Notas iniciais
Savosh shippers amarão esse capítulo, risos, risos. Semana que vem eu posto o prólogo da segunda temporada. Pergunta: eu escrevo ela em terceira ou primeira pessoa? Comecei em terceira, mas sei lá, me digam aí lindões/lindonas.

Epílogo

Acordei aliviada. Em parte porque estava na minha casa, o que significava que eu tinha sobrevivido. E, também, porque a primeira pessoa a ver quando abri os olhos foi Josh.

— Bom dia, Bela Adormecida. — ele brincou, passando o polegar em minha bochecha. — Teve bons sonhos?

— Nossa, que engraçado. — fiz uma careta de raiva, apesar de estar feliz por tê-lo ali comigo. — Por quanto tempo eu fiquei inconsciente?

— Dois dias e algumas horas. — ele falou sem nem mesmo hesitar.

Arregalei os olhos.

— Jura?

Josh assentiu, mas não disse nada. Sentei-me lentamente, tentando ignorar o mal estar que sentia. Deve ser fome.

— E...? — comecei a falar, esperando que ele me entendesse.

Ele se sentou ao meu lado na cama e passou o braço pelos meus ombros. Fiquei ainda mais aliviada ao sentir seu toque, e dessa vez tive certeza de que não estava mais dormindo. Encostei minha cabeça em seu ombro e senti meus olhos se fechando novamente.

— Acabou?

Josh suspirou.

— Está longe disso. Você deu um... Basta naquela batalha, Sav, e acabou com os demônios. Mas os Luditors ainda estão vivos, apenas voltaram para sua dimensão e foram meio que proibidos de pisar em Nostrae novamente. Isso vai nos dar algum tempo até o próximo ataque.

Senti que ia desmaiar novamente.

— Mais treinamento? — levantei a cabeça para encará-lo.

Josh sorriu.

— Como foi que você adivinhou?

Me afastei dele e cruzei os braços sobre a barriga, sentindo que teria um ataque caso não ingerisse alguma coisa.

— Onde estão meus pais? E Valentine? Eles estão bem, não é?

— Eles viajaram, Savanna.

— E me deixaram aqui sozinha? — perguntei, completamente descrente.

Josh fez uma cara de indignação.

— Obrigado pela parte que me toca. — ele revirou os olhos. — E eles viajaram a meu pedido. Se ficassem aqui, os Luditors e demônios que provavelmente nos atacarão iriam atacar eles também. Sua família serviria de lanchinho para eles.

— Não fale deles assim, Josh.

O Electi levantou as mãos em sinal de rendição. Ficamos em silêncio alguns minutos, e eu – e minha barriga – estava a cada minuto mais desesperada. Quando aquilo tudo acabaria?

Foi Josh quem cortou o silêncio.

— Você não precisa de mim.

— Como assim? — franzi o cenho.

— Já está pronta. Não precisa mais das minhas aulas. Pode se virar sozinha.

Senti um bolo se formando em minha garganta quando ele se levantou da cama e caminhou em direção a porta.

— Você vai embora?

Ele não respondeu e não virou-se para trás.

— Josh... Você vai procurar Electis em outro lugar, não vai? E vai me deixar?

Corei levemente após concluir a frase, e Josh pareceu se divertir com isso. Ele andou novamente até o meu lado e me abraçou. Me deitei em seu peito, sentindo um estranho sentimento de segurança que sempre me dominava quando eu estava perto dele. Josh levantou meu rosto para que eu o encarasse, seu nariz quase encostando no meu.

— Eu não vou a lugar algum.

Notas finais
Beijos, aguardo seus ataques hardshippers nos reviews.