Notas iniciais
Oi oi gente! Primeiro: Não me matem por favor!!!! Eu tenho uma ótima desculpa para não ter postado antes! Bem, é que eu fiquei sem um pingo de criatividade para escrever. Depois chegaram as provas e ai vocês já sabem, né? Bem, mas eu consegui escrever esse cap e eu espero que gostem! Segundo: Eu gostaria de agradecer à: Gewkordeiro Silva por comentar e por favoritar, a biazinha por favoritar a cmm1234 por favoritar! e a Lily Hime por comentar! Aqui vai o meu muito obrigada à todos vocês que de alguma forma se manifestaram (e também aos fantasminhas que leem essa fic): MUITO OBRIGADA PESSOAL, VOCÊS ARRASAM!!!! Terceiro: Esse cap é meio que especial pq é o P.O.V. do Nico, era pra ser um cap unico, mas como ficou muito grande eu dividi em dois! Espero que gostem!

P.O.V do Nico

Tínhamos acabado de chegar na escola em que Quíron disse que estava o semideus que tínhamos que levar ao acampamento.

E então me lembrei de quando havíamos recebido a notícia de que teríamos de ir buscar um semideus.

Flash back On

— Quíron, você mandou nos chamar? — perguntou Leo

Um filho de Hermes tinha dito para nós, eu, Leo e Grover, que Quíron queria falar conosco.

— Sim, pedi ao Robert que chamassem vocês. — Ele disse sério — Eu quero falar com vocês sobre um assusto muito sério.

Será que ele havia descoberto que eu e Leo tínhamos ajudado os Stoll com a pegadinha no chalé de Ares?

— E o que é, Quíron? — perguntou Grover

Bem, se foi isso, por que Grover estava com a gente? Ele não tinha participado.

— Recebemos um aviso que um semideus muito poderoso em uma escola em New York.

— E o que nós temos haver com isso? — perguntei direto

— Bem, vocês foram designados para irem busca — lo.

— E por que a gente? — perguntei sério — Buscar semideuses não é trabalho dos sátiros? — apontei para o Grover

— Sim, normalmente buscar semideuses é de fato um trabalho dos sátiros, mas as vezes semideuses também participam, principalmente quando eles são muito fortes. Assim como no seu caso, Nico, foram três semideuses e um sátiro.

Bufei, irritado, eu não gostava de pensar muito sobre aquela época, na época em que eu perdi a Bianca.

— E para onde nós temos que ir? — perguntei indiferente

— Para esse endereço. — Ele nos passou um papel com o endereço

— Quando nós vamos? — pergunto

— Vocês partem hoje à tarde, e as aulas começam amanhã de manhã. Não se atrasem para o primeiro dia de aula. — informou Quíron

— Tudo bem, Quíron. — falou Grover — Mais alguma coisa que devemos saber?

— Acredito que não.

— Ótimo. — disse mau — humorado — Se isso é tudo acredito que já podemos sair.

— Certamente, Nico, afinal vocês precisam fazer as malas. — respondeu Quíron ignorando completamente o meu humor

Assim que saímos da Casa Grande Leo veio falar comigo.

— E aí, Nico? Ansioso para sair um pouco do acampamento?

— Por que estaria? Para ter que ir à escola e enfrentar monstros a cada minuto? Não mesmo! — respondi secamente

Sai de lá sem nem mesmo esperar que ele dissesse mais alguma coisa, não estava com saco para falar com Leo.

Caminhei apressadamente para o meu chalé, para falar a verdade eu não estava com saco para falar com ninguém agora.

Entrei no meu chalé e comecei a arrumar uma mochila, afinal, eu não tinha escolha mesmo, teria que ir de qualquer jeito.

Flash Back Off

Pouco tempo depois de chegarmos avistei uma garota chegando, isso só não era estranho, até porque estávamos em um colégio, o estranho era que um grande gato negro a seguia.

Depois dela se "despedir" do bichano ela entrou no prédio.

— Ei, Nico, vamos entrar? — perguntou Grover — Quíron falou para não nos atrasamos.

— Você acha mesmo que ele iria fazer algo caso a gente se atrase? — perguntou Leo

— Quíron não, mas o Sr. D eu não duvido nada! — respondeu Grover

— Vamos logo! — falei decidido

Entramos no colégio e fomos direto para a secretaria.

A moça na secretaria nos entregou o horário e vi que a minha primeira aula era de filosofia.

— Qual a primeira aula de vocês? — perguntei sem muito interesse

— Filosofia. — dissemos

E assim que eles disseram surgiu do nada uma senhora com um sorriso no rosto.

— A aula de agora de vocês é filosofia, não é? — ela perguntou com um sorriso no rosto

— Sim. — respondi seco

Se tinha uma coisa que eu aprendi como semideus é que você sempre deve desconfiar de pessoas que surgem do nada.

— Que maravilha! — ela disse — Eu sou a professora de filosofia, podem me chamar de Sra. Clark! Venham comigo vou leva-los até a sala.

Nós a seguimos em silêncio, olhei para Grover para ver se ele tinha sentido cheiro de monstro vindo dela. Ele parecia ler meus pensamentos e negou com a cabeça.

Mas isso não me deixou mais tranquilo, se o semideus fosse, como Quíron tinha dito, poderoso, com toda certeza haveria no mínimo um monstro por perto.

— Muito bem turma, todos sentados por favor! — ela disse assim que entrou na sala — Como vocês podem ver nós temos alunos novos esse ano. Por favor, rapazes, se apresentem.

Como sempre Leo foi o primeiro.
— Prazer eu me chamo Leo Valdez e tenho 17 anos, e infelizmente para vocês, garotas, eu tenho namorada! – ele disse, na minha opinião foi ridículo

E sabe o que era pior? O fato de algumas garotas realmente terem ficado tristes.

Mas uma no funda da sala deu risada.

Era a garota que eu tinha visto com o gato!

Eu não tinha parado para pensar nela, mas agora com ela diante dos meus olhos eu pude notar, mesmo que estivesse longe, o quanto ela era bonita.

— Meu nome é Grover e eu tenho 17 anos. – ele disse de forma apressada

Percebi que a garota nos observava, mas sem muito interesse.

— Eu me chamo Nico Di Ângelo. É só isso que eu tenho pra falar. – falei indiferente, mesmo que estivesse muito curioso para saber mais sobre aquela garota

— Muito bem agora que já se apresentaram podem se sentar ali, perto da senhorita Von Schwarz, qualquer dúvida na minha matéria podem perguntar para ela, a senhorita Von Schwarz é ótima na minha matéria. –a Sr. Clark apontou para a garota que no momento estava ocupando os meus pensamentos

Caminhamos em silencio até o fundo da sala, eu me sentei na cadeira ao seu lado, Grover a sua frente e Leo na minha frente.

De repente Grover mexeu o nariz de forma estranha, como se farejasse o ar. Ele escreveu algo em um pedaço de papel e passou para Leo.

Leo leu, olhou para a Von Schwarz, não sei o seu primeiro então vou chama-la assim, e sorriu.

Não sei bem porque, mas aquilo me incomodou um pouco, porem eu não demonstrei.

Leo passou o papel para mim e estava escrito:

“É ela! Tenho certeza! A garota atrás de mim emana um forte cheiro de semideus!”

Olhei para ela, de forma bem mais discreta que o Leo.

Uma parte minha estava triste por ela ser uma meio-sangue, afinal, nem sempre a vida de semideus é fácil e tem um final feliz. Porem outra parte minha estava feliz por ela ser uma semideusa, pois assim eu poderia vê-la mais vezes, mas por que eu estava feliz por isso? Eu nem a conheço! Não a motivos para que eu fique feliz!

O restante das aulas correu normalmente, mas de tempos em tempos eu olhava para a garota ao meu lado.

Assim eu o sinal tocou eu e os meninos saímos da sala levando nossas mochilas, pois elas tinham coisas importantes como: néctar, ambrosia roupas, esse tipo de coisa.

Nós estávamos no pátio discutindo uma forma de fazer com que a Von Schwarz para o acampamento, até que eu vi a própria no pátio com um gato, o mesmo que estava com ela mais cedo.

Eu a observei discretamente, ela parecia se importar de verdade com aquele gato.

Me esforcei ao máximo para prestar atenção no que Leo e Grover falavam, mas foi em vão, pois toda a minha atenção estava na garota com o gato.

Estranhei na hora que o zelador, pelo menos eu acho que era o zelador, se aproximou de nós. Ele parecia estar com raiva.

— Um já é ruim, agora três é muito pior! – ele resmungou – Tenho que dar um jeito nisso!

Senti um mal pressentimento ao ouvir isso, de alguma forma eu sabia que ele falava de nós, meio-sangues.

Tem horas que eu odeio estar certo.

O Zelador se transformou eu um ciclope e partiu para cima da Von Schwarz.

Leo viu no que o antigo zelador, pegou uma bombinha do seu cinto mágico e lançou no ciclope, porem ele errou e a bombinha foi parar próximo de uma tomada e quando ela explodiu causou uma grande explosão.

O reprendi com o olhar.

— O que foi? Eu sou filho de Hefesto se queria alguém com mira devia ter chamado um filho de Apolo! – ele defendeu-se

A explosão causada por Leo só serviu para chamar atenção dos mortais e irritar o ciclope.

O ciclope se recuperara do susto e voltara para o seu alvo: a garota e seu gato.

Ela estava paralisada de medo, pois conseguia ver o ciclope, disso eu tinha certeza.

Avancei contra o monstro.

Leo lançava fogo nos olhos do ciclope para distrai-lo, Grover tocava sua flauta e fazia com que vinhas brotassem do chão e se agarrassem as pernas do monstro.

No final nós conseguimos derrota-lo.

Andei até ela é perguntei:

— Você está bem? Se machucou

Ela estava meio em choque ainda e demorou um pouco para responder.

— Sim, eu estou. Mas o que foi isso?

— Não se preocupe, mas você tem que nós levar até sua casa. Agora. — disse sério

Ela assentiu e nos levou até sua casa.
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Antes de entrarmos em seu prédio ela fez algo que me surpreendeu: Ela pós o gato na mochila.

Disse que no prédio não permitiam animais.

No momento eu, Leo e Grover estávamos na cozinha lanchando junto com a Melissa, madrasta da Alice e filha de Deméter.

Alice, esse era o nome da garota.

É um nome muito bonito, diga-se de passagem, combina com a dona.

Antes de comermos algo nós, eu, Leo e Grover, tomamos um banho.

— Ela reagiu bem a notícia? — perguntou Grover

— Na medida do possível, sim. — Respondeu
Melissa

Ficamos conversando mais um tempo e então a Melissa teve de subir para ver como estava a Alice.

Pouco tempo Alice desceu, e ela estava linda.

Ela se despediu da família e do gato, era triste ver essa bela família se separar, porém era necessário.

Nos todos, exceto o pai da Alicia e sua irmã mais nova, saímos do prédio e começamos a nossa viajem para o acampamento.
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Já estávamos viajando a um bom tempo, tempo suficiente para que anoitecesse.

Grover e Melissa estavam conversando na frente, Leo dormia ao meu lado e do meu outro lado Alice olhava através da janela do carro.

— Por que você gosta tanto daquele gato? –perguntei de forma indiferente, embora estivesse muito curioso-Eu vi que você chegou a escola com ele, depois ficou com ele no intervalo com ele e fez questão que ele estivesse seguro, mesmo tendo um ciclope de dois metros atrás de você. Por que fez isso?

Notei que ela observava o meu rosto e eu fazia o mesmo que ela.

Era uma garota muito bonita, sua pele era bem clara, como a minha, longos cabelos negros e olhos cor de âmbar.

— Eu não sei bem, nem me lembro bem como eu conheci Aslan, quando dei por mim ele estava na minha vida. – ela disse de forma pensativa — Mas ele foi meu único amigo durante anos, tirando a minha família claro, não podia deixar nada acontecer com ele.

—Legal, talvez ele seja um protetor enviado pela sua mãe deusa. – disse tentando anima-la
— Talvez. – ela respondeu ela respondeu meio triste, provavelmente por sentir falta da família

Pouco tempo depois nos chegamos na colina meio — sangue, Melissa perguntou se queríamos que ela nos levasse até o acampamento, mas eu recusei. Quanto mais semideuses mais monstros são atraídos.

Estávamos as pés da Atena Patenos quando ouvimos uma voz:

— Parem.

Todos paramos imediatamente. A voz ecoava através das árvores, fazendo com que ela parecesse que vinha de todos os lados.

— Mais que campistas obedientes!
Aquela voz não me era estranha, eu já tinha ouvido ela em algum lugar.

Dentro da minha cabeça algo gritava “Perigo, perigo!!!", por isso eu saquei minha espada.

— Quem é você? O que quer? — gritou Leo

— Abaixem as armas, jovens semideuses. – falou a mulher dona da voz– só vim falar com a minha filha.

— Mãe? – Alice perguntou surpresa

— Como vai, querida? Sentiu minha falta?

— Se eu senti sua falta? – ela gritou irônica – Eu achei que estivesse morta!

Ela abriu os braços como se pedisse um abraço da Alice.

Eu queria gritar para que ela não fizesse isso, mas não deu tempo, quando vi ela já estava nos braços da mãe.

Olhei para o Grover e perguntei baixo:

— Que cheiro você sente nessa mulher?

— Não é cheiro de monstro, mas a aura que ela emana é assustadora! — Ele respondeu assustado

— Quem você acha que ela é? — Leo perguntou curioso
E então a expressão de medo em seu rosto se transformou em puro desespero.

— Nix! Alice, a sua mãe é Nix! – gritou Grover desesperado – A senhora é a Lady Nix!

Ele apontava para o símbolo acima da cabeça da Alice, uma meia lua e uma estrela no centro, o símbolo de Nix.

Ela tinha sido reclamada.

— Acertou em cheio, sátiro. – disse Nix –É ótimo revelo, cria de Hades. – ela falou olhando para mim

— Eu não digo o mesmo. – respondi irônico

— Não me diga que ainda está chateado por causa do nosso pequeno desentendimento no mundo inferior, esta?

— Você tentou me matar! – falei indignado

— Isso é um detalhe! – ela disse sorrindo – Bom agora vamos que já perdemos muito tempo com essa conversa!

— A senhora vai com a gente para o acampamento? – Leo perguntou assustado

— Sim, algum problema, prole de Hefesto? – Nix o fulminou com o olhar

— Não, nenhum! – ele responde rapidamente

— Ótimo, então vamos!

Subimos o restante da colina até que atravessamos o Pinheiro da Thalia.

Pouco tempo depois de chegarmos ouvimos alguém gritar, acho deve ter sido o Connor ou o Travis, de longe eu não reconheci:

— Eles chegaram!!!!

E em pouco tem um bando de campista se juntou em volta de nos, juntamente com Quíron.

— Aquele é Quíron – falei para a Alice

— Lady Nix, o que a traz aqui? – disse Quíron

— Só garantir que minha filha seja devidamente alojada aqui no acampamento. – ela respondeu

— Suponho que essa seja sua filha. – disse Quíron apontando para a Alice

— Perspicaz como sempre, Quíron. – ela falou – Esta é minha filha: Alice Von Schwarz!

— Eu me chamo Quíron é um prazer conhece-la, Alice.

— O prazer é meu. – falei

Ele se virou para nós:

— Meninos, agora que cumpriram sua missão pode ri descansar.

— Sim, Quíron! – dissemos juntos

Nós já estávamos indo embora quando ouvimos a Alice nos chamar.

— Hey!

— Sim? – Grover perguntou

— É que eu queria agradecer por terem me salvado do ciclope mais cedo. – ela disse com o rosto corado

Ela ficava uma gracinha corada.

— Ah, isso... Isso não foi nada! – disse Leo também um pouco corado

— Mesmo assim, obrigada. – ela olhou para aonde a mãe estava e falou – Bem eu tenho que ir.

E dizendo isso ela correu de volta para Nix.

— Bem, acho que pé hora de ir! Juniper deve estar com muita vontade de me ver! – disse Grover

— Sim, e eu tenho que ir ver a Calypso! – falou Leo

— Boa noite pra vocês então. – disse indo embora — Eu vou para o meu chalé dormir.

Pude ouvir o Leo gritar algo sobre eu estar precisando de uma namorada, mas nem dei importância.

Chegando ao meu chalé eu me troquei e fui dormir.

Meu último pensamento foi o lindo rosto corado de uma certa filha de Nix.

Notas finais
O que acharam?