A Escola
2 A proposta
Liza acordou com uma sensação de cansaço, respiração ofegante. Sua noite foi muito excitante, tanto para ela quanto para Bryan, os dois transaram por quase toda a noite.
Acariciou o peito de Bryan, beijou seu rosto e sussurrou suavemente:
– Hora de acordar, meu amor.
Bryan abriu os olhos e deu um beijo em Liza.
– Bom dia, senhorita mais nova jornalista especializada em investigação. — disse o rapaz querendo lembrar de que na noite passada eles haviam se formado e realizado seus sonhos. Liza sorriu e deu uma risada suave.
– E você é o "senhor mais novo jornalista especializado em investigação"? — retrucou.
– É, pode ser... — os dois riram e se levantaram para ir tomar banho e se vestir. Se arrumaram, e saíram para ir á algum lugar tomar um café.
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Bryan e Liza saíram do bistrô que haviam ido para tomar um café e foram para a casa de Bryan, almoçar com seus pais. Quando eram onze e meia da manhã, horário que antecedia trinta minutos da hora do dia que os americanos costumavam almoçar, o casal chegou á casa by Text-Enhance\">dos pais de Bryan. Bryan tocou a campainha e sua mãe abriu a porta.
– Bom dia meus queridos! — disse a Sra. Young com um sorriso estampado no rosto.
– Bom dia, mamãe. — respondeu Bryan enquanto Liza a abraçava.
– Vamos entrando, o almoço está quase pronto. — disse a mãe de Bryan enquanto Liza passava pela porta e ela dava um beijo na testa do filho.
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Já sentados à mesa e almoçando, a Sra. Young pergunta:
– Então quer dizer que hoje á tarde mesmo você vai em busca de by Text-Enhance\">emprego, Liza? — perguntou a senhora.
– Sim, hoje mesmo. Quero exercer logo, logo minha função. — respondeu.
A Sra. Young sempre teve grande resporito e admiração por sua nora, sempre achou Liza uma garota dedicada e aplicada aos estudos, e não esperava menos que uma breve formatura e um bom emprego.
– Muito bom mesmo minha querida, ficamos muito orgulhosos de você. É muito merecedora e tem um futuro brilhante pela frente. — elogiou-a o Sr. Young, pai de Bryan.
– Obrigada Sr. Young, é muito bom ouvir isso. — agradeceu Liza.
Terminando o almoço, Liza se despediu do namorado e dos sogros para poder ir ai centro da cidade em busca de emprego.
– Não quer que eu lhe leve, Liza? É um pouco longe. — ofereceu Bryan.
– Não querido, pego um táxi, assim fico com mais by Text-Enhance\">flexibilidade para voltar pra casa, vou em vários lugares. — respondeu.
– Mas é muito caro um táxi daqui para o centro da cidade, eu lhe levo. De lá você decide o que vai fazer.
– Tudo bem, então. Mas vamos logo, não quero perder tempo — Liza se despsdiu de seus sogros, saiu de casa e entrou no carro para que Bryan a levasse para o centro de Nova Iorque.
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– Tchau Liza, cuidado, qualquer coisa pode me ligar. — despediu-se Bryan.
– Pode deixar, agora deixe-me ir, quero sair cedo da agência de by Text-Enhance\">empregos, tchau. — deu um beijo no namorado e saiu do carro. Ela acenou para ele e logo em seguida viu o carro do namorado desaparecer quando ele seguiu em frente e dobrou á direita.
Liza entrou na agência, que não estava lotada, o que acontecia raramente. Sentou-se em uma das cadeiras do grande salão para esperar que o número de sua senha aparecesse no visor.
A senha número sete foi chamada, e Liza se dirigiu á atendente que a aguardava.
– Boa tarde, senhorita. O que deseja? — indagou a atendente.
– Boa tarde, me chamo Liza Grint, me formei ontem em jornalismo investigativo pela Universidade Municipal Novaiorquina e estou á procura de emprego em algum lugar que necessite de minha função. — respondeu Liza.
– Deixe-me ver o que posso fazer por você... — disse a atendente enquanto digitou um pouco e fixou seus olhos na tela do computador.
Liza não estava confiante de que aquilo iria servir de alguma coisa, mas surpreendentemente, a oportunidade que a garota esperava caiu do céu!
– O delegado do décimo terceiro distrito policial da cidade me enviou um e-mail dizendo que estava a procura de um detetive, parece que é seu dia de sorte. — disse a atendente. — Quer o endereço?
– Sim, quero sim, por favor! — Liza estava surpresa e muito feliz. Foi tudo tão rápido, a moça conseguiu muito mais do que esperava.
– Aqui está o endereço, a delegacia fecha ás seis, então procure ir hoje mesmo.
– Tudo bem, obrigada! — Liza agradeceu a moça que a desejou um bom dia, logo em seguida e saiu do prédio.
Chamou o táxi que estava na frente da calçada e em alguns minutos chegou a delegacia.
Entrou, e viu uma senhorita sentada atrás de um balcão.
– Com licença, queria falar com o delegado, soube que ele precisa de uma detetive. — apresentou-se Liza.
– Sim, a sala dele fica no terceiro andar, é a última porta do corredor á esquerda. — respondeu a recepcionista.
– Obrigada. — Liza se dirigiu ao elevador e entrou.
Chegando no terceiro andar, virou a direita e seguiu até o fim do corredor. Bateu na porta e ouviu "Entre, por favor." E entrou.
– Boa tarde senhorita, posso lhe ajudar? — disse o delegado enquanto apertava a mão da moça.
– Sim, fiquei sabendo que precisa de um detetive. Me formei ontem e estou em busca de emprego, queria saber se poderia me contratar. — Liza respondeu.
– Você é a pessoa perfeita então, recebi um caso ontem e estava á procura de alguém para trabalhá-lo.
– Me diga então! — disse Liza ansiosa.
– Em uma escola interna no interior da Inglaterra, na cidade de Finefield, exatamente, ocorreram alguns assassinatos de adolescentes. — explicou o delegado.
– Então você quer que eu viaje para a Inglaterra para investigar isto? — retrucou Liza.
– Bom, se você aceitar, o caso é seu. Passagem garantida, e a hospedagem é na própria escola. — O delegado explicou tudo para a moça, ela não teria que desembolsar nada, e afinal seria um bom começo, e se ela conseguisse solucionar o caso, quem sabe ficasse famosa? — E aí? O que me diz? — propôs o delegado.
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