A Filha das Trevas
9 Aprenda: Em um mundo mágico, nada é impossível
Notas iniciais

9: Aprenda: Em um mundo mágico, nada é impossível
Me amaldiçoei por ter aberto os olhos mil vezes antes de esticar a mão e pegar um livro para ler, 1, 2, 3, 4, 5... bufei de raiva e deixei o livro na cabeceira, me virei e tampei a cara com a coberta, 6, 7, 8, 9... Pulei da cama estressada e andei pisando duro até o banheiro batendo a mesma com força, joguei água na face e tentei me controlar para não socar o espelho na minha frente. Bati o dedo incontáveis vezes na pia tentando respirar e me tranqüilizar, olhei para o chuveiro e suspirei cansada, eu não preciso acordar mais ainda preciso dormir, mas fazer o que. Vou até o chuveiro e o ligo para a água ir esquentando, retiro minha roupa e prendo meu cabelo em um coque no alto. Respiro fundo antes de deixar a água morna cair sobre minhas costas
O choque é imediato, meu corpo relaxa instantaneamente com o toque da água, enrolo ali por uns 10 minutos até que tomo meu banho devidamente e me seco rapidamente por culpa do arrepio que sobe em minha espinha pelo frio. Enrolo a toalha em volta de meu corpo e paro em frente ao espelho, escovo meus dentes rapidamente e depois que cuspo a espuma olho para o espelho e me perco na visão. Respiro pelo nariz e solto pela boca, respiro pelo nariz e solto pela boca, respiro pelo nariz...
– Ótimo desse jeito vou acabar entrando em pânico – penso em voz alta e me retiro do banheiro
Coloco uma roupa de frio e como em breve terei que sair de casa, pego o cachecol verde que Scorpius me deu no nosso primeiro ano de Hogwarts e coloco em volta em meu pescoço sem me agasalhar com ele, respiro fundo novamente e ando em direção a porta de madeira do meu quarto. Desço as escadas contando os degraus mentalmente tentando acalmar meus pensamentos, tentativa falha. Ando em direção a sala de jantar e encontro um Scorpius solitário que lê silenciosamente o Profeta Diário enquanto toma seu café da manha
– Você está à cara do Draco – eu disse apoiando o corpo na beirada da porta
– Espero que seja um elogio – ele disse sem olhar para mim
– Claro seu pai é um gostoso – Scorpius lançou um olhar de desaprovação para mim e me controlo para não rir
– Para quem vai revelar toda a verdade aos Weasleys e Potters você está muito engraçadinha – suspirei cansada e me sentei coçando os olhos
– Não tinha que me lembrar – eu disse tristonha
– Mas você esta se preparando há dias Kath, como ainda não esta preparada? – perguntou, ele deixou o jornal de lado e me observando mais atentamente
– Não sei – murmurei enterrando meu rosto em minhas mãos cansada
– Hey, vai ficar tudo bem, não se esqueça eu vou estar lá com você – o olhei sem entender
– Quem disse que vai junto comigo? – perguntei
– Como assim? Lembra? Somos os piores melhores amigos do mundo! – sorri de canto
– Eu vou sozinha – olhei para o relógio – ai eu to morrendo de sono, devo ter dormido um hora a noite inteira
– Então o que acha de irmos até o sofá ou ao meu quarto, ai eu lia e você dormia – neguei com a cabeça
– Não eu tenho que ir – me agasalhei com o cachecol tampando o colar que Scor me deu – você viu meus pais? – perguntei
– Sua mãe esta ajudando a minha em alguma coisa e seu pai ajudando meu pai ou vice versa – ele disse meio confuso
– Devem estar se arrumando para ir, vou fazer o mesmo – me levantei
–Ir aonde? – perguntou o meu loiro
– Para a minha casa – eu disse o obvio – lembra Scor, a minha casa é perto da dos Potter fica mais fácil de ir
– Mas eu queria ir com você – ele disse se levantando
–Vai ficar querendo – ele fez um bico fofo e veio em minha direção me abraçando
– Então já que vai, não se esqueça que eu te amo ta minha pequena, e sempre vou estar do seu lado – ele depositou um beijo em minha testa e sorri sentindo meus olhos lacrimejarem
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Point of View by Hermione Granger
– Mione é a sua vez – disse Ron sorrindo maroto, observei o jogo com cuidado, mas antes que me move-se escutei a voz de Gina a nos chamar
– Hermione e Ronald venham até aqui agora – olhei para Ron que bufou estressada, vem idade e o gene não muda, nos levantamos deixando o xadrez de bruxo de lado e fomos ate a sala onde Harry e Gina já se encontravam conversando
– Eu realmente adoraria saber quem é a tal Campbell – comentava Gina a Harry quando chegamos – quer dizer, e se ela não for uma boa pessoa
– Ela me pareceu uma ótima pessoa quando estávamos no beco –eu disse entrando na conversa
– Mas não podemos nos esquecer que foi criada por Malfoys – comentou Ron pegando uma xícara de chá na mesinha e provando um pouco do liquido fervendo
– Eu acho que não temos que nos intrometer nos assuntos de nossos filhos – disse Harry e eu assenti
A campainha tocou fazendo Ron dar um pulo e quase derrubar o chá fervendo em sua roupa, ele xingou baixo e eu ri de leve, Gina pediu licença e se levantou andou até a porta arrumando a roupa e desaparecendo pelo corredor, ouvi fraquinho ela falando com alguma voz feminina até que eu ouvi o que me parece ser um “entre” de Gina. Gina foi a primeira a se aproximar e juro, ela estava mais branca que o normal, e assim que ela parou esperando a visita que logo apareceu, fiquei da mesma forma
Os cabelos negros da menina caiam sobre o ombro, os olhos sempre cintilando o azul estavam ainda mais em evidencia devido ao cachecol verde que usava em volta do pescoço, ela não era alta nem baixa, mas suas feições delicadas fazia com que aparentasse que ela é mais pequena, sua pele pálida estava com bochechas coradas e em seus lábios um sorriso mínimo poderia ser visto se prestasse bastante atenção, ouve um silencio estranho até que Gina cortou o silencio
– Sente-se Katherine – Katherine sorriu de leve par ela e andou em direção ao sofá se sentando com leveza em cima dele e então ficou olhando para nos com um sorriso constrangido, foi ai que notei que estávamos todos de pé a encarando então andei até o sofá em frente dela e me sentei, como se nosso movimentos fossem ensaiados, o restante veio até o sofá e se sentaram junto comigo
– Bem – ela começou meio envergonhada – devem estar querendo saber o que estou fazendo aqui certo? – ela olhou de relevância para nos e depois olhou par baixo – eu vim falar sobre uma pessoa que trouxe coisas horríveis para a vida de vocês – gelei, assim como Ron ao meu lado
– E quem seria essa pessoa? – perguntou Harry com insegurança
– Voldemort – assim que as palavras saíram da boca dela Ron pegou em minha mão e a segurou com força, a mão de Ronald estava um gelo, e a minha não estava tão diferente
– O que você poderia querer falar sobre ele menina – disse Gina com uma voz abalada
– Acredite, eu não usaria a palavra querer – murmurou ela alto o suficiente para que ouvíssemos
– Ela quis dizer – começou Ron – que não há porque uma menina como você ter alguma ligação com você-sabe-quem – ela riu pelo nariz
– Primeiro – ela levantou um olhar desafiador para Ron – não creio que você ainda não aprendeu a não temer o nome do lorde dos idiotas – Ron se controlou para não soltar uma risadinha – e segundo – sua expressão ficou seria e nervosa em segundos – eu tenho mais ligações do que você imagina
– Como assim? – perguntou Harry
– Hermione – ela olhou para mim e fiquei hipnotizada com seus incrivelmente intensos olhos azuis – você se perdeu nos meus olhos naquele dia no beco
– Acredite, não é tão difícil fazer isso – comentei ainda meu abalada pelo azul de seus olhos
– Uma reação natural – ela deu uma risadinha e foi mais para frente sorrindo de canto – sabe, sempre achei muito irônico pelo destino ter me feito ter essa tonalidade – ela umedeceu os lábios em forma de nervosismo – meus olhos deveriam ser castanho esverdeados ou de um verde intenso, não que de vez em quando eles não peguem uma tonalidade esverdeada, mas em vez disso a genética fez com que meus olhos fossem vazios, ocos e brancos – franzi o cenho – assim como os olhos do meu pai – em certo momento ela tinha desviado o olhar para Harry mas voltou a olhar para mim
– Willian Campbell tem olhos azuis? – perguntou Gina – me lembro de ter visto ele e Clarissa indo no beco uma vez e me lembro que os olhos dele eram escuros – ela sorriu tristemente
– Infelizmente, Will é meu padrasto, eu adoraria te-lo como pai biológico mas não é o caso – ela abaixou o olhar – mas Hermione – ele levantou o olhar depois de alguns segundos – você sabe quem é o meu pai certo? Você só achou idiota demais pensar na possibilidade – ela semicerrou os olhos me desafiando
– Na verdade não – silencio – juro, nada passou pela minha cabeça – sua sobrancelha direita foi arqueada, deixei-me pensar até que, como ela disse, uma possibilidade muito idiota veio em minha mente – impossível – murmurei fazendo ela sorrir
– 200 pontos para a Grifinória – ela disse sorrindo, mas nem de longe se assemelhava a minha expressão, é impossível, é a coisa mais estranha que poderia acontecer – okay, vamos as apresentações – ela tornou a uma postura reta – prazer, meu nome é Katherine Elisabeth Campbell, minha mãe adicionou o nome do meu padrasto para esconder seu próprio nome, minha mãe é Clarissa Dolohov filha de Antônio e Marie Dolohov – gelei instantaneamente – a minha maior cruz – ela respirou fundo antes de falar – herdeira única do Lorde Voldemort
O mundo parou assim que a confirmação veio, Ronald olhou para mim assim como Gina e Harry, ouvi alguém falar comigo, mas ficou tudo abafado, eu não podia estar certa, esperei acordar de um pesadelo, mas nada veio, voltei ao mundo real com Ron apertando minha mão me dando firmeza, olhei para Katherine que tinha os olhos lacrimejados. Impossível – pensei.
– O que? – murmurou Harry – eu nem sabia que Dolohov era casado – Katherine puxou rápido um pouco de ar
– Tanto era casado, como Marie era também uma comensal , discreta, mas devota a Valdemort – comentou ela
– Como sua mãe pode se deitar com ele? – perguntou Gina desolada
– Ela foi obrigada a isso – sua voz saiu fraca – pela própria mãe – puxei a respiração e a segurei por um tempo – Quando Voldemort lhe confidencio seu receio pelo futuro, Marie lhe deu a idéia de ter um herdeiro – seus olhos lacrimejavam – e foi ela também que lhe deu a idéia de ser com a filha e antes que me perguntei a vadia da minha avó já morreu
– Como ela pode? – perguntou Ron com a voz engasgada
– Ela era cega pelas idéias do lorde – respondeu ela
– E por que resolveu nos contar isso? – perguntou Harry
– Por que – ela tirou de não sei onde um caderno de couro preto com o símbolo dos comersais bordado – minha missão era matar quem sobrevivesse – ela entregou a Harry o caderno que logo o pegou e folheou, seus olhos se arregalaram lendo o mesmo
– São instruções – comentou ele baixo
– Sim, é meio que um guia – ela riu pelo nariz – “Como ser o lorde dos idiotas!” – os olhos dela eram tímidos e sua boca arrisca, uma reação ao isolamento
– E você pretende seguir? – perguntou Ron
– Obvio que não – disse ela – não sou idiota
– Fico triste em saber que Hugo mentiu para nos – Dei uma cotovelada em Ron que me lançou um olhar de reprovação, Katherine franziu o cenho sem entender – ele disse que você era uma Grifinoria, disse também que era uma ótima pessoa – continuou Ron recebendo uma cotovelada de cada lado. Uma por mim e outra por Gina – que coisa da para parar – disse ele em reprovação e Katherine soltou um risinho
– Ah por Merlin Ronald, mamãe deve ter tido uma tartaruga ao invés de filho – disse Gina irritada – Hugo não mentiu
– Impossível – disse Ron
– Eu ainda to aqui – murmurou Katherine se afundando no sofá, Gina lançou mais um olhar de reprovação em cima dele antes de Katherine continuar – tudo bem Sr. Weasley eu esperava até mais disso – ela sorriu de canto – sim eu sou da Grifinoria, e não me considero uma “boa” pessoa, mas fazer o que – ela deu de ombros
– Mas, você é herdeira da Sonserina – enterrei minha face nas mãos – olha me desculpe mas é que...
– Eu sei, eu sei – disse ela aparentemente já cansada – eu já esperava isso, mas eu tenho que ir direto ao assunto, eu vim ate aqui lhes confortar, mesmo eu sendo filha de um monstro, não vou machucar ninguém de sua família, e juro ficar longe deles, não quero que fiquem inseguros sabendo que a filha de seu maior inimigo estuda na mesma escola que seus filhos, mas infelizmente minha promessa não vai ser o suficiente, vocês tem que falar com eles, lhes contar a verdade, se fizerem com que eles me odeiem será bem mais fácil, mas é apenas isso que lhes peço, tentem facilitar meu trabalho e eu termino meus estudos o mais distante deles, mas é claro que se não for o suficiente eu posso pedir uma transferência e ...
– Nunca lhe impediríamos de estudar em Hogwarts – eu a cortei e sorri, ela sorriu timidamente e balançou a cabeça pondo os pensamentos no lugar
– Desculpa, mas eu tenho que ir – ela se levantou e no reflexo levantamos todos juntos – minha mãe deve estar preocupada e aposto que logo Draco ou Scorpius aparecem por aqui atrás de mim – ela deu um sorriso fraco – ah, só para saber, por que o Hugo passou minha ficha para vocês? – nos entreolhamos envergonhados
– É que... Alvo e Rose deixaram escapar seu nome algumas vezes e ai quando perguntamos que você era eles ficaram um pimentão e desconversaram ai o Hugo para zoar com a cara deles, começou a falar de você sem parar – eu disse a ela que sorriu envergonhada
– Hugo é um ótimo garoto – comentou ela – olha qualquer duvida, ou qualquer coisa, podem me escrever ou telefonar, não sei mas podem contar comigo para tudo – ela andou em direção há porta e a seguimos – não quero acabar encontrando com eles sem querer – eu havia até me esquecido que as crianças haviam saído para fazer guerrinha de neve
– Ah claro – disse Gina – qualquer coisa falamos com você – como se estivesse programado assim que chegamos ao corredor que dava na porta principal vozes foram ouvidas se aproximando, as crianças logo entraram pela porta sem nem se quer olhar para nos
– Olha vocês são uns idiotas – disse Lily pendurando o casaco
– Vocês chegaram cedo – comentou Gina, mas mesmo assim nenhum deles olhou para nos
– Ah é que Hugo acertou uma bola de neve bem na cara da Lily e ai ela se estressou e fomos obrigados a ir embora por que não iríamos querer ver essa ruivinha ai brava – disse James terminando de retirar o casaco
– Por Merlin, me digam que tem uma porta dos fundos – murmurou Katherine o mais baixo que pode, mas infelizmente assim que terminou de falar Alvo e Rose olharam para nos assustados, mas um sorriso brotou dos lábios dos dois enquanto Katherine se mantinha com um expressão triste
– Kath você veio – disse Alvo vindo na direção da menina a abraçando
– Hey Al deixe um pedaço da Kath para mim – disse Rose andando em direção da menina que ainda se mantinha presa no abraço de Alvo
– Eu já estou de saída – sua voz saiu dura e seca, assim que Alvo se afastou descobri o por que, ela chorava silenciosamente
– Katherine, o que foi? – disse Alvo segurando sua face com as duas mãos e olhando no mais fundo dos olhos azuis da menina
– Lembra na estação quando eu disse que essas férias mudariam tudo? – Alvo assentiu – espero que esteja pronto para me odiar
– Eu nunca faria isso – murmurou ele baixo
– Olha Alvo – ela retirou as mãos dele da face dela e as segurou firme – existe um numero enorme de garotas que seriam perfeitas para ti, e acredite, não estou entre elas, não sou perfeita para ninguém e se serve de consolo, nunca serei! – Alvo negou com a cabeça
– Você é perfeita para mim e eu não ligo para as outras – seus olhos se mantinham lacrimejados
– Mudara sua opinião logo – ela disse sorrindo entre as lagrimas e se soltando dele e indo até Rose – hey ruiva – Rose sorriu de leve – você é a melhor pessoa do mundo, eu não tenho palavras para descrever o quanto sua amizade foi importante para mim, foi curta mas incrível, e mesmo com tudo, não me arrependo de ter te tido como amiga, guarde na memória ruivinha, você é divergente não pode ser controlada – Rose franziu o cenho sem entender – qual é ruiva, leia uns livros trouxas de vez enquando – Rose e ela riram em meio as lagrimas – mas traduzindo, você é uma das misturas perfeitas, Weasley e Granger, ninguém pode te obrigar há ir por caminhos seguros, ninguém pode controlar suas ações, não pense duas vezes antes de seguir seu coração em vez da razão – a morena piscou para Rose que sorriu abraçando Katherine
– Não fala assim, parece que você vai morrer ou algo do gênero – Katherine sorriu
– Acredite, vocês vão querer que eu esteja morta – com essas palavras que cortaram meu coração ela se despediu de nos com os olhos mas antes de passar pela porta olhou para James e Lily que olhavam para ela assustados – hey James você é um gato, mas prefiro inteligência a ego elevado – ele riu convencido
– Acredite baby sou mais inteligente do que pensa – ela riu de leve
– Vai sonhando – ela olhou para Lily que segurava o choro – olha pequena tente não quebrar nenhum osso – Lily assentiu deixando algumas lagrimas escaparem, Katherine não agüentou e a puxo em um abraço – não chore pequena, não gosto de ver minha ruiva em miniatura chorando
– Por que você esta agindo como se nunca mais fosse falar conosco – perguntou Lily
– Logo vai entender — Katherine se afastou de Lily e colocou uma mecha do cabelo dela atrás da orelha – mesmo a gente tendo se falado apenas algumas vezes você já me conquistou – Lily sorriu e Katherine se afastou dela – adeus família perfeita – ela disse divertida, mas assim que seus olhos pousaram em Alvo ela vacilou, quando as lagrimas vieram com força ela correu saindo pela porta com pressa, Rose e Al logo correram atrás dela e num gesto rápido os acompanhei mas eles passaram pela porta antes de mim, mas quando me juntei deles me arrependi de não ter dado um jeito de para-los dentro de casa, Katherine se mantinha abraçada com Scorpius na calçada, ela chorava como um bebe e Draco, com uma expressão assustada se mantinha atrás do filho, assim que ele olhou para mim um sorriso de comprimento foi trocado antes que os três desaparecessem, Al e Rose olhara, para mim e me abraçaram chorando
– O que foi tudo isso? – perguntou Rose com uma voz chorosa
– O impossível acontecendo – respondi deixando uma lagrima solitária escorrer pelos meus olhos
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