Notas iniciais
DESCULPA A DEMORAS MENINAS VAMOS LA.

CAPITULO 26 A ESPOSA DO GANGSTER

( LUA DE MEL)

POV ANTHONY

Minha cabeça fervilhava com a ousadia daquele fodido de merda, de onde ele tirou a ideia de chamar a Bella de prima assim?

O que ela deve estar pensando?

Como eu vou poder explicar isso para ela?

Como eu vou dizer que ela tem outros parentes: tios, tias e primos tais como esse desgraçado dos infernos.

Eu sei que assim que souber dos motivos que nos levou a mantê-la longe deles, Bella se continuara assim, pois eu a conheço bem. Mas, por outro lado, Bella não perdoa traições e o fato de eu estar escondendo isso dela é uma traição, mesmo que essa atitude não tenha sido ideia minha e sim dos patriarcas da família, eu sei que nada diminuirá minha culpa e eu tenho medo de que ela não me perdoe.

Esse assunto eu terei que resolver isso assim que voltarmos de nossa lua de mel, já me decidi o que farei, primeiro irei contar tudo a minha esposa e depois irei apagar a existência de James Laforet Volturi do mapa de uma vez por todas, chega de clemência.

Agora chega de pensar nesse filho da puta afinal estou em minha lua de mel, então eu tenho que me focar em amar e venerar minha mulher como ela merece. Seremos somente eu e ela, ao pensar nisso ouviu um suspiro abafado que chamou a minha atenção, assim que me virei em sua direção vi que ela estava com os olhos meio abertos, quando nossos olhos se encontraram não consegui segurar meus lábios que como se tivessem vida própria sussurraram o que o meu coração gritava a todo estante:

- Eu te amo, baby.

- Eu também te amo – sussurrou ela se aconchegando mais em mim. Não hesitei em espreitá-la em meus braços, lugar esse que eu desejei que ela jamais saísse.

(...)

Fazia uma hora que estávamos voando e Bella estava adormecida em meus braços enquanto eu velava seu sono admirando sua beleza natural: seus cabelos cor mogno estavam soltos e caiam em mechas onduladas por suas costas e delimitavam seu rosto em formato de coração. Olhei também seus olhos ligeiramente grandes, seu nariz perfeitamente afilado e sua boca que era uma verdadeira tentação: carnuda, levemente elevada nos lábios superiores e com sua cor naturalmente rosada. Na verdade ela era toda uma tentação, não apenas sua boca. Em minha opinião, Bella fora esculpida a mão pelo melhor artesão do mundo e eu não conseguia resistir.

Eu tinha dó em acordá-la, mas era necessário, por isso rocei meus lábios nos dela chamando-a:

- Baby?

- hummm... – murmurou ela se mexendo.

- Acorde para comermos alguma coisa você já está há bastante tempo sem se alimentar.

- Humm... estou com sono Tony. — falou manhosamente bem do jeito que ela sabe que me deixa louco de tesão por ela.

- não faz assim baby. — murmurei

- o que eu estou fazendo? — gemeu manhosa novamente fazendo meu membro já enrijecido ser apertado por falta de espaço em minhas calças.

- Isabella pare de gemer assim, você está me deixando louco baby. — rosnei pra ela, pois já estava duro por ela só de ouvir seus gemidos manhosos. Realmente estou fodido e rendido por esta mulher.

- eu não estou gemendo Tony. – gemeu ela novamente.

- Porra. — rosnei empurrando-a contra seu assento e ataquei sua boca enquanto minhas mãos percorriam seu corpo. Ela ficou momentaneamente atordoada com meu ataque, mas logo estava correspondendo com o mesmo ardor e voracidade que eu. A partir daí comecei a aprofundar ainda mais o beijo, mas fomos interrompidos por um pigarro de alguém que verdadeiramente não tinha amor à vida.

Levantando a cabeça para olhar quem estaria na mira de minha Magnum por ter tido a ousadia de nos interromper, encontrei um rapaz jovem que até então me era desconhecido. Por isso entrei em estado de alerta na mesma hora, minhas mãos voaram automaticamente para minha arma e pude sentir Bella enrijecer com minha atitude:

- Desculpe Senhor Cullen, sou Josef seu copiloto e vim transmitir as instruções de nossa rota e de nossas acomodações. — Apresentou-se o rapaz ao perceber o clima que se estabeleceu. Após isso relaxei, assim como meu anjo.

- Prossiga.

- Senhor, nosso destino será a América do Sul, para ser mais claro, estaremos aterrissando no Brasil daqui a oito horas. Por isso nossas acomodações para o melhor conforto do senhor e vossa senhora. Gostaria de me acompanhar senhor? — ele estendeu a mão na direção dos fundos da aeronave onde eu sabia que havia um banheiro, uma mini-cozinha e um pequeno cômodo com duas camas beliche que mal me acomodavam. Mas tive uma surpresa, pois assim que a porta que separava os recintos foi aberta encontrei um corredor e neste uma nova porta que nos foi aberta.

- Aqui temos seu novo banheiro. — falou Josef, eu fiquei boquiaberto com o designer do banheiro. Em seguida ele prosseguiu ao longo do corredor e abriu outra porta que ficava do lado oposto — Aqui temos um quarto com duas camas. — aquelas camas me eram familiares. Ao fechar a porta prosseguimos até o final do corredor onde tinha uma mini cozinha americana. Mais a frente tinha uma nova porta, onde logo descobri que era uma pequena suíte, com uma cama de casal acoplada. Tudo bem que o espaço era mínimo, mas ainda era bem aconchegante.

Era incrível em como tudo foi transformado sem que percebêssemos, só poderia ser coisa de Carlisle e Esme com certeza. Bella estava tão espantada quanto eu.

- fiquem a vontade, há comida e bebida na cozinha e se precisarem de algo e só chamar pelo telefone que está na cozinha, ele tem contato direto com a cabine do piloto, há alguma coisa que posso lhe ajudar senhor?

- Sim. Estamos indo para o Brasil, mas precisamente para onde? — perguntei-lhe, pois estava achando estranho que nossos pais tenham escolhido logo esse país para nossa lua de mel, pois nunca tínhamos visitado o mesmo, nem conhecíamos ninguém de lá, exceto alguns clientes, mas esses assuntos eram tratados por Jake que tinha conhecimentos da área.

- Estaremos aterrissando no aeroporto do Rio de Janeiro, só foi essa informação que meu pai passou, senhor. – Pai? como pai? quem é esse jovem?

- Seu pai? Como assim seu pai?

- Sim, desculpa senhor, sou filho de seu piloto, John.

- Filho de Jhon, mas você era um moleque até outro dia rapaz, já está co-pilotando um jatinho junto com seu pai? — sorri para ele ao me lembra da família de Jhon e ver seu menino assim já tão crescido era inevitável não ficar alegre por meu funcionário de longa data e amigo da família também.

- sim é verdade senhor. — falou ele envergonhado.

- Nada de senhor, é Antony, ok? E obrigada por nos mostrar tudo, mas agora não vamos precisar de nada. Qualquer coisa eu te chamo, ok? — falei já querendo que ele saísse, pois eu tinha planos de continuar minha lua de mel ali mesmo.

- ok senhor... quer dizer Antony. — acenei com a cabeça e ele se retirou fechando atrás de si a porta do corredor nos deixando a sós.

- dona Esme e suas reformas. — Bella falou assim que me virei para ela já a tomando em meus braços.

- sim e se juntando com o senhor paizão então. — sorrimos juntos enquanto eu a arrastava para cama que nos chamava.

- Tony.

- sim baby, fala! O que minha esposinha amada quer hein? Me peça e terá amor. — falei enquanto devorava seu pescoço e mordiscava sua orelha.

- hum.

- hum o que Isabella? o que você quer falar baby?

- você. — um rosnado subiu no meu peito e saiu por minha boca.

Sem me controlar a joguei na cama abrindo o zíper de seu vestido. Quando terminei, seu sutiã de renda branca foi exposto e gemi ao perceber que ele era transparente tanto que pude vislumbrar seus mamilos enrijecidos, mas não me contentei, por isso logo o retirei para envolver um de seus seios em minha boca.

Bella gemia meu nome baixinho, acho que ela estava com medo de que os demais membros de nossa pequena tripulação nos ouvisse.

Livrei-a do restante de seu vestido a deixando somente com uma minúscula calcinha de renda também branca que fazia conjunto com seu lindo sutiã. Afastei-me um pouco para admirar seu corpo esculpido a mão.

- você é linda, baby. Eu te amo. — sussurrei olhando nos olhos dela.

- eu também te amo Antony, amo tanto que chega a doer. — falou ela também me olhando nos olhos.

Ficamos uns segundos nos olhando sem nem uma palavra a dizer, pois não havia necessidade de palavras, nos comunicávamos com o olhar.

Quem quebrou nossa conexão foi Bella ao levar suas delicadas mãos até a barra de minha blusa para desabotoá-la. Quando ela chegou ao ultimo botão deslizou suas mãos por meu tórax alisando meus mamilos e me fazendo gemer com seu toque.

- haaa... baby você não sabe o quanto eu amo seu toque humm...

- E, eu amo te tocar amor, mas amo também quando você me toca. — Gemi alto novamente quando mãos desceram para abrir meu cinto e logo ela empurrava minha calça junto com a boxer, levantei um pouco para ajudá-la a tirá-la por completo e quando isso aconteceu meu membro pulou duro e feliz por sua libertação. Ouvi um gemido angustiado sair da boca de Bella e em seguida foi minha vez de gemer ao sentir suas mãos quentes envolvendo minha carne dolorida e necessitada por seu toque, por estar dentro dela, por ela.

- Haaa Bella. — Gemi escorregando minhas mãos por suas coxas bem torneadas até que uma de minhas mãos alcançou sua fenda úmida e quando toquei seu ponto sensível recebi um alto gemido com o som de meu nome.

- Tonyyy...

Segurei-a pela nuca e suguei sua boca enquanto ela continuava a me estimular deixando-me cada vez mais louco por ela. Desci meus beijos para seu pescoço seguindo para seu ombro e novamente devorando seus mamilos enrijecidos. Depois de dar a devida atenção aos seus seios continuei meu caminho de beijos por sua barriga até chegar ao seu baixo ventre.

Quando isso aconteceu parei de estimulá-la e penetrei-a com dois dedos fazendo com que ela soltasse um grito e elevasse o quadril à procura de mais. Nessa hora enfiei minha língua em seu clitóris trabalhando com maestria nele, seus gemidos altos estavam me atordoando, me levando quase ao ápice sem nem penetrá-la. Eu já não aguentava mais, precisava estar dentro dela.

- Baby, preciso de você agora. — ela gemeu e se abriu mais para mim como um sinal de concordância.

Sentei na cama e puxei-a posicionando-a sentada sobre meu colo com uma perna de cada lado e entrei nela sem cerimônia. Gememos junto com o contato de nossos corpos se completando.

Bella começou a se mover sobre mim gemendo a cada vai e vem de nossos corpos. Eu enterrei uma de minhas mãos em seus cabelos segurando-a pela nuca e a beijando com sofreguidão enquanto minha outra mão estava em seu quadril ajudando em seus movimentos sobre meu membro pulsante.

- Ah baby, como você é gostosa! Como eu amo fazer amor com você senhora Cullen. — gemi venerando-a. Eu daria o mundo a ela se me pedisse, pois já não vejo minha vida sem a presença dela para me completar.

- Eu te amo Antony e vou amar pra sempre. — Sua declaração de amor enviou uma carga diretamente para meu pau, que me fez estocar mais fundo nela até que ambos começamos a gemer descontroladamente enquanto nossos corpos eram sacudidos pelos espasmos do nosso orgasmo inebriante.

O corpo de Bella estava mole em meus braços, enquanto esperávamos que nossa respiração voltasse ao normal. Estreitei meu aperto não querendo soltá-la nunca mais, nesta mesma hora um sentimento de perda passou pela minha espinha, chegando ao meu coração como se uma faca estivesse penetrando o mesmo e rasgando minha carne. Eu a apertei ainda mais forte até que escutei um gemido estrangulado e percebi que estava sufocando-a. Afastei-me imediatamente temendo tê-la machucado.

- Perdão baby, eu machuquei você? — pedi já me desesperando ao vê-la ofegante.

- Não, estou bem, mas o que foi isso Antony? você quase me sufocou.

- Ah baby, desculpa não sei o que me deu, só sei que senti uma coisa ruim como se estivesse te perdendo e isso me apavorou. — Confessei abraçando-a agora levemente com medo de machucá-la novamente.

- Antony você nunca irá me perder, entenda isso! Serei sua pra sempre, não importa se estarei longe ou perto, ainda serei sua, só sua, eternamente. — Bella falou segurando meu rosto enquanto nos perdíamos em nosso olhar. Juntei nossas testas e soltei um grande suspiro fechando meus olhos fortemente para evitar que as lagrimas que já se acumulavam nos meus olhos saíssem.

(...)

Pov narrador

Toc, toc, toc...

Antony e Bella dormiam profundamente na luxuosa suíte do avião, pois depois de se amarem intensamente os dois sucumbiram ao cansaço do dia intenso que tiveram. Um leve toque musical ecoava no pequeno ambiente e despertou Antony que abriu aos pouco seus olhos para que suas pupilas se ajustassem com a claridade que adentrava pela pequena janela da suíte.

Antony percorreu o local com os olhos tentando localizar de onde vinha o toque e viu que vinha de um pequeno aparelho de interfone pendurado na parede acima de sua cabeça. Ele estendeu a mão atendendo de imediato tentando evitar que sua amada fosse incomodada.

- Alo?

- Bom dia senhor, estou ligando para comunicar que aterrissaremos em uma hora. -Falou Jhon o piloto.

- Ok, obrigado. — Respondeu Antony colocando o fone no gancho novamente. Virou-se para sua esposa e ficou um bom tempo, admirando-a resonar tranquilamente em seus braços e começou a pensar.

(....)

— Rio de Janeiro, nossa! eu sempre quis vir aqui, nossos pais não poderiam ter escolhido lugar melhor baby. — Bella olhava admirada a beleza do lugar através da janela da limusine que nos esperava no aeroporto.

- É verdade baby, eu até já estive aqui a negócios, mas foi muito rápido, não tive tempo de conhecer o lugar.

- O lugar é lindo baby, tem vários pontos turísticos para visitarmos, estou ansiosa para isso. Assim que chegarmos quero ver o roteiro que dona Esme nos fez. — Falou Bella feliz e entusiasmada com a beleza do lugar.

- Baby não se empolgue, pois eu ainda não me saciei de você e não vou deixar você sair do quarto enquanto eu não te foder o suficiente e como sempre vou querer mais e mais de você, vai ser difícil nós sairmos. — Antony falou escovando seus lábios no pescoço dela causando-lhe arrepios pelo corpo tudo.

- Tony... eu quero conhecer os pontos turísticos. — Falou manhosa.

-E você vai conhecer baby, eu acabo de ter ideias maravilhosas para explorar os pontos turísticos dessa cidade bonita marcando-a com seus gritos de êxtase ao gozar pra mim em cada um deles. — Ele sussurrou as ultimas palavras e chupou o lóbulo de sua orelha a fazendo estremecer em seus braços, enquanto o olhava com espanto que logo se transformou em um sorriso safado de quem avaliava os prós e os contras da proposta indecente de seu marido gostoso.

Alguns minutos depois, a limusine estacionou e a porta foi aberta. Antony saiu primeiro olhando ao redor vasculhando a área com os olhos e sua mão em sua inseparável pistola magnum. Depois de ver que a área estava segura ele estendeu a mão para sua esposa sair também.

Ao olhar mais atentamente Antony vê que não tem nenhum hotel ou coisa parecida ao redor de onde a limusine estacionou e ficou imediatamente em alerta colocando Isabella entre suas costas e a limusine protetoramente.

Com mais uma olhada ao redor ele percebeu que estavam em um cais, onde a lanchas, barcos de pequeno porte e Jet-sky’s estavam ancorados, alguns ocupados e outros não. Depois de um tempo ele encarou o homem que lhe abriu a porta parado ao lado da mesma:

- O que significa isso? Por que nos trouxe até aqui? — Sua voz estava alterada e assassina.

- Senhor esse era o destino que me passaram e agora um barco os aguarda para que possam continuar até seu destino. — O corpo de Antony estava tenso e o de Bella automaticamente também, por causa da reação de Antony que mesmo com a explicação do homem não relaxou e deu mais uma olhada ao redor antes de continuar seu interrogatório ao homem.

- Barco, que porra é ess... .

- Com licença? — Antony não teve tempo de terminar sua frase, pois fora interrompido por um homem baixinho, de pele morena e cabelos grisalhos que estava ao lado de uma mulher morena de cabelos bem negros e lisos, que sorria para ambos.

- Sou Matias e essa é Madalena minha esposa, os senhores devem ser o casal Cullen correto? — Perguntou o homem logo após se apresentar e com a confirmação de um aceno de cabeça de Antony voltou a falar — sou o caseiro da ilha, eu cuido dela para senhor Carlisle e dona Esme, eles nos mandaram vir aqui buscar vocês e cuidar para que nada lhes faltassem.

- Ilha, nossos pais tem uma ilha? — Bella que até então estava calada se pronunciou.

- Sim senhora, ele me mandou entregar isso assim que chegassem. — Respondeu o homem entregando um envelope para Antony, que logo o abriu em alerta e lia atento o conteúdo do envelope.

- É verdade, meu pai comprou está ilha e deu de presente a Esme, que está nos emprestando para nossa lua de mel. — Falou Antony para Bella que o olhava boquiaberta.

- Nossa, meu padrinho deu uma ilha para minha mãe?

- É, acho que sim baby – afirmou Antony e então olhou para o senhor que estava em pé nos esperando e falou- Vamos então. – abaixou-se e sussurrou no ouvido de Bella. — que eu já estou fervendo de vontade de te foder em cada canto dessa ilha. — Por final capturou o lóbulo da orelha dela e chupou sensualmente fazendo-a arrepiar-se inteira.

Continua..... atenção próximo 2ª parte "LUA DE MEL"

Notas finais
MENINAS O ACHARÃO...ENTÃO MEREÇO UMA RECOMENDAÇÃO .BJOKA '