Notas iniciais
Desculpa a demora, pessoal :/

Capitulo 22. — Peace.

E por incrível que pareça, meu pai e Hades vieram ao nosso auxílio, cada um pegando suas armas e partindo para o ataque. O que era algo definitivamente surpreendente. Nico fora atingido no braço e desarmado, como antes. Então Hades assumiu o seu lugar na luta, conjurando inúmeros soldados mortos.
Rapidamente, me aproximei de Nico, vendo a gravidade do seu ferimento, por sorte, era apenas superficial.
– Você está bem? — Nico apenas assentiu e estremeceu logo após.
– Monstros. — murmurou.
Olhei ao redor, constatando que estavamos cercados por monstros. Percy já tinha recuperado sua espada, e os outros também. Senti meu anel voltando para o lugar e o tirei, girando-se ajudando Nico a se levantar.
Ele ordenou que um soldado viesse até ele e tirou um dos ossos do mesmo, para usar como arma. Arqueei as sobrancelhas e Nico apenas deu de ombros.

– Eu bato e você mata. — respondeu.
Dei de ombros e me posicionei na frente dele, logo os monstros começaram seu ataque. Os monstros foram dizimados em questão de minutos, nós lutavamos de modo ágil. Nico batia com o osso na cabeça dos monstros, fazendo os mesmos se afastarem, para que eu conseguisse finalizá-los. Logo, não havia mais nenhum monstro para derrotar.
No final, não sabia quem estava pior. Eu ou Nico.
Não havia nem notado que meu pai e Hades tinham conseguido deter Urano e o Sorriso.
– Você está bem? — Percy perguntou, ao ver eu e Nico nos apoiando um no outro. Para quem era a pergunta eu não sabia dizer.
– Estamos ótimos. — respondi depois de recuperar o fôlego — Só precisamos respirar.
– Eu estou com fome. — exclamou Pery, fazendo-nos rir.

☁☁☁

– Alie, acorda. — resmunguei ao ouvir a voz de Nico me chamando.
– Me deixa dormir, Nico.

– Mas nós chegamos a Nova York. — murmurou, sua voz denunciava que ele estava segurando uma risada.
– Já?
– Sim, sua mãe já está nos esperando.
Ignorando o sono, desci do carro com sua ajuda e logo vi Sally e Paul nos esperando na varanda. Eu teria corrido e os abraçado, mas o olhar de advertência de Nico me fez apenas revirar os olhos e andar — mais rápido possível — em direção aos meus pais, abraçando os dois.

☁☁☁

– E o que vocês pretendem fazer agora? — minha mãe perguntou para Nico e eu, colocando um prato de cookies em minha frente.
Sorri, pegando um dos cookies e segurando a mão de Nico com a outra mão.

– Vamos ficar por aqui. — respondi — Queremos uma vida mais calma agora.



Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.