A Escolhida

2 De cara com a morte.


Maka saiu em vão, com sua mochila, sem algum plano concreto do que ia fazer. Marie naquele momento estava no seu laboratório trabalhando em um novo vírus para destruir a nação... Seu vírus é muito complexo, ele se espalha só pelo ar, os sintomas são: febre extremamente alta, gripe forte, que começa a espirrar e escorrer o nariz, tosse, dor no corpo, dor de cabeça, fraqueza (falta de energia), aumento de peso e dor de estômago. A pessoa pode não agüentar e se matar de desgosto ou vai morrer de qualquer jeito de dor. Ela gosta de provocar isso nas pessoas, porque sua vida é o tormento dos outros. Sem isso ela se destrói.Makayla queria explicações só por observar, então chegou perto do jardim gigante de Marie. Antes de entrar resolveu tomar sua sopa da sorte, uma sopa quente que sua avó preparava sempre e ganhou a receita. Enquanto isso Makacheeky fica olhando para a casa da mulher e tomando sua sopa. Percebe mudanças freqüentemente em relação ao jardim, parecia alguma coisa sobrenatural, ficava mudando de posição. Era algum mecanismo que ficava lá que fazia o jardim se tornar um labirinto sem fim. Então Makayla observando aquilo, tirou algumas fotos para divulgação de seu site mais novo. Foi entrando discretamente à casa de Marie... Maka foi vendo coisas muito estranhas em sua volta como espantalhos sem cabeça, cães latindo... Ela ao perceber isso TENTOU fugir, sem sorte, as correntezas do vento à puxaram de volta, ela não agüentou, pois não tinha força o suficiente para continuar andando, o vento era muito forte, voltou ao lugar onde estava, ou seja, no meio do jardim do lado de um espantalho. Continuou andando já que não tinha como fugir e ela não tinha um foguete. Chegou lá... Estava colocando a mão na maçaneta, quando de repente a porta se abriu sozinha com o barulho de portas velhas. O primeiro cômodo era um tipo de meio de tortura, uma esteira que acabava numa fornalha, acorrentamentos, espinhos, cacos de vidro e com certeza MUITO sangue. Marie estava no cômodo ao lado, o laboratório, trabalhando no seu vírus da 'destruição'. Makayla resolveu andar um pouco e tirar umas fotos dos meios de tortura mais comuns de Marie. Marie não era um Kacheek, era uma Kau, ou seja, a internet podia estar completamente errada, ainda era uma Kau Mutante, talvez por isso tão terrível. Makayla subiu as escadas sem Marie ver... Quando chegou abriu a primeira porta a sua esquerda, lá era uma sala muito grande, recheada de espelhos, ela olhava pra todos os lados e só via seu rosto. Quando se aproximou de um seu rosto foi se distorcendo, no espelho estava cheio de facadas, como se tivesse sido encapetada, não sabia o que significava e saiu correndo em direção ao laboratório de Marie, discernindo o que fazia. Bateu de cara com Marie, quebrou todos os vidros de sua sala e ficou tão assustada com a horrorosa cara de Marie que desmaiou. Marie antes de fazer alguma coisa pensou:

Eu preciso matá-la, dilacerá-la, ou algum meio de tortura pior. Como ela pode ter chegado aqui? Como? Ninguém nunca descobriu como sair do labirinto antes?!. Bom... Ela vai fazer parte do mundo infernal, ela nunca mais vai querer olhar na minha cara"...

Pensando isso pegou Makayla e deixou presa em uma cama, um tipo de mão ambulante mecânica, puxava os cabelos das pessoas que ficavam naquela cama, sendo puxado pelo cabelo vai saindo a pele da cabeça, com sangue. Makayla sentindo a dor imensa acordou, e tentou levantar, mas não conseguiu. Já estava pensando que era seu fim quando...-Oi garota, o que faz aí? *uma voz do além dizia*

-MARIE, MARIE! me pegou! me pegou! Onde você está?! Me ajude por favor, ai meu cabelo, minha cabeça !!!!! AAAAAAAAAAAAAAH!!!

Makayla viu uma sombra lhe soltando, mas não sabia como, nem quem era. Apressadamente correu ao elevador da casa Marie, enquanto ouvia barulho de escadas. Apertava, e apertava, parecia que alguém descia do 4º andar das escadas... Mas quem? De repente um pingo de sangue caiu de lá. Mas não no chão ficou parado no ar. Então resolveu ir de escada,mesmo com o barulho. Descia lentamente e delicadamente. Chegou no térreo e saiu do labirinto, a rua estava completamente parada, o relógio parou, o trovão ficou brilhando os carros pararam. Então Makayla saiu correndo em direção á sua casa, e ninguém estava lá, suas chaves não abriam. Nenhuma pessoa estava viva nem morta, estavam paralisados que nem estátuas...O mundo tinha acabado? Ela era a única sobrevivente?

Makayla saiu andando pra ver se via alguém ou alguma coisa, e nada. Ouviu passos lentos vindo em sua direção. Era uma menina alta, de cabelos grandes e pretos, seus olhos eram rosas avermelhados, que nem os de Makayla. Ela ao ver isso disse:

- Oi, Oi.. Por favor eu estou precisando de uma ajuda

- Eu não posso te ajudar, também estou presa aqui de queixo caído sem saber o que fazer

- Eu sou Makayla e você?

- Megan Senkow.

- M-M-Megan?! É você?! Eu li seu livro.. O que ele quer dizer? E porque ele não tem um final?

- Sim... Espera! Onde você achou?

- É uma pequena história... Bom... Eu estava indo ao meu restaurante quando fui abordada por dois homens de preto, então corri até a casa de Marie, mesmo sem conhecê-la... Então fiquei presa no labirinto e achei esse livro enterrado... Até eu sair de lá eu fiquei lendo. Por que ele não tem um fim?

- Porque uma pessoa haverá de continuar. Eu sou filha de Marie Jhoyner, descobri isso ao deixar meus pais adotivos. Se você soubesse o que ela pode fazer nunca teria vindo aqui. Sabe esse tempo que parou? Bom... É ela que fez isso e vai disso pra pior.

De repente, o celular de Makayla toca...- A-A-Alô? Quem é?