A Escola De Monstros
78 Selo parte 1
Notas iniciais
P.O.V. sasuke (itachi) on
–Sério itachi! Eu não gosto de surpresas. sakura parou no meio do caminho.
–Tecnicamente, você não tem mais escolha. Sabe como sair dessa floresta?
–... A resposta é não!
–Viu? Vamos!
–itachi... Ela segurou o meu braço.
–Não choraminga, não, garota.
–O único que pode me chamar de ''garota'' é o sasuke.
–Caso você não percebeu... Eu sou o sasuke.
–Não! Não percebi.
–Onde vocês pensam que vão? Não é ele! Fala que não é ele.
Não acredito que é ele , pensou a sakura.
–kabuto? Não foi demitido? Ela perguntou.
–O que eu posso fazer? O diretor não consegue viver sem mim.
–O que faz aqui, criatura?
–De braço direito, passei a Segurança de Barreira Protetora Contra sasuke.
–Barreira?
–É! O diretor deve ter medo que eu saía do colégio e comece um massacre.
–C-como assim?
–Ele é uma ameaça ao mundo humano e... O que faz aqui, sakura?
–O itachi me obrigou.
–i-tachi?
–Que droga! Por que vocês têm essa reação?
–Sei lá! Mas por que o itachi quer te obrigar?
–Não sei! Ele disse que iria me levar em algum lugar.
–E a idiota veio atrás.
–Queria que eu fizesse o quê?
–É... Eu estou aqui.
–Olha, pessoal a questão é: Eu não vou deixar você passar saky.
–Por quê?
–Você não pode sair do colégio. Regras!
–Ah, sim.
–Mas eu não ligo para regras.
–Meu querido, você não pode sair nem se quiser. Tu não consegues atravessar a barreira.
–Mas acho que com uma ajuda eu consigo.
–Tipo?
–Isso! Peguei do meu bolso um colar que eu vi na mão da Vivian pouco antes da idiota deixar três segundo em cima da mesa e eu pegar.
–Hey! Esse colar é meu!
–Eu sei, saky.
–O que está fazendo com ele?
–Depois nós conversamos.
–Claro... Ela revirou os olhos.
–Bom, vocês não podem passar.
–E você irá me impedir?
–Segundo o diretor: Sim!
–Pois, você não vai se sair bem.
–itachi!
–O quê?
–Você vai brigar com o kabuto?
–Sim, algum problema?
–Bem, só queria dizer... Deixa-o bem machucado, tá?
–Valeu, saky.
–Seu pedido é uma ordem. Parti para cima dele, mas antes que eu pudesse tocar nele. Só senti um murro no rosto e fui parar longe.
–Não vai ser tão fácil! Eu sou mais experiente.
–Experiente quer dizer velho? Ele segurou meu punho fechado, que iria em direção a sua cara, e quebrou o meu braço.
–Patético!
–Já te provo quem é patético...
–CHEGA! saky gritou. Mal começou.
–Não! Eu vou...
–Vai nada!
–Melhor escutar sua namorada.
–Nós não somos namorados. Dizemos em uníssono.
–Não? Terminaram?
–Hey! Eu sou namorada do sasuke.
Ele olhou para ela com uma cara de tédio e disse:
–Claro! É por que ele é o Rodrigo Simas, né?
–Idiota!
–sakura, sai da frente.
–Não! Você está horrível. Chega!
–Acha que eu não sou capaz de derrotar ele?
–Não! Você é capaz, eu sei, mas... Não quero que você se machuque mais.
–Isso aí! Escuta sua namorada.
–Mas que droga, kabuto!
–Tá! Ok! Vai dormir, crianças.
–Daqui a pouco quem vai aí te bater sou eu, hein.
–Pode vim.
–Morra, kabuto! Ela colocou o meu braço em cima dos seus ombros e saiu comigo.
–Por que você me defendeu? Perguntei, parando de andar.
–Ele quebrou o seu braço?
–Está preocupada com isso? Virei o meu braço na posição certo. sakura dá um passo atrás, assustada com o estralo.
–N-nossa!
–sakura...
–Sim? Segurei a mão dela o que a fez corar e arregalar os olhos.
–Você está indo pela direção errado. A puxei para a trilha da esquerda, pois sei que a direita não levaria para um caminho muito bom.
–Pois é! Lembra o dia que eu vim atrás do rafael e aquele filho da mãe me beijou? Ele falou algo sobre direita e esquerda, fiquei curiosa, mas... Provavelmente, coisa boa não era... Mesmo assim, será que o itachi sabe?... Pergunta, não tenho bola de cristal... Não disse que iria embora?... Não consigo ficar longe de você, amorzinho... Morra!
–Eu não sou o único que fala sozinho.
–Quê? Pensei alto? Espera... Para de invadir a minha mente, caramba.
–Quer saber o que tem pela direita?
–Claro!
–A sétima filial da Fairy Tale.
–Sério? Tão perto do colégio?
–Pois é!
–itachi... Ela se aproximou de mim.
–Sim?
–... Colocou a mão no canto da minha boca.
–sakura?
–Tava com sangue!
–Ah, sim! Droga! Por que estou tão nervoso?
–Isso é amor, idiota!
–Sai daqui!
–Hã? Tá falando comigo? sakura perguntou.
–Não! É só... Vai na frente eu já te alcanço.
–Tá bom. Ela foi.
–Qual é? Você não pode aparecer do nada.
–Na real! Eu posso sim.
–Cala a boca.
–Boca?
–Calado! Por favor, sai do meu pé.
–...
–Oie?
–''Por favor''?
–Ah, deixa de drama.
–Adeus!
–Espero que seja adeus mesmo. Fui atrás da sakura, mas no meio do caminho eu vi uma linda e sozinha tulipa vermelha e peguei, ela vai gostar.
–Terminou de conversar com seu cérebro? Ela riu.
–Pra você! Entreguei a flor para ela.
–Como sabe que é a minha favorita?
–Bem...
flash back On
–Ô criatura, cadê você? Gritei atrás da saky.
–Bu! Ela apareceu atrás de mim.
–Menina, não me mata do coração.
–Então o que quer de mim, criatura?
–O clube de jardinagem ficou pronto. Você disse que iria amar ir lá e... Ela pegou mo meu braço e fomos.
–QUE SHOW! Ela berrou.
–Você só vai poder vim aqui quando estiver no ensino médio.
–Amor, eu vou ficar aqui até o ensino médio, pode crer.
–Espero! Senão vou sugar até a última gosta do seu sangue.
–Você e seus delírios. Acha mesmo que é um Vampiro, precisa ir ao psiquiatra.
–Eu sou!
–Prova! Ela se aproximou e tirou os cabelos do pescoço.
–Tem certeza?
–Cê acha que eu sou garota de dúvida. Morde caramba! A puxei pelos ombros para mais perto e cravei minhas presas no seu pescoço.
–Pronto! Me afastei, passando a língua nas minhas presas.
Ela colocou o dedo no pescoço e viu o sangue.
–Sério isso véi? Vampiros existem?
–Não só Vampiros! Você está em um colégio de monstros, humana.
–Sério? Agora ela pira das ideias. Então, você é um... Ela engoliu seco se afastou e completou: Isso... Isso... É MUITO SHOW! Hey, me transforma em Vampira, também, vai, por favor, vai.
–Tá louca?
–Não! Quero superpoderes. Você tem, né?
–É!
–Super!
–Para de inventar história e... Parei de falar quando vi que uma gota do sangue dela caiu em cima de uma tulipa vermelha.
–Que legal! Ela pegou a tulipa. É muito linda.
–Isso é um sinal!
–Sinal de quê?
–Sei lá! Dei de ombros.
–Você é um boboca!
–Hey, pega um pétala!
–Que pecado! Tirar uma pétala de uma flor é o mesmo de arrancar um braço seu.
–É só uma flor.
–Flores também têm sentimento, tá?
–Besta!
–Otário!
–Boba.
–Idiota!
–sakura!!
–sasukel!
–Hey... Segurei o rosto dela. sasuke não é um xingamento.
–E nem sakura. Ela sorriu, mesmo, contra a própria vontade.
–sakurinha... Aproximei meu rosto do dela, mas ela me empurrou.
–Eca! Você queria me beijar?
–E qual é o problema?
–Que é nojento. Bléé!
–Quando você crescer não vai achar isso.
–Então, me beija quando eu crescer.
–Boboca!
–Mas amei a tulipa com sangue, lindinha. Virou minha flor favorita. Ela deu um beijo na minha bochecha. Agora... Ela me deu um chute na perna. Eu quero ver você correr atrás de mim.
–Sua...
–Linda! Ela saiu correndo e eu fui atrás.
flash back off
–Como sabe que é minha favorita?
–Bem... Palpite.
–Tô sabendo. Ela riu.
–sakura...
–Fala!
–Não é falar é fazer. A coloquei contra a árvore mais próxima.
–Qual é?
–Isso! Tirei o cabelo dela do pescoço.
–O sasuke mordeu o lado direito.
–E eu o esquerdo. Tinha um marca quase que invisível ali, mas pelo menos estava.
–V-você também...?
–Sim! A puxei para frente e a abracei, mas senti algo estranho, muito perto dela. Eu estava com... Sede.
–Olha, sasuke já deve ser duas da manhã, eu quero voltar para o meu quarto.
–... Não acredito que ela disse isso.
–Quê?
–Me chamou de sasuke?
–Gulp! Aparentemente, mas... Eu retiro. Ela entrou no colégio e eu a segui até o seu quarto.
–Não precisa retirar. Eu disse.
–Pra mim, sim. Ela se sentou na cama e tirou o sapato.
–saky, você... Está gostando de mim?
–Não seja ridículo, eu nunca irei me interessar por você.
–Vai sim, eu sei que vai.
–Não seja ridículo.
–saky, eu posso te pedir uma coisa?
–O quê? Um beijo?
–Não! É... Droga! Eu não estou conseguindo me controlar.
–Sangue?
–Isso!
–Vá atrás de um animal, se está com sede, meu querido.
–Eu não quero um animal... Eu quero você! Me aproximei dela, mas ela me afastou.
–Não!
–Você não tem querer. A joguei na cama de me deitei em cima dela.
–Por favor, não! Eu não quero, não!
–Desculpa, mas eu não consigo me controlar.
–Se tivesse aprendido isso em vez de ficar matando as pessoas isso nunca iria acontecer.
–Mas eu não aprendi, então que se dane. Virei cabeça dela para o lado e tirei seu cabelo do ombro.
–itachi! Não!
–Desculpa... sakurinha! Cravei minhas presas no meu lindo pescoço branco e fino.
Mas o problema é que eu não conseguia parar, ela gritava aparentemente doía, mas com a pequena não foi assim, com ela eu consegui me controlar, mas... Eu não estou conseguindo parar... Desse jeito ela vai...
P.O.V. sasuke (itachi) off
P.O.V. sakura on
Apaguei! É! Eu lembro que eu apaguei. Aquele filho da mãe... Idiota... Não acredito nisso, não acredito.
–Tudo bem? Fala sério!
–O que você... Aiii! Ele estava no meu lado, me olhando com um olhar de preocupação.
Eu queria bater nele! Espancá-lo, mas... Eu estava muito fraca, mal podia me mover.
–Acho que bebi muito o seu sangue, mal aí! Ele sorriu. Ai, como eu quero quebrar os dentes dele.
–Idiota! O que você fez?
–Calma, já irei consertar.
–Consertar? Sou um brinquedo quebrado?
–Não quebrado, mas um brinquedo. Eu quero muito bater nele, caramba, eu quero bater nele.
Ele, com uma das presas, cortou o pulso e o aproximou de mim.
–Qual é?
–Bebe!
–Sangue?
–Você é uma Vampira, não?
–Não!
–Bebe logo!
–Eu não bebo sangue.
–Se você não beber... Morre!
–Adeus, então.
–GGRRRR! Ele colocou o pulso na boca e bebeu o próprio sangue.
–Fala sério! O que você fe...? Ele me beijou.
Beijo, beijo, eu não posso chamar. Na verdade, ele me obrigou a beber o sangue que estava na sua boca, mas também contando a língua que ele teve a capacidade de enfiar na minha boca.
–Hum... i-i-i-ita... Hum. O empurrei.
–O quê?
–Seu... Droga eu não sei do que te xingar.
–Não precisa xingar, mas... Beijar. Antes que ele pudesse chegar perto eu o empurrei de novo.
–E-e-eu te odeio, odeio.
–Deixa de drama, ok?
–Drama? Drama? Como é? Drama?
–Isso mesmo! Você é uma garota que faz escândalo por tudo, isso irrita!
–Então por que fica perto de mim? Garoto, ainda não percebeu que eu te odeio? Que eu não quero você perto de mim? Que tanto mais longe você ficar mais feliz eu fico?
–Sério? E você já percebeu que se não for eu o outro sasuke é que não vai ser?
–Do que está dizendo, hein?
–Ainda não percebeu. Você é lenta, né? Tudo conspira contra vocês dois, acorda, menina. Você era uma humana e um Vampiro, agradeça a Deus que conseguiram ficar juntos, depois veio a Melissa e acabou com tudo, mas o amor é maior e blá blá blá... Aí na paz, quando você vão para a praia e se deparam com dois irmão praga, a aproximação do rafael e você, mas como sempre o amor de você love, ganhou. Na paz! Vocês voltam por colégio e você se depara com o seu ex, que ainda sente algo por você, não sei se é correspondido e tal, aí você volta a ser criança e quando você volta ao normal eu apareço. Entendeu? Acordou? O destino nunca vai deixar vocês dois ficaram juntos... NUNCA!
–...
–Então?
–Você gosta de mim?
–Gulp! U-u-um pouco.
–Então, por favor, por esse pouco... Some da minha vida.
–Hã?
–Saí daqui!
–Como?
–Eu nunca mais quero te ver, garoto! Nunca! Some da minha frente e não aparece nunca mais e vê se você acorda! Eu não amo, gosto ou sinto qualquer por você. Os únicos sentimentos que eu chego a sentir por você é ódio, rancor e... Nojo. Saí!
–sakura.
–Não! NÃO! Não fala o meu nome! E some! SOME! Eu te odeio! Odeio! Nunca mais aparece na minha frente, ok? Nunca! Se eu tiver novamente... Eu... Eu... Me mato! Some!
–sakurinha, por favor, eu...
–Eu disse...
–Tá! Mas, por favor, só pensa, eu... Eu... Eu sempre te amei, quando a gente era criança, tudo. Todos os momentos, você não pode ter esquecido, mas se esqueceu, ainda deve haver algum sentimento, eu sei disso.
–Tem sim! Quando eu te conheci, te vi pela primeira vez... Sabia que era você, não sabia quem você era, mas sabia que era você. Mas tudo que você fez, foi diminuindo até não sobrar nada, ok? Então, EU NÃO SINTO NADA POR VOCÊ!
–saku...
–VAI EMBORA! Ele se virou e foi, mas antes deixou em cima da cômoda o colar.
–Isso é seu! E foi embora.
Nesse mesmo estante eu caí no chão, no momento que ele fechou a porta. Não posso nem acreditar no que disse, mesmo assim, era o certo. Posso ter sido, dura, cruel, mas... Eu não aguento mais esse garoto, mesmo sabendo que gosto muito dele... Que ódio! Por que a vida tem que ser assim? Sempre contra mim! Qual é? O que você está querendo dizer, hein, destino? Caramba! Me mata de uma vez e para de me fazer sofrer aos poucos, assim... Eu não vou aguentar.
–Idiota! Deitei na cama e afoguei minhas lágrimas no travesseiro.
Eu sei que não deveria chorar, que isso foi uma idiotice, mesmo assim, dói. Eu não devo chorar, mas... Fala isso para minha consciência. Como diz o lee: Estou off-line.
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