A Escola De Monstros
6 Brigas e reconciliações
Notas iniciais
–Hã? Como?
–A karin pode não parecer, mas é de uma raça de monstros muito perigosa. Acho que a mais perigosa. Era uma garota de cabelos pretos-azulados e olhos perolados, ela estava com uma roupa tão fofinha, um vestido preto com babadinhos brancos lindo.
–Mas ela provoca demais.
–Bom, de qualquer forma me chamo hinata. Mas pode me chamar só de hina.
–Me chamo sakura, mas pode me chamar de saky.
–Agora que já se conhecem podem ficar quietinha para que eu possa ver o jogo? Perguntou ino.
–Hey, por que todo esse interesse no jogo?
–É que finalmente, não tenho nada pra fazer.
–Hã?
–É que eu já era a Presidente do Clube de jornalismo, mas aí os professores me colocaram para ser vice-representante. Mesmo assim não larguei a presidência do clube e sempre tenho que arrumar algumas papeladas da administração e tenho que ver as noticias que preciso colocar no jornal. Dês de então, não tenho um minuto de folga, claro não reclamo de trabalhar na administração do colégio ao lado do gaara mas sempre tem uma hana pra estragar tudo.
–Não se espante ela é melodramática. hina disse bem baixinho pra mim.
–Mas pelo menos agora não tem ninguém aqui, me pedindo isso, me pedindo aquilo e...
–Com licença. Posso falar com a ino? Uma garota apareceu ali, do nada.
–O quê você quer, hana?
–O gaara está te chamando, lá na sala dele.
–Às vezes ino é melhor você calar a boca.
–O gaara? Ah... Sim, já estou indo. Ela se levantou que nem um foguete e saiu correndo. Quase derrubou sasuke, que estava no seu caminho. Sai da frente sasuke.
–Me espera ino. Gritou hana, que saiu correndo atrás dela.
–O que deu nessa guria? sasuke perguntou.
–Escutou o nome ''gaara''. hina começou a rir.
–Não sei o que ela ver naquele cara.
–Tudo que ninguém vê em você.
–O quê você disse, garota?
–A gente, coitado, além de tudo, ele é surdo.
–Garota, você já esta me tirando de sério a tempos.
–Acho que tem gente me chamando, tchauzinho. hina saiu de fininho.
–Sério sasuke? Olha minha cara de preocupação. Disse com ironia.
–Calma sasuke, não cometa um assassinato, pelo menos não com testemunhas. Ele começou a falar com ele mesmo.
–Duvido que você tenha a coragem de encostar um dedo em mim.
–Não duvide é da minha paciência. Ele segurou meu braço.
–Me solta.
–E se eu não soltar, vai fazer o quê?
–Isso! Eu dei um chute na pena dele.
–Acho bom, agora você correr.
–Por que, eu faria isso? Por que eu fiz essa pergunta idiota?
–Simplesmente. Porque se eu te ver, na minha frente, daqui 5 segundos, eu vou te matar... Antes que ele terminasse de falar eu sai correndo, só que ele veio atrás de mim, mas como eu tinha dado um chute na perna dele, ele estava muito lá atrás. Mas não iria cantar vitória, antes da hora. Sei muito bem que Vampiros são rápidos, só não sei se tem a mesma rapidez com a perna machucada.
Eu sinceramente não sabia para aonde eu estava indo, só queria fugir daquele Vampiro do Paraguai. Passei por vários lugares, quase me bati com aquela tal de kaline e quase cai no chão. Já estava quase morrendo, meu coração estava batendo a mil, respiração estava ofegante e minhas pernas não aguentavam mais correr. Até que parei de correr, pra descansar um pouco, mas quando olhei pra atrás ele não estava, talvez ele desistiu de vim atrás de mim.
–Puf...Uau, esse Vampirinho não aguenta nada... Puf... Nem sei se devo chamá-lo assim, estou insultando a raça dos Vampiros... Puf... ha ha ha. Comecei a rir sem parar.
–Caham!! Alguém cutucou meu ombro, mas acho que já sei que era esse ''alguém''.
–s-sasuke?? Disse com um sorriso de medo no rosto.
–''Vampirinho não aguenta nada'' e ''nem vou chamá-lo assim, para não insultando a raça dos Vampiros''? Eu escutei bem? Antes que eu pudesse correr, ele segurou meu braço. Finalmente chegou a hora da minha morte.
–Não foi bem isso que eu disse... Eu me esqueci de falar que você é um ser muito simpático, legal, educado, que não machucaria uma menina indefesa.
–''Indefesa''? Esqueceu o chute que você me deu? Ele apertou meu braço.
–Aaaaai. Olha, eu só me defendi.
–Mas isso vai ter troco. Ele me soltou, bruscamente e começou a andar.
–O que quer dizer com isso? Eu fui atrás dele.
–Você vai ver. Ele deu um sorriso maligno.
–Espera!! Por favor, não faz nada de mal comigo. Só sou uma hu... Não iria terminar a frase. ino me disse para não contar a ele que eu sou uma humana.
–Ué, não sabe se defender?
–Contra um Vampiro? Não!
–De que raça você é?
–E eu lá sou cachorro, pra ter raça? Me assustava o fato dele não tirar aquele sorriso do rosto.
–Ai...ai... Que ingênua. Ele levantou meu queixo.
–I-ingênua?
–Por que, você anda sempre com o medo estampado no seu rosto?
–Como?
–Isso mesmo que você ouviu.
–Eu não ando com o medo estampado no rosto.
–Anda sim.
–Deixa de neura! Eu não sabia do que ele estava falando ou será que sabia?
–Já que você diz.
–Posso te fazer uma pergunta?
–Já fez, mas te deixo fazer outra.
–Por que... Que você é bipolar?
–Eu não sou bipolar.
–Sério, não é o que parece. Há poucos segundos atrás, você queria me matar, agora só fica papeando.
–Então se esse o motivo, tchau.
–Nã... É...
–Olha, vamos fazer assim. Deixa o que passou, no passado e vamos seguir em frente.
–Você quer dizer, esquecer todas as brigas?
–E esquecer também as ameaças. Ele riu.
–Agora melhorou essa proposta. Sorri.
–Hey, sasuke. Um garoto o chamou, estragando o nosso clima, era aquele tal de shikamaru.
–O que foi, cara?
–Ah... Oi coelhinha. Por que ele me chamou de coelhinha, mas uma vez?
–''Coelhinha''? sasuke perguntou.
–Sim, o apelido que eu dei a ela. Por que o incomoda?
–Por que me incomodaria? Ele revirou os olhos.
–Bom, eu estou indo. Eu disse.
–Espera, foi por isso que vim chamar o sasuke. Vocês dois estão atrasados e o diretor quer falar com os alunos, ''TODOS'' os alunos.
–Tá bom! Já estamos indo.
–shikamaru... V-você sabe o motivo que o diretor quer falar com todos?
–Não.
O que será que o diretor quer falar com todos os alunos? Estou com um mal pressentimento.
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