parado.

—De quem estavam falando? — Pergunto a olhando nos olhos

—Lobisomem chamado Chris

—O que ele quer com os Volturi? Fale tudo que sabe

—Se aliar. Ele disse aos metres que sabia onde estava a arma para mata a garota e que também sabia onde a encontra. Em troca de dá a informação ele ajudaria a matar a família dela. — A solto dando passos para trás — Mais é claro que os Volturi não precisa de ajuda

—Mais como você fez isso? — Alec pergunta quando o solto, já Jane fica me olhando muda.

—Você faz perguntas de mais Volturi — Falo seria começando a andar — O que eu vou fazer? — Questiono, mais logo para os olhando — Tive uma ideia — Falo indo até eles. — Vai fazer tudo que eu mandar a partir de agora. Vai me obedecer e não contará sobre mim a ninguém — Falo para Alec e depois para a loura os soltando

—Não falarei nada — Sorrio ao ouvi-los falar.

—Vão volta para o Castelo prestaram atenção em tudo e amanhã nesse mesmo horário vão vir até aqui me conta o que eles estão tramando sem que ninguém os vejam sair. Agora vão — Eles concordam com cabeça e saem. — Isso vai ser melhor do que eu pensava — Falo baixo e saio daquele lugar, começando a andar por Volterra, devo confessar esse lugar é lindo. Só é uma pena ser habitado por seres tão medonhos como os Volturi.

Os meses foram passando sem que ninguém me encontrasse ali, os gêmeos mim mantinha informada de tudo sem que ninguém nota-se.

Era quase noite quando um grupo de turistas foram levado para dentro do castelo por uma das vampiras. Eu já disse o quanto gosto do feitiço de invisibilidade? Pois é, eu gosto. Entrei junto com eles tomando cuidado para não esbarar em ninguém. Assim que entramos no salão dos tronos acabo fazendo uma careta com aquilo, era ridículo. Em que séculos eles acham que estamos?

Olhos ao redor vendo quem estava presente. Todos Voltuti. Como eu sabia o que veria a seguir saio de lá indo em direção aos corredores atras dos tronos. Eram grandes corredores de pedras todos escuros. Ao ouvir os gritos de desesperos todo meu corpo se arrepiar, e minha loba agita querendo sair como uma boa quileute querendo ajuda, mas hoje não era o dia.

—Como pode se aliar a esses vampiros? — Paro perto de uma porta ao ouvir uma voz masculina praticamente cuspir as palavras.

—Eu já disse que é necessário. Aquela garota era para ter morrido junto com a mãe dela, e não vou correr o risco de ela sair imune outra vez — Achei o idiota do Chris. Penso ao ouvir sua voz

—Isso tudo porque Samantha de deu um pé na bunda e engravidou de outro, Chris. Não seja idiota, deixa a menina em paz. Já não acha que tirou muito dela? — Franzo a testa ao ouvir aquilo. Quem será esse cara?

—Cala a boca. Aquela vadia da Samantha me traiu, e aquela fedelha vai morrer nem que eu tenha que ir até o inverno para conseguir — Me afasto da porta rápido quando Chris passa por ela feito um louco indo em direção ao salão. Desvio o olhar para o quarto vendo um cara alto, moreno sentado na cama enquanto olhava uma porta retrato.

—Ele parecia irritado — Falo voltando ao normal parando no batente da porta

—Quem é você?

—As pessoas mim pergunto muito isso — Falo suspirando indo até ele me sentando ao seu lado, e olho o retrato. — Quem é ela? — Pergunto apontando para a mesma. Era minha mãe ali, na sacada do complexo gravida, ela parecia não ter visto quando tiro. — No momento não sei quem sou, mas pode mim chama de Mary — Volto a falar ao vê-lo ainda mim olhando, esperando uma resposta.

—Era uma amiga

—E o cara irritado também era amigo dela? — Pergunto o olhando tentando soar normal

—Não exatamente. Eles eram namorados. Ele a magoou e ela terminou e ficou com outro no mesmo dia

—Isso não foi muito legal — Falo o deixando com uma expressão surpresa — De ele ter magoado ela é, claro — Falo erguendo a sobrancelha. Ele sorrir concordando com a cabeça — Mais por que ele tem uma foto?

—Para sempre o lembrar do que aconteceu

—E o que aconteceu? Eu ouvir sem querer a conversa de vocês, desculpe — Falo me colocando de pé. Ele fica me olhando com atenção deixando a foto na cama

—Eu sou Deny, aproposito — Concordo com a cabeça de leve dando um sorriso — De um jeito torto ele gostava dela, e quando descobriu que ela estava gravida de outro cara surtou. Desde então jurou que os mataria. Ele a matou mais não conseguiu matar a criança. Parece que o cara a tirou da casa antes que a pegasse

—Ele é maluco — Falo com raiva. Deny concorda com a cabeça, parecia triste — Ele matou sua amiga e ainda assim é amigo dele?

—Ele é meu irmão. Prometi sempre estar do lado dele, independente de qualquer coisa — Deny fala voltando a sentar na cama — Tem irmãos Mary? — Discordo com a cabeça indo até ele.

—Acho que devia ter se afastado — Falo com a voz baixa — Esqueça que mim conheceu ou que tivemos essa conversa. Seu irmão saiu e você ficou aqui tentando se acalmar — Falo e saio rápido parando no corredor mais a frente ficando invisível. Não posso acreditar que tudo que esse cara estar fazendo é por ciúmes, melhor é obsessão. Balanço a cabeça e saio dali.

Quando percebi dois anos tinha se passado longe de casa.

Nesses dois anos eu conseguir entrar na guarda Volturi, e ser a guarda pessoal do Aro. Claro que eu dei uma mãozinha para isso acontecer. Acidentalmente eu meio que esbarrei num vampiro na rua de Volterra e o compelir a ir ao castelo e ataca o Aro, nesse dia eu gentilmente pedir ao Alec para convidá-lo a ir até a frente do castelo para ver um dos seus vampiros da guarda ataca a vista de todos um turista, e nesse momento o vampiro atacou Alec e quando estava pronto para atacar o mestre eu entre em cena o defendendo.

Aro claro ficou encantado com minhas habilidades e agradecido por eu ter salvado a vida dele. A pobre Heidi foi morta por ter quase colocado em risco o segredo dos vampiros e eu entrei no seu lugar. A ágil e talentosa Mary. Foi fácil dobra Aro, distorcendo as cenas que ele viu ao pegar minha mão.

Mas tinha o Demitri, esse sim mim deu trabalho, sempre desconfiado, ainda mais quando ele disse que eu não me alimentava de sangue. Todos achavam que eu era uma vampira com habilidades parecida a de bruxas. Graças ao anel eu estava pálida que nem eles sem conta nós olhos vermelhos.

Naquele dia Aro trouxe vários humanos para o salão, disse que era um presente de boas-vindas. Eu sabia que não conseguiria sem aquela voz me lembrando quem eu era, então aquele dia eu fiz algo que mudaria tudo ou não. Eu desliguei. Fechei os olhos e quando abrir não tinha mais nada, apenas a sede de sangue. Quando a voz falo eu não liguei eu não parei.

Mas tinha algo em meus olhos sempre que eu parava na frente do espelho e mim via. Via o reflexo da garota de olhos verdes, de pele morena. Me ver de verdade mim levava a ele de certa forma. Mais logo eu tratava de pensar em outra coisa.

Depois daquele dia nenhum dos mestres duvidou de mim, confinavam em mim cegamente. Tanto que Aro resolveu deixa os Cullens em paz, depois de eu dizer que seria mais fácil de matá-los, pois assim eles abaixariam a guarda e nós os atacaria quando eles menos esperavam. Chris que não gostou muito disso, mas não ousou questionar quando o que fez isso acabou morto.

Nesse meio tempo eu meio que deixei escapar que a flecha estava aqui em Volterra, o que ocasionou em ataques de seres sobrenatural. Aro estava louco e mim deixou responsável por acabar com isso juntamente com a guarda. Depois Chris deixou escapar que estava na Suíça em Berna.

Há questão é, se ela estava mesmo lá porque ele não foi pegá-la até agora? Mais claro que eu descobrir assim que compelir Deny a mim conta. Sem conta no porquê Aro quer tanto me encontra e o porquê ele atura tantos lobisomens e bruxas em Volterra. Claro que quem me disse foi Marcos, quando também o compelir a mim conta.

—Onde estava? — Demetri pergunta assim que apareço na sala onde estavam vários vampiros mortos

—Acho que isso não é da sua conta — Falo o olhando por cima. Eu devia compelir esse cara, mas aí perdia a graça, não é mesmo? Sorrio saindo pela porta sendo seguida por Jane e Alec.

—Devia tomar mais cuidado — Alec sussurra rápido passando ao meu lado. Reviro os olhos não ligando. Ele estava falando sobro o fato de eu colocar o símbolo da lua crescente nos cadáveres ou na parede. Eu fazia isso para eles saberem que Sarah estava presente, o que os deixa loucos sem saber como ela aparecia sem ser notada. Ou era uma forma de eu mim lembra o porquê eu estou fazendo isso. Alec sabia de mais sobre mim, mais, ele estava compelido a não abrir a boca ou fazer algo para que Aro precisasse pegar na mão dele.

Jogo o capuz na cabeça seguindo com Jane com a velocidade de vampiro para o Castelo. — Temos que ataca agora? — Escuto Chris falando assim que coloco os pés no salão.

—Então? — Aro pergunta se direcionando a nós

—Mortos e com a marca — Demetri responde fazendo um reverencia. Acabo controlando a vontade de rir.

—Mary, Chris estava agora falando de atacamos Forks. Então prepare tudo pois faremos no final do mês. Já esperei tempo de mais — Ergo a cabeça olhando para ele

—Claro mestre. Estará pronto até lá — Falo abaixando a cabeça. Em seguida ele dispensa todos. Mas essa agora.

Sigo até meu quarto no alto da torre. Ao entra tiro o manto o deixando na poltrona já que não tinha cama. Tiro o celular do bolso mandando mensagem em seguida, voltando a desligá-lo e colocar no bolso da frente da calça. A pergunta que mim faço é, o quanto minha humanidade está desligada para ainda me importa?

Quando eu menos esperei lá estávamos nós marchando em direção a eles. Eu estava tão focada em observar Chris que quando percebi tínhamos parado.

Sem tirar meu capuz eu olho para frente sentindo o cheiro, os corações batendo. Frustrada solto um suspiro forte. 'É claro que ela não estaria aqui.' Saio dos meus pensamentos ao ouvir o Chris. Irritante! Olho em direção a floresta voltando a olhar para frente a ouvir sua voz potente. Ele não tinha mudado nada, talvez a expressão, parecia cansado.

Depois de aproveita a distração de todos e pegar Emma na casa Uley volto para o meio de todos.

Tudo estava saindo como previsto, eu teria minha vingança e iria embora. Todos ficaríamos bem. Não que mim importe. Eu tinha conseguido deixá-los presos na barreira outra vez, tinha matados os Volturi e o resto. Eu só mim esqueci de uma pequena coisa ou melhor alguém. Assim que coloco meus pés no chão fazendo as assas dá Fênix sumir viro em direção a eles, minha família. Foi quando o vir sorrindo para mim, eu não queria retribuir mais quando percebi já estava sorrindo de volta. Mas eu não sentia nada, era como se eu estivesse no automático.

Lembra quando eu disse que esqueci de algo? Pois bem. Lembrei assim que sentir algo em meu peito. — SARAH! — Escuto aquela voz de trovão enquanto eu caia de joelhos, levo a mão esquerda ao peito vendo a ponta da flecha.