A Escola De Monstros
62 Obstáculos parte 3
Notas iniciais
Andei, não, corri, não, voei para aquelas caixas. Até que achei uns álbuns de fotos, e vi o sasuke,gaara, o Michel e uma garotinha superfofa e um nerd, quatro-olhos, óculos fundo de garrafa, e um moletom HORROROSO!
–Quem é esse? Perguntei ao kiba.
–O neji. Oie?
–Nunca, o neji que eu conheço, não.
–Ele era um nerd quando criança, mas mudou o estilo... Pra pior.
–Ele está muito mais bonito, como para pior?
–Simples, virou um ignorante, imbecil, convencido.
–Hmm... Ele era assim quando cheguei ao colégio. E essa garota? Era uma garotinha de cabelo rosa de olhos verdes, superfofa.
–Sei lá, Michel me disse que chegou ao colégio misteriosamente e saiu de lá obrigada.
–Que horror! A tal de Júlia que não é, pois o sasu me disse que ela tinha os cabelos rosa olhos azuis.
–Essa era a anko. Ele apontou para uma mulher de cabelos escuros e olhos escuros (?).
–Tem certeza?
–Sim, por quê?
–O neji me disse que era parecido com a mãe, mas... Não são nem um pouco parecidos.
–E o diretor é loiro olhos perolados. Deve ter puxado o avô, sei lá. Mas e sua mãe, como é?
–Minha mãe morreu.
–Sinto mundo. Mas como ela era?
–Ruiva de olhos verdes.
–Nome?
–sayuri. Olhei de novo as fotos. E essa mulher aqui?
–Acho que é... A humana. Peguei aquele álbum na hora, ela tinha os cabelos castanhos escuros, quase pretos e os olhos verdes.
–Nossa, então, essa é a humana?
–É!
–Será que o nome dela está aqui? Achei a chamada daquele ano junto com as fotos.
–Mas como você vai saber qual é o nome da humana?
–O neji me disse que terminava com ''uri''. Olhei a chamada, mas não tinha nenhum nome que terminava com ''uri
Hey, olha isso aqui. Na chamada tinha um nome riscado, mas muito riscado, mesmo que mal dava para ver.
–Eu aposto que é o nome da humana.
–Mas olha o sobrenome, não está riscado.
–Mas é só o último nome.
–E daí?
–Eu não conheço ninguém com o sobrenome ''uno''.
–Mas então, a humana se chama, alguma coisa, ''uri'', mas alguma coisa, ''uno'', já é um bom caminho andando.
–Mas e a chave? Você disse que estaria aqui.
–E está.
–Mas aonde?
–Ali. Ele apontou para aquele quadro horroroso.
–Ele escondeu dentro de um quadro?
–Não, atrás dele. Ele tirou o quadro do lugar e tinha um cofre, só que... Precisava da senha.
–O que você acha que é a senha?
–Como está nessa sala deve ser alguma coisa referente à humana.
–Mas eu não sei nada dessa humana. Balancei a cabeça negativamente e acabei olhando uma caixa escrita: Fichas arquivadas. Aqui! Abri aquela caixa e vi a ficha de todos os estudantes, até que vi a ficha de um fugaku, acho que é o nome do pai do sasuke, então a curiosidade foi maior e eu abri, lá dizia que ele tinha um temperamento explosivo, arrumava problemas com todos e era péssimo nos estudos. Um Vampiro, que me lembra muito de alguém.
–Achou?
–Não! Escondi a ficha dele e voltei a procurar até que achei uma ficha com o nome de alguém também riscado, só que agora completamente.
–Será que é da humana?
–Provavelmente, não está escrito o nome dela e...
–O quê?
–A assinatura do responsável, não está aqui.
–Curioso, pensei que somente com a assinatura era possível entrar no colégio.
–Nos dias de hoje, com a administração do Jacob, talvez...
–... Para nenhuma humana entrar no colégio.
–Mas... Mesmo você não sendo mais uma humana (bem sou humana, mas metade), acho melhor não contar a ele, pois, pelo que parece, ele não é o kiba que eu conheço. Hey, a senha é de numero?
–Sim, mas...?
–Tenta a data de aniversário da humana. Na ficha, pelo menos, isso tinha.
Ele foi até o cofre e colocou a senha que eu disse e não é que o cofre abriu, eu deveria entrar para o FBI. Só que quando o cofre se abriu e o kiba olhou dentro dele, ficou, acho, que estressado pois socou forte a porta.
–O que foi?
–Não está aqui, caramba.
–A chave?
–Não! Essa droga de chave está aqui.
–Mas não foi isso que você veio comigo pegar.
–Não! Eu disse que tinha outros motivos.
–O que você queria? Ele olhou de lado para mim e disse:
–O medalhão!
–Aff, que medalhão é esse, hein?
–O medalhão dos Lordes das Trevas.
–Lorde do quê?
–Outro dia eu te explico, mas eu precisava com isso...
–O quê? Deixa de ser curiosa, mulher.
Ele sorriu e veio em minha direção, colocou a mão no meu rosto e aproximou o dele, sussurrando:
–Já disse que você é muito curiosa, não?
–Talvez... Sorri.
–PAI? Era a voz do neji.
–neji? Bati na porta.
–sakura? O que faz aí dentro?
–Por favor, abre.
–Cala a boca, sakura. kiba disse.
–Por quê?
–Ele é o filho do diretor, quer problemas?
–Eu conheço o neji, ele não vai me entregar. neji abriu a porta e eu o abracei.
–O que faz aqui?
–neji, eu precisava libertar aquela mulher da biblioteca.
–Você não fez isso, né?
–Não, mais vou.
–sakura, não!
–Por quê?
–sakura, só estou avisando. Por favor, não faça isso.
–Não! Eu vou soltar aquela mulher e é hoje. Peguei a chave e sai correndo para aquele corredor da biblioteca.
Não tinha ninguém no corredor, aqueles preguiçosos devem estar dormindo, melhor para mim. Só que a aquela chave, ou melhor, chaves, eu não sabia qual que abria a biblioteca, então fui tentando. Só que bem na hora que eu achei a chave, está prestes a colocá-la, alguém tocou o meu ombro. Quando me virei quase tive um troço do coração, era o diretor.
–Eu já não disse que não queria você perto da biblioteca?
–Não! Você me disse que nunca iria abri-la. Sorri, agora eu morro.
–Na minha sala.
–Não! Quem está aqui?
–NA MINHA SALA, AGORA! Eu o segui até a sala dele o kabuto estava la, para variar.
–Eu irei tolerar essa vez, mas se caso se repetir... O interrompei.
–Vai se repetir, porque eu vou soltar aquela mulher de lá.
–NÃO VAI!
–POR QUE O SENHOR A PRENDE LÁ.
–NÃO TE DEVO SATISFAÇÃO.
–DEVE SIM! Você sabe até quem é meu pai, me deve muita satisfação.
–Eu, simplesmente, nunca irei abrir aquela biblioteca, nunca irei a tirar de lá.
–MAS POR QUÊ?
–PORQUE ELA VAI DESTRUIR A MINHA VIDA, NOVAMENTE.
–Hã? Nossa não acredito que ele disse.
–Chega! Me casei, não irei mais tolerar isso, não irei.
–O que quer dizer com isso?
–Você está expulsa desse colégio.
–Como?
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