A Escola De Monstros

52 Férias dos... Pesadelos


Notas iniciais
Gente to tão ocupada fim de ano chegando e prova ate o pescoço esse e o ultimo de hoje tenho que estuda >< Boa leitura!! :(

Defina problema em uma palavra: sakura!

–Eu não sou o monstro que você pensa. Ele disse.
–Acho que já ouvi isso uma vez, e não acreditei. Se não me engano foi o yuki que me disse uma vez isso.
–Poxa, gat... sakura, eu só queria... Me dar bem com você.
–Pois eu não!
–Você é muito fria.
–Obrigada! Adeus! Tentei me soltar, mas não consegui. Ué? Cadê aquela ''força'' de quando eu dei um corretivo no sasori?
–Por favor, me escuta.
–Ok, dois minutos.
–Na verdade... Eu escolho o tempo e...

–SAKURA? Eu já fale que vou ficar surda.
–Meilaine? Graças!
–O que está acontecendo?
–Oi, gatinha. Ele, finalmente, me soltou.
–Oi!
–Como se chama, gata? Eu mereço.
–meilaine, você é o Nagato, né? Garota idiota!
–Mas pra você, pode me chamar pelo que você quiser. Ele beijou a mão dela, blé!
–Melhor a gente ir, meilaine.
–Tchau, sakura! Ela não parava de olhá-lo.
–meilaine!
–Já vou.

–MEILAINE! Hmm, deidara?
–Ferro!
–Que é ele? Nagato perguntou a meilaine.
–Ninguém.
–Ninguém? Eu sou o namorado dela.
–Ex! Ex-namorado.
–Ah, você é o deidara, minha irmã falou de você.
–Irmã?
–Sim, a matsuri, ela é minha irmã. Bom, ela disse que você não tirava os olhos dela e estava começando a deixá-la sem jeito.
–Comé que é?
–To falando que ferro.
–E-eu n-nunca o-olhei para essa g-garota.
–Não, só ficou babando por ela. Idiota! meilane saiu soltando fumaça.
–Se não fosse às regras do colégio, você já estava morto, cara. Ele foi atrás da meilaine.
–No colégio de vocês é proibido matar pessoas? Acho que isso é proibido por lei.
–Morra! Fui embora.

Bom, aquela pousada onde nós iríamos ficar, até que era legalzinha. Quando eu cheguei o kabuto estava explicando alguma coisa lá sobre os quarto e tudo e não sei por que ele olhou pra mim quando disse: Meninos e meninas em dormitórios diferentes. Cara, careta. Mas bem, estava quase morrendo de cansaço, então fui direto para o meu quarto.

–Diazinho complicado. Hoje, quase aconteceu a terceira guerra mundial nessa praia e eu achando que iria ser divertido. Humpf! Tirei (joguei longe) o sapato e me joguei na cama, até escutar um barulho de assobio. sasuke! Por que não estou surpresa?
–Porque você sabe que eu sempre venho te ver. Ele entrou no quarto... Adivinha? Pela janela.
–Ai, sasuke, sabia que tem uma porta logo ali. Apontei para a porta.
–Sabia! Mas o Senhor kauto, está que nem cão de guarda, na entrada do dormitório feminino. Ele se sentou na cama.
–O que deu nele, hein? Finalmente, resolver dar atenção a hinata? Ri!
–Acho que a atenção dele está direcionada a você.
–Piro? Eu odeio ele e ele me odeia, fim.
–Acho que ele não te odeia tanto.
–Como assim, sasuke?
–Nada não! Mas o que eu vim-te pergunta é... A sua prima, como ela é?
–Superlegal, você vai adorar ela, simpática, fofa, ama animais. Quando era pequena ela achou um cachorrinho na rua e...
–Não é isso! Como ela é relacionada... Aos monstros?
–Ela nem sabe que existe, mas, confesso, ela O-D-E-I-A Vampiros, menos o Edward, claro, ele não é um Vampiro de verdade.
–Você sabe... Por que ela odeia Vampiros?
–Bom, não!
–Ai, ai!
–Por que... Está me perguntando isso?
–Nada, nada demais.
–Sei... ... Que você está me escondendo algo.
–Mas bem, também vim conversar com você aquele lance da praia, eu só queria dizer.
–Não!
–Olha, sakura.
–Não! Não precisa explicar nada, não acredito naquela biscate.
–Que bom! Mas... Tem mais uma coisinha. Ele aproximou o seu rosto do meu.
–s-sasuke... Quando nós estávamos prestes a nos beijar, alguém grita do lado de fora.

–ABRA ESSA PORTA, SAKURA!
–Fala sério, kabuto?
–Abra essa porta agora mocinha.
–É melhor eu vazar daqui. sasuke disse.
–Vai pela porta. Ele me encarou feio e eu ri.
–Claro, ideia genial! Até amanhã! Ele pulou a janela.

Antes de atender a porta eu baguncei meu cabelo, baguncei minha cama, para que ele pensasse que eu acabei de acordar.

–QUE FOI, CRIATURA? Abri a porta.
Ele entrou que nem um foguete no meu quarto, olhou de um lado para o outro e disse.
–Cadê ele?
–Ele quem?
–Você sabe de quem eu estou falando.
–Desculpa! Sei não.
–Não se faça de idiota comigo. Ele apontou aquele dedo para mim.
–E você, não aponte esse dedo para mim. Dei um tapa na mão dele.
Um silêncio mortal dominava aquele quarto, ele me encarava até que deu um sorriso de lado.
–Vocês se acham muito espertinho, hein? Maluco!
–Vai embora, fazendo favor?
–NÃO! Ele me colocou contra a parede. Acho que alguém vai levar um chute em um lugar que não vai gostar nem um pouco.
–Me solta, kabuto!
–Primeiro você vai me ouvir. Já o segundo que me diz isso hoje.
–E se eu não quiser? Vai fazer o quê? Ele sorriu.
–Você tem suas alternativas: Ou você me ouve por bem ou por mal. Ele apertou o meu braço. Qual escolhe?
–... Eu já falei uma vez por mal e não me dei muito bem. Fala logo!
–Fique longe do sasuke. Depois dessa a única alternativa que eu tive foi rir.
–Ok, tá bom! Eu fico longe do seu namorado. Tá com ciúmes, eu sei como você se sente e... Ele puxou o meu braço e me jogou no chão.
–É MELHOR VOCÊ CALAR ESSA BOCA!
–Vaza daqui ou então eu vou gritar e todas as garotas vão vim pra cá e não vai ficar muito bonito pra você falar pro diretor que tentou agarrar uma aluna.
–Sério? Queria saber como é que você vai gritar. Ele deitou em cima de mim e tampou a minha boca.
Me debatia, tentava acertá-lo um soco, mas não adiantava, com uma mão ele segurou meus braço e a outra ele calou a minha boca. Além-domais ele era muito mais forte que eu.
–CHGGG TT? JAA EDNIII! MM STLLOT! Tradução: Chega, tá? Já entendi! Me solta!
–Calma sakura! Eu só... Só... Ele ficou me olhando e bem devagarzinho abria a boca, é quando eu vejo as presas de Vampiro dele, ele foi aproximando a boca do meu pescoço. E foi aí que eu entrei em pânico. Ninguém pode morder meu pescoço, além do sasuke, ninguém.
E aí que me deu à louca e dei um chute... Naquele lugar e sai correndo (pelo quarto, aff).
–Sua...
–Pessoa? Pulei para minha cama e tentei procurar alguma coisa na minha bolsa, pontiagudo, (tipo uma estaca), mas não achei.
Não sei por que mais do nada, me veio uma tontura, quase perdi o equilíbrio, mas o kabuto segurou meus ombros.
–Tudo bem? Depois dessas últimas palavras, eu apaguei.

Notas finais
......................