A Escola De Monstros

82 Sombras parte 1 - aviso


Notas iniciais
Bom,gente eu estou muito triste, caramba são 139 pessoas acompanhando e só 7 comentaram 7 agora vou pega pesado se não tiver no minimo 30 comentários eu abandono a fic

Nós dois saímos correndo do quarto quando vemos a pobre Tayuya deitada no colo da karin, desacordada. Quando me aproximei mais vi que ela estava com os olhos abertos, mas aqueles olhos um tom de preto agora estavam brancos, ela não piscava e nem se mexia.

–O que aconteceu, Karin? – Perguntei.
–Eu não sei! Escutei o grito dela e vim aqui ver, mas... Já era tarde demais.
–Ela...? – Engoli seco.
–S-sim... – Karin começou a chorar.
Coloquei a mão na frente do rosto, tentando segurar o choro. Era verdade que a Karin e a Tayuya eram bastante amigas, sempre andavam juntas – armavam planos, contra mim, juntas –, deve tá sendo mó barra para karin saber que a Tayuya está... Morta.

–Tayuya? –temari! – O-o-o q-que aconteceu?
–Ela tá morta.
–Não... N-não pode ser verdade. – Temari se ajoelhou do lado do corpo da Tayuya. – Tayuya... Fala comigo... Você não pode ter... Partido. Tayuya! Com quem que eu vou brigar pelo Shikamaru? – Quando eu olhei de novo a Temari ela estava chorando. – Tayuya...
–temari? – shikamaru a abraçou.
–Hey, mais o que houve? Como que a Tayuya...?
–Eu não sei... Mas quando eu cheguei vi algo escuro na parede e... Foi tão rápido.
–Maldita! – sasuke disse.
–O quê?
–Ela voltou!
–Caramba! Ela quem?
Sasuke, está dizendo que...
–É! neji! Ela não morreu!
–Gente, quem?
–O diretor já está vindo. – gaara disse. – Ele irá resolver esse problema...
–Não tem como ele fazer isso.
–sasuke se acalme, por favor...
–Como me acalmar? Ela não morreu aquela maldita não morreu!
–Por favor, sasuke.

–sasuke, se o seu pai não teve coragem de matá-la isso não lhe diz respeito. – Disse o diretor.
–Mas...
–Já falei com os familiares dela. Eles iram levar o corpo para a terra dela. – O diretor disse a Karin, apontando para dois homens vestidos de branco.
–Posso ir?
–Claro.
–Diretor... Eu também gostaria de acompanhar a Karin, sei que eu e a nunca fomos bets friends , mas...
–Tudo bem! – temari e karin foram juntas com a tayuya.
Quando o tumulto estava começando a se acalmar o diretor virou para o sasuke e disse:
–Nem pense em sair desse colégio e ir atrás dela.
–Você deveria. Tem mais consideração, uma aluna sua morreu, deveria tomar providencias.
–Como eu já disse: Se o seu pai não teve coragem de matá-la isso não lhe diz respeito e nem a mim.
–Estão falando de quem? – Perguntei.
–Não se mete, saky! – neji me puxou para longe dos dois.
–Qual é o problema?
–O sasuke não gosta de falar desse assunto.
–Quem é essa garota que eles falam?
–Uma pessoa que...itachi deveria ter matado.
–itachi pai do sasuke?
–Viu a confusão que dá chamar o outro sasuke de itachi, mas sim... É o pai do sasuke.
–Quem é essa mulher que itachi deviria ter matado? Por que ele tinha que matar ela? É a humana?
–Não tem nada a ver com a humana é... Sabe você e o sasuke?
–Sim!
–No começo do rolo de vocês, não tinha a karin para atrapalhar? – Rolo?
–Só a karin?
–Tanto faz. A questão é: No relacionamento do itachi com a mãe do sasuke, tinha uma mulher para impedir.
–Quem era?
–Esthephania. Ela controlava as sombras.
–Tá explicado! Essa mulher que faz essas sombras, a mesma, que matou... A Tayuya.
–Exato!
–Mas por que o sasuke tem tanto ódio dela?
–Não sei! Dos quarto Lordes o pai dele foi o único fiel na esposa, mas... Vai que a história não é bem assim.
–Eu pergunto para ele.
–Que parte do ''o sasuke não gosta de falar desse assunto'' você não entendeu?
–Fala sério! É claro que ele vai contar para mim.
–Mesmo? Pelo que eu fiquei sabendo... Vocês estão dando um tempo o que dignifica... Sem namorico, sem compromisso.
–Obrigada pela sinceridade.
–De nada!
–Mas... Mesmo assim...
–Ele não vai te falar nada sobre ela, eu o conheço. Ele vai enrolar até você desistir.
–Esse é o problema: Eu não desisto. – Dei de costas para o neji, mas o Sasuke e o diretor já tinham ido embora.
Operação... Achar o sasuke On

P.O.V. sakura off

P.O.V. Gaara on

Eu tinha acabado de falar com o diretor sobre o acontecido com a Tayuya. Foi muito triste, ela não era um exemplo de pessoa, mas... Vai fazer falta. Muitos ainda não acreditam no que aconteceu. Como pode acontecer isso? É, tecnicamente, impossível, mas nada é impossível.

–Pensando em quê? – Ino me cutucou, me fazendo quase ter um ataque cardíaco.
–Nunca mais faça isso.
Trouble?
–Sim, muito problema. Quer me matar do coração?
–Não! É verdade o que Yoko me disse?
–Tudo que a Yoko diz é verdade.
–Nem sempre! Mas a Tayuya...?
–Não se fala em outro assunto.
–Ai, meu Deus. Não pode ser. Como?
–sasuke acha que foi a Esthephania.
–Legal. Ela é uma zumbi?
–Ele acha que ela não morreu.
–Hellooooo! Terra chamando Gaa... Não tem como o pai do sasuke não ter matado ela, não tem como. Ele era um assassino, sangue frio.
–O sangue esquentou.
–Gaa, você é péssimo com ironia.
–Obrigado!
–De nada!
–Ino... você e o... Michel... – Ela me deu uma cotovelada.
–Nunca mais fale o meu nome, na mesma frase, junto com o dele. – Ela fez bico.
–Mal aí, desculpa. Eu só pensei...
–Meu, acabou... O que não deveria nem ter começado e...
–E a culpa é minha por vocês terem terminado.
–Não! – Ela segurou as minhas mãos. – Você me ajudou.
–I-Ino... – eu aproximei o meu rosto do dela, mas ela se afastou.
–Mas bem... – Ela sorriu. – O diretor disse que quer falar com a Sakura e eu preciso chamá-la.
–Faça isso depois.
–Impressão minha, ou depois que você descobriu que a Sakura é humana, não foi mais tão amigo dela?
–Você sabe o que eu penso dos humanos.
–Sim, mas... Tipo... O Neji e o Sasuke que mais detestavam humanos ficaram do lado dela.
–Não é questão de lado é que... Minha mãe morreu.
–Eu sei o quanto você sobre o seu pai.
–Sabe mesmo?
–Não fazia nem cinco meses que minha mãe morreu e ele já estava com outra.
–Bem, como sua família não segue as leis dos humanos, como a maioria dos monstros, alias. Eles se permitem poligamia, seu pai... Só não sobe ficar sozinho.
–Fala sério!
–Estou! Sei lá! Seu pai tem três esposas. A Kaline é filha da segunda e você dá primeira.
–Que deveria ser a única.
–Gaara...
–Eu não o entendo...
–É natural da sua raça.
–Isso... Foi indireta, ou lógica?
–Indireta. Você também pode ter outras mulheres, mais que uma. – Ela cruzou os braços.
–Mas eu não quero mais que uma, somente uma...
–Quem? – Ela me olhou fixamente.
–Ino... Eu...
–Me fala quem é?
–Está com ciúmes?
–Não seja besta.
–Ino... É você.
–Pois eu acho que você tem um ótimo de um mau gosto e... Hã? Eu?
–Tenho mau gosto?
–Você está brincando comigo?
–Não! Falando sério... Eu gosto de você, dês do dia da biblioteca.
–Gaara... – Quando ela iria me beijar alguém interrompeu.

–Ino eu queria saber... – Sakura! – Ops... Desculpa! Continuem, eu não irei mais atrapalhar. – Ela deu meia volta.
–Espera! Eu preciso falar com voc...
–Já disse,Ino, depois. – A puxei pela cintura e a beijei.
–Gaa... Hum...

–Terminaram?
–Cof... Cof... – Ela voltou.
–Pelo jeito não.
–Saky, o diretor quer te ver.
–Okay! Vou indo para não atrapalhar mais... Podem continuar, novamente. – Ela saiu rindo em direção à sala do diretor.
–Ela vai contar para a Bia, que vai contar para a Maia, que vai contar para a Tenten, que vai contar para a Temari, que vai contar para a Alice, que vai...
–Chega! Já entendi... Agora, aonde paramos?
–Desrespeitando as regras.
–O diretor vai entender. – A beijei novamente.

P.O.V. Gaara off

P.O.V. sakura on

Depois de ficar espiando os pombinhos do corredor 2, fui falar com o diretor. Ele estava na sala – como sempre – organizando alguns papéis.

–Toc... Toc... Posso entrar? – Bati na porta.
Ele disse sim e eu entrei na sala dele.
–Queria falar comigo? – Perguntei.
–Sim. Sente-se. – Ele apontou para a cadeira e eu me sentei.
–Do que se trata?
–Sasuke

–Eu não sou mais namorada dele.
–Ainda bem... Quer dizer, tanto faz. – Hã? Fala sério!
–O que tem ele?
–Eu precisaria da sua ajuda.
–Para?
–As férias começam depois da amanhã. E eu preferiria que o sasuke não fosse atrás de uma pessoa.

–Esthephania??
–Quem te contou?
–Seu filho.
–Terei uma conversinha com ele. Mas a questão é: você pode ficar de olho no por mim?
–E por que o senhor não faz isso?
–Eu tenho um colégio para dirigir e não vou gastar o meu tempo cuidando dele. Selei o verdadeiro para não ter esse problema.
–Mas teve e eu não posso fazer nada. Como já disse: Não sou mais namorada dele, e não posso fazer nada, pelo menos, não de graça...
–A senhorita está me chantageando?
–Aprendi com os melhores. Então?
–O quê?
–Me responda uma coisa sobre o meu pai e eu banco a baba do Sasuke.
–O que quer... – Ele engoliu seco... – Saber?
–Ele é o Jonas?
–Cof... Cof... DÁ ONDE TIROU ESSA IDEIA? – Nossa... Revoltou a criança.
–Ele disse que era o meu pai quando eu voltei a ser uma nanica.
–Impossível.
–É por que você sabe quem é, não?
–Seu pai está mais próximo de você, do que você imagina.
–Ele tá aqui no colégio? Professor Asuma ou Yamato? Se me falar que é o Kakashi eu juro que pulo do último andar do Empire Stater .
–Eu já respondi a sua pergunta.
–Mas...
–Era só uma!
–Okay! Certo! Adeus. – Eu estava quase saindo quando ele disse:
–Seu aniversário é daqui uma semana, certo?
–É! Por quê?
–Vai convidar o Neji, né?
–Obvio.
–Pergunta respondida. – Ele sorriu e voltou os olhos as folhas em cima de sua mesa.

Eu saí da sala dele de boca entreaberta. Ele sorriu? Sorriu? Eu nunca vi o diretor sorri, nunquinha. Era um acontecimento histórico, mas eu ainda tenho que ir atrás Sasuke, coitada de mim.

P.O.V. sakura off


P.O.V. Vitoria on

Eu fiquei andando pelo colégio. Minha irmã estava no quarto, lendo, e como eu não tinha nada para fazer, não custa nada dar um calmo e lento passeio pelos limites do colégio.

–O que faz aqui? – Quando me virei para trás para ver quem disse isso me deparo com o Obito.
–Ah... Oi! Eu só estou passeando. Não pode?
–Claro que sim. É que... Eu sempre venho aqui... Quando não tenho nada para fazer.
–E se mais alguém morrer?
–Nem fale isso.
–Eu vi.
–O quê?
–Aquelas... Sombras que estão falando. Eu e minha irmã vimos.
–Onde?
–Na cantina, elas se espalhavam pelo teto, mas não fizeram nada contra nós duas.
–Mais cedo, uma aluna do 3º ano tinha sido ataca, ela, também, era uma Brilhote.
–Será que essas sombras não mexem com outros monstros que não seja Brilhote?
–Não sei, mas acho que... Ou monstros das sombras... Talvez, mantenham-nas afastadas.
–E por que a sombra não nos atacou?
–Seirene é um monstro das sombras, assim como Vampiros, Yaksas e Moderadores, são os principais, pois eram os Lordes. E outros, como o Anjo das Sombras, obvio.
–Os monstros da noite.
–Mais o menos.
–Você sabe muito.
–Tenho que saber do que cada um dos alunos é capaz.
–Posso lhe fazer uma pergunta?
–Claro.
–Por que você não lutou contra o Sasuke? Tipo: Deixou ele te bater.
–Primeiro: Eu nunca gostei de violência. Segundo: Ele é meu primo. E terceiro: Fala sério! Eu teria derrotado ele em dois segundos.
–Mas, pelo menos, se defendesse, né? Já que tão forte assim.
–Sim, mas só iria provocar mais brigas e o diretor não estava lá para parar. Alguém sairia ferido e não seria eu.
–É tão confiante assim?
–Pode ser. – Ele riu.
–Acha que ganha de mim?
–Por que está me perguntando isso?
–Ah... Só queria saber se você gostaria de lutar comigo?
–Never! Nunca!
–Por quê?
–Eu não quero te machucar.
–Poxa, Obito, eu juro que você não vai conseguir me machucar, mas não prometo o contrario.
–Convencida?
–Não sou convencida. Vai ser só uma lutinha entre amigos.
–Amigos?
–Algum problema?
–Nenhum. Mas tem certeza que quer... Lutar?
–Só um treininho básico, não vai machucar ninguém.
–Espero! Você começa.
–Okay!
Aproximei-me dele lentamente, ele, pela face, parecia que não estava entendendo nada, queria logo um golpe. Começamos a andar em circule, até que, em uma rapidez incrível, eu dei um chute nas suas costas, o fazendo cair no chão.
–Que fique claro: eu estava distraído. – Ele disse.
–Claro, Obito, vou fingir que acredito.
–Agora é minha vez. – Ele tentou me acertar, mas eu desviei.
–AIII! – Gritei.
–Vitoria! Sabia que iria te machucar. Desculpa!
–Ah, Obito... – Dei um chute no seu estomago. – Se continuar tendo pena de seu oponente não vai ganhar nunca.
–Nossa! Parece meu pai falando. – Mas um golpe dele que eu consigo desviar.
–Isso é bom ou ruim?
–Péssimo. – Ele veio para cima de mim e eu quase não consegui revidar do... Bem, ele não me golpeou.
–Obito! – Ele parou com a mão no meu pescoço. Sua mão mais parecia tipo uma espada, a posição. – Por que parou?
–Por que eu não quero te matar. – Coloquei a mão na boca, mas não consegui segurar e cai na gargalhada.
–Sua mão vai me matar?
–Você não conhece muito sobre Vampiros, né?
–Bem, como você sabe, não é a minha área, sou Seirene.
–Exato. – Ele colocou na mão no rosto, parecia tenso. – Eu não posso explicar.
–Tudo bem.
–Eu realmente não po... O quê? Você disse ''tudo bem''?
–Sim! Se não é dá minha conta, não quero saber.
–Nossa! É que eu estou mais acostumado com as meninas curiosas desse colégio, tipo... (Sakura) – Ele tentou disfarçar o nome fingindo um espirro.
Eu, simplesmente, ri.
–Obito,Obito...
–É esse é meu nome.
–Palhaço. – Dei um empurram no ombro dele.
–Uai! – E ele caiu no chão.
–Eu não lembro que era assim tão forte. – Me sentei no chão ao lado dele.
–Eu que estou brincando com você.
–Besta! Hey, mas falando sério, enfermeiro, acho que você precisa ir para a enfermaria.
–Falando sério?
–Talvez, com um pouco de ironia.
–Estou tão feio assim?
–Feio você vai ser.
–Quê?
–Hã?
–...
–...
Legal! Aqui vamos nós para um silêncio rigoroso e constrangedor.
–Tá calor, né? – Ele disse.
–Não tem pergunta mais estúpida?
–Não!
–Hey, vamos para a enfermaria. Você está péssimo. – Estava me levantando quando ele me puxou pelo braço tão forte que eu caí em cima dele. – Obito?
–Não preciso de enfermaria... Mas de uma enfermeira. – Ele colocou meu rosto entre suas mãos e me beijou.
Eu, primeiramente, nem sei como reagir. Foi do nada... Mas correspondi, não sei por que, mas correspondi. Era tão bom.
–Então?
–Então o quê?
–Não vai me dar um tapa na cara ou sair correndo de raiva e vergonha?
–Isso nem passou pela minha cabeça.
–Com toda a certeza, você é diferente das outras garotas.
–O quer diz...
–Isso me deixa mais encantado por você. – Legal! Corei!
–O-Obito...
–Enfermeira, não vai cuidar de sue paciente?
–Um dia do paciente e outro da enfermeira, é?
–Pelo que parece. No meu caso, é ao contrário.
–Pois é! – Sorri!
Eu fiquei ali ''cuidando do meu paciente'', o Obito é um fofo. Eu... Bem, acho... Que... G-gosto dele... Talvez um pouquinho. Mas resposta definitiva, só o tempo vai dizer.

P.O.V. Vitoria off

P.O.V. sakura on


Muito interessante. Bateu o sinal de recolher e eu ainda não achei o Sasuke. Até cheguei a procurar no porão, mas nada – além do mais, ali era o lugar do itachi, não do sasuke. Então.. Desistir, mas quando eu entrei no meu quarto, vi alguém encostado na parede, de costas, com uma capa preta que quase ficava o deixava invisível nas sombras.

–Aproveitou que a janela estava quebrada, é? – Disse com um tom irônico.
–Fui eu que quebrei. – Era um sotaque espanhol e a voz era feminina.
–Quem é tu?
Dyo soy... Esthephania.

Notas finais
0__0 não esquecam de comentar se puderem de uma olhadinha na minha nova fic Babás. Se você procurar por esse termo em um dicionário - ou até mesmo no Google - você irá achar algo como: "Profissional que cuida de crianças". Desde a idade média, as babás são designadas pra essa tarefa. Tendo isso em vista... O que você pensaria de uma casa onde a única criança tem 17 anos? link:http://fanfiction.com.br/historia/496444/They_call_me/ vejam também essa fic ela é diva Passei por tudo o que uma criança não deveria passar...tornei minha alma negra ao ver aquele que mal me conhecia. E me adotou como filha ali...estirado no chão tornando a neve vermelha com seu sangue -Vou me vingar eu juro - Prometi abraçada ao seu corpo já sem vida Fiz um contrato com um ser que para muitos é um monstro mais para mim ... para mim é a esperança -Ciel Panthomhive? Perguntei olhando para a carta que a rainha tinha me entregado -Sim minha dama Falou ele com aquele seu tom cordial de sempre A rainha quer que você se una ao conde Panthomhive para fazer essa missão Eu só não esperava que a rainha me levasse direto ao que eu queria -IREI ESMAGAR SEU CORAÇÃO EM MINHAS MÃOS CIEL PANTHOMHIVE Gritei enquanto as chamas chegavam cada vez mais perto de mim transformando em cinzas tudo em que encostava... link:http://fanfiction.com.br/historia/495598/Neve_vermelha/