A Deusa Fujoshi

5 Bruno Lagarta parte III


Notas iniciais
*Capítulo Full Lemon e-e *Ah... Não vou ficar usando palavras formais nesse... Afinal, o narrador desse capítulo é o Bruno, que é um funkeiro que só fala palavras informais. *Será que eu escrevi bem esse lemon? 'o'

Bruno POV

— David, vem cá. — Falou Amanda, enquanto chamava o David.

Droga, isso é muito embaraçoso, não sei o que vou dizer a ele, não sei como as coisas vão acabar... Essa é a primeira vez que fico com vergonha por culpa de alguém.

— O que vocês querem ? — Perguntou ele.

— Bom... Sobre ontem... — Tentei ir direto ao ponto.

— Ah é, ontem, não tem problema não mano, eu vou esquecer aquilo, foi tudo uma bobeira. — Falou ele.

— Como assim bobeira !!? — Perguntou Amanda, indignada.

Uma garota gritou por Amanda, e veio até nós.

— Oi garotos, tudo bem ? — Perguntou a menina da minha sala... Qual era o nome dela mesmo ?

— Oi, tudo... — Respondi.

— E aê ! — Falou David.

— Gabi !!! O que foi ? — Perguntou Amanda.

— Vamos lá em casa hoje, você faltou e o professor de matemática passou um trabalho em dupla, pedi a ele pra fazer com você... — Disse a garota enquanto arrastava Amanda.

— Mais Gabi !! Eu estou ajudando o Bruno a...

— Não acredito que você vai me deixar de novo pra fazer isso... Sério... Você tem sumido depois da aula, faltou ontem, e ainda anda falando pouco comigo... Puxa Amanda...

— Tudo bem... Eu vou na sua casa, não precisa me arrastar desse jeito... — Disse Amanda enquanto nos deixava pra trás.

Ela olhou pra mim e mexeu os lábios, como se tivesse falando alguma coisa... Eu consegui decifrar o que ela disse... Era um "desculpa".

— Falando nisso, eu pedi pro prof deixar eu fazer contigo, bora la em casa ? — Perguntou David.

E-eu i-ir na casa do David... ? Ta... Isso era normal... Mas por quê... Quando ele disse isso, meu coração começou a bater forte ?

— Tá... Vamos. — Respondi.

Fomos andando pela calçada, até a casa dele... Que ficava a uns 10 minutos a pé da escola.

Será que nós vamos fazer alguma coisa ... ? Será que eu digo a ele que amo ele ... ? Será que ele vai me abraçar e me beijar igual ontem ?

Droga ! Acalme-se Bruno ! Vocês só vão fazer uma atividade de matemática ...

— Algum problema ? Você está vermelho. — Falou David.

— N-n-não é n-nada... Desculpa.. — O que eu estou dizendo !!? Eu não costumo pedir desculpas.

— Desculpa pelo quê mano ? Ta virando nerd é ? — Perguntou David.

— Aff, não é nada.

Droga, estou muito nervoso... Isso vai ser difícil...

Chegamos na casa dele, é uma casa sobrado, ou seja, tem dois andares... Mas para chegar no segundo andar, precisa-se usar uma escada que fica na garagem da casa.

Entramos pelo portão, e fomos pra casa do andar de baixo, só precisamos passar pela garagem e atravessar um longo corredor, até chegarmos na porta da cozinha.

— Você já veio aqui antes, vamos pro quarto.

P-por que no quarto !!?

Fui andando igual um idiota pro quarto... E sentei na cama.

Estávamos sozinhos naquela casa, pelo menos parecia.

— Minha mãe está lá na casa de cima fazendo trabalho pra faculdade dela. — Falou David.

Droga... Era mesmo necessário ele me dar aquela informação ?

Pelo menos a porta desse quarto em que estamos, não fecha, está quebrada.

— Ah é verdade, você faltou hoje então está sem material escolar. — Falou David enquanto tirava um caderno e um estojo da mochila dele.

— Isso mesmo.

Aquele quarto não era do David, até onde eu sei, era dos avós dele.

A porta do quarto fica bem no canto da parede... A cama em que estou sentado fica do lado direito da porta, o guarda roupas fica na frente da cama, e uma pequena televisão do lado do guarda roupas.

— Cara, você ta muito quieto, tem certeza que ta bem ? — Perguntou ele.

— Não sei. — Respondi.

Inferno... Ficar tão perto dele... Ficar olhando ele assim... Eu estou com uma vontade louca de abraçar e beijar ele... E ainda estou sentindo um calor enorme dentro de mim...

— Aff, não entendo nada dessa merda de matemática, eu tenho cara de nerd por acaso !? — Exclamou David.

— O prof nem explica nada e passa essas equações infelizes pra gente resolver... Você sabe como que faz Bruno ? — Perguntou ele, enquanto lia o caderno que estava no colo dele... E ele estava sentado bem do meu lado.

Ele havia deixado sua mão esquerda apoiando na cama... E por um extinto meu... Acabei colocando minha mão direita em cima da mão dele...

D-droga... Não acredito que fiz isso... Não sei o que ele fará agora... Acho que ele vai me xingar...

Eu quero... Abraçar ele... Eu quero... Beijar ele...

Ele continuou lendo a matéria, não tirou a mão de baixo da minha, e ficou em silêncio.

Sentei mais perto dele, ficando grudado... E enrolei meu braço direito com o dele, segurando a mão dele...

Ele é tão quentinho...

Ele ficou olhando pra baixo... Novamente olhando a matéria, será que ele estava com uma vergonha de matar ? Ou será que ele apenas me ignorava ... Ou será que ele não tinha coragem de ter iniciativa ?

Droga... Fiquei excitado só de ficar de mãos dadas com ele... Agora estou duro... Isso é um problema...

Apoiei minha cabeça no ombro dele.

Ficar daquele jeito com ele era tão gostoso... David... Ele... Isso é o que chamam de amor... ?

Foi quando, finalmente, senti uma espécie de resposta dele, não, não uma resposta... Era mais como uma reação a aquilo que eu estava fazendo com ele...

Senti ele apertar minha mão, com força... Aquilo fez meu coração disparar...

Levantei minha cabeça do ombro dele, e o fiquei encarando... Não resisti e dei um leve beijinho na bochecha dele... Em seguida outro... E outro... Vários beijinhos leves e tímidos naquela bochecha...

Ele lentamente virou o rosto, e ficou me encarando... Acho que ele perguntou mentalmente : tem coragem ?

Eu não exitei mais... E o beijei na boca... E ele correspondeu... Senti a língua quente dele dentro da minha boca... Rodopiando como um peão... Era sensacional.

Foi quando senti ele jogando o corpo dele em cima do meu.

Fiquei deitado na cama de barriga pra cima, deixei meu braço esquerdo caindo pra fora da cama, e meu braço direito encostado com o dele, enquanto segurava a mão dele... E ele ficou em cima de mim.

Fiquei olhando ele nos olhos, ali, parado, a poucos centímetros em cima de mim.

Talvez eu não tivesse coragem pra falar algo... Mas ele também estava no mesmo estado que eu... Não conseguia falar nada...

Passei minha mão esquerda no rosto dele... Bem de leve... Ele fechou os olhos e senti que ele se arrepiou.

E então, comecei a fazer um cafuné na cabeça dele com minha mão esquerda, um bom e gostoso carinho... Eu queria fazer carinho nele... Por bastante tempo...

Ele abaixou sua cabeça, e me beijou novamente...

Droga... Era muito delicioso, aquilo me deixava...

Eu estava feliz... Poderia dizer que foi o melhor beijo da minha vida... E também, que eu nunca fiquei tão feliz com outra pessoa antes.

Estávamos na beira da cama... Quase caindo...

— Vamos ir... Mais pra... Cima... — Falei a ele.

Ele se levantou de cima de mim, e sentou na cama, fiz o mesmo...

Fui sentando pra trás, até encostar na parede e ele também.

Continuamos sentados... Dei um abraço bem forte nele, e aproveitei para dar várias lambidas no pescoço dele...

Senti que ele também estava lambendo meu pescoço...

— Aah.... Daví...

— Nem fiz nada ainda... E você já soltou um gemido... ? — Perguntou ele.

— Isso não foi um... Gemido... — Sussurrei bem no ouvido dele, que estava bem perto da minha boca.

Coloquei minhas mãos por dentro da camisa dele e fui acariciando sua barriga... Suas costas...

Ele entendeu o sinal e levantou os braços, e então, retirei a camiseta dele... Em seguida, ele tirou minha camiseta também.

E então, do pescoço, comecei a descer... Dei várias lambidas no peito dele... E usei o mamilo direito dele como brinquedo para minha língua.

Isso é... Ele tem um tanquinho na barriga...

Ver aquele tanquinho estampado na barriga dele me deixou mais excitado ainda, e fez com que eu desse várias lambidas naquele local.

Era bom... Sentir o gosto do corpo dele... Era muito bom... Mas havia um lugar que eu ainda não havia experimentado...

Foi quando cheguei lá em baixo, e fiquei encarando aquele volume no meio da calça dele...

Ele abriu o zíper, tirou a calça e a jogou pra fora da cama.

Olhei pra cima, e vi o rosto dele, que estava novamente com aquela cara de : tem coragem ?

Ele estava me desafiando...? Para ele, aquilo era um jogo...? Tanto faz...

Abaixei a cueca preta dele... E vi aquela porra que era incrivelmente grande... Droga... Eu não vou resistir...

Antes que pudesse perceber, já estava chupando aquele pau grande... Caralho... Nunca pensei que fosse fazer isso algum dia... Sou mesmo um desprezível...

Percebi que David estava gostando, pois comecei a ouvir o suspiro forte dele...

Fiquei por uns 5 minutos chupando... Sem parar... Eu pensei que o gosto fosse ruim... Mas como eu posso dizer... Não tem gosto... Só acontece que em tempos aleatórios eu sinto um pequeno gostinho azedo... Como uma gota de limão, mas não é ruim...

Depois parei de chupar... E fui subindo novamente com minha língua malvada, deixando o corpo do David todo lambuzado...

Cheguei no rosto dele, e o beijei.

Eu me sentia muito confortável quando estava beijando ele... Me sentia seguro... Sentia que nada mais no mundo importava...

Porra... Eu estou virando um baitola mesmo né ?

Afastei meus lábios dos do dele... E o fiquei olhando nos olhos bem de perto.

Senti ele passando seus braços em minhas costas... Me fazendo carinho... Era muito bom...

— D-daví... E-eu...

— O-o que... ?

— E-eu t-te amo...

Falei... Eu finalmente disse... Finalmente consegui dizer a ele o que eu sinto !

Bom... Talvez eu tivesse apressando as coisas... Afinal... Tudo começou ontem... É mesmo possível eu começar a amar uma pessoa em tão pouco tempo ?

Ou talvez eu já amasse ele antes... Mas não sabia... Acho que eu não me entendo... Tanto que nem tenho certeza se é amor... Só sei que nunca senti isso por alguém antes.

David quando ouviu aquilo, novamente jogou seu corpo em cima do meu... E ficamos deitados ali na cama.

Ele começou a passar a mão no meu quadril... Eu entendi o recado... Então, retirei minha calça e a joguei pra fora da cama... E nós dois ficamos de cueca... Mas não por muito tempo...

Ele estava deitado em cima de mim... E aproveitei pra cochichar no ouvido dele :

— V-vamos f-fazer isso...

— T-tá...

Ele saiu de cima de mim, e tirou sua cueca, a jogando junto com as outras roupas, e depois, tirou minha cueca também, e começou a encarar o meu pau.

— O-o que... Foi ?

— N-nada... Só é que... Seu corpo é bonito... — Falou ele.

Ele me elogiou... Ele me elogiou !!! Isso fez... meu coração quase explodir de felicidade...

Então... Ele abriu minhas pernas, as segurando pra cima... E deixou o pênis dele bem próximo de minha entrada...

— N-não entendo como gays fazem... Será que está mesmo c-certo...? — Perguntou David.

— A-acho que se você for de uma vez vai doer... Acho que você precisa ir arrombando usando seus d-dedos p-primeiro... — Tentei explicar.

— Espere ! — Exclamou ele.

— O-o que foi ?

Ficamos alguns segundos parados daquele jeito... E com aquele silêncio no quarto, consegui ouvir passos... Havia alguém na cozinha se dirigindo ao quarto.

Droga !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

David em poucos segundos, pegou suas roupas que estavam no chão, sentou na cama encostado na parede e cobriu seu pau com sua calça, deixando suas pernas a mostra.

Já eu sentei direto na cama, esqueci das roupas, e coloquei um travesseiro pra tampar...

Quando fizemos aquilo em alta velocidade, a cama fez um barulho bem alto, que a pessoa que estava a 2 metros da porta acabou escutando.

Era a mãe dele...

Eu e David ficamos olhando pra baixo, em direção a cama...

Ela conseguia ver a lateral da minha bunda...

Nunca me senti tão nervoso antes... Isso superou tudo... Comecei a sentir medo, um grande medo, o medo de ser flagrado... Era muito emocionante.

Já entrei em situações extremas onde fui pego com outras garotas, ou me masturbando, ou até destruindo algo... Mas de todas, essa foi a primeira vez em que me senti com tanto medo...

Era uma sensação diabólica... Tão diabólica que me deu vontade de dar risada... De rir e dizer : Eu perdi. Estou pronto pra morrer.

Aquilo podia ser chamado de... O verdadeiro desespero.

Se eu estava daquele jeito, fiquei imaginando David...

A mãe dele ficou nos olhando por uns três minutos, e então se dirigiu até a cozinha.

Nesse tempo, David colocou sua cueca e sua calça, mas esqueceu de fechar o zíper.

E eu só tive tempo de ir no chão e pegar minhas roupas... Já que eu não havia pego antes dela entrar...

A mãe dele tem cerca de 34 anos, cabelos pretos e longos, ela tem sardas e a pele dela é bem áspera, e ela é meio gordinha também. Os olhos dela são pretos... Bom, eu acho ela feia.

Ela voltou no quarto, quando ela voltou, David se levantou da cama, puxou o zíper da calça pra cima, e saiu do quarto segurando sua camiseta, e me deixou lá, com aquela... Bruxa ?

Fiquei com a cabeça baixa, sem falar nada, não conseguia encarar o rosto da mulher, e David, estava fazendo algo na cozinha, provavelmente, mais nervoso do que eu.

— Tá com medo ai por quê David ? — Perguntou a mulher.

Ele não respondeu.

A mulher ficou ali em pé, na entrada do quarto por 10...20...30...40...50...60...70... Minutos... E o tempo só continuava passando.

Me lembrei... Os avós e o irmão do David também moravam naquela casa, mas eles não estavam lá... Será que a mãe dele está esperando eles chegarem ?

Eu estava perdido, era meu fim, seria pego naquela cena por uma família inteira... Iriam ligar para a minha mãe... Contar tudo... E a notícia chegaria na escola... Estaria tudo acabado, pra mim, e pra David.

Ouvi uma buzina de carro na rua, e ouvi a voz dos avós dele, estavam andando no corredor.

Continua no capítulo 06.

Notas finais
*Agora já era pros dois ...