Notas iniciais
E vocês deixaram varias sugestões(no Spirit) de shippers, e eu escolhi três, agora peço pra vocês escolherem a melhor! "Handa" sugerido pela ~guaxinim-bigode "Amarry" sugerido pela~SkylerBlack "Marry" sugerido pela ~handstodirect_

P.O.V. Harry Potter

Durante a semana um monte de gente veio me visitar, uma dessas visitas eu até achei estranho, que foi a Gina, ele veio falar comigo e ficou toda vermelha. Outra coisa estranha foi que ela toda hora vinha falar com Rony e ficava me olhando.

Finalmente o fim do trimestre chegou, e depois das férias o professor Lupin vai me ajudar a combater os Dementadores, e Amanda, bem, a gente sempre conversa e trocar beijos já é uma coisa comum para nós dois. Estava andando no jardim quando Fred e Jorge me pararam.

-Harry! –Eles falaram juntos-.

-O que foi? Vocês não iam para Hogsmeade? –Perguntei intrigado-.

-Presente de Natal antecipado! –Jorge estendeu um pedaço de pergaminho para mim-.

-O que é isso? –Falei pegando o pergaminho na mão-.

-O segredo do nosso sucesso. –Jorge falou orgulhoso-.

-Doi na gente dar isso para você. –Fred falou fingindo tristeza- Mas você esta precisando disto mais que a gente!

— Bem... Quando estávamos no primeiro ano, Harry... Jovens, descuidados e inocentes... –Jorge continuou e eu abafei a risada-.

-Bem mais inocentes do que somos hoje! –Fred continuou e me contou a história de como conseguiram o “pergaminho” na sala do Filch-.

-Eu juro solenemente não fazer nada de bom! —Jorge falou com a ponta da varinha no pergaminho-.

Na mesma hora, linhas de tinta muito finas começaram a se espalhar como uma teia de aranha a partir do ponto em que a varinha de Jorge tocara. Elas convergiram, se cruzaram, se abriram como um leque para os quatro cantos do pergaminho; em seguida, no alto, começaram a aflorar palavras, palavras grandes, floreadas, verdes, que diziam: Os Srs. Aluado, Rabicho, Almofadinhas e Pontas, fornecedores de recursos para bruxos malfeitores, têm a honra de apresentar O MAPA DO MAROTO. Era um mapa que mostrava cada detalhe dos terrenos do castelo de Hogwarts. O mais notável, contudo, eram os pontinhos mínimos de tinta que se moviam em torno do mapa, cada um com um rótulo em letra minúscula. Fiquei pasmo nesta hora e me curvei para ver melhor. Um pontinho, no canto superior esquerdo, mostrava que o Prof. Dumbledore estava andando para lá e para cá em seu escritório; a gata do zelador, Madame Nor-r-ra, rondava o segundo andar. E quando meus olhos passeavam no mapa, percebi que também tinha varias passagens secretas, e algumas iam diretamente para...

-Hogsmeade! –Fred e Jorge falaram juntos-.

-Ao total são sete. –Jorge disse-.

-Mas Filch só conhece quatro. –Completou Jorge-.

-Mas só nos conhecemos as outras. –Disse Jorge apontando no mapa- Nos te aconselhamos a ir pela velha estatua de um olho só!

-Aluado, Rabicho, Almofadinhas e Pontas! –Fred suspirou- Nos devemos tanto a vocês.

-Certo... –Apressou Jorge- Não se esqueça de limpar o mapa quando terminar de usar, ou qualquer um pode ler.

-E só dizer “Malfeito Feito!” e o pergaminho fica branco! –Completou Fred- Portanto, jovem Harry -Disse ele, numa incrível imitação de Percy- Trate de se comportar.

-Vejo você na Dedosdemel — despediu-se Jorge, piscando-.

Segui com o dedo até a passagem da bruxa, e lá disse a palavra que estava escrita no mapa, depois de uns dez minutos andando, cheguei ao pé de uns degraus de pedras muito gastos. Comecei a subir e parece que a escada não tinha fim, até eu bater com a cabeça em alguma coisa dura.

Era um alçapão. Quando percebi que não tinha ninguém, então subi o alçapão e antes de fechar a porta, coloquei a capa de invisibilidade e então subi pela pequena escada de madeira e passei por de trás do balcão com muito cuidado para não esbarrar em ninguém.

E enfim, quando estava quase saindo da loja, vi uma placa escrita “SABORES INCOMUNS” e Rony e Hermione estavam bem abaixo da placa analisando uns pirulitos com gosto de sangue. E com cuidado, fui para atrás deles.

-Acho que Harry não vai gostar desses! –Hermione falou-.

-Decididamente não. –Falei e eles olharam para trás assustados-.

-Era a voz do Harry. –Exclamou Rony-.

-Vamos lá para fora. –Harry falou baixinho e eles sem entender nada sairam para fora e Harry tirou a capa-.

Lá do lado de fora, contei a eles tudo, até sobre o Mapa do Maroto. E conversamos somos o patrulhamento de Sirius Black.

-Eu ainda acho estranho. –Rony falou e eu e Hermione olhamos para ele intrigado- Toda vez que falamos do Black, a Amanda fica desconfortavel.

Nós três estavamos no Três Vassouras, quando Hagrid, a professora McGonagall, o professor Flitwick e Cornelio Fudge entraram e eu me escondi, eles estavam conversando até ele seguirem para uma sala com a Madame Rosmerta.

Joguei a capa de invisibilidade sobre as costas e segui eles ouvindo os resmungos de Rony e Hermione. Tive sorte de entrar na sala antes deles fecharem a porta, então fiquei escostado na parede para que eles não me notacem.

-Então, o que te traz aqui ministro? –Perguntou Rosmerta-.

-Quem mais se não Sirius Black? Imagino que você deve ter sabido o que houve em Hogwarts no Dia das Bruxas?

-Para falar a verdade, ouvi um boato. -Admitiu Madame Rosmerta-.

-Você contou ao bar inteiro, Hagrid? -Perguntou a professora McGonagall exasperada-.

-O senhor acha que Black continua por aqui, ministro?- perguntou Madame Rosmerta-.

-Tenho certeza! -Respondeu Fudge laconicamente-.

-O senhor sabe que os dementadores já revistaram o meu bar duas vezes? -Falou Madame Rosmerta com uma ligeira irritação na voz- Espantaram todos os meus fregueses... Isto é muito ruim para o comércio ministro-.

-Rosmerta querida, gosto tanto deles quanto você! -Disse Fudge constrangido- É uma precaução necessária... Infelizmente, mas veja só... Acabei de encontrar alguns. Estão furiosos com Dumbledore porque ele não os deixa entrar nos terrenos da escola.

-É claro que não!-Disse a professora McGonagall rispidamente- Como é que vamos ensinar com aqueles horrores por todo o lado?

-Apoiado, apoiado! -Exclamou o Prof. Flitwick com voz esganiçada, os pés balançando a um palmo do chão-.

-Mesmo assim. -Disse Fudge em tom de dúvida- Eles estão aqui para proteger vocês todos de coisa muito pior... Nós todos sabemos o que Black é capaz de fazer...

-Sabem, eu ainda acho difícil acreditar! -Disse Madame Rosmerta pensativamente- De todas as pessoas que passaram para o lado das trevas, Sirius Black é o último em que eu pensaria... Quero dizer, eu me lembro dele quando era garoto em Hogwarts. Se alguém tivesse me dito, então, no que ele iria se transformar, eu teria respondido que a pessoa tinha bebido quentão demais.

-Você não conhece nem metade do que ele fez Rosmerta! -Disse Fudge com impaciência- A maioria nem sabe o pior.

-Pior? -Exclamou Madame Rosmerta, a voz animada de curiosidade- O senhor quer dizer pior do que matar todos aqueles coitados?

-Isso mesmo.

-Não posso acreditar. Que poderia ser pior?

-Você diz que se lembra dele em Hogwarts Rosmerta. -Murmurou a professora McGonagall- Você se lembra quem era o melhor amigo dele?

-Claro! -disse Madame Rosmerta com uma risadinha- Nunca se via um sem o outro, não é mesmo? O número de vezes que os dois estiveram aqui, ah, me faziam rir o tempo todo. Uma dupla incrível, Sirius Black e James Potter!

Nesse momento eu prendi a respiração. Como assim meu pai era amigo do Black? Não era possível. Depois desse momento eu pensei mais atenção nas palavras. O Black foi padrinho no casamento de meus pais e era o meu padrinho.

Agora o que eu mais queria era que a Amanda estivesse aqui, ela saberia o que fazer.

Black também era o guardião do Feitiço Fidelius e depois de uma semana do feitiço ser feito, ele traiu meus pais. Hagrid foi a ultima pessoa a ver Black, e foi ele que me tirou da casa, e me deixou nos Dursley com ajuda da moto voadora de Black.

Senti algumas lágrimas rolarem pelo meu rosto enquanto Hagrid falava sobre o que tinha acontecido. E por último ele matou um tal de Peter Pettigrew.

Sem aguentar mais, sai daquela sala sem me importar se eles iriam me descobrir. Quando sai do Três Vassouras, Hermione e Rony estavam sentados num banco, continuei andando, mas parece que Hermione me notou e começou a me seguir junto de Rony.

Quando me cansei de andar. Me sentei em uma pedra e comecei a chorar, até que alguém puxou a capa. Era Hermione.

-Ele era amigo deles! –Falei soluçando- ELE OS ENTREGOU.

-Quem Harry?

-Sirius Black. –Falei com a voz embargada- E melhor que ele me encontre logo, porque assim, eu vou mata-lo!

P.O.V. Amanda Black

Quando deu 09:00, eu fui uma das primeiras pessoas a sair para Hogsmeade, entrei na primeira carruagem que apareceu e segui até Hogsmeade. Quando cheguei no vilarejo, comprei alguns doces na Dedosdemel e uma garrafa de cerveja amanteigada no Três Vassouras, e com muito cuidado, fui em direção a Casa dos Gritos.

Foi fácil chegar lá sem ser vista, pois muitas pessoas tem medo de chegar perto. Quando entrei na casa, gritei:

-Sou eu Almofadinhas, pode sair!

Do topo das escadas, apareceu um grande cachorro preto, porem estava muito magro. Com cuidado o cachorro desceu e voltou a forma humana. Lá estava meu pai.

-Estava com saudade pai. –Falei abraçando o mesmo-.

-Também estava, filha! –Ele retribui-o o abraço mas logo me soltei-.

-Trouxe alguns doces, roupas e uma garrafa de cerveja amanteigada. –Falei sem tirar o enorme sorriso que estava em meu rosto-.

Fazia tanto tempo que eu não o via, e a saudade não aliviava apenas pelas cartas.

-Tem horas que eu acho que você é mais viciada que eu! –Ele falou rindo-.

-E eu sou!

Ficamos o dia inteiro conversando e matando a saudade, quando de 18:00 eu tive que voltar. Peguei a última carruagem do dia e voltei para o castelo. Entrei no Salão Comunal da Grifinória e vi Rony, Mione e Harry conversando em um canto afastado. Caminhei até eles e me sentei no braço da poltrona de Harry.

-Bom dia, boa tarde e boa noite! –Falei sorrindo que nem uma idiota-.

-Não tem nada de bom. –Harry falou curto e grosso-.

-O que aconteceu? –Perguntei preocupada-.

-O Black... –Ele falou e eu gelei por dentro, mas deixei que meu rosto ficasse confuso- Ele...

-Ele?

-Ele matou meus pais, foi tudo por culpa dele! –Harry falou com a voz grossa e fechando a mão em punho-.

-O que? –Falei pasma e me levantei- Isso não é verdade!

-Esta tudo bem Amanda? –Rony pergunta e eu olho para ele confusa-.

-Eu... Eu preciso falar com o professor Lupin!

Sem esperar resposta saio correndo, passo pelos corredores até chegar na sala de DCAT. Bato na porta com o rosto cheio de lágrimas. E a porta se abre.

-Amanda? –Ele me olha nos olhos- Ele acha que o Almofadinhas que fez aquilo? –Concordo com a cabeça e ele me abraça- Vai ficar tudo bem.

-Ele não fez isso, eu sei! –Minha voz estava embargada...

-Ele não é querida. –O tio Lupin me soltou e me puxou para dentro da sala, me sentei em uma cadeira enquanto ele me estendia uma xícara de café- Você tem que relaxar, se não o Harry e os outros podem desconfiar.

-O Draco já sabe. –Falei num sussurro e ele me olhou- Ele descobriu, mas não vai contar para ninguém!

-Vocês são amigos?

-Somos...

-Ele precisa de você! –O tio Lupin falou serio e eu o encarei-.

-Como assim? –Falei limpando algumas lágrimas-.

-O pai dele, Lucius Malfoy, gosta de manipular os outros, e não duvido nada que ele esteja fazendo a mesma coisa com o próprio filho.

-Que pai horrível, e ele ainda e bem visto pela sociedade bruxa. –Falei dando um gole no café-.

-Todos os amigos de Draco, o próprio pai que escolhe, sendo assim, Lucius não sabe sobre você!

-Nossa, temos pais tão diferentes é...

-E mesmo assim conseguem se entender! –Lupin completou- Amanda, esta ficando tarde, é melhor você descansar.

-Eu não quero voltar para o Salão Comunal... –As lagrimas voltaram a cair-.

-Vou te levar para um dos lugares preferidos dos Marotos!

-Um lugar que eu não conheço? –Falei parando de chorar e limpando meu rosto-.

-Sim, agora feche os olhos!

Eu obedeci e fechei os olhos, o tio Lupin pegou minha mão e me guiou, andamos, descemos e subimos um monte de escadas, até ele parar, abri meus olhos e estávamos diante de uma porta velha. Ele abriu a porta e um quarto todo decorado de vermelho e dourado estava em minha frente. Tinha quatro camas, e na cabeceira de cada uma delas estava escrito: Aluado, Rabicho, Almofadinhas e Pontas.

-O quarto secreto dos marotos... –Falei num sussurro- Ele realmente existe!

-Pode ficar aqui, quando quiser ir embora, e só puxar o alçapão embaixo da cama do Pontas, que dará diretamente no seu quarto, mas cuidado pra não chamar a atenção! –Ele falou colocando as mãos no bolso-.

-Obrigado tio Lupin! –Falei abraçando, e ele saiu do quarto, fui em direção a cama do Almofadinhas e me deitei nela, e por incrível que pareça, as cobertas tinham o cheiro dele-.

Lembrando de tudo que me aconteceu hoje, eu dormi, mas no meu da noite fui acordada por uma coruja com uma carta. Peguei a mesma e a abri:

“Estou voltando!

—F. do A.”

Sorrindo com a mensagem, adormeci.

P.O.V. Harry Potter

Depois que Amanda saiu do Salão Comunal, eu subi para meu quarto, me enfiei de baixo das cobertas e fiquei olhando o mapa, ela estava conversando com o professor Lupin, até que uma hora eles começaram a andar e desapareceram do mapa. Olhei o mapa inteiro e nada, até o professor reaparecer, mas sem Amanda.

Cansado de tanto procurar, fechei o mapa e o coloquei debaixo do meu travesseiro e resolvi dormir.

Quando acordei, tomei banho e coloquei meu uniforme e desci pro Salão Principal, rodei os olhos em busca de Amanda, mas nada. Me sentei na mesa da Grifinória e fiquei conversando com os gêmeos quando vi Amanda entrar nas costas do Malfoy. Ele a colocou no chão e deu um beijo na testa da mesma e foi para a mesa da Sonserina enquanto Amanda se sentava ao lado de Fred.

-Bom dia pessoas! –Ela falou mordendo uma maça-.

-Bom dia! –Disse Jorge-.

-Mas que bom dia! –Completou Fred-.

-Um ótimo dia! –Eles falaram juntos-.

-Bom dia. –Falei seco-.

-Que animo e esse Amanda? –Hermione perguntou se sentando ao meu lado-.

-Ontem você estava muito estranha. –Disse Rony ao lado de Hermione-.

-Uma grande amiga minha esta vindo para Hogwarts! –Ela falou sorrindo- Ai vamos estar todos completos.

-Todos o que? –Os gêmeos perguntaram-.

-Surpresa! –Ela comeu um morango e saiu-.

-Já volto! –Falei me levantando e corri até ela, mas ao cruzar o corredor esbarrei em alguém e cai no chão- Me desculpe! –Olhei para a pessoa e vi que era Gina-.

-Tudo bem! –Ela falou envergonhada- Harry... Eu to querendo fazer uma coisa faz muito tempo.

-O que? –Falei ajeitando o óculos-.

Ela se aproximou de mim e devagar colou ossos lábios, eu fechei os olhos ao sentir um cheiro de chocolate, o cheiro do perfume da Amanda, e comecei a retribuir o beijo. Quando nos afastamos, atrás dela tinha uma garota chorando, era Amanda.

-Amanda...

Ela fez um sinal negativo com a cabeça e saiu correndo, e eu fui atrás, mas ao chegar do lado de fora do castelo, Malfoy estava montado numa vassoura. Ele olhou para Amanda confuso e eu tentei alcança-los. Mas ela falou algo e eles saíram voando.

-Merda! –Falei chutando o chão-.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.