A Escola De Monstros
18 Um grande problema
Notas iniciais
Os dias se passam e em um piscar de olhos o baile já estava ali, essa semana não foi nada fácil, mas também o que eu quero? Estou em um colégio de monstros e tá ficando cada dia mais difícil esconder que eu sou uma humana para as minhas amigas e para o sasuke. Mas bem, hoje as garotas estão vendo os vestidos, maquiagem, e aquelas coisas chatas para o baile, que eu nunca me interessei, mas agora a Alice está me obrigando a me interessar.
Mas tirando isso, a semana foi normal, temari e shikamaru quase se mataram, Alice tava mais preocupada com seu cabelo do que com seu par, hinata tentava a todo custo agarrar o naruto, tenten e neji ficavam trocando olhares, ino não saia da sala de representante, meilaine quase meteu a mão na cara da rebeca (sabe? Ela estava dando em cima do deidara, e eu não sabia que a meilaine era tão pavio curto), ia ficou P da vida porque a malu não saia do pé do miguek, maia ficou toda derretida com o buque de flores (lindooo) que ganhou do Jade, eu estava ignorando o Diego, o sasuke estava me ignorando, mas o mais sinistro essa semana foi que a tayuya e a karin tentaram ser minhas ''amiguinhas'', mas não engulo essa as duas se declaram minhas inimigas mortais e agora querem dá um de ''amiguinhas''?! Mas nessa eu não caiu.
Pelo menos ao logo da semana aprendi a andar um pouco nesse colégio e nem precisei ir ao clube de mapas, já que o meu clube era o de natação, mas eu ainda acho que sou uma desastrada de primeira, pois acabei de esbarrar em alguém...
–Ai, desculpa.
–Pelo jeito... É desastrada? Era um garoto de cabelos negros e os olhos verdes, a roupa dele era totalmente preta, entranho nunca tinha visto ele, no colégio.
–Pois é. Eu ri. Eu nunca te vi aqui, você é n... Ele me interrompeu.
–Eu conheço muito bem esse colégio, então podemos dizer que não sou novato. Esta procurando alguém?
–Ah sim, um... Amigo.
–Quem é? Talvez eu conheça.
–Idiota... Quer dizer... sasuke
–Ah... Ele é seu amigo? Ele deu um sorriso sarcástico.
–Nem eu sei.
–Ops... Que distração a minha, nem nós apresentamos.
–Ah... O meu nome é sakura, prazer.
–sakura? Ele deu aquele sorriso de ''quando o vilão está com um plano em mente''. Encantador, me chamo Rafael.
–Obrigada. Ops... Eu tenho que encontrar o sasuke.
–Quer que eu te acompanhe?
–Ah, não precisa. Às vezes ele chegava a me assustar, sei lá.
–Claro que precisa. Pode ser impressão minha, mas... Esse sorriso, os olhos... Já o vi.
–... Tá.
–Belíssimo esse colar. Gente, o que tem esse colar? Posso? Balancei a cabeça positivamente e ele retirou o colar do meu pescoço. Interessante. Ele fixou os olhos no maldito colar e depois me olhou de lado, o fato dele não tirar aquele sorriso, me deixava apavorada. Lindo mesmo, é claro, não tão lindo quando você. Ele me devolveu.
–Obrigada mais uma vez. Corei.
–De nada, my love. My love? Conquistador barato.
–É... Vamos logo procurar o sasuke, não quero que ele fuja de novo.
–O sasuke, está fugindo de você?
–É ultimamente. Você o conhece?
–Podemos dizer que sim...
–Como assim?
–Se ainda o conheço, ele dever ter dado em cima de você, não?! Puxando na memória... Não!
–N-não, nunca... Ou... Não percebi.
–Eu posso lhe fazer uma pergunta? Mais uma?
–Claro.
–Que monstro você é?
–M-m... M-monstro? É...
–Você gagueja demais, tem algo a esconder? Corre mulher.
–N-não...
–Eu só fiz uma pergunta simples... Eu olhei para o chão, não queria encara-lo nos olhos.
–É... Simples.
–Linda do seu jeito... Ele levantou meu queixo. Curioso, nunca vi ninguém assim no colégio, com seus traços... Fico curioso com que monstro você é, milady.
–Não sei se devo levar isso como um elogio e...
–Deveria.
–Olha, desculpa te falar isso, mas... Você me assusta.
–Fiz ou disse algo que te fez pensar isso?
–Mais ou menos, esse seu sorriso de vilão...
–Já parou pra pensar que eu posso ser o vilão?
–Do que você está falando?
–De fatos. Eu dei três passinhos pra trás.
–C-como assim?
–Está com medo? Ele se aproximava aos poucos, parecia que só estava aguardando a hora que eu iria sair correndo.
–N-não.
–Então por que está gaguejando?
–P-porque sim.
–Ai ai ai, corra.
–Como?
–Corra, adoro ir atrás das minhas presas.
–''Presas''?
–Eu tenho que te matar, só não me disseram quando... Então vai ser agora. Corra.
–Eu não vou correr. Brincadeirinha, corre sakurinha.
–Então tá, vai ser do jeito fácil, eu prefiro tanto o difícil, mas... Ele segurou meu braço. Aqui não, tem muita testemunha. Ele saiu me puxando, eu deveria ter corrido.
–ME SOLTA! É nessa hora que o vilão se faz de surdo, né?!
–Se afaste dela, agora! Uau... Pra você ver como o mundo dá voltas. Adivinha que é?
–neji?! Ele me ajudando que milagre.
–Ora, ora, quem diria neji querendo se meter comigo. Não se lembra do trato? Que ''trato''? Alias, do que vocês estão falando?
–O que você faz aqui? Foi expulso. Espera! Ele foi expulso?
–Lembra quem fez com que isso acontecesse?
–O Diego... Diego?
–Oi? Quê? O Diego?
–Sim, aquele infeliz, mas... Não guardo resentimentos, a não ser da Meli...
–Melissa, ela vai voltar, pode ter certeza, aí você acerta suas contas com ELA! Ele pegou no meu braço e me afastou do rafael.
–Desculpe neji, mas eu tenho um acordo com umas pessoas, para matar ela. QUÊ?
–Pois fale para essas ''certas pessoas'' que ninguém encosta um dedo nela.
–Por que defende tanto ela, é sua namorada? Aff, cruz credo.
–Deus que me livre, só que nada pode acontecer a ela. Então pode dando meia volta, criatura.
–Fecho, mas eu vou voltar pode ter certeza disso neji. E se caso encontrar a Meli, fale que o que é dela... Está guardado. Beijos... Ele foi embora.
–Obrigada, Ne.
–NEJI!
–Tá bom... Mas... Posso saber por que você me ajudou?
–Se alguma coisa acontecer com você meu pai vai achar que foi obra minha e vai me obrigar a me casar com uma fulana qualquer, prefiro salvar tua vida a me casar.
–Ah sim, besta.
–Ta querendo morrer, é?
–Você não pode encostar um dedo em mim, babaca.
–Eu não, mas o rafael sim.
–Esse garoto é o que?
–Um Seirene.
–Que, diabos, é um Seirene?
–Você não sabe o que é um Seirene?
–Se eu estou te perguntando.
–Mas todo o monstro sabe o que é um Seirene. Esse nome tá começando a irritar, né?!
–Tá bom, mas... POR FAVOR, ME DIGA O QUE É UM SEIRENE? A curiosidade ainda iria me matar!
–Sua voz confunde os humanos até mata-lo, simples, rápido e pratico. Não falei?!
–Então, ele é tipo...
–... Um monstro do canto. Nunca mais vou ouvir nenhuma música, depois dessa.
–''Um monstro do canto'', ele já compôs alguma musica? Eu ri tentar levar na brincadeira pode ser uma boa.
–Sim... Ou não!
–Que música?
–A ''melodia da morte'', que rouba as almas. Por quê? Quer escutar?
–Não, imagina, nem gosto de musica. Na verdade eu gostava... Sim, ''gostava'' passado.
–Bom mesmo.
–É... Ne...
–NEJI.
–Tá, NEJI você conhece o rafael da onde?
–Ele estudava aqui.
–Mas ele disse algo sobre ''trato'', o que ele quis dizer com isso?
–Nada que você precise saber, e nada que você irá contar para o Jacob? Jacob? Estranho... Eu já não ouvi esse nome? Ah, mas tem tantos Jacob nesse mundo. Tenho que para de cismar com isso.
–Quem é Jacob?
–O diretor desse colégio.
–Seu pai?
–J-A-C-O-B! Blé, desculpe.
–Ele é seu pai.
–Preferia que não fosse.
–Não fale isso, ele é uma pessoa boa. Tirando a parte que ele é assustador.
–Você não conhece ele nem um pouco, tá?! Fecho! Não tá mais aqui quem falou.
–Posso te fazer uma pergunta.
–Não!
–Vou fazer. Dei de ombros. Você puxou seu pai ou sua mãe?
–A aparência da minha mãe e a paciência do meu pai. Ele deve ser impaciente, então.
–Você tem algum irmão?
–Nã... Ele olhou para o chão pensativo. Você não tem coisa melhor pra fazer da vida? Pelo jeito, não gosta de falar no assunto.
–Não. Sorri e ele fez uma cara de tédio. Você tem primo?
–TENHO, CARAMBA. AGORA CHEGA!
–Da família da sua mãe ou do seu pai? Sim, estou fazendo isso só para irritar.
–Do meu pai. Acho que ele não sabia se ria ou se chorava.
–Qual é o nome dele?
–Tá pedindo demais...
–Tente lembrar, é seu primo. Ele parou e refletiu.
–Acho... Que é... Michel.
–Michel Teló?
–É! Alias, fui eu que criei aquela musica dele.
–Ai se eu te pego?
–Não... Ai se eu te espanco. Captei a mensagem.
–Tá bom... Tem prima?
–NÃO!
–Você me odeia?
–Sim.
–Gosta de sorvete?
–Não é da sua conta.
–Gosta de bolacha?
–Sim, agora se você não para com esse interrogatório eu vou te...
–... Matar, blé. Mostrei a língua pra ele.
–Vocês dois não tem jeito, hein?! Ah... Diego... Será que ele ouviu tudo?
–Ah... Você. Eu disse fria.
–Boa tarde para você também.
–To indo, tchau Ne
–NEJI!
–Tá.
–saky. Diego segurou minha mão.
–SAKURA!! To aprendendo com o NE.
–Para de criancise.
–Me deixa.
–Só sabe dizer isso?
–Me erra, não quero mais olhar pra sua cara, tá?!
–Não, desculpe não consigo captar a mensagem.
–Bom, eu vou indo. neji tentou fazer uma saída estrategica.
–VOCÊ FICA! Diego não deixou neji fazer sua saída estrategica.
–Mas eu não tenho nada a ver com a briga de vocês.
–Quem que está brigando? Diego perguntou ao neji.
–Ah, mas claro, isso é só um bate-papo. neji e Diego começaram a discutir, eu parei de prestar atenção neles quando começei a ouvir um barulho, parecia alguém... Pedindo socorro.
Fale com o autor