A Escola De Monstros

35 O plano em prática


Notas iniciais
ganhei mais leitores o/ kk boa leitura!!!

O medo estava tomando conta de mim, por que, raios, eu tenha que vim sozinha? E se o rafael não aparecer? E se eu esquecer o caminho? E se eu para de pensar negativo?
Escutei um barulho e vi as folhas se mexerem, nunca fiquei tão feliz em ver o rafael.

–O que você está fazendo aqui? Ele perguntou.
–O neji não pode vim porquê a Melissa voltou.
–Aquela... G-garota voltou? Eu sinto como se eu deveria ter dito aquilo.
–S-sim. Me disseram que foi por culpa dela que você foi expulso, é! Você deve sentir um ódio danado!
–Não é por esse o motivo que eu a odeio.
–Você tentou mata-la... Por quê?
–Não te interessa.
–Que grosseiro, eu só fiz uma pergunta.
–QUE EU NÃO QUERO RESPONDER! Ele se alterou. Confesso que agora fiquei com medo.
–D-desculpa, eu não...
–Calada! Agora diz aí, menina, o que você quer?
–Você me disse ontem ''que a minha mão não era a heroína toda que eu pensava'', como assim?
–Você veio até mim, sozinha, só para perguntar isso? Ele foi se aproximando.
–Sim, eu iria vim com o sasuke, mas... A cada passo que ele se aproximava eu me afastava mais.
–Está com medinho, baby?
–Eu? Medo? Háháhá. Oh-oh acabei batendo as costas na parede estou encurralada.
–Não sabe que é perigoso me encontrar a essa hora. Ele me encarou e depois mostrou aquele sorriso malicioso.
Dava pra ver que eu demorei demais o sol já tinha se posto, uma escuridão tomava conta daquela floresta, um vento frio balança as folhas das árvores. rafael não tirava os olhos dos meus, ele me encurralou, colocou o braço encostado na árvore sobre minha cabeça. Agora eu sentia o quando eu era baixinha, tenho 1,75m, mas parece que todos aqui são maiores, ser baixinha é fogo, hein.
–r-rafael... Será... Q-que v-você podia se afastar, s-só um p-pouco? Não tinha para onde eu correr.
–Pssiuu! Ele colocou o dedo na frente da minha boca. Fica quietinha, gracinha. Estava apavorada com a aproximação dele que só aumentava, olhava de um lado para o outro vendo se nenhuma alma caridosa podia me ajudar, qualquer uma, vai anjinho da guarda.
Mas quando retornei os olhos para frente só pude ver os lábios de rafael sobre os meus, foi tudo tão rápido que eu entendi realmente o que aconteceu, mas quando voltei a realidade o empurrei com todas as minha forças.

–Você é maluco? Não podia acreditar que esse infeliz me beijou.
–Vai dizer que não gostou? Aquele sorriso malicioso não saia nunca do rosto dele?
–Ora, seu... Você... Você... EU TE ODEIO!
–Deixa de mimimi! E vem aqui, gracinha. Antes que ele encontrasse um dedo em mim, eu desci a mão na cara dele. Depois de três segundo é que eu notei o que eu tinha feito, pelo menos, tirei aquele sorriso do rosto dele, mas ele foi substituido pelo ódio em seus olhos que me deixava apavorada.
–Nunca nenhuma garota tinha levantado a mão para mim, pelo menos, nenhuma saiu viva. Agora eu percebi o maldito erro que eu cometi.
–Você tentou me agarrar se você queria que eu fizesse o que?
–Esperasse a hora do seu herói vim te salvar... Ops, esqueci! Ele deve estar bem longe...
–Do que você está falando?
–Eu vi TODA a sua vida, você sabe muito bem do que eu estou falando.
–Não faço a mínima ideia.
–Não? O kiba te salvou aquele dia no beco e...
–CALA A BOCA!
–Ué? Você disse que não se lembrava, só quero te relembrar.
–Calado!
–Foi a primeira vez que você sentiu medo na vida, né? Nunca teve medo de nada, mas naquele dia...
–Por favor, cala a boca.
–Oh, minha princesa. Não precisa ficar assim, o seu namorado te salvou.
–CALA A BOCA, CARAMBA! Berrei.
–Nada aconteceu, deixa de trama.
–Por favor, me deixa em paz.
–É por isso que você odeia pervertidos?
–Me deixa... EM PAZ! Sai correndo, mas ele segurou o meu braço.
–Calma, gracinha!
–Para de me chamar de ''gracinha''.
–Ok, gata.
–GGRRRR! Eu vou te bater.
–É por você ser assim que aquilo aconteceu.
–Quer saber? Pra mim já deu. A-D-E-U-S! Dei de costas para ele e fui, só fiquei meio confusa se a escola era para direita ou esquerda.
–Esquerda! Já que ele disse que era para a esquerda, vou pela direta. sakura! Ele me segurou. Eu disse esquerda, não estou tentando te enganar é pela esquerda.
–E o que tem eu ir pela direita?
–... Ele ficou em silêncio e nem olhava para mim.
–rafael?
–Eu te levo.
–Mas eu não que... Ele me interrompeu.
–Eu já disse que te levo. Ele pegou no meu braço e saiu me puxando. Mas o que mais me assustava era que ele estava sério, o garoto que nunca tira aquele sorrisinho do rosto está sério, isso assusta pra caramba.
–Você está me machucando.
–Vem logo!
–Ficou nervosinho? O que tem demais no final daquele outro caminho?
–Pra falar a verdade, um lugar onde eu iria amar que você fosse só... Esquece!
–Continua.
Ele se calou e não disse mais nenhuma palavra durante o caminho inteiro, me deixou no colégio e já estava voltando quando um voz suave e familiar disse:

–sakura e rafael? Eu achei que você gostava da konan, my love. Eu olhei para frente e vi Melissa, rafael parou no mesmo lugar quando escutou o nome ''konan'.
–Quem é konan? Perguntei, mas nenhum dos dois me respondeu.
–Você... Melissa? rafael se virou e seus olhos pareciam que foram dominados pelo ódio.
–Oi, amor. Tudo bem? Ela deu um sorrisinho, rafael quase foi pra cima dela se eu não tivesse me metido no meu.
–Calma, rafael, não vai fazer nada de cabeça quente.
–EU VOU TE MATAR. rafael me empurrou.
–Acho que você não vai querer fazer isso. Melissa estava calma, com os olhos direcionados para as suas unhas. Vocês também não acham que essa cor não realça os meus olhos?
–Do que você está falando?
–Ah, Gustavo meus olhos são azuis e...
–Antes disso.
–Ah, sim. Se você encostar um dedo em mim eu... Mato a konan, não precisa nem ser com as minhas mãos tenho gente que faz isso para mim, certos irmãos.
–Como assim?
–Seu maninho disse que vai me ajudar.
–Aquele...
–Não te entendo, amore. Aquele garota terminou com você como pode ainda gostar dela?
–Se você encostar na konan eu irei te matar, lentamente e fazer com que você se arrependa amargamente.
–É por isso que eu te amo, baby. Ela foi se aproximando lentamente do rafael.
Ele estava com as mãos fechadas em punhos, dava para ver que não estava nada bem e que queria matar essa garota.
–Não se aproxime.
–Deixa de ser chato, gato. Ela levantou o queixo dele e foi se inclinando para frente, foi ai que eu me aproximei e o puxei para longe dela.
–sakura?
–É melhor você ir embora, rafael. Vai que o diretor te vê.
–Ok, até amanhã.
–Eu não irei voltar para te ver amanhã.
–Até amanhã. Ele piscou. Pra você também, Meli. Obrigado, sakura, por ontem. Ele foi embora.
–O que eu fiz? Fiquei ali pensando até que escutei alguém aplaudindo, quem mais séria?
–Parabéns, saky. Conseguiu mais um.
–Eu não consegui ninguém. E quer saber? Até nunca mais. Continuei andando, mas a vaca segurou o meu braço.
–Espera!
–Tira as patas.
–Que grosseira e eu achando você simpática.
–Não tem ninguém aqui, pode mostrar sua verdadeira face.
–Já que você quer tanto. Ela me encarou com o mesmo olhar do neji naquele dia que ele descobriu que suas habilidades não funcionavam comigo.
–Acabou?
–Então é verdade você é imune as minha habilidades, chato.
–Peninha, né?
–Adeus.
–Ainda não! O jogo não acabou, quem vai dar o xaque-mate sou eu.
–Eu não estou jogando, mesmo assim, não irei perder.
–Veremos, amore!
–Não sei o que você pretende, mas não estou com medo.
–Oh, minha querida! Você verá, até amanhã... As oito da manhã, em ponto. Beijosss! Ela foi e eu fui direto para o meu quarto.
Tomei um belo de um banho e coloquei minha camisola, sequei aquele cabelo, fui direto para cama, só que o problema era que, quando eu sai do banheiro, vi sasuke sentado na minha cama com o meu livro na mão.
Ele deu uma olhada de lado para mim, mas quando me viu arregalou os olhos me olhando de cima a baixo. Eu estava quase seminua, senti minha bochechas esquentares, aposto que estou vermelha, mais muito vermelhas, mesmo.

–Uau, você tem cada pern...
–Se você terminar essa frase eu juro que te mato. O que faz aqui?
–Eu precisava te contar uma coisa, você não vai acreditar...
–A Melissa voltou?
–Como você sabe?
–Acho que fui a primeira a ver ela, e agorinha pouco ela me ameaçou. Pode isso?
–Claro, você é uma concorrente a altura dela, hein. Ele voltou a me olhar de cima a baixo.
–sasuke!
–Estou mentindo?
–Por favor, sasuke. Eu quero dormir, se é que me entende. Apontei para a porta, acho que ele vai entender a indireta.
–Oh, sim.
–Obrigad...
–Entendi a indireta, você quer dormi comigo. Ele me puxou para a cama.
–S-seu maluco. Qual é o seu problema? Enchi ele de tapas, mas nem isso o fazia sair de cima de mim.
–Meu problema? Você. Ele me beijou, como sempre eu não consegui resistir e correspondi.
–Eu te odeio.
–Eu sei que é mentira. Ah, uma coisa... Aonde você estava?
–Na floresta mal encarada.
–Por quê? Agora me voltou a cabeça o que o rafael fez. O que ele fez?
–Hã? Eu esqueci que sem o colar ele infeliz pode ler meus pensamentos.
–O que ele te fez?
–Nada de mais.
–Fala!
–Me beijou. Falei baixinho.
–Quê?
–M-m-me b-beijou.
–Filho de uma...
–Olha a boca.
–Eu vou matar aquele desgraçado.
–Tá com ciúmes?
–Ninguém pode tocar em você, ok?
–Awnnn! sasu, não sou só sua não fofo. Ele vai pira.
–Aé, sim! Minha e de mais ninguém. Ele me beijou novamente.

Posei minha cabeça sobre o seu peito, era tão ficar ali, com ele. Aqueles braços em volta da minha cintura, dava um sensação de proteção, cuidado. Não queria nunca mais sair do lado dele. A cada dia que passava eu ficava mais apaixonada por esse cabeça dura, queria saber se ele também sente o mesmo, mas... Esquece! Tudo que eu quero é ele, agora e pra sempre.

No dia seguinte, eu acordei 6:00 horas da manhã, mas tava com tanta preguiça que resolvi ficar na cama. Mas quando eu acordei vi que o sasuke não estava mais ali, dei uma pequena olhada no quarto e nada. Ah, depois eu falo com ele, quero muito é dormi...

–ACORDA, BELA ADORMECIDA. Quem mais seria?
–Seu idiota! Joguei o travesseiro nele.
–Vai chegar atrasada.
–Falta duas horas para começar a aula, sua mula.
–Garota... Quer saber? Tá bom, quer perder a aula de português, ok!
–Você disse português?
–Nãããoooo! Matemática!
–É mesmo, hoje tem português.
–E daí? Pulei da cama e fui direto para o meu guarda-roupas. Não disse que falta muito para aula começar.
–Sim, mas é português, não posso me atrasar.
–Desse jeito, vou ficar com ciúmes do professor.
–Se eu tivesse chance, era bom ficar com ciúmes mesmo. Agora sai do meu quarto, que eu vou me trocar.
–Não me incomodo.
–VAZA!
–Ok. Ele me beijou e foi.

Me arrumei que nem trem bala, e antes das sete eu já estava na cantina para tomar meu café da manhã. Uma coisa que me deixou muito assustava foi ver o neji lá, ele quase nunca ia na cantina.

–O que faz aqui? Perguntei.
–Achei que todos podiam vim aqui.
–Seu idiota.
–Oi, sakura. Ele estava com o Diego, esse eu tive o prazer de ignorar.
–Até mais, neji. Fui direto falar com a beatriz.

–Parabéns, saky.
–Pelo quê?
–Conseguiu tirar o cidadão ali da caverna. Ela riu.
–Eu não fiz nada, ok?
–Ok! Hey, vamos para a sala logo.
–Por mim, já estava lá.
–Viu o sasuke?
–Sim, mais cedo.
–Ah, sim. Ela me olhou todas desconfiada.
–O que foi?
–Nada!
–Fala!
–Eu vi ele saindo do dormitório feminino, só isso.
–E o que eu tenho a ver com isso?
–Não se faça, saky.
–Não me irrite, bia.

–E verdade,bia. Ele pode ter ido no quarto da Meli. Nome: yoko. Função: Se meter na conversa dos outros.
–Como assim?
–Ah, bia. Eu vi a Melissa e ele conversando no corredor.
–Sério?
–Não se incomoda, saky?
–Que nada! Finalmente, aprendi a disfarçar algo.
–Ah, sim. Deixei ela magoada? E, vou indo, tá?
–Não se incomoda mesmo, saky?
–Eu me garanto.
–Convencida.
–To andando demais com o sasuke, então.
–sakura, eu acho que ele gosta de você.
–Talvez.
–... Ela ficou olhando para mim.
–beatriz?
–...
–bia?
–...Ou talvez não!
–Do que voc... Foi aí que eu notei ela não estava olhando para mim e sim para alguma coisa atrás de mim.

Quando me virei olhei a pior das cenas de todas, sasuke e a Melissa... Eles... Ele... Os dois estavam se beijando.

Notas finais
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