A Escola De Monstros

43 Esse é o fim parte 1


Notas iniciais
boa leitura!!!

Me virei bruscamente para trás para ver da onde vinha essa voz, e me deparo com o neji no portão do colégio me encarando de cima a baixo e com o olhar fuzilante na minhas malas.

–Não acredito que você vai embora antes do meu aniversário. Ele disse com um tom irônico.
–Adeus, neji. Faltava somente 10 minutos para o ônibus passar.
–sakura, o rafael me contou que você estava indo embora e...
–E que diferença faz? Ele também não foi embora?
–Ele gostava de você, mas nunca confiou em humanos, vai ver ele estava certo.
–Tá bom! O.K.! Vamos começar a criticar os humanos. Coloquei minhas malas no chão e fui em direção do neji. Bom, os humanos cometem muitos erros, mentem, são idiotas, mas acho que os monstros também, não? Vocês mentem, cometem erros, são idiotas...
–sakura! Eu sei como você se sente...
–Não! Você não sabe, ok? Eu sou fraca, não posso me proteger, preciso da ajuda dos outros, mas a única pessoas que eu queria que me ajudasse MORREU!
–Garota, eu sei como você se sente porque antes de eu completar 18 anos eu era como um humano.
–Quê?
–Isso, os Lawrence só começam a dominar suas habilidades completamente com 18 anos. Então, eu sei muito bem o que é se sentir fraco comparado com os demais, ser protegido só porque era o filhinho do diretor. E a única pessoa que me ajudava com isso era minha mãe, então eu te entendo muito bem. Eu sei como você se sente, ok? Só que eu perdi minha mãe com somente 7 anos de idade, você a perdeu com 17. Então você não pode reclamar da sua vida, por que ela pelo menos estava com você!
–Mas e agora? Eu preciso dela... Eu não sei o que fazer... E-eu... Transbordei em lágrimas, não consegui me segurar quando se tratava da minha mãe.
neji veio até mim e me abraçou, e cada vez que uma lembrança vinha a minha mente eu chorava mais e mais.
–sakura... Calma...
–n-neji... Não sei... E-Eu quero fazer o certo... Mas... Não sei...
–Você vai fazer, siga seu coração. Você realmente quer ir embora? Realmente, quer abandonar suas amigas? saky, de um forma estranha, eu quero você aqui, perto de mim.
–neji... O abracei. ...Me desculpa. Me afastei dele, peguei minhas malas e segui em frente.
–Eu realmente não queria fazer isso, mas você não me deixa outra escolha. Do nada, eu parei de andar, era como se o meu corpo não me obedecesse, quando me virei vi o neji segurando meu colar.
–Seu filho de uma mãe!
–Você que pedir. Ele me obrigou a me aproximar dele.
–Isso é golpe baixo! Não vale! Trapassa... Minha boca se fechou, e eu não conseguia falar.
–Nossa, você não sabe o tempo que esperei para conseguir calar a sua boca, você fala demais, garota. Bom, você sabe que eu posso te controlar, mas não irei te obrigar a ficar. Acho que isso é uma decisão sua, pelo menos, escuta o que eu quero te dizer. Bem, dês de quando você chegou mudou completamente esse colégio, esse seu jeitinho desafiador, você não sabe como esse colégio estava um inferno depois que a Melissa se foi e acabou com cada um, mas você melhorou esse colégio, sei lá como, mas melhorou. Você dizia que odiava ser comparada com a Melissa, mas está se saindo pior que ela, literalmente. Poxa, sabe quantas pessoas gostam de você e você magoou? O rafael é a prova viva, sabia? Ele voltou para a Fairy Tail, por sua culpa. ,-- Nossa véi, ele não me deixa falar como vou perguntar o que é a Fairy Tail? E o Diego, ele agora voltou a ser amiguinho da Melissa, pro sua culpa, e... Enquanto ele falava o discurso eu peguei o meu colar.
–Olha, aqui, você está colocando a culpa em mim? Sério, mesmo?
–Claro que não sua idiota. Só estou dizendo que todos precisam de você aqui e eu também, acorda!
–Estou muito bem acordada, não consegui nem dormi essa noite pensando nisso.
–sakura, por favor... Dê mais uma chance para esse humilde colégio, não vai. Não! Você prometeu, sakura, tem que ir embora... Mas quer saber? Cala a boca, sua consciência de meia tigela.
–neji... Eu não sei se ainda tenho tempo.
–Claro, você ainda tem cinco minutos.
–Não é isso... Eu estou com uma estranha sensação que é tarde demais.
–Como assim?
–Eu sei lá, eu...
–sakura...
–Ok, mas eu preciso de tempo para pensar. Isso não é uma afirmação, não sei se vou ficar aqui, pelo menos, quero uma noite para pensar e... Ele nem me deixou terminar e já veio me pegando no colo e me jogando no alto.
–HHAAAA ! Qual é o seu problema?
–Me empolguei demais. Nos dois rimos.
–Idiota! Bom, eu vou para o seu aniversário.
–Pra que? Melhor você descansar, hoje foi ''ô'' dia, né?
–Tem certeza?
–Sim, alias, meu pai não está no colégio a festa vai durar altas horas.
–Seu pai não está no colégio? Ele não é o diretor?
–Sim, mas ele deixou o kabuto encarregado de tudo.
–O KABUTO? Mas tem o Prof° asuma, Prof° yamato, Profª kurenai... Prof° kakashi. Poxa, por que logo aquele idiota?
–Sei lá. Ele deu de ombros.
–Obrigada por ajudar. Bom, mas agora eu vou para o meu quarto, quem sabe mais tarde passo na sua festa. Hey, a Melissa está lá?
–O que eu podia fazer? Sim, né!
–Esquece! Prefiro ficar no meu quarto.
–Como quiser. Ele me deu um beijo na bochecha.
–Bom, eu vou indo. Quando eu dei um passo a frente o ônibus passou um pouco mais distante do colégio.
–Cheguei na hora certa, né?
–Vai se ferra! Fui andando até o meu quarto.

Bom, hoje estive bem perto de conseguir ir embora desse colégio, mas não deu! Vai ver não era pra ser, né? Vai ver o meu lugar é aqui mesmo, pois não foi coincidência eu vim parar aqui... Ou foi? Esquece!
Fui dormir depois de um dia desse eu preciso dormi, é claro, se eu conseguir...

sonho on:
Já estava na hora da saída e eu estava esperando minha mãe vim me buscar, mas ela me ligou falando que iria demorar um pouquinho. Enquanto isso tenho que aturar um retardado do meu lado.

–Parece que sua mamãe vai demorar. Francisco disso.
–Cala a tua boca, garoto. Vai ver se eu estou na esquina.
–Se eu ganhasse alguma coisa indo até lá, né? Mas prefiro ficar aqui, te irritando.
–E bom você ir embora, se gosta da sua cabeça onde ela está.
–Ok, senhorita nervosinha. Beijos Ele se foi, graças a Deus.

Continuei ali esperando minha mãe chegar, peguei meu celular e coloquei na primeira música que tivesse ali, e fiquei lá, esperando, uns 30 minutos e nada, até que vi um carro passando ali na frente em alta velocidade que eu jurava ser da minha mãe, mas pra mim, ela pararia, né? Então, continuei esperando até que o kabuto parou com o carro na frente da minha escola.

–Entra. Ordenou ele, mei não estava então minha resposta foi:
–vai sonhando. Aumentei o volume da música.
–Não complica, entra logo nesse carro.
–Me obrigue! E não é que ele saiu do carro e me puxou até ele, me jogou ali dentro. Se a mei estivesse aqui, você não seria tão grosso, né? Ele me ignorou e ligou o carro.

Quando nós estávamos chegando em casa vi carros da polícia em torno da minha casa e a mei tava chorando quase um riu de lágrimas, então eu pensei: ''Robert Pattinson morreu?'' Pra mim era o único motivo para a minha prima estar chorando, eu em compensação iria fazer uma festa, odeio ele.

–sakura? Ela veio me abraçando, foi aí que saquei que tem algo de errado.
–Err... Alguém morreu, é? Não deveria ter dito isso ela chorou mais intensamente.
–s-sajy.s-sa-saky... Ela não conseguia dizer uma palavra se quer.
–Que foi, mulher? Ah, e por que a mãe não foi me buscar, hein?
–saky, ela... M-Morreu...
–Q-Quê? Não podia ser verdade, não podia.
–sakura...
–Não... N-não... Meus olhos se enxiam de lágrimas Não pode ser... Não... Não... NÃÃÃOOOOOOO!

sonho off

–HHHHAAAAAA! Acordei! por que, agora? Por que essa maldita lembrança, agora? POR QUÊ? Me levantei.

Fui no relógio e vi que eram 6 horas da manhã. Como eu sabia muito bem que não iria mais consegui dormi, foi pra cantina comer alguma coisa. Mas quando cheguei lá tive o desprazer de encontrar a Melissa.

–Oi, rosinha? Ela está querendo me irritar?
–Bom, adeus, Melissa.
–Calma, sakura. Eu quero conversar com você, só isso.
–Conta outra, essa sua voz mansinha não cola comigo, ok?
–Que isso, saky, não trate sua amiga assim. Ela passou a mão lentamente pela mesa que por coincidente tinha uma faca de açougueiro nela.
–O que vai fazer, me matar? Pode vim.
–Que pensamentos maldosos. Ela pegou a faca.

P.O.V. meilaine

ino me obrigou a vim com ela até a sala de representantes para pegar um livro do trabalho de história, mas o que eu mais queria era tacar esse livro na cabeça dela, fala sério, me acordar 6 da manhã, por um livrinho? 6 da manhã? No Domingo?

–Juro que eu te mato, depois dessa. Eu disse, bocejando.
–Tá, mate depois. Ela estava muito concentrada naquele livrinhos.
–Hey, mas e aí? Viu a sakura? Ela não estava no aniversário do neji.
–Depois que briga com a guria fica preocupada? Você não deveria, para inicio de conversa, ter discutido com ela por uma besteir... Ela parou e falar e encarou o nada por uns segundos, depois quase caiu no chão, se eu não me engano ela teve uma visão.
–O que foi, mulher?
–sakura...
–Sim, eu estava falando aonde ela... ino me interrompeu.
–Ela vai morrer.
–Como? Berrei!
–Foi tudo tão rápido, nunca tive uma visão assim. Foi imagens rápidas, embaçadas, ela no chão, no final da escadaria, e outra do sasuke triste e muito, mais muito, muito mesmo, irritado. Mas não vi quem foi.
–Mas... Quando?
–Se eu não vi nem quem foi, você quer que eu saiba onde?
–Mas... Ai, meu Deus! Precisamos fazer alguma coisa, para impedir.
–Mas o que? Olhei bem para a cara dela, não sabia que ela era tão idiota.
–VAMOS PARA A ESCADARIA!
–Hey, mas você não é mais amiga da saky.
–Sim, mas a vida dela corre perigo e nós precisamos ajudá-la. AGORA!

P.O.V. meilaine off

Ela tentou me atacar, mas eu esquivei, agora eu tenho certeza que ela quer mesmo me matar, hein.

–Você sem suas habilidades é como uma humana qualquer... Joguei a faca da mão dela do outro lado da cantina. Eu com humanos eu sei muito bem lidar. Peguei ela pelos cabelos e a joguei contra a parede.
–Só tem uma coisinha... EU NÃO SOU UMA HUMANA! Ela veio pra cima de mim mais uma vez e nós duas saímos pelos corredores do colégio, uma tentando bater na outra.
–Você é uma imbecil, como pode fazer tudo que fez? A empurrei contra um armário.
–Tenho meus motivos, eu não posso ser fraca. E nunca irei deixar ninguém passar por cima de mim. Ela me puxa pelo cabelos até a escadaria quando eu dou um chute no seu estomago.
–No meu cabelo ninguém mexe, biscate. As mãos dela estava em torno do seu estomago, foi quando vejo o meu colar na mão dela.
Melissa levanta a cabeça e balança o colar na minha frente.
–Então esse é o colar que sua mãe te deu? Bom saber. Ela o arremessa contra a parede e só veio cacos caírem sobre o chão.
Um ódio mortal toma conta de mim, então eu avanço para cima dela. Quem essa garota pensa que é? Ela destruiu o colar que minha mãe me deu, eu vou acabar com ela, agora mesmo.
–Eu vou acabar com você, Melissa.
–Mas antes... Ela me encarou e aquela dor infernal igual aquele dia que o neji tentou me matar voltou, mas pior do que a última vez. Você não deveria ter se metido no meu caminho.
Eu cai no chão, com a mão na cabeça, que estava prestes a explodir, mas a dor parrou, e ela continuou:
–Bom, eu sou muito educada, então... Qual são suas últimas palavras.
–Melissa, por que você é assim? Eu nunca te fiz nada.
–Desculpe, bem, mas os vilões são assim, eles sempre ganham.
–Nunca! O bem que sempre ganha.
–Poupe-me, você é uma mocinha do bem e não vai ganhar. Esse é o SEU fim.
–Ainda não chegamos no fim.
–Bom, o nosso fim eu não sei, mas o seu é esse. Bye bye, chérie. Ela me empurrou escada a baixo.

A única coisa que vinha a minha cabeça era a minha mãe, vai ver era por que eu iria a encontrar. Tudo se escureceu em volta e só tive certeza de uma coisa: Eu morri!

Notas finais
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