A Duel Against the Past and Love.
11 Capitulo 11 - This is Love
Notas iniciais
—Vamos lá, Madeleine. Não fraqueje agora. Você consegue.
Madeleine respirava e fazia força.
Desejava ver o rosto de seu filho.
Cassandra pensava no quanto se sentia realizada e plena por ter ido ajudar Madeleine na hora do nascimento do filho.
Era como cumprir uma promessa de lealdade a um amigo.
Afinal Quasimodo e Phoebus também haviam ajudado a evitar sua morte.
Continuou pensando no quanto queria que o pai a visse.
Se ele por um acaso pudesse ter um meio de observá-la.
Um grito de dor longo foi ouvido de dentro da catedral seguido por um choro de bebê.
Madeleine chorou ao tê-lo posto em seus braços.
Um sentimento de felicidade a inundando por inteiro.
Quasimodo abraçou Cassandra expressando sua gratidão com lagrimas nos olhos, e a cigana teve a impressão de ver ao longe as gárgulas de pedra saltitando alegres.
Deduziu ser fruto de sua imaginação.
***
Cassandra estava deitada na cama. Mas nao estava dormindo. Estava encolhida debaixo do lençol. Muito triste com algo que lhe deixava perturbada. ela soluçava baixinho.
A porta da carroça se abriu.
Era Clopin que havia entrado e se olhou no espelho. quando viu refletido o lençol se mexer e pensou ouvir um choro.
Seu coração se apertou e foi parar na garganta.
"Minha linda esposa esta chorando" Pensou e se aproximou da cama e afastou o lençol devagarzinho, revelando sua mulher com o rosto encharcado de lagrimas.
Clopin se aproximou e tocou no rosto de Cassandra, que ao sentir aquelas mãos suaves, abriu os olhos e o fitou com certa timidez.
Era um olhar com uma ternura incomensurável que a faziam perder-se em seus pensamentos.
—Diga me o que houve. — Implorou Clopin.
—N-não é nada. – respondeu Cassandra afastando as lagrimas.
—Por favor me conte-ele implorou- você não confia em mim.
Cassandra sentiu as mãos dele deslizando ate seus ombros, ainda ia negar dizer o que estava lhe perturbando quando ele sentou-se bem próximo a ela Cassandra ouviu uma parte de seu ser encorajando-a para contra a ele.
Ela então contou sobre os sonhos onde Michelle ainda a atormentava, lhe dizendo que nunca a deixaria em paz, e que estaria sempre a espreita olhando para ela.
Relatou a ele o momento em que depois de ter ajudado Madeleine a dar a luz a seu filho com Quasimodo, teve a impressão de estar sendo observada por todos que passavam pelas ruas de Paris, pareciam querer mata-la, e por não conseguir confiar em ninguem, sentia-se assombrada por um medo profundo, e que isso a fez ir correndo de volta ao patio dos milagres e se trancar na carroça de Clopin.
Clopin a envolveu em seus braços e não hesitou mais.
—Bem. Eu posso te fazer esquecer isso.- ele disse.
—Mas, como?-perguntou ela incrédula.
—Primeiro relaxe. – Instruiu Clopin e encostou os lábios nos de Cassandra que sentiu-se um pouco confusa, mas mesmo assim, beijou-o de volta.
Milhões de calafrios se espalharam por suas veias quando ele aprofundou o beijo
Cassandra sentiu-se num estado de embriaguez, os lábios dele a envolveram em suplicias amorosas com um sabor doce que a fez abrir a boca permitindo que as línguas explorassem os cantos mais inusitados de suas almas.
Ambos se afogavam nas sensações de frio e calor.
Logo, os movimentos de exploração que antes pareciam ser inocentes, logo tornaram-se avassaladores e perigosos.
Cassandra desfez o nó do barbante de sua camisa e ele desatou o laço de seu corpete.
Clopin continuou a beijar e acariciar cada parte do corpo dela.
O beijo ficou mais intenso e Cassandra gemeu ao sentir as mãos dele acariciando uma parte em especial de seu corpo que a fez sentir um extase proporcionalmente maravilhoso.
Ainda dopada por aquela sensação de borboletas no estomagio e fogos de artifícios explodindo diante de seus olhos, Cassandra começou a acaricia-lo e os sons de sua voz puderam ser ouvidos.
Ambos aproveitavam a troca de toques e excitações como um jovem casal apaixonado.
Clopin a deitou na cama e ficou por cima. Naquela posição, a enxergou por inteiro parecendo ser um bom ângulo.
O brilho nos olhos dela o provocou e ele a beijou novamente como se estivesse pedindo permissão para se aprofundar.
Como se precisasse, necessitasse daquilo.
Foi então que Cassandra sentiu uma dor que a invadiu de imediato.
Apertou os olhos, deixando umas lagrimas escaparem.
—Desculpe.- gemeu Clopin -Eu não queria te machucar...
—Não para. Por favor. — implorou Cassandra abraçando-o.
—Mas...
—Por favor. Eu quero você aqui comigo. — Ela implorou novamente se agarrando em seu quadril.
O cigano então inicia uma suave movimentação que aos poucos proporcionou um imenso prazer para Cassandra.
Os gemidos dele no pé de seu ouvido a excitavam cada vez mais
Aproximou-o para mais perto puxando-o pela nuca, implorando por seus beijos.
Uma invasão de sentimentos que até então desconhecia completamente ocorre.
Sentiu como se derretesse por inteira.
Era uma sensação que nunca pensou ser capaz de sentir.
Clopin se agarrou em sua cintura se aprofundando mais e mais e a beijou, continuando naquele ritmo por um bom tempo.
O momento estava prestes a chegar.
Quando aconteceu foi um momento único para Clopin e Cassandra que ao se deliciarem os corpos desabaram na cama, ambos arfavam e as mãos dela deslizaram pelas costas nuas do cigano.
Havia sido um momento incrível, apaixonante.
Fale com o autor