A Escola De Monstros

38 Ajuda? Dispenso!


Notas iniciais
boa leitura!!! :)

–Estava me procurando? Não te conheço, não. yoko fazia um sinal discreto para que eu corresse.
–Bem, talvez você não me conheça, mas... Ele parou de falar comigo, olhou para a yoko e sorriu. yoko, como está a konan?
–Longe de você, ainda bem.
–Tem certeza que ela está tão longe assim? yoko engoliu seco e disse:
–O que você fez com ela?
–yoko! Que tipo de monstro você acha que eu sou? Eu nunca faria mal a ninguém, minha queridinha. Em um piscar de olhos ele estava do lado da Victória.
–Never say never'' (nunca diga nunca)
–Baby, eu sou igual ao meu irmão.
–É, os dois são idiotas, pervertidos, mas o rafael tem uma coisa que você não tem: Caráter. Ele deu um sorriso nervoso, passou lentamente a mão pelo pescoço dela até dar um sorriso, pegou o pescoço da yoko com força e a jogou contra as mesas da cantina.
E eu? O que eu estou fazendo? Estou parada diante disso? Mulher, faça alguma coisa. Esse garoto vai matar a yoko.
–Hey, fica longe dela! Gritei me metendo no meio dos dois. Uau, como se isso fosse fazer alguma diferença.
–s-sakura? yoko tentou se levantar mais estava muito tonta.
–Tudo bem? Quando eu fui tentar ajudar a yoko escutei um risada atrás de mim.
–Inacreditável. Ele bateu palmas. Você é a donzelinha do bem que ajuda todo mundo, não é? Não! Não tem medo de nada...? Ele desfez o sorriso e continuou: E se mete aonde não é chamada. Não gosto disso, é muita falta de educação. Antes que ele encostasse um dedo em mim, alguém me chamou.

–Finalmente te achei, sakura. Qual o seu problema? Gosta de fugir dos outros, é? neji me salvando parti 2. Gente, o que ouve aqui? A cantina estava um zona, um monte de mesas quebradas.
–Fala cara, como andas? neji ignorou sasori.
–Com os pés. neji revirou os olhos e foi ajudar a yoko. Mal chegou e já arrumou problemas?
–Eu sou o problema em pessoa.
–Isso não posso discutir. Mas e aí? Qual é? Seu irmão volta e você também? O meu pai ficou louco?
–Eu sei lá o que meu irmão fez para mudar a cabeça do diretor, mas eu venho por outro motivo. Ele olhou para mim.
–O diretor sabe que você está aqui? Perguntei, ainda atrás do neji.
–Não, mas... Eu peço para o meu irmão contar.
–O rafael é um idiota de te ajudar.
–Sabe como é, né? O caçulinha sempre segue os passos do irmão mais velho.
–Infelizmente. Parei de prestar atenção naqueles dois, quando a yoko segurou meu braço e sussurrou:
–Fica longe dele, sakura. Quem o mandou aqui foi a Melissa. Ela se levantou e foi embora.
–Ela me ajudou? yoko me ajudando? Rá, dispenso.
–O que você disse? Perguntou neji.
–Na... Nada não. Quando olhei em volta o tal de sasori já tinha ido embora. O que você queria comigo, mesmo?
–Ah, lembra que o diretor queria falar com você? Então, era hoje. Vem! Ele segurou o meu pulso e meu puxou.
–Hey, da onde você conhece esse tal de sasori?
–Ex aluno, irmão do rafael e um Sereine. Foi expulso por... Não vem ao caso, ele foi expulso antes do rafael, junto com o kiba.
–Quem é esse kiba?
–O ex-enfermeiro, não durou nem um mês aqui.
–Quando ele chegou? E o que ele era?
–Há dois messes e, também, um Seirene.
–D-dois meses?
–Sim, por quê?
–N-n-nada! Mesma data que minha mãe me obrigou a se mudar e eu e o kiba terminamos.

P.O.V. sasori

Parece que o colégio não mudou em nada, mas sinto falta da konan, aquele jeitinho tímido dela, tão ingênua, acreditava em qualquer otário, menos no rafael. Ele sofreu para conseguir namorar ela, hein, ainda mais comigo tentando acabar com aquele romancinho o tempo todo. Até que finamente a Melissa conseguiu, devo essa a ela. Além disso, ela me disse que consegue acabar com a raça do meu irmão, então aceito a proposta dela.

–Fala sério, ele fez mesmo isso? Melissa dando seus chiliques de sempre.
–É, eu iria acabar com ela ali mesmo, mas o neji apareceu.
–Que idiota!
–Eu sei, carinha otário...
–Hey, o idiota é você.
–Quê? Essa garota perdeu a noção do perigo?
–Não é para você matar a sakura, não quero sujar as minhas mãos de sangue, ok? É só para você dar um susto nela. Só quero ela fora desse colégio.
–Assim você acaba com a minha diversão.
–My love, você não entendeu? Eu quero que você de um ''sustinho'' nela, é... Você pode se divertir sim. Ela deu aquele sorriso malicioso, aí eu entendi o recado.
–Ok! Captei! Você é malvada.
–Faça tudo que eu te peço e eu acabo com o seu irmão, começando pelo o coração.
–Você não vai machucar a konan, vai?
–Ai meu Deus, já disse que não. Eu não sou esse monstro que vocês falam.
–Você é pior.
–Claro. Ela vai pagar amargamente por ter se metido na minha vida. Mas não vou matá-la... Bom... Torturá-la, só. Ela riu.
–Esse colégio está um tédio.
–Eu sei, com o kiba era mais divertido, né?
–Nem se fala! A gente aprontava muito.
–Hey, a hana estava falando com o obito, se sabe? Se ele aceitar de novo o kiba como seu assistente, o diretor deixa ele voltar.
–Pois é, mas o obito nunca vai deixá-lo voltar depois do que nós fizemos.
–Muito sem noção o que vocês fizeram, hein. Acabaram com o Festival Escolar e com a paciência do diretor, que já é pouca.
–Mas foi divertido, confesse.
–Você destruíram o prédio principal da escola.
–E daí? Foi divertido.
–Para você tudo é brincadeira, né?
–Claro, a vida é feita para ser vivida.
–Não para ser destruída.
–Chata você, hein? Mas confesso... Eu adoro. A puxei para mais perto, mas ela me afastou. O que foi?
–Vai que a yoko aparece, depois de você tentar apagar a garota, quer o quê?
–Poxa, ela me irrita.
–E você acha que eu não sei disso, bem que eu queria ela morta, mas não posso arriscar, sem ela não tenho as informações necessárias para destruir a sakura.
–Não sei porque você quer isso.
–Oras, ela destruiu o meu casamento. Agora eu não entendi.
–É... Você não queria se casar.
–Sim, mas eu poderia conseguir o medalhão do neji.
–Mais uma vez essa história do medalhão. Revirei os olhos.
–Ah, vai dizer que você não quer a cabeça do seu irmão em uma bandeja pelo medalhão dele.
–Mas é diferente. Eu sou o mais velho tinha o direito do medalhão, mas...
–O seu pai preferiu confiar no rafael, com toda a razão, né baby?
–Tá maluca? Quer morrer?
–Depende do jeito. Quero morrer de amor, carinho, beijos, tudo que venha de você... Pena que você vai ter que ir embora. yoko já está chegando.
–Fazer o quê? Até mais, gata. A beijei e sai do quarto dela.

–s-sasori? Essa vozinha fina... ino!
–Oi, amor.
–O que faz aqui? Que ''ótima'' boas-vindas.
–Também estou feliz por te ver.
–Seu irmão voltou também?
–Sim, por quê?
–E o kiba?
–Não! Ele ainda continua na... Quer dizer... Ele não está aqui.
–Ele está na Fairy Tail?
–Como você...?
–Vidente...
–Ah, eu esqueci.
–Parabéns, passar bem. Ela se virou e foi andando.
–Espera! Ela parou. Como está o Michel?
–Me erra! Ela foi.
–É Vidente, mas mal sabe o que ele está armando para você, baby. Dei de ombros e fui atrás do meu maninho.

P.O.V. sasori off

Eu e o neji ficamos conversamos até chegarmos lá, nunca tinha visto ele desse jeito. O conhecia meio debochado, ignorante, retardado e tal, mas agora ele está muito simpático, legal e fofo.

–Pronto. Ele abriu a porta da sala do diretor.
–Boa tarde, sakura.
–Boa tarde. Ele olhou para o neji e depois para a porta. Que bela indireta.
–Ok, to indo. Ele saiu.
Ai meu pai, ai meu pai, ai meu pai e ai meu pai. Não quero ficar sozinha com o diretor ele ainda me dá arrepios, gente.
–Sente-se. Me sentei.
–O que o Senhor quer falar comigo? Ele respirou fundo e disse:
–Como... Quem te contou sobre mim e a... Humana? Antes claro que eu não falaria, mas agora...
–O sasuke. Odeio me lembrar desse dia foi o dia que ele me b... Enganou.
–Não estou surpreso. Ele sabe que você é...?
–Infelizmente.
–Você contou?
–Não, não sou tão idiota. Ele descobriu... No baile.
–Ele te convidou? Queria virar para ele e dizer: ''Minha vida pessoal não te diz respeito, não'', mas em vez disso, disse:
–Não, mas mesmo assim nós ficamos... Quer dizer... Dançamos juntos.
–Ele está com a Melissa?
Engoli seco e afirmei com a cabeça.
–Oh, entendi. Mas o motivo que eu te chamei aqui não foi isso. Só queria dizer... Ele engoliu sedo e continuou: É... Obrigado. Nunca tinha parado para pensar o que o neji sentia.
–Não tem nada não. Posso ir embora?
–Calma, tem outra coisa.
–Vai me dizer quem é meu pai?
–... Bem... Não! Revirei os olhos. Bom, a senhorita me ajudou então qualquer coisa que você quiser pedir, pode pedir.
–Hmm... Demita o kabuto.

–HEY! kabuto gritou.
–Você estava aí? Nem percebi.
–Caham! Outra coisa.
–Hmm... Tinha uma coisinha que eu queria saber, mas será que devo...? Poderia libertar aquela mulher da biblioteca.
–NÃO! Ele se levantou, uau, nunca pensei que essa seria a reação dele.
–Quem está lá?
–É... Melhor você ir embora sakura. Disse kabuto.
–Melhor mesmo.
–Eu só fiz uma pergunta, caramba. Quem está lá? E por que o senhor a tranca lá? Sabia que cárcere privado é crime.
–No mundo dos humanos, querida. kabuto me puxou até a porta e me jogou do lado de fora.
–Mas é um filho da mãe! Caramba, foi só uma pergunta. Uma pergunta mata? É? Idiotas! Peguei o meu caminho e voltei pro meu quarto.

Aff, o que tem na biblioteca, afinal? Quem está? É tão importante assim pro diretor? Será que é... A humana.

Notas finais
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