A Filha De Afrodite

1 Capítulo 1 - Segredos


Notas iniciais
Pessoal, me PERDOEM por não terminar a historia mas, estava arrumando ela reescrevendo tirando os erros de português. Mas a historia continuara a mesma sinopse, algumas coisas podem mudar mas não sera grandes coisas. Espero que me perdoem, e que continuem lendo. Beijinhos Afrodite&Poseidon

“Meu nome é Catarina Pierri, sou filha de Afrodite. Infelizmente, pois é não gosto de ser filha da deusa do amor. Isso não é boa coisa como a maioria das pessoas pensam nunca me dei bem no amor. A grande maioria das pessoas acha que o simples fato de você ser filha da deusa do amor deve estar sempre feliz. Ou deve pensar em maquiagem e roupa 24 horas por dia, mas o fato é que eu nunca fui assim. O único lado positivo é que você pode fazer com que as pessoas ao seu redor faça tudo o que você quer, bem nunca ficou de castigo mesmo aprontando muito. Eu moro no meio da toscana italiana, com meu pai somos eu, meu pai e meu cachorro e meu cavalo. Nunca conheci minha mãe, meu pai disse que quando jovem se apaixonou por uma linda mulher e 9 meses depois estava na porta da casa dele com um bilhete “Cuide, da nossa filha meu amor!”.

Meu pai cuidou de mim, sempre me lembro dele me fazendo rir e me treinando. Somos mais que Pai e Filha, somos amigos mesmo. Eu nunca fui para escola, tenho 13 anos como eu sei ler e escrever¿ Ele me dá aulas. Sim alem de meu pai, amigo é meu professor de álgebra, história, ciências, geografia, português, inglês e Frances. Como me ensinava¿ Livros é o que não falta nesta casa. Às vezes eu ia ate a vila local, comprar algumas coisas que faltava em casa era o único contato que eu tinha com mundo exterior. Vivia sim em meu próprio mundo. Nós “últimos dias eu tenho brigado muito com meu pai”.

– Pai! Eu só vou ate a vila! – Disse Catarina na cozinha os gritos com Fernando.

– Não pode! Eu já disse é perigoso! – Disse Fernando com a cabeça baixa olhando para a janela.

– Perigoso¿ Você nunca explica nada, que saco! Eu vivo neste fim do mundo desde que me entendo por gente. Eu só quero ir conhecer gente e depois eu volto! – Catarina com raiva e brava.

– Catarina! – Disse Fernando olhando para a filha, com um sentimento de medo que talvez chegasse o momento de contar sobre sua origem e mudar de vez seu futuro. – Um dia, você vai entender por que eu te escondo nesse fim de mundo e vai me agradecer. Agora vá dar comida ao seu cavalo e seu cachorro.

– DROGA! – Catarina sai correndo batendo a porta da cozinha.

– Será que ele nunca vai entender que não sou mais criança¿ — Catarina se encontrava agora no estábulo, conversando com seu cavalo. – Pegasus, sei que você fica me olhando com essa cara de cavalo e que não entende nada do que falo, mas você é o único que posso falar.

– O cavalo não vai responder pegasus não fala! – Disse Fernando olhando a filha ali, sentada perto de cavalo com cara de choro. Fernando não resistiu, à filha devia saber de seu passado para poder ter um presente e um futuro.

– haha! Eu sei, mas ele é o único nesse fim de mundo que me escuta — Disse Catarina magoada.

– Catarina!

– O que é dessa vez¿ — Disse Catarina tomando um tom de ira. Seu pai pode ver seus olhos mudando de cor e sua expressão se tornando doce e agradável. Seus dons haviam voltado e estavam ficando fortes. – Você fala, fala e eu não entendo porque viver nesse fim de mundo. Eu amo isso aqui, amo você, o toby e o pegasus. Mas só quero às vezes fingir ser normal sair e conversar com pessoas. Não com um cavalo ou um cachorro. Putz, eu só quero ter uma vida de adolescente normal, nunca fui para escola, nunca saio desse lugar sozinha, eu tenho 13 anos, não sou mais uma criança. Eu nunca conheci minha mãe – Catarina fez uma pausa criando coragem para continuar a frase. — nunca pude abraça-la ou saber como ela é. – Terminou a frase com ar de choro.

– Minha Catarina minha menina – Disse Fernando abraçando. Os dois se sentaram no degrau da casa bege e marrom. – Lembro-me de você, pequenina e já aprontando. Teve uma vez que você tava no estábulo pegando minhas espadas e brincando, o toby quase teve um ataque de coração. – Catarina sorriu – Você pode não lembrar, mas me lembro dos seus passos, da sua primeira espada ou da sua primeira palavra. Quando eu te vi ali com a espada na mão e o cachorro quase morto de susto, você me olhou e abriu um sorriso lindo e jogou a espada por lado e correu pros meus braços. Ali, percebi o quanto você era importante na minha vida e como você era especial, você tem um dom. – Disse Fernando com ar de que não queria continuar, mas engoliu em seco e continuou. – Um dom que pessoas de fora nunca vão compreender e podem usa-la para o mal.

– Que dom ¿- Disse Catarina confusa.

– Lembra-se das historias que te contava dos gregos ¿ Como eles os deuses desciam para a terra para se divertir. Lembra-se dos semideuses, filhos de deuses com humanos, às vezes eles nasciam com dons. Tipo Aquiles, Hércules etc... – Disse Fernando com medo. – Então, já tá na hora de você compreender tudo.

– Tudo o que¿ — Disse Catarina mais confusa ainda – O que um povo de 3.000 anos atrás tem a ver com o fato deu querer sair sozinha ¿

– Catarina, você tem mais haver com esse povo do que imagina. Pode parece loucura, mas é real. – Respirando fundo Fernando continuou – Você é Filha de Afrodite.

– Ta louco¿ — Disse Catarina pulando do degrau.

– Senta, deixa-me continuar só preciso que abra sua mente para certas coisas. – Disse Fernando pegando uma caixinha cheia de fotos, cartas etc... – Você era tão pequena quando chegou aqui. Essa caixa foi onde sua mãe colocou você e deixou nesta porta. Eu a guardei para quando você tivesse curiosidade do seu nascimento. Continuando eu guardei todas as fotos, vídeos, suas primeiras palavras escritas. – Fernando abriu a caixa e Catarina se interessou pelo o conteúdo. – Aqui, essa foi a carta deixada pela sua mãe. – O bilhete era rosa com letras desenhas e um perfume de rosas inconfundível, nela escrito “Cuide, de nossa filha ela é especial e precisa ser escondida contra os monstros e treinada para se tornar uma semideusa de caráter!” Assinada Afrodite.

– Pera, você tá dizendo que minha mãe é a deusa do amor e da putaria¿ — Catarina sentou no degrau e parou por alguns segundos respirou fundo e continuou. – Ela nunca veio me ver¿ — Fernando fez que não com a cabeça – Espera, ela era loira com cabelos cacheados e com olhos verdes com um perfume de rosa igual à desse bilhete¿

– Como você sabe disso¿ — Disse Fernando assustado.

– Eu tenho sonhos estranhos, todos os dias desde que eu era criança e eles eram tão reais, alguns eram eu e você lutando contra monstros e dessa mulher, que agora eu sei quem é minha mãe.

– Você se lembra das nossas lutas ¿ — Disse Fernando assustado

– Pai são sonhos! – Disse Catarina olhando para o pai com cara de assustado – São sonhos certo¿

– Não! – Fernando não acreditou no que havia acontecido o feitiço daquela velha não funcionou. – Quando um semideus nasce os monstros tentam matar eles, eles sentem o cheiro dos semideuses a quilômetros. E às vezes eles te acharam aqui por isso eu te treinei ensinei tudo o que eu sabia sobre luta e etc..

– Como eu não me lembro disso¿ — Disse Catarina colocando a mão na cicatriz no braço esquerdo.

– Uma bruxa da região apagava sua memória para que você não se assustasse com a realidade, você pode ficar brava e tudo, mas era para o seu bem apenas. – Disse Fernando se sentindo culpado. – Você, tem um dom! Quando você quer muito alguma coisa você usa essa dom. Por isso você nunca ficou de castigo ou nunca foi para fora dessa fazenda. Por que eu amo você e pessoas maldosas podiam te usar para conseguir a coisas, tipo, roubar lojas etc...

– Como você sabia desse dom ¿ — Disse Catarina lembrando como os animais da fazendo a obedecia e ate as plantas às vezes.

– Como eu disse você abriu aquele sozinho lindo jogou a espada e seu olhar mudou completamente. Você mostrou sua face de manipuladora e sapeca. Ai, eu descobrir que você era especial.

– Manipuladora¿ Acho que por hoje chega de informação. – Disse Catarina levantando olhando para a plantação de uvas e abrindo a porta principal da casa.

– Aonde vai ¿ — Disse Fernando preocupado com a filha.

Catarina parou por alguns instantes respirou fundo e respondeu — Dormir!