Notas iniciais
HOWWL niggas, yes i am back (yaaaay) É galera, eu não morri, haha. Desculpem pela demora/desaparecimento, digamos que a Etec não gosta de me deixar com tempo livre. Mas ei, eu voltei! Olha, talvez eu esteja meio enferrujado, não que isso tenha sido bom desde q eu comecei, mas já que um certo filho de Atena não saia do meu pé, eu fiz um esforcinho aqui pra vcs. Bom, espero q vcs gostem, comentários e essas coisas existem pra criticar e ajudar. Até o próximo, pax !!!

Enquanto Fobos fazia seu discurso irritante e inútil, a sombra do mal se aproximou devagar. Ela era pequena, em comparação as outras, mas mesmo assim era um problema.

Quanto mais ela chegava perto, mais ela se parecia com... Jason?

"Cara, que merda é essa? Tu nem avisa que tinha um irmão gêmeo do mal!"

"Claire. Vai. Se. Foder", o nosso Jason disse, se colocando em guarda, com a espada apontada pro peito do seu clone.

Ele era quase igual, e ao mesmo tempo oposto ao nosso Jason. Mesmo tamanho, mesma cicatriz no lábio, mesmo cabelo, até o mesmo cheiro. As únicas diferenças eram que o clone tinha olhos vermelhos, como se fossem puro ódio, e a sua camisa era roxa, com as inicias S.P.Q.R em dourado. *pelo menos ele era diva style!*

O clone sacou uma espada, igual à de Jason, e copiou a posição de guarda do original. Jason começou a andar em círculos, observando o clone. Tenho que admitir, esse cara sabe lutar. Eles ficaram andando em círculos por um tempo, se encarando, se estudando. De repente, o nosso Jason deu um passo pra frente, e fez um corte diagonal na direção do clone. Era um ataque básico, óbvio, com certeza ele iria defender. Então, o clone deu um passo à frente, e fez exatamente a mesma coisa, pra nossa surpresa.

Pelo jeito, o clone tinha sido "feito" pra copiar tudo, até os movimentos do Jason original.

"Ei, vamos lá. Não pegue leve comigo, pode ser?"

"O que? você fala??"

"Claro que eu falo! Eu sou você, sua anta imprestável."

"Ei, xinga mas não ofende, monte de merda. Quer saber, vamos acabar com isso logo?"

"Você pode até tentar, mas nós sabemos quem vai ganhar...", o clone disse, com um sorriso frio no rosto.

"Claro que sabemos! Eu vou ganhar! Até por que não vou perder pra uma cópia barata como você!"

Os dois então começaram uma luta que não parecia ir a lugar algum. Jason atacava com toda sua força, mas o clone simplesmente sabia todos os seus movimentos. E quando o clone tentava atacar, Jason contra atacava sem nenhuma dificuldade.

"Jason, Jason... Você ainda não entendeu? Eu sou o original aqui cara."

"O que? Não! Eu sou o Jason original, você é só um clone."

"Ah... Tem certeza? Quer dizer... Eu sou todos aqueles sentimentos que você tem aí dentro. Essa raiva, esse medo? Sou eu."

"Não, você não é nada!"

"Tem certeza? Olha aqui!", o clone gritou, apontando pra sua camisa.

"Isso aqui, era o que você deveria ter se tornado! Pretor de Nova Roma! Você tinha uma família ali! Eles confiavam em você, te seguiam! A Reyna? Como você acha que ela ficou quando você saiu pra passear com seus amiguinhos gregos?"

"Reyna? Mas ela-

"Não!", o clone de sombras gritou, jogando Jason do outro lado da caverna.

"Você sabe que o que você fez foi errado! Não tenta me convencer, eu vi dentro da sua cabeça! Eu sei que você queria voltar pro Acampamento Júpiter. Mas não. Você confiou no inimigo, e abandonou a sua verdadeira família!"

"É, talvez eu tenha abandonado eles mesmo. Mas olha o que aconteceu! Nós ganhamos a guerra! Gaia se foi. Acabou agora."

"Chega!", o Jason falso gritou, correndo até o nosso Jason.

"Você é um traidor! Mentiroso! Agora morra, com os seus novos amigos!", ele gritou, enquanto atacava o Jason original, mirando em sua cabeça.

De repente, o filho de Júpiter se levantou, e atravessou o corpo do clone com sua espada, mais rápido do que meus olhos puderam acompanhar.

"Não. Você morre. Olha, eu sei que você acha que eu, nós, traímos a legião. Mas calma. Você errou. Nós não abandonamos nossa família, só aumentamos ela um pouco." o menino disse, enquanto tirava sua espada dourada do peito do clone de sombras.

"Você não pode escolher sua origem, mas pode escolher seu destino. Nós não precisamos ser só romanos, entendeu?"

"Mas... Eu... Você era tão decidido, tão... Roma..."

"É, mas as pessoas mudam. Além disso, os gregos não são tão ruins.", ele sorriu, enquanto seu clone se desfazia.

Depois que nós ajudamos ele a se recompor, Fobos declarou o fim do "teste". Só faltavam 3 de nós agora...

"Parabéns, Jason Grace. Você lidou bem com o seu lado negativo."

"Eu disse que sabia o que estava fazendo."

"Certo. Enfim, quem quer ser o próximo?"

"Fobos, vamos acabar logo com isso! Você é extremamente irritante, deuses..."

"Ah, vejo que temos um voluntário. Nico di Ângelo. Tem certeza disso? Eu tenho uns belos podres seus aqui..."

"Olha, nada do que você possa fazer vai ser pior que continuar aqui!"

Assim que o filho de Hades acabou de reclamar e pegou sua espada, uma massa de sombras apareceu no meio da sala, como sempre. Ela se achatou e ficou de pé, parecendo um espelho.

De repente, ela reluziu, com imagens do acampamento. Todos os campistas apontavam para ele, e riam. Alguns vaiavam, gritavam e xingavam o menino.

"Ha, que vergonha! Um filho de Hades, gay!"

"Credo, eu que não chego perto dele mesmo. Vai que ele quer me beijar!"

"Imagina se a Bianca soubesse..."

Nico largou a espada, e começou a tremer, como se tivesse vendo um pesadelo que tivera, mas em tela plana.

As gargalhadas ficaram mais altas, e os xingamentos também, até um ponto que chegava a doer. Ele caiu de joelhos, e tampou os os ouvidos, com os olhos arregalados.

"Não, não. Não é verdade. Você não poderia ter contado... Não, parem! Parem, chega!"

"Ei, Nico! Calma!", Claire disse, correndo até ele, e abraçando o menino.

"Calma, é só uma ilusão! Ele quer te fazer acreditar nisso! Olha pra mim.", ela gritava, segurando o rosto de Nico, fazendo com que ele olhasse pra ela.

"Ei, tá me ouvindo?"

"S-Sim. Por favor, faz eles pararem. Parem!", ele gritou, entre lágrimas e soluços.

"Eu não posso. Só você pode, Nico. Você tem que aceitar isso. Uma hora ou outra eles vão saber, não é? O que importa é que você tem que se aceitar."

"Não, não. Não dá. Não consigo!"

"Você consegue sim. Olha pra mim!", ela gritou, e deu um tapa na cara dele.

"Quem é você?"

"Eu... Eu sou Nico."

"E de quem você é filho?"

"De H-Hades."

"E você vai se entregar assim? Levanta essa cabeça agora!"

Nico enxugou as lágrimas, e olhou nos olhos dela. Pelo jeito ele tinha se recuperado um pouco.

"Agora, levanta do chão, olha pra cima e assume o controle! O Nico que eu conheço é mais forte que isso. Vamos, levanta! Você sabe o que fazer, não sabe?"

"Eu... Eu... Sei.", ele disse, levantando e pegando sua espada, aquele brilho estava de volta nos seus olhos. Ele virou pra nós, olhou pra cada um, depois virou e enfiou a espada no espelho de sombras.

"Eu, Nico di Ângelo, filho de Hades, sou gay! Algum problema com isso?", ele gritou, uma aura negra brilhando em volta de seu corpo.

"Eu não Ligo pro que vocês dizem, e não preciso da aprovação de vocês! Se alguém tem algum problema, que se foda!"

Ele estava começando a literalmente brilhar. A aura, que agora era preta e arroxeada, agora se expandia, e as pedras aos seus pés pulavam. Na verdade, parecia que todo o ar em volta dele estava tremendo e se remexendo. De repente, as imagens no espelho desapareceram, como se fossem sugadas pela espada de ferro estígio do menino. Ele desabou, como se tivesse consumido toda sua energia.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.