Notas iniciais
Boa leitura!

Há muito tempo atrás, havia uma família muito misteriosa e assustadora, costumada sempre andar juntos, as pessoas tentava evitá-los em todos os lugares da pequena cidade, mas , quase era impossível não vê-los, sempre que possível as famílias entrava 6 horas da tarde ao pôr-do-sol.Estavam por toda a parte , uma mãe com criança no colo, um pai o mais alto da família, um garoto com cara de 10 anos, e uma menina dos olhos claros e rosto perfeito com aproximadamente uns 7 anos ou ate mesmo menos.

Um certo dia, jovens que gostavam de desobedecer os pais, haviam esquecido de entrar para casa antes de chegar ao anoitecer, eles resolveram dar umas voltas pela praça e se encontrava no centro da cidade , qualquer caminho quisesse acessar poderia ir caminhando.

-Vamos embora já são 10 horas da noite. – falou uma menina loira, que achava que aquele certo ponto poderia escapar do pior, que há anos aquela cidade havia se escondido.

-Não, agora que esta ficando bom, não vamos partir, vamos ficar ate meia noite e ver a tal lenda, que todos temem. — Falou um garoto alto, loiro achavam-se tão corajoso quanto os amigos.

-Acho que não deveríamos brincar com isso. — falou uma garota morena e baixa.

-Eu ainda não ouvi, essa historia meus pais sempre diziam que se eu soubesse sobre ela, poderia nunca mais conseguir dormir. — falou uma terceira garota, ruiva.

-Você lembra-se dela?-Perguntou o menino alto para o seu amigo baixo e moreno.

-Sim, vou lhes contar preparem bem os ouvidos.

-Ótimo, enquanto isso o tempo passa.

- A muito tempo atrás havia uma família que continha uma casa no mais alto da colina, elas adoravam aquele lugar, um pouco distante da cidade, mais sempre amigáveis com todos, todas as pessoas da pequena cidade os conheciam eles, sabiam que eles eram amorosos demais e que amavam ajudar as pessoas. Um certo dia, a família começou a de algum modo a ficar pobre, o que fez todos perguntarem-se que todo esse tempo e eles nunca descobriram do que eles trabalhavam, a família sempre tão cheio de papo e ninguém da cidade sabia o que eles faziam, de tão pobres o banco teve que tira-los da casa da colina, e para certificar que ninguém jamais pisaria no local novamente queimariam o lugar.Era pra isso ter acontecido, mas quando o corretos foi dar o aviso ele simplesmente desapareceu, o que fez todos se perguntarem o que fizeram eles para continuar com a casa. Essa pergunta passou por algumas semanas ate que uma pessoa veio correndo da colina pedindo socorro, e gritando para todos que a família havia matado o corretor e comido a sua carne e após bebido o seu sangue, prova disso era os ossos e os pertences do corretor que a pessoa havia encontrado, todos eram muito confiante na época, e ninguém encontrava razoes para mentiras, as pessoas começaram a acreditar e se distanciar da família , quando eles passavam pelos lugares já era de costume por um tempo ser evitados ou ate mesmo as pessoas correrem, a família não entendia o que haviam feito de errado, após algumas semanas, eles ouviram a historia que alguém comentava, na mesma noite ouviram se gritos da colina, as famílias estavam apovaradas não entendiam o que estava acontecendo, ate que no amanhecer muitos gritavam e se apavoravam por verem no centro da cidade nessa pequena e única praça sangue no chão e nas cadeiras, com apenas a cabeça do informante que contou a historia da família, decapitada e colocada na única lâmpada que estava no meio da praça, ninguém tinha coragem de tirar, mas sabiam de alguma forma que haviam sido a família, anos se passaram ate que alguém limpou tudo e tirou a cabeça do local, mais a mesma coragem nunca apareceu pois as famílias tem vivido longe daquela família da colina, e de que se não fizessem nada com eles ou evitassem o maximo possível não os aconteceriam mal algum.

A ruiva estava quase tremendo após ouvir a historia, entendia agora por que seus pais a evitaram de ouvir-la todos esses anos.

-Vamos embora, não agüentou mais isso, vocês já assustaram o suficiente essa noite. — falou a loira saindo da praça e entrando na rua.

Havia uma parte do centro da cidade que ficava a floresta e em seguida uns aburtos para tampar, no mesmo local ver se um movimento.

-Vocês viram isso?- falou a baixinha, levantando do banco da praça encarando os arbustos.

-Para com isso, estar tentando nos assustar?- falou a loira no meio da rua, ate que a única lâmpada acesa no meio da praça começou a piscar ligeiramente, todos ficaram a encarando ate ela apagar de vez, a loira deu um grito se aproximando novamente dos amigos, a única coisa que os fazia ver um pouco era a pouca luz do luar, e uma casa que ainda estava com alguma luz ligada de algum cômodo.

-Eu senti alguma coisa gelada tocar em mim.- falou a loira.

- Do que você esta falando?

-Eu não sei, era alguma coisa gelada, pareciam dedos ,eu acho.

- Não estou vendo nada, onde você estava.-falou o loiro, apertando o Maximo possível os olhos para tentar enxergar o escuro distante.

-Eu não sei se havia tocando algo em você, mas, desde que estávamos aqui havia alguém nos observando naquele arbustos desde quando nos chegamos aqui. –falou a ruiva.

-Do que esta falando, você disse que viu algo ali agora.

-Eu não falei nada antes por que não queria assustar vocês, achei que era coisa da minha cabeça, mas pensando bem, agora tenho certeza que havia algo naqueles arbustos nos observando.

-Você achou que contar isso agora estar nos assustando menos?

Um grito veio do alto da casa da colina, um grito tão assustador quanto arrepiante, todos tremeram, ate mesmo o loiro que se aproximou da rua onde encontrava o caminho ate a colina.

-Esta chegando a hora.-Sussurrou ele esquecendo do próprio medo.

-Que hora?Do que esta falando?-Perguntou à loira.

-Depois da historia, as famílias comentavam sobre uma lenda, que dizia que todo o anoitecer a família torturavam e jantavam as pessoas, e que se encontrasse alguém caminhando pela cidade seria o jantar do outro dia. -Falou o moreno.

- O que pra que iriam inventar uma lenda dessas?Depois de todos dormirem as noites com muito medo. -Falou a ruiva.

-Eu não sei, não fui eu que inventei!

-Fui eu que inventei. — falou uma sexta pessoa, entrando na roda da praça do lado oposto dos arbustos, perto da única casa que ainda estava com alguma luz acessa, todos jovem deram um grito, aproximando da rua.

A loira passou pelo garoto loiro e saiu correndo, com tanto medo não havia notado que o caminho que estava a entrar era o da colina.

-Achou melhor você, não correr nessa direção. — quase gritou o cara, parou a garota percebendo o que estava fazendo, virando o rosto, mais longe que os amigos do desconhecido, tentava não fazer seu medo derrubá-la no chão.

-Não se preocupem não vou fazer nada com vocês, não faço parte da colina.

-Então quem é você? –perguntou o moreno deixando escapar o medo que destacava os poucos em seu rosto.

-Sou o zelador da cidade.

-Essa cidade não tem zelador.

-Eu sei, mais precisa as pessoas precisam ficar longe dar ruas as noites, uma lenda como esta, não seria o suficiente.

-Do que esta falando? Você que a inventou?

-Sim e não, é complicado.

-Então, é verdade ou não o que a família fez?

-Antigamente? Não sei, por que você não pergunta pra eles?- o zelador apontou a cabeça em direção a colina.

-Voce esta louco? Quer que nos irmos ate a colina, falar com uma família, que pode estar matando e comendo pessoas?-perguntou a baixinha.

-Não foi o que vieram fazer aqui?

-Não!

-Foi o que pelo menos ele veio. — Falou o zelador olhando para o loiro.

-Você queria nos levar La? – perguntou a ruiva, agora que todos o encaravam.

-Precisamos saber se a lenda é real.-Falou o loiro, olhando para os amigos , todos com tanto medo que dava para sentir o arrependimento da caminhada que fizeram.-Se foi esse cara ai, que inventou a lenda não tem por que vocês ficarem com medo.

-Eu vou com vocês. -Falou o zelador andando em direção a rua.

-Nos não vamos! Temos que voltar pra casa.- falou a baixinha ainda parada.

- A nossa casa esta o triplo da distancia da colina, agora vamos certificar a lenda.

- E se for real? Vocês querem morrer?

-Não é real, vamos acabar logo com a bobagem dessa cidade, pra que se sintam mais em paz, você não quer fazer isso?- Perguntou o loiro.

-Acho que ele tem razão. -Concordou o amigo moreno, acompanhando todos na caminhada da rua.

A baixinha ficou ainda parada por algum tempo, mas teria menos medo ir com os amigos para colina, do que voltar sozinha pra casa.

Já estavam tão perto da casa, que poderiam vê-la melhor, o zelador estava na frente de todos, depois o loiro, após o moreno e a loira quase um do lado do outro, já havia um tempo que a loira não falava nada desde o inicio da caminha. E por ultimas a ruiva e a baixinha.

-Chegamos. -falou o zelador, respirando fundo e batendo palma, primeiro acenderam uma luz, logo em seguida abriram a porta junto com o vento forte que bateu em todos.

-Papai!-Gritou uma menina pequena do rosto perfeito, abraçando o zelador, os jovens sabiam quem era ela, fazia parte da família.

-Por que ela lhe chamou de pai?-Perguntou o loiro muito assustado.

-Você trouxe a janta?- Logo após a menina perguntar isso , foi tudo muito rápido, o zelador sorriu maliciosamente olhando para os jovens, uma mulher de branco apareceu com uma perna manca e surrou a loira e o loiro os derrubando no chão. Já estavam quase inconscientes.

Um menino pegou a baixinha a segurando de nenhum modo ela conseguiu se soltar, ele a beijou e mordeu sua língua a dor foi tão grande que ela não conseguia gritar.

O moreno tão perto do zelador, não conseguiu ver nada, estava com tanto medo que caiu no chão tremendo, a menininha acariciava seus cabelos, ele estava completamente travado.

A ruiva deu um grito e saiu correndo pela ladeira o caminho de volta pra praça, não havia nem olhado pra trás, cansada de correr chegou à praça quase caindo, viu os arbustos se moverem novamente saiu um garoto pequeno assustado de La, ela o conhecia já havia sido baba dele uma vez.

-socorro. -Gritou a ruiva, olhando rapidamente pra trás, não conseguia ver, mais sabia que um deles já estava a caminho para pega-la. O garoto correu dos arbustos para a casa que Havaí deixado a luz acessa, ela correu atrás dele, passou pela grama e consegui entrar na cozinha onde estava a luz acesa.

A vó do garoto estava olhando pra ele sem expressam nenhuma.

-Por favor, a senhora precisa me ajudar, eu fui babá dele.-A ruiva apontava pro garoto, não lembrava do nome dele.

Na mesma hora o pai da família da colina bateu com um pau e depois segurou a ruiva pelo cabelo e a arrastou para fora da casa em direção a colina, ela já estava ficando quase inconsciente quase apenas ouvi a senhora da casa falar.

-Não posso lhe ajudar, a lenda tem que continuar.

Notas finais
Obrigado por lerem! reviews!!! :-)
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!