A Escola De Monstros
26 Operação Cupido
Notas iniciais
Chegando na cantina, vi naruto e hinata sentados com cara de patetas, olhando o nada. Como não sei o que significa fui falar com eles.
–Terra chamando hinata e naruto
–... Me ignoraram por completo, magoei.
–Gente?
–... Os dois continuaram com aquelas caras de patetas.
–HELLOOOO! Gritei.
–O que foi, mulher?
–Pra que gritar?
–Os dois estavam viajando.
–Só estavamos pensando em um negocio.
–E o que era? Sou curiosa, e daí?
–No baile, minha fia.
–O que tem o baile?
–Sabe? O baile foi tão lindo, a decoração, a música... Os pares.
–O que tem os pares?
–Estavam quase todos corretos.
–Como assim ''quase''?
–Yoko e Diego, nada a ver, karin e sasuke, dá um tempo, você e o yuki... Aff!
–Humpf! Mas então, seria tão bom se fossem pares na vida real.
–Mas podem ser pares reais.
–Ah é? sakura, você acha que vai conseguir unir a temari e o shikamaru, ino e gaara, bia e miguel, tenten e neji... Eu e o naruto?
–Pode ser difícil, mas não impossível.
–Minha querida, é impossível.
–Que nada! É só tentar se não der certo, pelo menos tentamos. Sorri.
–saky! Tem certeza?
–Tenho, quem tá comigo?
–Essa escola tá um tédio mesmo, to dentro. naruto disse.
–Se o naru topa eu também.
–Se ele pular de um prédio você também pula?
–Não, eu salvo ele.
–Mas e aí? Como vamos fazer para unir esses cabeças duras?
–Hmmm... Primeiro temos que saber por onde começar, por quem começar.
–Eu volto na ino e gaara, tenho certeza que os dois são louquinho um pelo outro. naruto disse.
–Eu sou mais beatriz e miguel, ela gosta dele já é meio caminho andado. Eu disse.
–Eu volto na temari e shikamaru, a gente só precisa descobrir o que aconteceu no passado.
–Mas hinata... E se aconteceu algo irreversível?
–Não importa, vamos reverter.
–Não é assim, hina, primeiros precisamos saber o que houve. Vai que a briga foi feia.
–naruto, de que lado você está?.
–oi povo? Alguém tocou o meu ombro, quando me virei dei de cara com o sasuke.
–neji, por quê?
–Nada.
–Ah, um par que eu tenho certeza que ficaria junto é a sakura com o Diego. É oficial: hinata pirou das ideias.
–Helloooo! Eu estou aqui.
–Mas sakura, vocês tem tudo a ver.
–Minha querida amiga, eu ODEIO o Diego.
–Afinal... Do que você estão falando?
–Nós estamos tentando pensar em como juntar os lindos pares desse colégio.
–E dês de quando a sakura e o Diego são um par?
–Pois eu acho os dois perfeitos.
–Ué? Por que está tão contrariado? Por acaso... Está com ciúmes? naruto sempre irônico.
–Irei ignorar esse comentário ridículo. E hinata, aonde vocês estão com a cabeça que acham que podem juntar novamente temari e shikamaru?
–sasuke, você sabe o que aconteceu entre os dois?
–Claro, eu era amigo do shikamaru nessa época.
–E o que aconteceu?
–Perguntem ao shikamaru, não vou contar a vida do meu amigo.
–Ah, sasuke, pelo menos uma dica. Emplorei a ele. Na vez que o shika iria me contar a bia o interrompeu.
–Vou pensar no seu caso.
–Malvado!
–Mas bem, se vocês querem juntar esses malditos casais, sugiro começar pelo neji e a tenten, esse é um dos mais fácies.
–sasu... Quer dizer, sasuke, como você quer que a gente consiga isso?
–Tranque os em uma sala e os deixem sozinho, pra lavar a roupa suja, depois o tempo se encarrega.
–moreno do meu coração, não gostaria de nos ajudar?
–hina, aonde você acha que o sasuke vai perder o tempo dele ajudando ''casaizinhos''?
–Tá bom. Eu topo. Eu olhei bem pra cara dele e disse:
–Bebeu? Você? Querer ajudar casais?
–Eu só não faço o que as pessoas acham. Nota-se.
–Bem, amanhã a gente resolve isso, venha hina. naruto e hinata foram embora. Os dois não se desgrudavam.
–E aí? Pra quebrar aquele silêncio, sasuke resolver dizer alguma coisa.
–O quê?
–Nada! E volta o silêncio, sério tá ficando chato isso.
–Eu vou pro meu quarto, tá?! Me levantei.
–Espera! É... Não quer conversar?
–O quê? Conversar o quê? Só fica esse silêncio atormentador.
–Bom... Ok, o clima ficou meio estranho entre nós dois.
–Eu vou pro meu quarto.
–Eu também.
–O quê?
–Eu vou pro MEU quarto. Ah tá!
–Tchau. Me virei para ir em direção a saida da cantina.
–sakura! Quando me virei ele estava bem perto, muito perto.
–O que foi?
–Chega desse clima, vai!
–P-p-por m-mim t-t-tu... Tudo bem. Ele colocou a mão na minha cintura.
–Você vai ficar nervosa perto de mim, agora?
–É... N-não... S-s-só q-que... Ele me interrompeu com um beijo, e o pior na frente de todos que estava na cantina. Ele deve ter perdido a noção, o povo já fica pensando besteiras de ontem, eles vão acabar achando que nós estamos namorando ou sei lá o que... Mas quer saber? Dane-se o que eles pensam.
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